Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
O diagnóstico é clínico (o relato dos pais ou uma foto do abaulamento bastam). A hérnia inguinal não regride e tem sempre indicação cirúrgica (SBP): encaminhar ao cirurgião pediátrico logo após o diagnóstico, com prioridade no prematuro e no lactente, que mais encarceram. Hérnia inguinal irredutível, dolorosa, endurecida, com choro inconsolável ou vômitos é urgência (🔴): pronto-socorro com cirurgião pediátrico, em jejum, sem manobras vigorosas no consultório. A hidrocele não comunicante do lactente regride na maioria; a comunicante e a que persiste vão ao cirurgião. A hérnia umbilical fecha sozinha na maioria até 4–5 anos e raramente encarcera: observar, sem moeda, faixa ou esparadrapo. A hérnia epigástrica é operada eletivamente. O ex-prematuro tem risco de apneia pós-anestésica: cirurgia em hospital, com monitorização.
1.O que é e como se apresenta
Hérnia inguinal indireta. Persistência do conduto peritoneovaginal (canal de Nuck na menina). Ocorre em 0,8–5% dos recém-nascidos a termo e em 20% ou mais dos de extremo baixo peso (AAP 2023). Apresenta-se como abaulamento inguinal ou inguinoescrotal (ou no grande lábio) que aparece ao chorar ou fazer força e some em repouso. A SBP lembra que a hérnia inguinal, mais frequente nos pré-termos e no sexo masculino, tem indicação cirúrgica e risco de intervenção de emergência se não for redutível (SBP, Seguimento do prematuro de risco, 2012). O encarceramento ocorre em 3–16% e chega a 31% nos prematuros, sobretudo no 1º ano (BMJ/BAPS 2017).
- Encarcerada: conteúdo (alça, epíplon, ovário) preso no saco; massa irredutível, dolorosa e tensa.
- Estrangulada: encarcerada com comprometimento vascular do conteúdo — isquemia da alça, do testículo (compressão dos vasos gonadais) ou do ovário (torção). Sinais: pele vermelha ou arroxeada, vômitos biliosos, distensão, sangue nas fezes, toxemia, choque.
- Menina: anexos uterinos estão em 15–31% dos sacos herniários; o ovário encarcerado tem risco de torção (Abdulhai et al., 2017).
Hidrocele. Líquido na túnica vaginal; massa escrotal cística, indolor, com polo superior palpável.
- Não comunicante: volume estável; regride na maioria (92% antes de 1 ano — EAU 2026).
- Comunicante: conduto aberto; o volume varia ao longo do dia e pode se acompanhar de hérnia.
- Cisto de cordão (ou do canal de Nuck); abdominoescrotal (resolve menos — EAU 2026); adquirida no menino maior (trauma, torção, epididimite, tumor).
Hérnia umbilical. Falha do fechamento do anel umbilical. Afeta 10–30% dos recém-nascidos, até 80% dos pré-termos (SBP 2012) e é mais frequente em crianças negras, na síndrome de Down e no hipotireoidismo congênito (Pediatría Integral 2024). O tamanho da pele protrusa não reflete o do anel. Complicação é rara (cerca de 1:1.500 — BMJ/BAPS 2017).
Hérnia epigástrica. Defeito na linha alba, entre umbigo e xifoide, com gordura pré-peritoneal; nódulo firme, às vezes doloroso. Não regride (Pediatría Integral 2024). Diferenciar da diástase dos retos, fisiológica.
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Hérnia umbilical redutível e assintomática; hidrocele não comunicante no lactente, sem hérnia; diástase dos retos | Seguimento pelo pediatra; orientar sinais de alerta |
| 🟡 Moderada | Hérnia inguinal redutível (encaminhar com prioridade se prematuro, lactente ou episódio prévio de encarceramento); hidrocele comunicante, tensa, abdominoescrotal ou persistente; ovário redutível na menina; hérnia umbilical com indicação de cirurgia; hérnia epigástrica | Encaminhar ao cirurgião pediátrico (hérnia inguinal com prioridade; demais eletivo) |
| 🔴 Grave | Hérnia irredutível (inguinal ou umbilical), dolorosa, endurecida; choro inconsolável, vômitos; pele arroxeada, sangue nas fezes, toxemia ou choque; massa dolorosa no grande lábio; escroto agudo | Pronto-socorro com cirurgião pediátrico: jejum, analgesia, contato prévio |
Fatores de risco que elevam a gravidade
- Prematuridade e idade < 1 ano: maior risco de encarceramento e de lesão testicular ou ovariana.
- Encarceramento prévio, mesmo reduzido (BMJ/BAPS 2017).
- Menina com ovário no saco herniário (risco de torção).
- Ex-prematuro com displasia broncopulmonar, apneia ou anemia (risco anestésico).
- Derivação ventriculoperitoneal, diálise peritoneal, ascite, doenças do colágeno.
3.Diagnóstico no consultório
É clínico. Examinar deitada e em pé; nas maiores, com tosse ou esforço; no lactente, durante o choro.
- Hérnia inguinal: abaulamento que sobe pelo canal inguinal, sem limite superior palpável. O relato fidedigno dos pais ou a foto do abaulamento bastam para encaminhar, mesmo com o exame normal no momento (Pediatría Integral 2024).
- Hidrocele: massa cística com polo superior palpável e testículo dentro dela. A transiluminação não separa hérnia de hidrocele no lactente, porque a alça cheia de gás também transilumina (BMJ/BAPS 2017).
- Hérnia umbilical: palpar e medir o anel com a polpa digital.
- Hérnia epigástrica: marcar o local com a criança em pé — o nódulo pode sumir deitado.
Exames: não são necessários para indicar a cirurgia (AAP 2023; CIPE 2019, na umbilical). Ultrassonografia só na dúvida sobre a natureza de massa inguinoescrotal, na suspeita de hidrocele abdominoescrotal ou de patologia testicular (EAU 2026). No escroto agudo, a imagem não pode atrasar o cirurgião. Hérnia umbilical com icterícia prolongada, hipotonia ou constipação: conferir o teste do pezinho.
Diagnóstico diferencial que não pode passar
- Torção testicular e de apêndice testicular (dor escrotal aguda) — ver "Escroto agudo — torção testicular, torção de apêndice e orquiepididimite".
- Hérnia encarcerada tomada por hidrocele, linfonodo ou testículo não descido.
- Tumor testicular (massa endurecida e indolor) por trás de hidrocele no menino maior.
- Menina com hérnia bilateral ou gônada no saco: pensar em distúrbio da diferenciação sexual (insensibilidade androgênica).
- Na criança com dor abdominal, vômitos ou choro inconsolável: examinar sempre as regiões inguinais e a bolsa escrotal ("Dor abdominal aguda").
4.Tratamento e seguimento
Hérnia inguinal — sempre cirúrgica. Não regride e não há tratamento clínico; encaminhar ao cirurgião pediátrico logo após o diagnóstico, com prioridade no prematuro e no lactente (SBP 2012; Pediatría Integral 2024). A correção por cirurgião pediátrico tem menos recidiva (AAP 2023). Não usar funda (cinta herniária) nem tentar "segurar" a hérnia com faixas.
- Prematuro internado: no ensaio HIP (JAMA 2024; 338 prematuros), a correção após a alta da UTI neonatal (e após 55 semanas de idade pós-menstrual) teve menos evento adverso grave que a correção antes da alta (18% contra 28%), sobretudo abaixo de 28 semanas e na displasia broncopulmonar; a AAP (2023) já indicava adiar. Decisão do cirurgião com o neonatologista, com a família orientada sobre encarceramento.
- Ex-prematuro e anestesia — apneia pós-anestésica: em 428 ex-prematuros, a apneia ocorreu em 4,7% abaixo de 45 semanas e em 0,8% entre 45 e 60 semanas, sobretudo com displasia broncopulmonar, enterocolite ou apneia prévia (Özdemir e Arıkan, 2013); anemia também aumenta o risco, e os eventos aparecem em até 12 horas (OpenAnesthesia 2023). Por isso o ex-prematuro abaixo de cerca de 55–60 semanas de idade pós-menstrual e o lactente a termo muito jovem são operados em hospital com internação e monitorização cardiorrespiratória, não com alta no mesmo dia; a raquianestesia não dispensa a monitorização.
- Lado oposto: hérnia contralateral em 5–20% (BMJ/BAPS 2017).
Hidrocele. A não comunicante do lactente é observada pelo pediatra (EAU 2026): a maioria regride no 1º ou 2º ano. Encaminhar ao cirurgião se for comunicante, se houver suspeita de hérnia associada ou de doença testicular (cirurgia mais precoce — EAU 2026), se for tensa, volumosa ou abdominoescrotal, se persistir após essa fase ou se surgir no menino maior. A idade da cirurgia é decisão do cirurgião. Não usar agentes esclerosantes (peritonite química — EAU 2026).
Hérnia umbilical. Observação (CIPE 2019): cerca de 90% fecham até 5–6 anos. Medir o anel nas consultas. Não usar moeda, faixa, esparadrapo ou qualquer objeto: não aceleram o fechamento e machucam a pele (Caderneta da Criança do MS, sobre o coto; Pediatría Integral 2024). Encaminhar ao cirurgião (eletivo) se:
- persistir após 4–5 anos (padrão do site; CIPE 2019: após 3–6 anos);
- anel > 1,5–2 cm após 2 anos sem redução no acompanhamento (TelessaúdeRS 2020);
- probóscide persistente após 2 anos, dor recorrente ou encarceramento (Pediatría Integral 2024).
Hérnia epigástrica. Não regride: encaminhamento eletivo ao cirurgião; costuma ser operada a partir de 3 anos, antes se doer (Pediatría Integral 2024).
Analgesia antes e depois da cirurgia (conforme "Analgesia e sedação para procedimentos na emergência pediátrica"; codeína proscrita; tramadol só a partir de 12 anos):
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Paracetamol | 10–15 mg/kg/dose | 4–6 h (máx. 5 doses/dia) | Enquanto houver dor; reavaliar após 48–72 h | Máx. 75 mg/kg/dia, teto por dose da apresentação (bulas: gotas 200 mg/mL máx. 35 gotas, suspensão 32 mg/mL máx. 15 mL e 100 mg/mL máx. 2,5 mL abaixo de 12 anos; comprimidos só a partir de 12 anos; nunca > 1 g/dose), nunca > 4 g/dia (padrão do site; bula); hepatotoxicidade cumulativa no jejum e na desidratação |
| Dipirona | 15 mg/kg/dose | 6 h (máx. 4 doses/dia) | Enquanto houver dor | Não usar < 3 meses ou < 5 kg (bula); padrão do site; SBP 2024 e MS: 15–25 mg/kg |
| Ibuprofeno | 5–10 mg/kg/dose | 6–8 h | Enquanto houver dor | A partir de 6 meses (padrão do site); evitar na desidratação |
| Morfina IV | 0,05–0,1 mg/kg/dose | 4 h | Dor intensa | Só no serviço, monitorizada (SBP 2024) |
- Não alternar analgésicos. Na suspeita de encarceramento, nada por via oral (jejum conforme ASA/SBA).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- Hérnia inguinal ou umbilical que não reduz, dolorosa, endurecida, com choro inconsolável, irritabilidade ou vômitos.
- Sinais de estrangulamento: pele vermelha ou arroxeada, vômitos biliosos, distensão, parada de eliminação de fezes e gases, sangue nas fezes, febre, toxemia, taquicardia ou choque.
- Menina com massa dolorosa e irredutível no grande lábio ou na região inguinal (ovário encarcerado ou torcido).
- Aumento escrotal agudo e doloroso (torção testicular até prova em contrário).
Tentar ou não a redução
- A redução manual (taxe) é feita pelo cirurgião ou pela equipe do pronto-socorro, com analgesia e sedação; reduz 70–95% (Abdulhai et al., 2017). Reduzida, a correção é feita com prioridade, conforme o cirurgião, pelo alto risco de novo encarceramento (BMJ/BAPS 2017).
- Não tentar a redução (cirurgia de urgência) se houver peritonite, instabilidade hemodinâmica, sinais de isquemia ou perfuração — pele arroxeada, sangue nas fezes, toxemia, obstrução estabelecida (Abdulhai et al., 2017). A manobra forçada pode reduzir alça necrosada.
- No consultório: acalmar a criança e observar se volta sozinha; sem manobras vigorosas; se não reduzir, encaminhar.
Como encaminhar
- Ligar antes para o serviço com cirurgião pediátrico; acionar o SAMU (192) se houver sinais de estrangulamento ou choque.
- Jejum; analgesia disponível sem via oral; posição confortável, sem compressão local.
- Toxemia ou choque: acesso venoso e expansão com cristaloide conforme o protocolo do site; oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98% fora do período neonatal (no recém-nascido e no prematuro, as metas neonatais).
- Relatório: hora do início, reduções prévias, idade gestacional, comorbidades e medicamentos dados.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "A hérnia da virilha não some sozinha e precisa de cirurgia."
- "Se o caroço ficar duro, dolorido, vermelho ou roxo, não voltar ao normal com o bebê calmo, ou vier com vômitos ou choro sem parar, vá ao pronto-socorro sem dar comida nem leite."
- "A hidrocele costuma sumir sozinha. Avise se o volume mudar no dia, ficar tenso ou doer."
- "A hérnia do umbigo fecha sozinha na maioria das crianças. Não use moeda, faixa, esparadrapo nem botão: não ajudam e machucam a pele."
- Retornar se houver febre ou secreção na ferida operatória ou hérnia do outro lado.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Documento (versão/data) | Seguimento do prematuro, 2012; CIPE, 11/2019 | Caderneta da Criança, 3ª ed., 2021 | Clinical report e HealthyChildren, 2023 | Sem diretriz pediátrica | Pediatría Integral, 2024 | Sem posição específica localizada | Boston Children's (páginas atuais) | Oxford segue o NICE; Cambridge v8 01/2026, v9 12/2025 |
| Hérnia inguinal | Indicação cirúrgica; emergência se irredutível | Sinal de alerta na consulta | Cirurgia; momento conforme os sintomas | Sem diretriz pediátrica | Ao diagnóstico, preferente | Sem posição específica localizada | Logo após o diagnóstico; no RN pode adiar | Cambridge: mais pressa quanto menor |
| Prematuro | Diagnosticar no seguimento | Sem posição | Adiar até após alta da UTI neonatal | Sem diretriz pediátrica | Alto risco de encarceramento | Sem posição específica localizada | Pode adiar até crescer | Cambridge: bebês pequenos pernoitam |
| Hidrocele | Sem posição | Sem posição | Observar até 12–18 meses | Sem diretriz pediátrica | Cirurgia após 18–36 meses | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Cambridge: cirurgia após 3 anos |
| Hérnia umbilical | Fecha até 2 anos no pré-termo; CIPE: cirurgia após 3–6 anos | Sem faixa nem moeda no coto | Sem posição específica localizada | Sem diretriz pediátrica | A partir de 4 anos; > 1,5 cm; sem contenção | Sem posição específica localizada | Observar; cirurgia se não fechar até 5 anos | Segue o NICE |
| Hérnia epigástrica | Sem posição | Sem posição | Sem posição específica localizada | Sem diretriz pediátrica | Sempre cirúrgica; a partir de 3 anos | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
Leitura: as referências concordam que a hérnia inguinal não regride e deve ser corrigida, com mais pressa quanto menor a criança, que a irredutível é urgência e que o diagnóstico é clínico. A CIPE (2019), a AEP (2024) e o Boston Children's apoiam a observação da hérnia umbilical. A divergência real é o momento da correção no prematuro internado: a AAP (2023) e o ensaio HIP (2024) favorecem a correção após a alta da UTI neonatal, enquanto o BMJ/BAPS (2017) defende operar antes da alta. Varia a idade de cirurgia da hidrocele (12–18 meses na AAP, 18–36 na AEP, após 3 anos em Cambridge) e da umbilical (3–6 anos). Posição adotada pelo site: a da SBP — hérnia inguinal sempre cirúrgica, encaminhada com prioridade no prematuro e no lactente; como a SBP e o Ministério da Saúde não tratam do momento no prematuro, da apneia pós-anestésica, da hidrocele nem da hérnia epigástrica, o site segue a AAP 2023 e o ensaio HIP no prematuro e a EAU 2026 e a AEP na hidrocele e na epigástrica; na hérnia umbilical, a CIPE, com cirurgia a partir de 4–5 anos (padrão do site).
- Hérnia inguinal é diagnóstico clínico (a foto vale) e sempre cirúrgica: encaminhar com prioridade no prematuro e no lactente.
- Hérnia irredutível e dolorosa: pronto-socorro em jejum; redução só no serviço e nunca com peritonite, choque ou isquemia.
- Transiluminação não exclui hérnia no lactente; hidrocele que varia de volume é comunicante e vai ao cirurgião.
- Hérnia umbilical: observar e medir o anel; nada de moeda ou faixa; cirurgia se persistir após 4–5 anos ou anel grande.
- Menina com nódulo no grande lábio pode ter ovário no saco; dolorido e irredutível é urgência.
- Ex-prematuro operado precisa de hospital com monitorização pós-anestésica pelo risco de apneia.
Veja também, nesta Biblioteca: Escroto agudo — torção testicular, torção de apêndice e orquiepididimite e Testículo não descido (criptorquidia) e testículo retrátil (nesta área); Fimose, criptorquidia, hérnias, hidrocele e escroto agudo e Dor abdominal aguda (Patologias do consultório); Emergências Cirúrgicas Neonatais (Neonatologia); Analgesia e sedação para procedimentos na emergência pediátrica (Urgências e emergências).
8.Fontes
- SBP, Departamento de Neonatologia. Seguimento ambulatorial do prematuro de risco, 2012. PDF
- Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica (CIPE). Nota técnica — hérnia umbilical, 2019. cipe.org.br
- Ministério da Saúde. Caderneta da Criança — menina, 3ª ed., 2021. PDF
- TelessaúdeRS-UFRGS. Quando crianças com hérnia umbilical devem ser tratadas cirurgicamente?, 2020. ufrgs.br
- American Academy of Pediatrics. Khan FA et al. Assessment and Management of Inguinal Hernias in Children. Pediatrics, 2023. PubMed; resumo de um dos autores
- AAP. Inguinal Hernia in Infants & Children (HealthyChildren), 2023. healthychildren.org
- HIP Trial Investigators. Effect of Early vs Late Inguinal Hernia Repair on Serious Adverse Event Rates in Preterm Infants. JAMA, 2024. PubMed
- EAU. Paediatric Urology Guidelines — Hydrocele, 2026. uroweb.org
- Souto Romero H, Rico Espiñeira C, Espinosa Góngora R. Cirugía programada — calendario quirúrgico. Pediatría Integral (SEPEAP/AEP), 2024. pediatriaintegral.es
- Tardáguila Calvo AR, Fernández Jiménez MI, de Diego García EM. Actualización en malformaciones y defectos de la pared abdominal. Pediatría Integral, 2024. PDF
- Boston Children's Hospital. Inguinal Hernia; Umbilical Hernia. Inguinal, Umbilical
- Cambridge University Hospitals. Inguinal hernia in children (v8, 2026); Hydrocele in boys (v9, 2025). Hérnia, Hidrocele
- Bowling K et al. Management of paediatric hernia. BMJ, 2017 (BAPS). PDF
- Abdulhai SA, Glenn IC, Ponsky TA. Incarcerated Pediatric Hernias. Surg Clin North Am, 2017. PDF
- Özdemir T, Arıkan A. Postoperative apnea after inguinal hernia repair in former preterms, 2013. PMC
- OpenAnesthesia. Apnea of Prematurity and Postoperative Apnea, 2023. openanesthesia.org