Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
O pediatra prepara a criança e a família; quem decide a anestesia é o anestesista (CFM, Resolução nº 2.174/2017). Na criança saudável (ASA I–II), anamnese e exame físico bastam: sem exames de rotina (AAFP 2022). O pediatra investiga e informa infecção respiratória atual ou nas últimas 2 semanas, asma, ronco com pausas, prematuridade, cardiopatia, doença neuromuscular ou falciforme, sangramentos, alergias (inclusive látex), medicamentos e hipertermia maligna ou complicação anestésica na família. Jejum (CFM 2017): líquidos claros sem resíduos (água, chá) 2 h, leite materno 4 h, leite não humano ou fórmula 6 h, refeições leves 6 h, dieta geral 8 h; vale o horário escrito pelo anestesista. No pós-operatório: dipirona, paracetamol ou ibuprofeno em horário regular; codeína nunca; tramadol só ≥ 12 anos. Recuperação sem intercorrências: casa (🟢). Dor que não cede, vômitos sem desidratação ou febre: reavaliação próxima (🟡). Pronto-socorro (🔴): sangramento, desconforto respiratório ou apneia, sonolência excessiva, vômitos com desidratação, abdome distendido, choque ou febre com toxemia.
1.O que é e como se apresenta
A avaliação pré-operatória identifica e corrige, antes de uma cirurgia eletiva, fatores que aumentam o risco anestésico ou cirúrgico. Não substitui a consulta pré-anestésica, em que o anestesista pede exames conforme a clínica e o procedimento (CFM, Resolução nº 2.174/2017).
Papel do pediatra (AAP 2014): deixar a criança na melhor condição clínica, preparar criança e família e enviar resumo escrito ao cirurgião e ao anestesista (doenças, medicamentos, alergias, anestesias prévias, vacinas recentes).
Estado físico ASA: I saudável; II doença sistêmica leve e controlada (asma controlada); III doença sistêmica grave (cardiopatia com repercussão, asma mal controlada, AOS grave); IV ameaça à vida; E urgência. ASA I–II: candidatos habituais à cirurgia ambulatorial.
Complicações principais: eventos respiratórios (laringoespasmo, broncoespasmo, dessaturação), mais frequentes no lactente e com IVAS recente, asma, AOS e tabagismo passivo (von Ungern-Sternberg 2010); no pós-operatório, dor, náuseas e vômitos.
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Antes: ASA I–II, sem IVAS recente, asma controlada, sem AOS. Depois: dor controlada com analgesia oral, aceita líquidos, urina, ferida limpa | Liberar com resumo clínico, jejum e medicamentos orientados; recuperação em casa, retorno com o cirurgião |
| 🟡 Moderada | Antes: IVAS atual ou < 2 semanas, asma não controlada, AOS, ex-prematuro < 60 semanas de idade pós-menstrual, cardiopatia, doença neuromuscular ou falciforme, suspeita de coagulopatia, hipertermia maligna pessoal ou familiar. Depois: dor que não cede com analgesia bem dosada, vômitos sem desidratação, febre sem toxemia, ferida vermelha ou com secreção | Discutir com cirurgião e anestesista otimização e momento da cirurgia; encaminhar com prioridade ao especialista da doença de base; depois, reavaliar em 24–48 h ou avisar a equipe |
| 🔴 Grave | Depois: sangramento, desconforto respiratório, apneia ou cianose, sonolência excessiva, vômitos persistentes ou biliosos com desidratação, abdome distendido e doloroso, criança que não urina, choque, febre com toxemia, deiscência. Antes: quadro que vira urgência (abdome agudo, escroto agudo, hérnia encarcerada) | Pronto-socorro, de preferência no serviço que operou |
Fatores de risco que elevam a gravidade: idade < 1 ano (ex-prematuro, anemia, apneia prévia); IVAS recente, asma, eczema, tabagismo passivo; AOS, obesidade, Down, malformação craniofacial; cardiopatia, doença neuromuscular ou falciforme, mastocitose, diabetes, corticoide crônico; cirurgia longa ou hemorrágica; anestesias repetidas abaixo de 3 anos.
3.Diagnóstico no consultório
Anamnese (CFM 2017, Anexo II; AAFP 2022): doenças crônicas e controle; ronco com pausas; febre, coriza, tosse ou chiado nas últimas 4 semanas; crises de asma; idade gestacional e pós-menstrual, apneias, displasia; sangramentos (epistaxe, hematomas, procedimento anterior, menstruação, família) — questionário estruturado (HEMSTOP) supera o coagulograma de rotina; complicações anestésicas pessoais e familiares (hipertermia maligna, febre alta ou morte na anestesia, paralisia prolongada); alergias, inclusive látex (mielomeningocele); medicamentos e suplementos; vacinas recentes; triagem neonatal.
Exame físico: peso, sinais vitais e SpO2; via aérea (dentes moles, amígdalas, micrognatia); sibilos, estertores, sopro; anemia, desnutrição; pele do local da incisão.
Exames — não pedir de rotina na criança saudável em procedimento de baixo risco (AAFP 2022). Com indicação:
| Exame | Quando pedir |
|---|---|
| Hemograma | Ex-prematuro no 1º ano, suspeita de anemia, doença crônica, grande perda sanguínea prevista |
| Coagulograma | História positiva de sangramento, hepatopatia, desnutrição, anticoagulante, neurocirurgia |
| ECG, ecocardiograma | Sopro não avaliado, cardiopatia, intolerância ao esforço, AOS grave, doença neuromuscular |
| Radiografia de tórax | Doença cardiopulmonar com exame alterado; não é rotina com SpO2 ≥ 95% (AAFP 2022) |
| Teste de gravidez | Oferecer à adolescente após a menarca (AAFP 2022; Boston Children's) |
IVAS recente — critério clínico para adiar a eletiva (decisão final do anestesista):
- O risco de evento respiratório dobra com sintomas no dia (RR 2,05) ou nas 2 semanas anteriores (RR 2,34); com sintomas 2–4 semanas antes, não aumentou (von Ungern-Sternberg 2010).
- Sugere adiar: febre (≥ 37,5 °C axilar, padrão do site), secreção purulenta, tosse produtiva, sibilância ou estertores, prostração, SpO2 baixa, bronquiolite ou pneumonia recentes.
- Pode prosseguir, avisando o anestesista: coriza clara sem febre, criança ativa, pulmões limpos, procedimento curto; coriza crônica (rinite, adenoide) não justifica adiar.
- Asma: otimizar o controle; manter o controlador e levar o broncodilatador; salbutamol na manhã da cirurgia e corticoide oral na asma grave, a critério da equipe (AAFP 2022). Em crise, adiar.
Ex-prematuro e apneia pós-anestésica: a idade pós-menstrual é o fator de risco mais consistente (incidência mediana 7,6%), somada a anemia, apneias prévias, displasia e cirurgia longa; a anestesia neuroaxial reduz o risco (Dalal et al., Anesthesiology 2026). Abaixo de 60 semanas de idade pós-menstrual, avisar a família de que a criança pode ficar internada e monitorizada (6 a 24 h, conforme a idade pós-menstrual — Dalal 2026), conforme o serviço.
Não pode passar: cardiopatia ou doença neuromuscular não diagnosticadas, AOS grave, coagulopatia, anemia importante.
4.Tratamento e seguimento
Antes da cirurgia:
- Vacinas: manter o calendário (SBP 2026/2027 e PNI); não interagem com a anestesia. O CAV-AEP (2017) sugere não vacinar nas 48 h anteriores (para não confundir evento adverso com complicação); vacina recente não adia urgência. Esplenectomia programada: vacinas ≥ 2 semanas antes (Guia Vacinal do site).
- Medicamentos contínuos (o anestesista confirma o que tomar no dia): manter anticonvulsivantes, controladores da asma, cardiológicos, bloqueadores H2 e inibidores de bomba (AAFP 2022); corticoide: dose de estresse pela equipe; insulina, anticoagulantes, antiagregantes: plano com o especialista; suplementos e AINE, só com orientação do cirurgião.
- Hipertermia maligna: reação farmacogenética a halogenados e succinilcolina. História pessoal ou familiar, ou doença muscular, chega ao anestesista antes da cirurgia: anestesia sem desencadeantes e dantroleno disponível; teste genético ou de contratura antes da eletiva (AAFP 2022). Ver "Doenças neuromusculares — atrofia muscular espinhal (AME) e distrofia muscular de Duchenne" e "Mastocitose cutânea na criança".
- AOS e amigdalectomia: internação dos grupos de risco e analgesia própria — ver "Ronco e apneia obstrutiva do sono na criança".
- Neurotoxicidade anestésica: a FDA (2016) alertou que o uso repetido ou prolongado (> 3 h) de anestésicos e sedativos abaixo de 3 anos pode afetar o desenvolvimento cerebral, mas que exposição única e curta provavelmente não tem efeito. O ensaio GAS não mostrou diferença de QI aos 5 anos após cerca de 1 h de anestesia no lactente (McCann, Lancet 2019). Não adiar cirurgia necessária; discutir o momento das que podem esperar.
Jejum — conduta do site: Resolução CFM nº 2.174/2017, Anexo II, item 3g (como em "Analgesia e sedação para procedimentos na emergência pediátrica"); SBP e Ministério da Saúde sem posição específica localizada.
| Alimento | CFM 2017 (site) | ESAIC 2022 (divergência) |
|---|---|---|
| Líquidos claros sem resíduos (água, chá) | 2 h | 1 h |
| Leite materno | 4 h | 3 h |
| Leite não humano ou fórmula | 6 h | 4 h |
| Refeições leves | 6 h | 4 h (desjejum leve controlado) |
| Dieta geral | 8 h | 6 h (sólidos) |
- "Jejum desde a meia-noite" não tem base: líquidos claros até o limite reduzem sede, irritabilidade, hipoglicemia e desidratação. A ASA (2023) mantém 2 h; alguns serviços brasileiros adotam 1 h. Vale a orientação escrita do anestesista. Refluxo não muda o jejum (ESAIC 2022).
Depois da cirurgia — analgesia e náuseas (padrão do site; SBP, Diretriz nº 177/2024):
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Dipirona | 15 mg/kg/dose | 6/6 h (máx. 4 doses/dia) | Horário regular nas primeiras 24–48 h | Não usar < 3 meses ou < 5 kg (bula); padrão do site (30/09/2026) |
| Paracetamol | 10–15 mg/kg/dose | 4–6 h (máx. 5 doses/dia) | Reavaliar após 48–72 h | Máx. 75 mg/kg/dia e 4 g/dia; teto por dose da apresentação (bulas: gotas 200 mg/mL máx. 35 gotas, suspensão 32 mg/mL máx. 15 mL e 100 mg/mL máx. 2,5 mL abaixo de 12 anos; comprimidos só a partir de 12 anos; nunca > 1 g/dose); risco cumulativo em jejum ou desidratação (padrão do site) |
| Ibuprofeno | 5–10 mg/kg/dose | 6–8 h | Enquanto houver dor | ≥ 6 meses; evitar em desidratação, varicela, dengue (padrão do site); seguro após amigdalectomia (AAO-HNS 2019) |
| Morfina IV | 0,05–0,1 mg/kg/dose | 4 h (titular) | Dor intensa | Só no hospital, monitorizada (SBP 2024) |
| Tramadol | 1 mg/kg/dose (SBP: 0,7–2) | 6 h | Curta | Só ≥ 12 anos (SBP 2024); máx. 100 mg/dose, 400 mg/dia; contraindicado após amigdalectomia < 18 anos e evitado com obesidade ou AOS |
| Ondansetrona IV | 0,1 mg/kg (máx. 4 mg), lenta | Dose única | No hospital | Náuseas e vômitos pós-operatórios a partir de 1 mês (bula Fresenius Kabi); oral em casa só se prescrita pela equipe |
- Não usar: codeína (proscrita, SBP 2024); tramadol < 12 anos; anti-histamínico sedativo ou benzodiazepínico "para acalmar"; somar produtos com paracetamol; alternar analgésicos (padrão do site) — associação planejada só se prescrita pela equipe cirúrgica.
- Líquidos claros assim que acordada, depois dieta habitual (ESAIC 2022).
Ferida operatória (NICE NG125, inclui crianças): chuveiro liberado após 48 h; sem pomada antibiótica na ferida fechada; infecção = vermelhidão crescente, calor, dor, pus, abertura dos pontos, febre. Profilaxia antibiótica: da equipe cirúrgica.
Febre pós-operatória: examinar ferida (sinais de infecção da NG125), cateter, pulmões, urina e abdome e avisar a equipe que operou; com toxemia, 🔴.
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- Sangramento pela ferida, boca ou nariz (após amigdalectomia: primeiras 24 h ou entre o 5º e o 10º dia); vômito com sangue.
- Desconforto respiratório, apneia, cianose, SpO2 < 92%; sonolência excessiva, confusão, convulsão.
- Vômitos persistentes ou biliosos com desidratação; criança que não urina; abdome distendido e doloroso; dor intensa que não cede.
- Choque; febre com toxemia; deiscência, abscesso; escroto ou pênis roxo, edemaciado ou doloroso; retenção urinária.
Como encaminhar
- Avisar a equipe que operou; de preferência, o mesmo serviço.
- Jejum; anotar hora da última ingestão e dos analgésicos.
- Sangramento após amigdalectomia: sentada, inclinada para a frente, cuspindo o sangue; SAMU (192) se volumoso.
- Oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98% (padrão do site); acesso venoso no choque, sem atrasar; SAMU (192) se instável.
- Não sedar para transportar; relatório com cirurgia e data, anestesia, intercorrências, medicamentos, alergias e evolução.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Conte ao médico se seu filho teve resfriado ou chiado nas últimas semanas, se ronca com pausas, se sangra com facilidade e se alguém da família teve problema com anestesia."
- "Siga o horário de jejum do anestesista. Não precisa jejum desde a meia-noite: líquidos claros são permitidos até o horário combinado."
- "Depois da cirurgia, dê o analgésico nos horários combinados, sem somar remédios com paracetamol. Chuveiro depois de 48 horas, sem pomada na ferida."
- Pronto-socorro já se houver: sangramento, falta de ar, lábios roxos, pausas na respiração, sonolência que não deixa acordar, vômitos repetidos ou verdes, barriga inchada e dura, criança sem fazer xixi, febre com prostração, ferida aberta ou com pus.
- Avisar no mesmo dia: dor que não melhora, febre, ferida vermelha ou com secreção.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Documento e data | Diretriz nº 177, 10/2024 | Cirurgia Segura, 2013 | Clinical report 2014; AAP/AAPD 2019 | NG45 2016; NG125 2020 | CAV-AEP 2017; SEUP 2024 | Sem posição específica localizada | Folheto NPO | OUH: nenhum localizado; CUH 02/2026 |
| Avaliação e exames | Sem posição; CFM 2017: exames pela clínica | Checklist de cirurgia segura | Pediatra otimiza e prepara | NG45 só > 16 anos | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Teste de gravidez após menarca | Segue o NICE |
| Jejum (claros/materno/fórmula/sólidos) | CFM 2017: 2/4/6/6–8 h | Sem posição localizada | 2/4/6 h (2019) | Sem diretriz pediátrica | SEUP (sedação): 2/4/6 h | Sem posição específica localizada | 2/4/6/8 h | CUH: ~1 h claros; ~3 h mamada |
| Analgesia e ferida | Dois degraus; codeína proscrita | Sem posição específica localizada | Analgesia por escala e idade (2019) | Chuveiro após 48 h; sem antibiótico tópico | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
Leitura: convergem em não pedir exames de rotina na criança saudável e em evitar jejum prolongado. A divergência principal é o jejum de líquidos claros: ESAIC 2022 (e APAGBI, ESPA e ADARPEF desde 2018) e o folheto de Cambridge usam 1 h e leite materno 3 h; a norma brasileira (CFM 2017), a ASA 2023, a AAP/AAPD 2019 e o Boston Children's mantêm 2 h, e o Boston pede 8 h para sólidos acima de 12 meses. Sobre vacinas e cirurgia, só o CAV-AEP se posiciona (não vacinar nas 48 h anteriores; urgência não espera). O NICE não cobre exames pré-operatórios abaixo de 16 anos, mas a NG125 vale para crianças. Posição do site: analgesia pela SBP (Diretriz nº 177/2024) e padrão do site; sem posição da SBP e do MS sobre preparo e jejum, o site segue a Resolução CFM nº 2.174/2017, norma brasileira, ressalvando a orientação escrita do anestesista; nos demais itens, AAP 2014, von Ungern-Sternberg 2010 (IVAS) e NICE NG125 (ferida).
- Criança saudável não precisa de exames pré-operatórios de rotina.
- IVAS com febre, secreção purulenta, sibilância ou estertores: discutir adiar a eletiva; o risco é maior nas 2 semanas após os sintomas.
- Jejum (CFM 2017): claros sem resíduos 2 h, leite materno 4 h, fórmula 6 h, refeições leves 6 h, dieta geral 8 h; nada de "jejum desde a meia-noite".
- Pergunte sempre por hipertermia maligna e complicação anestésica na família, ronco com pausas, sangramento, látex e idade pós-menstrual (< 60 semanas = possível internação).
- Pós-operatório: dipirona, paracetamol ou ibuprofeno em horário regular; codeína nunca; tramadol só ≥ 12 anos e nunca após amigdalectomia < 18 anos.
- Sangramento, desconforto respiratório, sonolência excessiva, vômitos com desidratação, abdome distendido ou choque: pronto-socorro, de preferência no serviço que operou.
Veja também, nesta Biblioteca: Analgesia e sedação para procedimentos na emergência pediátrica e Trauma pediátrico (Urgências); Ronco e apneia obstrutiva do sono na criança (Pneumologia); Emergências Cirúrgicas Neonatais (Neonatologia); Dor abdominal aguda e Vômitos no lactente, refluxo fisiológico e DRGE (Patologias do consultório); Guia Vacinal Completo (Imunizações).
8.Fontes
- SBP. Dores comuns em pediatria (Diretriz nº 177), 2024. PDF
- Conselho Federal de Medicina. Resolução nº 2.174/2017 — ato anestésico (Anexo II: avaliação pré-anestésica e jejum). PDF
- Ministério da Saúde. Protocolo Cirurgia Segura (MS/Anvisa/Fiocruz). gov.br
- AAP, Section on Anesthesiology and Pain Medicine. The pediatrician's role in the evaluation and preparation of pediatric patients undergoing anesthesia. Pediatrics, 2014. PubMed
- Fletke KJ et al. Preoperative Evaluation in Children. Am Fam Physician, 2022. aafp.org
- Frykholm P et al. Pre-operative fasting in children — ESAIC guideline. Eur J Anaesthesiol, 2022. PDF
- Joshi GP et al. 2023 ASA Practice Guidelines for Preoperative Fasting (modular update). Anesthesiology, 2023. PubMed
- von Ungern-Sternberg BS et al. Risk assessment for respiratory complications in paediatric anaesthesia. Lancet, 2010. PubMed
- Dalal PG et al. Postanesthesia apnea in former preterm and term infants — systematic review and meta-analysis. Anesthesiology, 2026. PubMed
- FDA. Drug Safety Communication — general anesthetic and sedation drugs in young children, 14/12/2016. PDF
- McCann ME et al. Neurodevelopmental outcome at 5 years after general anaesthesia or awake-regional anaesthesia in infancy (GAS). Lancet, 2019. PubMed
- NICE. Routine preoperative tests for elective surgery (NG45), 2016. nice.org.uk
- NICE. Surgical site infections — prevention and treatment (NG125), 2019, atualizado em 2020. nice.org.uk
- CAV-AEP. Vacunas y anestesia general, 2017. vacunasaep.org
- Boston Children's Hospital. NPO guidelines. PDF
- Cambridge University Hospitals. Folheto de jejum para crianças (sondagem do ducto lacrimal), 2026. cuh.nhs.uk
- Fresenius Kabi. Ondansetrona injetável — bula. PDF