Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
O angioedema hereditário (AEH) é uma doença autossômica dominante, quase sempre por deficiência (tipo 1) ou disfunção (tipo 2) do inibidor de C1 (C1-INH), gene SERPING1, que leva a excesso de bradicinina (PCDT do Ministério da Saúde). Causa crises recorrentes de edema sem urticas e sem prurido, que duram 2–5 dias, na pele, no intestino (dor abdominal intensa, vômitos, às vezes confundida com abdome agudo) e na laringe (risco de asfixia). Não responde a adrenalina, anti-histamínico nem corticoide. Suspeite em angioedema recorrente sem urticas, sobretudo com casos na família; a triagem é o C4 (baixo em ~95%), com C1-INH quantitativo e funcional para confirmar; abaixo de 1 ano os exames são pouco confiáveis. Toda crise de face, língua, pescoço ou laringe é 🔴: pronto-socorro, via aérea e inibidor de C1 derivado de plasma 20 UI/kg IV ou icatibanto SC (a partir de 2 anos), incorporados ao SUS para uso hospitalar (2023). A suspeita vai ao alergista e imunologista com prioridade (🟡), e o filho de pai ou mãe com AEH é testado o quanto antes. A SBP não tem documento próprio sobre AEH; o site segue o Ministério da Saúde e, onde ele não alcança a criança, a diretriz WAO/EAACI 2021.
1.O que é e como se apresenta
O C1-INH controla as vias do complemento, do contato e da calicreína; na sua falta, a calicreína gera bradicinina, que aumenta a permeabilidade vascular (PCDT 2016). Por isso o edema não é alérgico: não há histamina, prurido ou urticas, e o tratamento é outro.
- Tipos: tipo 1 (80–85%, C1-INH baixo) e tipo 2 (15–20%, C1-INH normal ou alto, mas com função < 50%); há AEH com C1-INH normal, mais raro, sobretudo em mulheres e ligado ao estrogênio (PCDT 2016). A prevalência estimada é de 1:10.000 a 1:50.000; a história familiar fortalece, mas sua ausência não exclui (mutações novas).
- Início: em geral na infância ou adolescência; metade das meninas tem a primeira crise antes de 12 anos e metade dos meninos antes de 13 (WAO/EAACI 2021). A frequência e a gravidade podem aumentar na puberdade; quanto mais cedo começa, mais grave tende a ser o curso.
- Crises: edema cutâneo deformante, sem cacifo, em face, mãos, pés e genitais (o mais comum na criança); crise abdominal com cólica intensa, vômitos, diarreia, ascite e até hipovolemia, muitas vezes não reconhecida porque dor abdominal é comum na infância; edema de laringe, que pode asfixiar rapidamente pela via aérea estreita da criança (WAO/EAACI 2021). Sem tratamento, a mortalidade da crise laríngea chega a cerca de 25–30% (PCDT 2016; consulta pública 2024).
- Pródromo: o eritema marginado (manchas anulares, não pruriginosas) aparece em 42–58% das crianças e é confundido com urticária, atrasando o diagnóstico (WAO/EAACI 2021).
- Gatilhos: traumas pequenos, procedimentos dentários, cirurgias, endoscopia e intubação, infecções (frequentes na criança), estresse, menstruação, estrogênio (anticoncepcional combinado) e inibidores da ECA; muitas crises não têm gatilho evidente (PCDT 2016; WAO/EAACI 2021).
- Angioedema adquirido por deficiência de C1-INH (doença linfoproliferativa ou autoimune; C1q baixo) é raro na criança (consulta pública 2024).
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | AEH já diagnosticado, sem crises ou com crises periféricas leves (mão, pé, membro) que não limitam a função, plano de ação e medicamento de crise disponíveis | Seguimento com o especialista; plano de ação; profilaxia antes de procedimentos; vacinas; evitar gatilhos |
| 🟡 Moderada | Suspeita de AEH (angioedema recorrente sem urticas, dor abdominal recorrente inexplicada, história familiar) em criança bem; filho de paciente com AEH ainda não testado; crise periférica extensa ou genital; crise abdominal leve que aceita líquidos | Encaminhar ao alergista e imunologista com prioridade, com C4 já colhido; crise periférica: tratar conforme o plano do especialista e reavaliar em 24–48 h |
| 🔴 Grave | Edema de face, lábios, língua, úvula, pescoço ou laringe; rouquidão, disfagia, sialorreia, estridor, dispneia; crise abdominal intensa com vômitos, desidratação ou hipotensão; qualquer crise que progride rapidamente | Pronto-socorro/hospital: via aérea, inibidor de C1 ou icatibanto o mais cedo possível; intubação precoce se o edema progride; hidratação e analgesia na crise abdominal |
Fatores que elevam a gravidade
- Edema que começa na face ou no pescoço; crise laríngea prévia; criança pequena (via aérea estreita).
- Procedimento dentário, cirurgia, endoscopia ou intubação sem profilaxia.
- Puberdade, anticoncepcional com estrogênio, inibidor da ECA.
- Distância do serviço que tem o medicamento de crise; família sem plano de ação.
3.Diagnóstico no consultório
Quando suspeitar: angioedema recorrente sem urticas e sem prurido, que não melhora com anti-histamínico, corticoide ou adrenalina; dor abdominal recorrente intensa sem causa, às vezes com edema de alça na imagem; casos semelhantes ou mortes por "edema de glote" na família (PCDT 2016; SBP 2023 — urticária: angioedema sem urticas exige investigar deficiência de C1-INH).
Exames (PCDT 2016; consulta pública 2024; WAO/EAACI 2021):
- C4 sérico: triagem; baixo em ~95% fora das crises e quase sempre baixo durante a crise — se normal com suspeita forte, repetir na crise.
- C1-INH quantitativo e funcional: confirmação — tipo 1 com C1-INH baixo (< 50%); tipo 2 com nível normal e função < 50%.
- C1q: na suspeita de forma adquirida (início tardio, sem família).
- Abaixo de 1 ano, C4 e C1-INH são fisiologicamente baixos: o C4 não serve para triagem; o C1-INH atinge valores de adulto entre 6 e 12 meses e o C4 entre 2 e 3 anos. Usar o teste genético (SERPING1) se a mutação familiar for conhecida e repetir os exames após 1 ano; até o diagnóstico definitivo, o lactente de família afetada é tratado como portador (consulta pública 2024; WAO/EAACI 2021).
- Família: testar todos os parentes de 1º grau e testar os filhos de paciente com AEH o quanto antes, idealmente antes da primeira crise (WAO/EAACI 2021, recomendação 20). Oferecer aconselhamento genético.
Diagnóstico diferencial que não pode passar: anafilaxia (há urticária, broncoespasmo ou hipotensão e resposta à adrenalina — na dúvida, aplique a adrenalina); angioedema histaminérgico com urticária (ver Urticária, angioedema, eritema multiforme e SSJ/NET); angioedema por inibidor da ECA; abdome agudo cirúrgico (apendicite, invaginação); celulite; síndrome nefrótica e outras causas de edema.
4.Tratamento e seguimento
O tratamento é do especialista em centro de referência; o pediatra reconhece, encaminha, garante o plano de ação, a profilaxia antes de procedimentos e as vacinas. O PCDT em vigor (Portaria SAS/MS nº 880, de 12/07/2016) prevê só o danazol e exclui crianças até 12 anos, que devem ser acompanhadas como casos especiais em serviços de referência. Depois dele, o SUS incorporou para as crises, de uso hospitalar, o inibidor de C1 derivado de plasma (Portaria SECTICS/MS nº 69/2023) e o icatibanto (nº 68/2023); a nova versão do PCDT esteve em consulta pública (CP nº 50/2024) e não foi localizada publicada até 10/2026.
1. Tratamento da crise (sob demanda) — tratar todas as crises o mais cedo possível, sobretudo as de face, pescoço e abdome (WAO/EAACI 2021):
- Via aérea primeiro: monitorizar em sala de emergência; não esperar a queda da saturação para intubar, pois a intubação fica difícil quando a obstrução se instala (consulta pública 2024); manter SpO2 entre 94% e 98%.
- Crise abdominal: hidratação venosa (a criança desidrata com facilidade), antiemético e analgésico, além do tratamento específico.
- Adrenalina, anti-histamínico e corticoide não funcionam (consulta pública 2024; PCDT 2016).
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Inibidor de C1 esterase derivado de plasma humano IV | 20 UI/kg | Pode repetir se necessário | Na crise | Consulta pública PCDT 2024 e WAO/EAACI 2021; desde o nascimento; SUS hospitalar (Portaria SECTICS nº 69/2023) |
| Icatibanto SC (10 mg/mL) | 12–25 kg: 10 mg (1,0 mL); 26–40 kg: 15 mg; 41–50 kg: 20 mg; 51–65 kg: 25 mg; > 65 kg: 30 mg | 2ª e 3ª doses após 6 h se alívio insuficiente (adulto; máx. 3 em 24 h) | Na crise | Consulta pública PCDT 2024 (quadro por peso, 2 a 17 anos); a partir de 2 anos; SUS hospitalar (Portaria SECTICS nº 68/2023) |
| Plasma fresco congelado IV | 10 mL/kg | Dose única | Na crise ou antes de procedimento | Só se não houver inibidor de C1 nem icatibanto (consulta pública 2024; WAO/EAACI 2021: 2ª linha); o plasma contém também o substrato sobre o qual a protease atua (consulta pública 2024) |
2. Profilaxia de curto prazo (antes de procedimentos): indicada antes de procedimentos odontológicos, cirurgias, endoscopias e intubação ou qualquer manipulação das vias aerodigestivas (WAO/EAACI 2021). 1ª escolha pela WAO/EAACI 2021: inibidor de C1 derivado de plasma antes do procedimento; andrógeno em curso curto só como 2ª linha, quando o C1-INH não estiver disponível. Mesmo com profilaxia, o medicamento de crise deve estar à mão (WAO/EAACI 2021). A consulta pública de 2024 descreve danazol 2,5–10 mg/kg/dia (máx. 600 mg/dia) de 5–7 dias antes a 2–3 dias depois, ou plasma fresco 10 mL/kg; na criança pré-púbere, a decisão é do especialista.
3. Profilaxia de longo prazo: decisão individual do especialista, pela frequência e gravidade das crises e pela qualidade de vida.
- SUS (PCDT 2016): só o danazol, com exclusão das crianças até 12 anos; a consulta pública de 2024 limita o andrógeno a após a puberdade, pelo efeito sobre o crescimento e a maturação, e não recomenda o ácido tranexâmico.
- WAO/EAACI 2021: 1ª linha — inibidor de C1 derivado de plasma, lanadelumabe e berotralstate; abaixo de 12 anos, o preferido é o inibidor de C1 derivado de plasma; sem ele, o ácido tranexâmico (20–50 mg/kg) é preferível ao andrógeno, embora com eficácia questionada; andrógenos não antes do estágio V de Tanner (danazol inicial 2,5 mg/kg/dia, máx. 200 mg/dia).
- No Brasil: o inibidor de C1 subcutâneo não foi incorporado ao SUS (Portarias SECTICS nº 70/2023 e nº 53/2025), nem o lanadelumabe (Conitec, citado na consulta pública 2024); o berotralstate tem registro na Anvisa, sem avaliação de incorporação (consulta pública 2024).
O que o pediatra faz no seguimento:
- Plano de ação escrito para casa, escola e viagens, com o diagnóstico, o medicamento de crise e o serviço de referência; a escola recebe informação sobre a urgência das crises de via aérea (WAO/EAACI 2021).
- Vacinas: calendário completo, que é seguro e reduz infecções que desencadeiam crises; hepatites A e B recomendadas por muitos especialistas, pelo uso de hemoderivados; influenza anual (WAO/EAACI 2021).
- Evitar: anticoncepcional com estrogênio (preferir só progestagênio na adolescente) e inibidores da ECA; prevenir infecções de garganta; avisar o dentista e o cirurgião para a profilaxia.
- Não restringir esporte e escola sem necessidade: a meta é a vida normal (WAO/EAACI 2021).
- Danazol (adolescente, pelo especialista): acompanhar crescimento, puberdade, virilização, acne, irregularidade menstrual, PA, hemograma, transaminases, lipídios e urina a cada 6 meses e ultrassonografia hepática anual (PCDT 2016).
Não fazer: tratar a crise de AEH só com adrenalina, anti-histamínico ou corticoide e liberar a criança; esperar a dessaturação para garantir a via aérea; operar abdome agudo sem pensar em crise de AEH no paciente diagnosticado; procedimento dentário sem profilaxia; danazol na criança pré-púbere sem decisão do especialista.
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- Qualquer edema de face, lábios, língua, úvula ou pescoço, rouquidão, alteração da voz, disfagia, sialorreia, estridor ou dispneia.
- Crise abdominal com dor intensa, vômitos repetidos, desidratação, hipotensão ou sinais de abdome agudo.
- Crise que progride rapidamente ou não melhora com o medicamento de crise.
- Lactente ou criança sem diagnóstico com angioedema de face e via aérea: tratar como anafilaxia até prova em contrário.
Como encaminhar: se houver qualquer dúvida com anafilaxia, adrenalina IM 0,01 mg/kg (máx. 0,3 mg na criança, 0,5 mg no adolescente) antes de tudo (Protocolo de Anafilaxia do site); posição sentada se dispneia; oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98%; acesso venoso e SF 0,9% se desidratação ou hipotensão; SAMU (192) e contato prévio com o hospital para que o inibidor de C1 ou o icatibanto e a equipe de via aérea difícil estejam prontos; levar o plano de ação, o relatório do especialista e o medicamento de crise, se a família tiver.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "O inchaço do AEH não é alergia: antialérgico, corticoide e adrenalina não resolvem. O remédio é o inibidor de C1 ou o icatibanto, no hospital."
- "Inchaço no rosto, na língua ou no pescoço, voz rouca ou dificuldade para engolir: pronto-socorro imediatamente, com o plano de ação."
- "Dor de barriga forte com vômitos pode ser crise de AEH: avise no pronto-socorro que seu filho tem AEH."
- "Antes de dentista, cirurgia ou endoscopia, avise o especialista para fazer a prevenção."
- "Irmãos, pais e filhos devem fazer o exame, mesmo sem sintomas."
- "Adolescente: anticoncepcional com estrogênio pode desencadear crises; converse com o médico."
- Voltar ao especialista se as crises ficarem mais frequentes, na puberdade ou ao planejar procedimentos.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Versão consultada | Sem documento próprio; Diretrizes nº 118 (urticária), 24/11/2023 | PCDT, Portaria SAS nº 880, 12/07/2016; Portarias SECTICS nº 68 e 69/2023; consulta pública nº 50/2024 | Sem diretriz própria localizada | TA606 (16/10/2019); TA738 (20/10/2021) | SEPEAP, Pediatría Integral 2023 | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Diagnóstico | Angioedema sem urticas: investigar C1-INH | C4, C1-INH quantitativo e funcional; C4 não serve < 1 ano | — | — | C4 e C1-inibidor | — | — | Segue o NICE |
| Crise | — | Inibidor de C1 20 UI/kg; icatibanto ≥ 2 anos; hospitalar | — | — | — | — | — | Segue o NICE |
| Profilaxia de curto prazo | — | Danazol ou plasma fresco (consulta 2024) | — | — | — | — | — | Segue o NICE |
| Profilaxia de longo prazo | — | Danazol (exclui ≤ 12 anos); andrógeno após a puberdade | — | Lanadelumabe e berotralstate ≥ 12 anos | — | — | — | Segue o NICE |
Leitura: há convergência em que o AEH é mediado por bradicinina e não responde a adrenalina, anti-histamínico nem corticoide, que o C4 é a triagem e o C1-INH quantitativo e funcional confirma, que os exames não servem antes de 1 ano, que as crises se tratam o mais cedo possível com inibidor de C1 ou icatibanto e que a via aérea é a prioridade. Divergências: na profilaxia de longo prazo, o PCDT em vigor (2016) oferece só o danazol e exclui crianças até 12 anos, enquanto a WAO/EAACI 2021 põe o inibidor de C1, o lanadelumabe e o berotralstate em 1ª linha, prefere o inibidor de C1 abaixo de 12 anos e proíbe andrógenos antes do Tanner V; o NICE aprova lanadelumabe e berotralstate a partir de 12 anos, não incorporados ao SUS; na profilaxia de curto prazo, a WAO/EAACI prefere o inibidor de C1 e a consulta pública brasileira descreve danazol ou plasma; no ácido tranexâmico, a WAO/EAACI o aceita na criança sem alternativa e a consulta pública de 2024 não o recomenda. A SBP não tem documento próprio sobre AEH. Posição do site: na falta da SBP, Ministério da Saúde — PCDT de 2016 e incorporações de 2023 (inibidor de C1 e icatibanto nas crises) —; para a criança abaixo de 12 anos, que o PCDT exclui, e para a profilaxia de longo prazo, a decisão é do centro de referência, seguindo a WAO/EAACI 2021 como melhor referência internacional.
- Angioedema recorrente sem urticas e sem prurido, que não melhora com antialérgico: peça C4 e encaminhe ao alergista com prioridade.
- Edema de face, língua ou laringe no AEH é 🔴: via aérea primeiro, inibidor de C1 20 UI/kg IV ou icatibanto SC no hospital; não espere dessaturar para intubar.
- Na dúvida com anafilaxia, aplique a adrenalina IM; mas não conte com ela para tratar o AEH.
- Dor abdominal intensa e recorrente com vômitos pode ser crise de AEH: hidrate e avise o cirurgião.
- Antes de dentista, cirurgia ou endoscopia, profilaxia de curto prazo com o especialista e medicamento de crise disponível.
- Teste os filhos e parentes de 1º grau; antes de 1 ano os exames enganam — repita após 1 ano ou use o teste genético.
Veja também, nesta Biblioteca: Urticária, angioedema, eritema multiforme e SSJ/NET, Anafilaxia e autoaplicador de adrenalina e Alergia a medicamentos (nesta área); Protocolo de Anafilaxia e Estabilização e transporte da criança grave do consultório ou da UBS ao hospital (Urgências e emergências); Urticária aguda (Patologias do consultório); Vacinação da criança imunocomprometida e com doenças crônicas (CRIE) (Imunizações).
8.Fontes
- Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas — Angioedema associado à deficiência de C1 esterase (C1-INH). Portaria SAS/MS nº 880, 12/07/2016. PDF
- Ministério da Saúde/Conitec. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Angioedema Hereditário associado à deficiência de inibidor de C1-esterase — versão preliminar, Consulta Pública nº 50/2024 (com as Portarias SECTICS/MS nº 68, 69 e 70/2023). PDF
- Ministério da Saúde. Portaria SECTICS/MS nº 53, 23/07/2025 — não incorporação do inibidor de C1 subcutâneo na profilaxia de longo prazo. bvsms
- Conitec. Lista de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas vigentes (consultada em 10/2026). gov.br/conitec
- Maurer M et al. The international WAO/EAACI guideline for the management of hereditary angioedema — the 2021 revision and update. Allergy, 2022;77:1961–1990. PDF
- SBP, Departamentos Científicos de Alergia e de Dermatologia. Abordagem da urticária na criança e no adolescente. Diretrizes nº 118, 24/11/2023. PDF
- NICE. Lanadelumab for preventing recurrent attacks of hereditary angioedema. TA606, 16/10/2019. nice.org.uk
- NICE. Berotralstat for preventing recurrent attacks of hereditary angioedema. TA738, 20/10/2021. nice.org.uk
- SEPEAP. Ortega C. Urticaria y angioedema. Pediatría Integral, 2023;XXVII(3):141–151. PDF