Cirurgia pediátrica · Perioperatório

Pequena cirurgia no consultório — massas cervicais congênitas, abscessos de pele, unha encravada e lesões de partes moles

O que o pediatra resolve no consultório e o que encaminha ao cirurgião pediátrico — cistos cervicais congênitos, drenagem de abscesso, unha encravada, lacerações, corpo estranho e anestesia local

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

O pediatra reconhece as massas cervicais congênitas pela localização: na linha média, o cisto do ducto tireoglosso sobe com a deglutição e com a protrusão da língua, e o cisto dermoide acompanha a pele; na borda anterior do esternocleidomastóideo ficam o cisto e a fístula branquial; no triângulo posterior, a malformação linfática, mole e transiluminável. O primeiro exame é a ultrassonografia, que no tireoglosso confirma também a tireoide tópica. Todas vão ao cirurgião pediátrico de forma eletiva e nunca são puncionadas ou drenadas no consultório; o cisto infectado recebe antibiótico e encaminhamento com urgência. O abscesso de pele flutuante é drenado (MS 2011; SBP 2022), e o antibiótico (cefalexina 50–100 mg/kg/dia ou cobertura para MRSA comunitário) fica para casos selecionados. A unha encravada começa com tratamento conservador. Lacerações simples são fechadas com sutura, fita ou adesivo, com lidocaína até 4 mg/kg (7 mg/kg com adrenalina) e tétano pela tabela do MS. Toxemia, flutuação cervical, risco para a via aérea, lesão de tendão ou nervo e ferida complexa vão ao pronto-socorro (🔴).

1.O que é e como se apresenta

Massas cervicais congênitas — menos frequentes que o linfonodo reacional, não regridem e tendem a infectar:

Entidade Onde e como Conduta
Cisto do ducto tireoglosso Linha média, junto ao hioide; sobe com a deglutição e a protrusão da língua; infecta após infecção de vias aéreas USG (cisto e tireoide tópica); cirurgia de Sistrunk (com a porção central do hioide)
Anomalia branquial (2º arco na maioria) Borda anterior do esternocleidomastóideo; cisto (maiores) ou orifício de fístula com secreção (menores) Exérese do trajeto pelo cirurgião
Malformação linfática (linfangioma, antigo higroma cístico) Triângulo posterior, face ou axila; mole, transiluminável; cresce de repente com infecção ou sangramento Equipe de malformações vasculares (escleroterapia ou cirurgia)
Cisto dermoide Linha média (submentoniano) ou cauda da sobrancelha; move-se com a pele, não sobe com a deglutição Exérese eletiva
Fibromatose colli Nódulo firme no esternocleidomastóideo do lactente, com torcicolo Fisioterapia — ver "Deformidades Posicionais e Estruturais do RN"

Quando é linfonodo: massa lateral, móvel, elástica, com infecção na área de drenagem — conduta e sinais de alerta em "Linfonodomegalias e linfadenites na criança" e "Infecções profundas de cabeça e pescoço", sem mudança de critérios.

Abscesso e furúnculo: nódulo eritematoso, quente, doloroso e flutuante; o carbúnculo é a coalescência de furúnculos. Agente: Staphylococcus aureus, inclusive o resistente à meticilina da comunidade (MRSA comunitário), de prevalência regional variável (SBP 2022).

Unha encravada (onicocriptose): a borda lateral da lâmina penetra a prega ungueal, quase sempre no hálux; a causa mais frequente é o corte curvo da unha (SBP 2024), somado a calçado apertado, trauma e sudorese. A gravidade (leve, moderada, grave) orienta a conduta (AAFP 2019).

Lacerações e corpo estranho: a conduta depende de tensão, profundidade, local, contaminação e tempo desde o trauma (MS 2011).

Mordeduras: conduta em "Acidentes domésticos" e "Profilaxia pós-exposição".

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Massa cervical congênita não infectada; furúnculo sem flutuação; unha encravada leve; laceração linear de baixa tensão; farpa superficial Encaminhamento eletivo ao cirurgião (massas); compressas mornas; conservador; fechamento da ferida; tétano; retorno programado
🟡 Moderada Cisto congênito infectado sem abscesso nem toxemia; abscesso de pele drenável fora de áreas de risco; unha encravada infectada ou com granulação; laceração que exige sutura em planos; corpo estranho profundo ou não visível Antibiótico e encaminhamento com urgência ao cirurgião (cisto infectado); drenagem no consultório; reavaliação em 24–48 h; encaminhamento eletivo para cirurgia da unha ou do corpo estranho
🔴 Grave Toxemia; flutuação cervical, facial central, periorbitária, de mão ou perineal; massa cervical com estridor, disfagia, sialorreia ou desconforto respiratório; celulite que progride após 48 h de antibiótico; suspeita de fasciite necrosante; laceração com lesão de tendão, nervo ou vaso, sangramento persistente, ferida extensa ou que exige sedação; suspeita de lesão não acidental Pronto-socorro/hospital: antibiótico parenteral, imagem, drenagem ou reparo cirúrgico, via aérea protegida

Fatores de risco que elevam a gravidade

  • Lactente < 3 meses, imunodepressão, diabetes, desnutrição, dermatite atópica extensa, varicela recente.
  • Face central, órbita, pescoço, mão, períneo e genitais; abscessos recorrentes ou contato com MRSA comunitário.
  • Ferida suja, perfurante, por esmagamento, com corpo estranho ou com mais de 6–8 h (MS 2011); esquema antitetânico incompleto ou desconhecido.

3.Diagnóstico no consultório

Massas cervicais: o exame sugere o diagnóstico. A ultrassonografia é o primeiro exame (AEPap 2016; Boston Children's): separa cisto, massa sólida e linfonodo e, no tireoglosso, confirma tireoide tópica — a "massa" da linha média pode ser a única tireoide (ectópica). Se a tireoide não for vista, TSH e T4 livre e discussão com o cirurgião. Não puncionar: a punção não trata, infecta e dificulta a cirurgia.

Diferencial que não pode passar: linfonodo com sinais de alerta, linfoma, rabdomiossarcoma, nódulo tireoidiano, hemangioma, abscesso retrofaríngeo, Kawasaki, micobacteriose atípica.

Abscesso: clínico; ultrassonografia quando não há flutuação evidente (SBP 2022); cultura da secreção drenada (resistência local); hemograma, PCR e hemocultura só com sinais sistêmicos.

Unha encravada: clínica; radiografia se houver suspeita de osteomielite ou exostose subungueal.

Lacerações e corpo estranho: ABC primeiro (MS 2011); testar motricidade, sensibilidade, perfusão e tendões antes da anestesia; radiografia para vidro e metal, ultrassonografia para madeira e plástico. Lesão incompatível com o mecanismo ou com a idade sugere maus-tratos: notificação obrigatória (compulsória).

4.Tratamento e seguimento

Do cirurgião pediátrico: massas congênitas, malformação linfática (com a equipe de malformações vasculares), cirurgia da unha, feridas complexas e corpos estranhos profundos.

Cisto cervical congênito infectado: antibiótico imediato (Boston Children's) e encaminhamento com urgência; não incisar nem puncionar: opera-se após a infecção, e só o abscesso é drenado, pelo cirurgião (AEP, En Familia). Operar antes da 1ª infecção dá melhor resultado (Boston Children's).

Drenagem do abscesso de pele (MS 2011; SBP 2022): antissepsia; lidocaína 1% sem vasoconstritor ao redor (analgesia oral antes; sedação no pronto-socorro se a criança não colaborar); incisão no ponto de maior flutuação; romper as lojas; irrigar; deixar aberto; reavaliar em 24–48 h. Furúnculo sem flutuação: compressas mornas. Cisto epidermoide infectado: só drenar, e a cápsula sai depois (MS 2011).

Antibiótico após a drenagem: halo eritematoso > 2 cm ou carbúnculo (SBP 2022); sinais sistêmicos, abscessos múltiplos, imunodepressão, lactente, local de risco ou falha da drenagem ("Impetigo, celulite e abscessos"). No abscesso simples, a drenagem basta (MS 2011; AEP 2022). Recorrência: mupirocina nasal 12/12 h por 5 dias para o paciente e os contatos (SBP 2022).

Unha encravada:

  • Conservador: imersão em água morna com sabão por 10–20 min, 2 a 4 vezes ao dia; mecha de algodão ou fio dental sob a borda; calçado largo; corte reto, sem aparar os cantos (SBP 2024; AAFP 2019; CUH 2026).
  • Antibiótico oral só com celulite ou paroníquia (AAFP 2019; SBP 2022).
  • Cirurgia no grau grave, na recidiva ou na falha do conservador: avulsão parcial da borda com tratamento da matriz — ressecção (MS 2011) ou fenol, que reduz a recidiva (AAFP 2019; CUH 2026) —, sob bloqueio digital com lidocaína sem vasoconstritor (MS 2011). Avulsão total não é indicada.

Lacerações:

  • Irrigação abundante, desbridamento e hemostasia; fechamento primário na ferida limpa; > 6–8 h é contraindicação relativa (MS 2011). Mordedura em geral não se fecha, salvo na face ou por necessidade estética ou funcional (MS 2011).
  • Adesivo tecidual ou fita: ferida linear, de baixa tensão; estética semelhante à da sutura, com menos dor e tempo e um pouco mais de deiscência (Cochrane 2002; Pediatrics 1996). Evitar pálpebra, vermelhão do lábio, mucosa, mão, articulação, períneo e ferida > 5 cm.
  • Sutura: náilon 4-0 a 6-0; absorvível em mucosa e plano profundo. Retirada: face 5 dias; membros inferiores e articulações 10–12 dias; demais regiões 7 dias (MS 2011).
  • Tétano: tabela do MS em "Profilaxia pós-exposição" — ferida de alto risco com esquema incerto ou < 3 doses recebe vacina e soro ou imunoglobulina antitetânica.

Corpo estranho subcutâneo: retirar o superficial ou visível; o pequeno, profundo e assintomático pode ficar; ao cirurgião se não localizado ou próximo de estrutura nobre; tétano sempre (MS 2011).

Anestesia local: calcular a dose máxima antes de aspirar a seringa — lidocaína 1% = 10 mg/mL; 4 mg/kg = 0,4 mL/kg. Toxicidade (parestesia perioral, agitação, convulsão, arritmia): suporte e emulsão lipídica 20% no serviço (AAP/AAPD 2019).

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Lidocaína 1% ou 2% Máx. 4 mg/kg sem adrenalina; 7 mg/kg com adrenalina Dose única por procedimento — −30% abaixo de 6 meses (AAP/AAPD 2019; padrão do site); bloqueio digital sem vasoconstritor (MS 2011)
EMLA (pele íntegra) ou gel LAT (ferida) EMLA ≈ 1 g/10 cm² sob oclusão por ≈ 1 h, com limites por idade Antes do procedimento — EMLA: bula, via "Analgesia e sedação"; LAT manipulado (SEUP 2024)
Cefalexina 50–100 mg/kg/dia (máx. 4 g/dia) 6/6 h 7 dias, prolongando se não houver melhora Cisto infectado, celulite, abscesso com indicação, paroníquia (SBP, DC nº 12, 02/2022 — Picadas de inseto)
Sulfametoxazol-trimetoprima 8–12 mg/kg/dia de trimetoprima 12/12 h ≥ 7 dias MRSA comunitário (dose IDSA; duração SBP 2022); a partir de 2 meses (bula); cobre mal o estreptococo
Clindamicina 25–40 mg/kg/dia (SBP 2003; IDSA, via oral: 30–40) 6/6 h ou 8/8 h ≥ 7 dias MRSA comunitário ou alergia a betalactâmico (IDSA, via "Impetigo, celulite e abscessos"; SBP 2022)
Paracetamol / dipirona / ibuprofeno 10–15 mg/kg/dose (máx. 75 mg/kg/dia) / 15 mg/kg/dose / 5–10 mg/kg/dose 4–6 h / 6/6 h / 6–8 h Enquanto houver dor Padrão do site: dipirona não < 3 meses ou < 5 kg; ibuprofeno a partir de 6 meses

Mordedura: amoxicilina-clavulanato 45 mg/kg/dia de amoxicilina, conforme "Acidentes domésticos".

Não usar: punção ou drenagem de massa cervical congênita; antibiótico sem drenagem em abscesso flutuante; antibiótico oral de rotina na unha encravada sem celulite; codeína (proscrita); tramadol abaixo de 12 anos; lidocaína sem cálculo da dose; fechamento primário de ferida suja e antiga.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Toxemia, febre alta com prostração, taquicardia ou má perfusão; lactente < 3 meses com infecção de partes moles.
  • Flutuação cervical (conduta de "Linfonodomegalias"), facial central, periorbitária, de mão com limitação ou perineal.
  • Massa cervical com estridor, disfagia, sialorreia, trismo ou desconforto respiratório; malformação linfática que cresce de repente.
  • Celulite que progride após 48 h de antibiótico oral; suspeita de fasciite necrosante.
  • Laceração com sangramento que não cede à compressão, lesão de tendão, nervo ou vaso, ferida transfixante de lábio, pálpebra ou cartilagem, ferida extensa ou que exige sedação.

Como encaminhar: via aérea, respiração e circulação; com desconforto respiratório, posição de conforto, sem examinar a orofaringe à força; oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98% (evitando hiperóxia); acesso venoso e cristaloide se má perfusão; compressão direta no sangramento; curativo limpo, membro elevado; analgesia; demarcar a celulite com o horário; contatar o serviço de destino e acionar o SAMU (192) se houver instabilidade.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "O caroço no pescoço é benigno, mas não some sozinho; o cirurgião vai avaliar. Não esprema nem fure."
  • "Corte a unha reto e use calçado largo."
  • Volte no mesmo dia se houver: caroço vermelho, quente ou que cresce de repente; febre com prostração; vermelhidão além da marca; falta de ar, dificuldade para engolir ou baba; ferida que abre ou sangra; dedo frio ou dormente.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Documento (versão/data) DC Infecções bacterianas superficiais cutâneas, 12/2022; GPA nº 140, 03/2024 Cadernos de Atenção Primária nº 30, Procedimentos, 2011 Coté e Wilson, AAP/AAPD, 06/2019 NG141, celulite, 2019 Piel y partes blandas, 2022; AEPap, 2016; SEUP, 02/2024 Sem posição específica localizada Boston Children's, cisto tireoglosso CUH, unha encravada, v4, 06/2026
Massas cervicais Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada USG inicial; diferencial congênito (AEPap) Sem posição específica localizada USG (cisto e tireoide); Sistrunk; operar antes de infectar Segue o NICE
Abscesso Drenar se flutuação; antibiótico se halo > 2 cm; anti-MRSA ≥ 7 dias Incisão e drenagem bastam no abscesso simples Sem posição específica localizada Celulite: flucloxacilina 5–7 dias Drenagem; antibiótico em casos selecionados Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Unha encravada Corte reto previne; paroníquia: cefalosporina ou amoxicilina-clavulanato Remover segmento e matriz; bloqueio sem vasoconstritor Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Cuidados primeiro; avulsão parcial com fenol
Lacerações e tétano Sem posição específica localizada Fechamento até 6–8 h (relativo); pontos 5/7/10–12 dias; tabela do tétano Sem diretriz; ensaio em Pediatrics (1996): adesivo equivalente Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Anestesia local Sem posição específica localizada Lidocaína 1% sem vasoconstritor Máx. 4 mg/kg (7 com adrenalina); −30% < 6 meses Sem posição específica localizada LAT, EMLA, bloqueio digital (SEUP) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE

Leitura: todas concordam que a drenagem trata o abscesso; mudam os critérios de antibiótico — halo > 2 cm (SBP 2022), casos selecionados (AEP 2022), nenhum no abscesso simples (MS 2011). A SBP prefere a cefalexina, e o NICE (NG141), a flucloxacilina. Nas massas cervicais, só AEPap (2016) e Boston Children's se posicionam: ultrassonografia, tireoide confirmada e exérese; no cisto infectado, antibiótico e cirurgia depois da infecção (AEP, En Familia). Na unha encravada, SBP (2024) e Cambridge (2026) priorizam o corte reto; MS, AAFP e Cambridge tratam a matriz. A divergência é o vasoconstritor no bloqueio digital: a AAFP (2019) considera segura a adrenalina 1:100.000–200.000; o MS (2011) usa lidocaína sem vasoconstritor. Posição adotada pelo site: a da SBP (2022) no abscesso e no antibiótico; onde a SBP não tem posição, a do Ministério da Saúde (2011) — feridas, bloqueio digital sem vasoconstritor e tétano; sem posição de ambos, AEPap e Boston Children's nas massas cervicais e AAP/AAPD (2019) na dose de lidocaína.

Pontos práticos
  1. Massa na linha média que sobe com a deglutição e com a língua é cisto do tireoglosso: ultrassonografia para ver a tireoide, cirurgião pediátrico, nunca punção.
  2. Cisto congênito infectado: cefalexina e cirurgião com urgência; flutuação cervical, estridor, disfagia ou toxemia vão ao pronto-socorro.
  3. Abscesso flutuante se trata com drenagem; antibiótico só com halo > 2 cm, sinais sistêmicos ou fatores de risco.
  4. Unha encravada: corte reto, imersão morna e mecha de algodão; antibiótico só com celulite; cirurgia com tratamento da matriz na recidiva.
  5. Lidocaína: 4 mg/kg (0,4 mL/kg a 1%) sem adrenalina, 7 mg/kg com adrenalina, 30% menos abaixo de 6 meses; bloqueio digital sem vasoconstritor.
  6. Toda ferida e todo corpo estranho: caderneta conferida e tétano pela tabela do Ministério da Saúde.

Veja também, nesta Biblioteca: Linfonodomegalias e linfadenites na criança, Impetigo, celulite e abscessos e Acidentes domésticos (Patologias do consultório); Infecções profundas de cabeça e pescoço (Infectologia); Deformidades Posicionais e Estruturais do RN (Neonatologia); Profilaxia pós-exposição (Imunizações); Analgesia e sedação para procedimentos na emergência pediátrica (Urgências e emergências); Malformações vasculares (Dermatologia pediátrica).

8.Fontes

  • SBP, Dermatologia e Infectologia. Infecções bacterianas superficiais cutâneas. Documento Científico, 2022. PDF
  • SBP. Cuidados com a pele e anexos do recém-nascido. GPA nº 140, 2024. PDF
  • Ministério da Saúde. Procedimentos. Cadernos de Atenção Primária nº 30, 2011. PDF
  • AAP e AAPD. Coté CJ, Wilson S. Guidelines for monitoring and management of pediatric patients during sedation, 2019. PubMed; PDF
  • Bruns TB et al. Laceration repair using a tissue adhesive in a children's emergency department. Pediatrics, 1996. PubMed
  • Farion K et al. Tissue adhesives for traumatic lacerations in children and adults. Cochrane, 2002. PubMed
  • NICE. Cellulitis and erysipelas (NG141), 2019. nice.org.uk
  • AEP. Marín Cruz I, Carrasco Colom J. Infecciones de piel y partes blandas. Protocolos, 2022. PDF
  • AEPap. Algoritmo de adenopatía cervical. Adenitis, 2016. algoritmos.aepap.org
  • SEUP. Sedoanalgesia en urgencias pediátricas, 4ª ed., 2024. PDF
  • Boston Children's Hospital. Thyroglossal duct cyst. childrenshospital.org
  • Cambridge University Hospitals NHS. Ingrown toenails in children, v4, 2026. cuh.nhs.uk
  • AEP, En Familia. Quiste del conducto tirogloso. aeped.es
  • Mayeaux EJ Jr, Carter C, Murphy TE. Ingrown toenail management. Am Fam Physician, 2019. aafp.org
  • SBP, Departamento de Infectologia. Recomendação para antibioticoterapia de crianças e adolescentes com infecção por Staphylococcus aureus (Nascimento-Carvalho CM, Berezin EN), 2003 — clindamicina 25–40 mg/kg/dia. PDF