Dermatologia pediátrica · Dermatoses inflamatórias e eczemas

Dermatite seborreica e dermatite de contato na criança

Crosta láctea e dermatite seborreica do adolescente, dermatite de contato irritativa e alérgica, henna preta e fitofotodermatite, com o diferencial que não pode passar (histiocitose e maus-tratos) e o corticoide tópico por potência e local

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

A dermatite seborreica do lactente começa por volta dos 20 dias de vida, tem pico aos 3 meses e remite até 1 ano (SBP 2022). Dá escamas amareladas e aderentes no couro cabeludo (crosta láctea) e placas cor de salmão nas dobras, com pouco prurido. É benigna: xampu suave e escamas amolecidas com óleo mineral, vaselina ou óleo de girassol, removidas com delicadeza — não usar azeite de oliva, que irrita a pele e favorece a Malassezia (SBP 2024); se persistir, cetoconazol 2% tópico. Falta de resposta, ausência de remissão por volta dos 8 meses, petéquias ou hepatoesplenomegalia sugerem histiocitose de células de Langerhans (SBP 2022): hemograma e encaminhamento prioritário (🟡), ou hospital no mesmo dia se houver febre, palidez ou citopenia (🔴). A dermatite de contato pode ser irritativa (fraldas, saliva, lábios lambidos) ou alérgica (níquel, fragrâncias, metilisotiazolinona, henna preta); o tratamento é afastar o agente, emoliente e corticoide tópico de potência adequada ao local. A fitofotodermatite (limão e sol) imita maus-tratos. A maioria é tratada em casa (🟢); bolhas extensas, edema facial intenso, eritrodermia e infecção com febre vão ao pronto-socorro (🔴).

1.O que é e como se apresenta

Dermatite seborreica (DS) é uma inflamação das áreas ricas em glândulas sebáceas, com participação de hormônios, da Malassezia e de citocinas (SBP 2022).

  • Lactente: crosta láctea no couro cabeludo, nas sobrancelhas e atrás das orelhas; placas cor de salmão nas pregas cervicais, axilares e inguinais. Na área das fraldas acomete as dobras, ao contrário da dermatite irritativa. A criança está bem e quase não coça.
  • Adolescente: crônica, com surtos por estresse e calor; descamação e eritema no couro cabeludo, sobrancelhas, sulcos nasogenianos, região retroauricular e pré-esternal. Extensa e grave, descartar HIV (SEPEAP 2021).

Dermatite de contato (DC) é a inflamação da pele por agentes externos (AEP 2019).

  • Irritativa (a mais frequente, sem mecanismo imune): arde mais do que coça e respeita o limite do contato. A principal é a das fraldas; outras: saliva no lactente e queilite do "lambedor de lábios" no escolar (AEP 2019); mãos lavadas em excesso.
  • Alérgica (tipo IV): exige sensibilização (1–3 semanas), aparece 24–72 h após nova exposição, coça, tem vesículas e desenha o objeto; as lesões podem durar 2–4 semanas depois de afastado o agente (SBP 2022). Alérgenos mais frequentes em 11.593 crianças testadas (Isufi, 2025):
    • Níquel (11,9%): umbigo (botão do jeans), lóbulos, punho.
    • Fragrâncias (4,8%): o "parfum" está em 74,1% dos produtos infantis no Brasil (SBP 2025).
    • Metilisotiazolinona (MI) (4,3%): proibida no Brasil em produtos sem enxágue, incluindo lenços umedecidos (RDC nº 528/2021; SBP 2025).
    • Parafenilenodiamina (PPD) da henna preta: eczema bolhoso no desenho da tatuagem, às vezes com cicatriz (SBP 2021); sensibiliza também para tinturas de cabelo (AEP 2019).
    • Outros: dicromato (cromo), neomicina, bálsamo do Peru (AEP 2019); esmaltes e maquiagem (SBP 2021); casca do caju — alérgeno de contato, não fototóxico (Reis, An Bras Dermatol 2010).
  • Fitofotodermatite (fototóxica): furocumarinas de plantas mais sol. No Brasil, sobretudo o limão (caipirinha, tempero na praia); também laranja, figo, arruda e mama-cadela (Reis 2010; SBD). Eritema e às vezes bolhas em 24–48 h, em faixas, gotas escorridas ou marcas de mãos; a hiperpigmentação dura semanas a meses e lembra hematoma ou maus-tratos.

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve DS típica em criança bem, sem petéquias; DS do adolescente localizada; DC localizada com agente identificável; fitofotodermatite sem bolhas ou com poucas bolhas pequenas Casa; afastar o agente; retorno em 2–4 semanas
🟡 Moderada DS sem resposta em 4 semanas ou persistente após 8 meses; DC > 20% da superfície ou na face, sem sinais sistêmicos; henna preta com vesículas; DC crônica sem causa; infecção localizada; suspeita de histiocitose sem sinais sistêmicos Reavaliar em 24–72 h; hemograma se houver suspeita de histiocitose; encaminhar com prioridade ao dermatologista pediátrico; teste de contato eletivo
🔴 Grave Lesões seborreicas com petéquias ou púrpura e febre, palidez, hepatoesplenomegalia, linfonodomegalia, otorreia ou citopenia; eritrodermia; DC com bolhas extensas ou edema palpebral intenso, celulite, febre ou suspeita de eczema herpético; fitofotodermatite com bolhas > 10% da superfície ou em face, mãos, pés ou genitais; lesões incompatíveis com a história Pronto-socorro ou hospital no mesmo dia; na histiocitose sistêmica, serviço com onco-hematologia pediátrica

Fatores de risco que elevam a gravidade: lactente < 3 meses com lesões extensas; eritrodermia (imunodeficiência); baixo ganho de peso, diarreia ou alopecia (acrodermatite enteropática); dermatite atópica; imunossupressão; corticoide potente prévio; contexto social de risco.

3.Diagnóstico no consultório

O diagnóstico é clínico: aspecto, local, idade, prurido e exposição.

  • DS × dermatite atópica: a DS começa antes, coça pouco e atinge o couro cabeludo e as dobras; a atópica coça, tira o sono, atinge as bochechas e poupa as fraldas. Podem coexistir.
  • DS × psoríase: placas bem delimitadas e eritematosas, persistentes e sem resposta ao tratamento habitual das fraldas; procurar lesões no couro cabeludo, umbigo, região pré-auricular e perianal (SBP 2022).
  • DS × tinha do couro cabeludo: descamação com alopecia no pré-escolar pede raspado micológico (Micoses superficiais).

Diagnóstico diferencial que não pode passar:

  • Histiocitose de células de Langerhans (HCL): rara, sobretudo nos 3 primeiros anos. Imita a DS, mas resiste ao tratamento, não remite por volta dos 8 meses e tem petéquias; pode haver hepatoesplenomegalia (SBP 2022), linfonodomegalia, otorreia, lesões ósseas e citopenias (Dermatite da área das fraldas). Pedir hemograma com plaquetas; a biópsia confirma.
  • Maus-tratos: entre 26 crianças investigadas por maus-tratos, o diagnóstico final foi DC irritativa em 54% e fitofotodermatite em 31%; e 3 crianças com diagnóstico inicial de dermatite eram vítimas de violência (King e Pope, 2024).
    • Perguntar ativamente por limão e sol, laxantes (DC perianal grave) e casos na família.
    • Se a história não explica a lesão: notificação obrigatória (compulsória) e Conselho Tutelar.
  • Candidíase (lesões satélites), impetigo, escabiose, acrodermatite enteropática, eczema herpético.

Exames: raramente. O teste de contato é o padrão-ouro da DC alérgica, com leituras em 48 h e 72–96 h (AEP 2019), feito pelo dermatologista ou alergista. Indicado na dermatite crônica, recidivante ou que piora apesar do tratamento, na forma sugestiva de objeto e após reação à henna preta.

4.Tratamento e seguimento

DS do lactente:

  • Couro cabeludo: xampu infantil; nas escamas espessas, óleo mineral ou vaselina à noite (AAP 2023) ou óleo de girassol, de melhor potencial de reparo da barreira (SBP 2024), e remoção com escova macia, sem arrancar.
  • Não usar: azeite de oliva (SBP 2024; NHS 2025), óleo de amendoim (NHS 2025), xampu de adulto.
  • Persistência: cetoconazol 2% creme; nas dobras inflamadas, hidrocortisona 1% por poucos dias. Fraldas: ver Dermatite da área das fraldas.

DS do adolescente: crônica; o objetivo é o controle.

  • Couro cabeludo: xampu de cetoconazol 2% ou sulfeto de selênio na crise, depois manutenção semanal.
  • Face: cetoconazol 2% creme; corticoide de baixa potência só nas crises.

Dermatite de contato:

  1. Afastar o agente é o tratamento principal (AEP 2019; MS 2002).
    • Retirar bijuterias; cobrir botões metálicos; trocar lenços perfumados por água e algodão; ler rótulos ("parfum", isotiazolinonas — SBP 2025).
    • Na saliva e no "lambedor de lábios", pasta ou petrolato como barreira (AEP 2019).
  2. Emoliente sem perfume.
  3. Fase exsudativa: compressas frias com soro fisiológico. O MS (2002) cita permanganato de potássio 1:40.000; se usado, só na diluição correta.
  4. Corticoide tópico por menos de 2 semanas (AEP 2019): baixa potência na face, nas pálpebras, nas dobras e nas fraldas (nas fraldas, 3–5 dias — SBP 2022); média potência no tronco e nos membros.
  5. Corticoide oral só se a DC alérgica passar de 20% da superfície ou atingir a face (AEP 2019), por no máximo 10 dias (MS 2002).
  6. Infecção secundária: ver Impetigo, celulite e abscessos.

Fitofotodermatite: lavar e evitar sol; compressas frias e corticoide tópico de média potência (baixa na face) sobre pele íntegra; bolhas, como queimadura superficial (Acidentes domésticos). A mancha clareia sozinha: fotoprotetor a partir de 6 meses, sem clareadores.

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Cetoconazol 2% creme Camada fina 1 vez/dia (bula); 2 vezes/dia no lactente (AAFP 2015) Lactente: 2 semanas (AAFP 2015) Na bula brasileira a DS não consta entre as indicações (uso fora da bula)
Xampu de cetoconazol 2% Deixar agir 5–30 min 2–3 vezes/semana; manutenção 1 vez/semana Até a remissão Adolescente (SEMA 2022; AAFP 2015)
Hidrocortisona 1% creme Camada fina 1–2 vezes/dia 3–5 dias nas fraldas (SBP 2022); máx. 7 dias Face, dobras, fraldas; máximo 7 dias (Dermatite da área das fraldas)
Desonida 0,05% creme Camada fina 1–2 vezes/dia Até 7 dias Menos potente, com a hidrocortisona (MS 2002); face do adolescente
Mometasona 0,1% creme Camada fina 1 vez/dia < 2 semanas Média potência (MS 2002); tronco e membros; duração pela AEP 2019
Prednisolona oral 1 mg/kg/dia (máx. 40 mg/dia) 1 vez/dia 5–7 dias (máx. 10 dias, MS 2002) DC > 20% ou face (AEP 2019); dose: padrão do site (urticária grave), dentro da faixa da AAFP 2010 (0,5–1 mg/kg/dia); SBP sem posição
Anti-histamínico de 2ª geração Conforme idade e bula 1 vez/dia Enquanto houver prurido Sintomático (SBP DC nº 64, 2026); desloratadina 6–11 meses: 1 mg/dia (site)

O que não usar: anti-histamínicos sedativos de 1ª geração (hidroxizina, dexclorfeniramina, prometazina), exceto por problema social (prurido noturno que impede o sono da família), por curto período e fora da faixa de contraindicação (padrão do site); anti-histamínicos e anestésicos tópicos (fotoalérgicos — AEP 2019) e neomicina (alérgeno frequente — AEP 2019); corticoide potente em lactentes, na face e nas dobras; cremes combinados; cetoconazol oral (bula: não estudado abaixo de 2 anos); henna preta.

Seguimento: DS do lactente, retorno em 2–4 semanas e reavaliação aos 8 meses; DC, em 1–2 semanas. Dermatologista pediátrico: prioritário na suspeita de HCL; eletivo na DS refratária, na dúvida com psoríase e na DC crônica (teste de contato).

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Lesões seborreicas com petéquias e febre, palidez, sangramento, hepatoesplenomegalia ou citopenia.
  • Eritrodermia, sobretudo no lactente com recusa alimentar, desidratação ou hipotermia.
  • DC com bolhas extensas, edema palpebral que fecha os olhos, lesões em mucosas (Stevens-Johnson), febre, celulite ou suspeita de eczema herpético.
  • Fitofotodermatite com bolhas > 10% da superfície ou em face, mãos, pés, genitais ou articulações.
  • Suspeita de maus-tratos com risco à criança.

Como encaminhar:

  • Histiocitose: hemograma se sair no mesmo dia, sem atrasar o transporte; serviço com onco-hematologia; relatório e fotos datadas.
  • Eritrodermia ou bolhas extensas: aquecer, líquidos, gaze umedecida, analgesia.
  • Eczema herpético: não retardar o aciclovir EV (Dermatite atópica no consultório).
  • Maus-tratos: registrar a história nas palavras de quem conta, fotografar, notificação obrigatória (compulsória) e Conselho Tutelar.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "A crosta láctea não é sujeira nem alergia e some até 1 ano. Amoleça com óleo mineral ou vaselina, lave com xampu de bebê e tire com escova macia. Não use azeite."
  • "Não faça tatuagem de henna preta. Se já houve reação, avise sempre, inclusive antes de tingir o cabelo."
  • "Depois de espremer limão, lave as mãos antes de tocar na criança."
  • Retornar antes se não melhorar em 2–4 semanas, se tiver pus ou se a coceira impedir o sono.
  • Pronto-socorro no mesmo dia: pintinhas roxas que não somem ao apertar; criança pálida, com febre ou barriga crescendo; pele vermelha no corpo todo; bolhas grandes; inchaço nos olhos; bolhinhas agrupadas e doloridas.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
DS do lactente Benigna; sem azeite de oliva (2022; 2024) Sem posição específica localizada Óleo mineral, coco ou vaselina (2023) Sem diretriz NICE; NHS: emoliente ou óleo de coco, escova, sem azeite (2025) Xampu suave e emoliente (SEPEAP 2021) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem protocolo local localizado
DS: antifúngico e alerta Histiocitose: resistência, sem remissão aos 8 meses, petéquias (2022) Sem posição específica localizada Antifúngico ou hidrocortisona se piorar Sem diretriz localizada Cetoconazol 2%; histiocitose nas formas resistentes Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem protocolo local localizado
DC: tópico Baixa potência 3–5 dias nas fraldas (2022) Afastar; compressas; corticoide (2002) Hidrocortisona 1%, compressas (2025) Sem diretriz; NHS: afastar, emoliente, corticoide (2023) Afastar; corticoide < 2 semanas (2019) Sem posição específica localizada Afastar a planta; corticoide Sem protocolo local localizado
DC: oral e anti-H1 Só 2ª geração (DC nº 64, 2026) Sistêmico ≤ 10 dias; cita 1ª geração Oral se áreas sensíveis NHS: oral raro, no grave extenso Oral > 20% ou face Sem posição específica localizada Oral se face, genitais ou corpo todo Sem protocolo local localizado
Teste de contato e prevenção Ler rótulos; sem henna preta (2021; 2025) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem diretriz localizada Padrão-ouro; leitura 48 e 72–96 h Sem posição específica localizada Evitar a planta Sem protocolo local localizado

Leitura: há convergência em que a DS do lactente é benigna (medidas simples; azólico se persistir) e em que a DC se trata afastando o agente, com corticoide tópico ajustado ao local por pouco tempo. O NICE não tem diretriz sobre o tema (constam páginas do NHS). Três divergências: óleo — SBP (2024) e NHS contraindicam o azeite de oliva; a AAP aceita óleo mineral, coco e vaselina; anti-histamínico — o MS (2002) ainda cita hidroxizina e dexclorfeniramina; a SBP (2026) indica a 2ª geração; corticoide oral — a AEP indica acima de 20% ou na face, sem dose; o MS limita a 10 dias; a AAFP (2010) usa 0,5–1 mg/kg/dia. Sem SBP ou MS sobre o tratamento da DS e o teste de contato, o site segue a AAP na DS e a AEP (2019), protocolo pediátrico mais detalhado, no teste de contato e na indicação do corticoide oral (duração do MS, dose padrão do site). O site adota a posição da SBP: sem azeite de oliva, baixa potência nas áreas sensíveis, sinais de alerta da histiocitose pela SBP 2022 e anti-histamínico só de 2ª geração.

Pontos práticos
  1. Crosta láctea é benigna: óleo mineral, vaselina ou óleo de girassol, xampu suave e escova macia; sem azeite de oliva.
  2. DS sem resposta, sem remissão por volta dos 8 meses, com petéquias ou hepatoesplenomegalia: hemograma e dermatologista prioritário; com febre, palidez ou citopenia, hospital no mesmo dia.
  3. Na dermatite de contato, afastar o agente vale mais que a pomada; baixa potência na face e nas dobras, média no corpo, por menos de 2 semanas.
  4. Corticoide oral só na DC alérgica > 20% ou na face: prednisolona 1 mg/kg/dia (máx. 40 mg) por 5–7 dias.
  5. Henna preta sensibiliza à parafenilenodiamina: desaconselhar e registrar no prontuário.
  6. Manchas lineares ou "em mão" após praia e sol: perguntar por limão, sem descartar violência.

Veja também, nesta Biblioteca: Dermatite atópica no consultório, Dermatite da área das fraldas, Micoses superficiais e Acidentes domésticos — intoxicações, corpo estranho, queimaduras, mordeduras e afogamento (Patologias do consultório); Psoríase na infância e na adolescência (nesta área); Anti-histamínicos na rinite alérgica e na urticária (Temas SBP 2026).

8.Fontes

  • SBP. Dermatite de fraldas: diagnósticos diferenciais (GPA nº 14), 2022. PDF
  • SBP. Cuidados com a pele e anexos do recém-nascido (GPA nº 140), 2024. PDF
  • SBP. Cosméticos na infância (MO nº 218), 2025. PDF; Uso de cosméticos em crianças, 2021. sbp.com.br
  • Ministério da Saúde. Dermatologia na Atenção Básica (Cadernos de Atenção Básica nº 9), 2002. PDF
  • AAP (HealthyChildren). Cradle cap, 2023. link; Poison ivy, 2025. link
  • Clark GW et al. Seborrheic dermatitis. Am Fam Physician, 2015. aafp.org; Usatine RP, Riojas M. Contact dermatitis. Am Fam Physician, 2010. aafp.org
  • NHS. Cradle cap, 2025. nhs.uk; Contact dermatitis, 2023. nhs.uk
  • AEP. Valderrama Arnay S et al. Dermatitis por contacto. Protocolos, 2019. PDF
  • SEPEAP. Pozo Román T et al. Dermatitis atópica y seborreica. Pediatría Integral, 2021. PDF. SEMA. Adolescere, 2022. PDF
  • Boston Children's Hospital (Harvard). Poison ivy. link
  • SBD. Fitofotodermatite. sbd.org.br; Reis VMS. Dermatoses provocadas por plantas (fitodermatoses). An Bras Dermatol, 2010. scielo.br
  • Isufi D et al. Contact allergy in children 2016–2024 (meta-análise). Contact Dermatitis, 2025. PMC
  • King A, Pope E. Dermatitis versus nonaccidental trauma. Pediatr Dermatol, 2024. PubMed
  • Bula do cetoconazol creme 20 mg/g (genérico, Geolab). PDF