Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
A mastocitose cutânea (MC) é o acúmulo clonal de mastócitos na pele e responde por cerca de 90% da mastocitose pediátrica. Há três formas: mastocitoma (lesão única ou até três), mastocitose cutânea maculopapular (MCMP, antiga urticária pigmentosa), polimórfica (típica da criança, regride até a puberdade) ou monomórfica (lesões pequenas e iguais, tende a persistir e se associa mais a doença sistêmica), e mastocitose cutânea difusa (MCD), rara e a mais grave. O diagnóstico é clínico: lesão típica mais sinal de Darier, pesquisado uma vez, sem esfregar repetidamente. Pedir triptase sérica basal e hemograma. O pediatra trata em casa (🟢) a forma limitada com anti-H1 de 2ª geração e orientação sobre desencadeantes (calor, fricção, AINEs, opioides, contrastes, anestésicos) e encaminha toda criança ao dermatologista e/ou alergologista (eletivo; prioritário se extensa, difusa ou sintomática). Visceromegalia, linfonodomegalia, citopenias ou triptase persistentemente alta → hematologia. Anafilaxia (🔴) → adrenalina IM e pronto-socorro; autoinjetor para toda criança com mastocitose (decisão do site; o consenso ECNM/AAAAI/EAACI o reserva às formas extensas/difusas ou com anafilaxia prévia). As vacinas do calendário devem ser feitas.
1.O que é e como se apresenta
Na criança, a mastocitose é quase sempre restrita à pele (variantes do gene KIT); começa ao nascimento ou nos primeiros meses (cerca de 85% antes de 2 anos) e regride ou melhora muito até a adolescência na maioria (Lange 2021; Carter 2026). A classificação é a do consenso ECNM/AAAAI/EAACI 2016 (Hartmann), mantida pela OMS 5ª edição, pela ICC 2022 e pelo ECNM/AIM (Valent 2024).
| Forma | Como é | Evolução e risco |
|---|---|---|
| Mastocitoma | Até 3 nódulos/placas de 1–10 cm, castanho-amarelados, aspecto de "casca de laranja"; pode formar bolha no lactente | Regride antes da puberdade na grande maioria; triptase normal |
| MCMP polimórfica | Máculas, pápulas e placas castanho-avermelhadas de tamanhos variados, assimétricas, frequentemente na cabeça e no pescoço | Forma típica da criança; costuma regredir até a puberdade |
| MCMP monomórfica | Lesões pequenas, redondas e iguais no tronco e nas coxas (padrão do adulto) | Tende a persistir na vida adulta; mais associada a mastocitose sistêmica |
| MCD | Toda a pele infiltrada: eritrodermia, pele espessada e amarelada, bolhas extensas desde o nascimento | Rara (1–5%); mais flushing, hipotensão, sangramento digestivo e anafilaxia |
Sinal de Darier: eritema, edema e prurido da lesão minutos após fricção leve; é o critério maior do diagnóstico (Hartmann 2016). No consultório, pesquisar com delicadeza, em uma lesão, uma única vez — sobretudo no mastocitoma grande e na MCD, a fricção pode desencadear flushing, bolha e hipotensão (Ługowska-Umer 2023).
Sintomas por mediadores: prurido, bolhas (até 2–3 anos), flushing, dor abdominal, diarreia e, raramente, hipotensão. A anafilaxia na criança é pouco frequente (< 1% a 9%, contra 35–50% no adulto) e concentra-se na MCD e nas formas muito extensas; os desencadeantes mais relatados são fricção, calor, febre, alimentos e vacinas (Lange 2021).
Suspeitar de doença sistêmica: início após 2 anos, forma monomórfica, visceromegalia, linfonodomegalia, citopenias, sintomas graves recorrentes, triptase persistentemente alta ou em ascensão, persistência após a puberdade (Lange 2021; Carter 2026).
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Mastocitoma ou MCMP polimórfica pouco extensa; início < 2 anos; sem bolhas frequentes, flushing ou sintomas digestivos; sem visceromegalias; triptase normal | Pediatra; desencadeantes; anti-H1 de 2ª geração se prurido; corticoide tópico no mastocitoma; autoinjetor e plano escrito (decisão do site); encaminhamento eletivo ao dermatologista e/ou alergologista; retorno a cada 6–12 meses |
| 🟡 Moderada | MCMP extensa ou monomórfica; MCD estável; bolhas repetidas, flushing, dor abdominal ou diarreia; triptase > 20 ng/mL; início após 2 anos; anafilaxia prévia; persistência após a puberdade | Encaminhamento prioritário ao dermatologista pediátrico e ao alergologista; anti-H1 contínuo ± famotidina ± cromoglicato; autoinjetor e plano escrito; hematologia se visceromegalia, linfonodomegalia, citopenias ou triptase persistentemente > 100 ng/mL ou em ascensão |
| 🔴 Grave | Anafilaxia (hipotensão, síncope, estridor, broncoespasmo); lactente com flushing, palidez e prostração; bolhas extensas com desidratação ou infecção; sangramento digestivo | Adrenalina IM e pronto-socorro; oxigênio, acesso venoso, expansão |
Fatores de risco que elevam a gravidade: MCD ou grande extensão de pele; triptase elevada; bolhas extensas e flushing frequente; anafilaxia prévia; forma monomórfica e início tardio; anestesia, contraste ou opioide sem preparo da equipe.
3.Diagnóstico no consultório
É clínico: lesões típicas + Darier positivo bastam na criança com início precoce (Hartmann 2016; AEPap 2026). Biópsia (dermatologista, com imuno-histoquímica para triptase/CD117) só se o Darier for duvidoso ou a lesão atípica.
Exames iniciais:
- Triptase sérica basal, fora de crise, em todas as formas. Habitual até ≈ 11,4 ng/mL; > 20 ng/mL é critério menor de mastocitose sistêmica; persistentemente > 100 ng/mL ou em ascensão levanta a suspeita de doença sistêmica (Lange 2017; Lange 2021). Na MCD a triptase é alta nos primeiros meses e cai até 9–12 meses; a alfa-triptasemia hereditária também a eleva — interpretação do especialista.
- Hemograma; ultrassom abdominal se suspeita de visceromegalia.
- Medula óssea não é rotina na forma polimórfica típica com triptase normal; fica para a suspeita de doença sistêmica ou progressiva, a critério do hematologista (Lange 2021; Carter 2026; PCDS).
Diferencial que não pode passar: xantogranuloma juvenil, nevo de Spitz e picada (mastocitoma); prurigo estrófulo, urticária (fugaz; mastocitose é fixa e pigmentada) e histiocitose de células de Langerhans (MCMP); impetigo bolhoso, pele escaldada estafilocócica, epidermólise bolhosa, herpes, queimadura e maus-tratos (bolhas; veja Bolhas na pele da criança — da infecção à epidermólise bolhosa, nesta área).
4.Tratamento e seguimento
Não há tratamento curativo: controlar sintomas, evitar desencadeantes e estar preparado para a anafilaxia até a regressão. Como SBP e Ministério da Saúde não têm posição, o site segue os consensos ECNM/AAAAI/EAACI 2016 e ECNM/AIM 2026, os únicos dedicados à mastocitose pediátrica, com as doses dos padrões do site.
O pediatra: explica a natureza benigna sem gerar medo excessivo; prescreve anti-H1 de 2ª geração (contínuo nos sintomáticos, sob demanda nos leves); entrega a carta de desencadeantes; mantém o calendário vacinal; prescreve o autoinjetor a toda criança com mastocitose (veja Anafilaxia e Autoaplicador de Adrenalina); examina fígado, baço e linfonodos e repete a triptase conforme o especialista.
O especialista: biópsia; anti-H1 acima da bula; cromoglicato; omalizumabe; fototerapia (excepcional); inibidores de tirosina-quinase só na doença sistêmica ou MCD de alto risco.
Desencadeantes de desgranulação:
- Físicos: fricção (toalha, bucha, roupa áspera), calor (banho quente, sol forte), mudança brusca de temperatura, exercício intenso, estresse e febre.
- Medicamentos: AINEs e ácido acetilsalicílico, opioides (morfina, codeína; o fentanil libera menos histamina), relaxantes musculares (atracúrio), vancomicina rápida, contrastes iodados e anestésicos gerais. Reação a AINE na criança é rara (≈ 2%): o já tolerado não precisa ser proibido; nas extensas ou difusas, o nunca usado tem a 1ª dose sob observação (Mori 2022). Febre: padrão de antitérmicos do site (paracetamol é o de menor risco).
- Outros: picada de himenópteros, álcool e alimentos que já desencadearam sintomas na criança.
Cirurgia, anestesia e contraste — avisar a equipe com antecedência: pré-medicação decidida pelo anestesista com o alergologista; sala aquecida, sem fricção; preferir propofol, cetamina, midazolam, sevoflurano e fentanil; adrenalina preparada. Na doença restrita à pele a anestesia é, em geral, segura, e não há evidência para proibir contraste (Mori 2022).
Vacinas: a mastocitose não contraindica vacinas; seguir o Calendário SBP 2026/2027 e o PNI (veja Calendário de vacinação da SBP 2026/2027), em serviço com adrenalina; observação habitual na forma limitada e 1–2 horas na MCD, na MCMP extensa, com triptase alta ou reação prévia (Lange 2021; Mori 2022).
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Desloratadina (0,5 mg/mL) | 6–11 m 1 mg; 1–5 a 1,25 mg; 6–11 a 2,5 mg; ≥ 12 a 5 mg | 1×/dia | Contínuo nos sintomáticos ou sob demanda | Bula; padrão do site (Urticária aguda) |
| Cetirizina (1 mg/mL) | 2–6 a 2,5 mg; 6–12 a 5 mg; ≥ 12 a 10 mg | 12/12 h até 12 a; 1×/dia ≥ 12 a | Idem | Bula; padrão do site (Urticária aguda) |
| Loratadina (1 mg/mL) | ≥ 2 a e < 30 kg 5 mg; ≥ 30 kg ou ≥ 12 a 10 mg | 1×/dia | Idem | Bula; padrão do site (Urticária aguda) |
| Fexofenadina (6 mg/mL) | 6 m–2 a 15 mg; 2–11 a 30 mg; ≥ 12 a dose de adulto | 12/12 h até 11 a | Idem | Bula; padrão do site (Urticária aguda) |
| Bilastina (2,5 mg/mL) | 6–11 a com ≥ 20 kg 10 mg; ≥ 12 a 20 mg | 1×/dia | Idem | Bula; padrão do site (Urticária aguda) |
| Anti-H1 em dose aumentada | Até 4× a dose padrão | — | Se não houver controle | Fora de bula; especialista (Lange 2021; SBP DC nº 64/2026 na urticária crônica) |
| Famotidina (anti-H2) | 0,5 mg/kg/dose (≥ 1 ano); máx. 40 mg/dia | 12/12 h | Enquanto houver sintomas digestivos ou flushing | Bula FDA (1 a < 17 anos; úlcera péptica); no Brasil só comprimidos, sem uso pediátrico em bula; fora de bula na mastocitose (ECNM/AIM 2026) |
| Cromoglicato de sódio oral | 2–12 a 100 mg; ≥ 13 a 200 mg; < 2 a só forma grave (≤ 20 mg/kg/dia até 6 m); máx. 40 mg/kg/dia | 4×/dia, 30 min antes das refeições e ao deitar | Reavaliar em 2–3 semanas | Bula Gastrocrom (FDA); sintomas digestivos; no Brasil só manipulado; prescrição do especialista |
| Corticoide tópico (média/alta potência) | Camada fina no mastocitoma sintomático | 1×/dia | Curso curto | Bula; Lange 2021; AEPap 2026; alternativa: inibidor de calcineurina tópico |
| Adrenalina IM (1 mg/mL) | 0,01 mg/kg; máx. 0,3 mg criança, 0,5 mg adolescente | Repetir em 5–15 min se necessário | Na anafilaxia | Padrão do site (Protocolo de Anafilaxia) |
| Adrenalina autoinjetável | 0,15 mg < 30 kg; 0,3 mg ≥ 30 kg | 2 dispositivos | Portar sempre | Padrão do site (Anafilaxia e Autoaplicador) |
Quem recebe autoinjetor: toda criança com mastocitose deve ter autoinjetor (decisão do site, 30/09/2026); o consenso ECNM/AAAAI/EAACI o reserva às formas extensas/difusas (MCD, MCMP extensa) ou com anafilaxia prévia, sintomas sistêmicos graves ou triptase muito elevada (Lange 2021; Sandru 2021). SBP e MS sem posição.
Não usar: anti-H1 de 1ª geração (padrão do site; só exceção social, por curto período); corticoide sistêmico prolongado; "testar" o Darier em casa; dieta de exclusão; exérese do mastocitoma como rotina.
Seguimento: 6–12 meses na forma leve, com foto das lesões; persistência após a puberdade ou triptase em ascensão → especialista e hematologia.
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
Critérios:
- Anafilaxia — na mastocitose pode vir sem urticária, só com flushing e hipotensão.
- Lactente com MCD e flushing extenso, prostração, palidez ou recusa alimentar.
- Bolhas extensas com dor, desidratação ou infecção secundária.
- Sangramento digestivo, vômitos incoercíveis ou diarreia com desidratação.
Como encaminhar:
- Adrenalina IM 0,01 mg/kg (1 mg/mL; máx. 0,3 mg na criança e 0,5 mg no adolescente) no vasto lateral da coxa, ou o autoinjetor, antes do transporte; repetir em 5–15 min se necessário (Protocolo de Anafilaxia).
- Deitar com as pernas elevadas (sentada se dispneia); não colocar em pé.
- Oxigênio para manter SpO2 ≥ 94%; acesso venoso e SF 0,9% 5–10 mL/kg nos primeiros 5 min se hipotensão (até 30 mL/kg na 1ª hora — Protocolo de Anafilaxia).
- Anti-H1 e corticoide não substituem nem atrasam a adrenalina.
- SAMU (192); informar o diagnóstico de mastocitose.
- No PS: triptase durante a reação e observação pelo tempo do Protocolo de Anafilaxia.
- Bolhas extensas: curativo não aderente e hidratação; internar se desidratação ou infecção.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "As manchas costumam melhorar muito ou sumir até a adolescência."
- "Não esfregue as manchas; roupas macias, banho morno, sem calor excessivo."
- "Antes de remédio novo, cirurgia, anestesia ou exame com contraste, avise da mastocitose e leve a carta do pediatra."
- "Vacine normalmente, esperando o tempo de observação indicado."
- "Caneta de adrenalina: leve sempre duas."
- Pronto-socorro imediatamente (após a caneta de adrenalina): falta de ar, chiado, rouquidão; inchaço de lábios ou língua; palidez, moleza, desmaio; vermelhidão súbita do corpo com mal-estar; vômitos repetidos; sangue nas fezes; bolhas grandes com febre.
- Antecipar o retorno: muitas manchas novas, bolhas frequentes, diarreia ou dor de barriga repetidas, barriga aumentada ou ínguas.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Diagnóstico | Sem documento científico localizado | Sem protocolo localizado | Sem posição específica localizada | Sem diretriz (só terapias da forma sistêmica avançada) | Clínico com Darier; biópsia na dúvida (AEPap 2026) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE; GOSH e PCDS: diagnóstico clínico |
| Exames | — | — | — | — | Triptase se suspeita sistêmica; medula raramente | — | — | PCDS: hematologia se visceromegalia ou linfonodos |
| Tratamento | — | — | — | — | Corticoide tópico, anti-H1 não sedante | — | — | GOSH: anti-H1 se prurido ou bolhas |
| Desencadeantes | — | — | — | — | Fricção e temperaturas extremas | — | — | Evitar AINEs, opioides, álcool, calor |
| Autoinjetor | — | — | — | — | Não detalha | — | — | GOSH e PCDS: indicação ampla |
Leitura: nenhuma das nove referências tem diretriz própria sobre mastocitose cutânea na criança. A SBP tem apenas trabalhos de congresso; não foi localizado protocolo do Ministério da Saúde, da AAP, de Johns Hopkins ou de Harvard; o NICE só avaliou medicamentos para mastocitose sistêmica avançada do adulto, e Oxford e Cambridge seguem o NICE. AEPap (2026), GOSH e PCDS concordam com os consensos no diagnóstico clínico, na biópsia só na dúvida, no anti-H1 não sedante e na evitação de fricção e calor. Há duas divergências: as fontes britânicas indicam o autoinjetor de forma ampla e mandam evitar AINEs em geral, enquanto os consensos ECNM reservam o autoinjetor às formas extensas e difusas, à anafilaxia prévia e à triptase alta, e os dados pediátricos (Mori 2022) permitem manter o AINE já tolerado. Sem posição da SBP e do Ministério da Saúde, o site adota os consensos ECNM/AAAAI/EAACI 2016 e ECNM/AIM 2026, por serem os únicos específicos da mastocitose pediátrica, exceto no autoinjetor, indicado a toda criança com mastocitose por decisão do site.
- Lesão pigmentada fixa que urtica após fricção leve é mastocitose até prova em contrário; pesquise o Darier uma única vez.
- Forma polimórfica com início antes de 2 anos e triptase normal tem ótimo prognóstico; forma monomórfica, início tardio, visceromegalia, citopenias ou triptase persistentemente alta pedem hematologia.
- Anti-H1 de 2ª geração é a base; nada de 1ª geração; famotidina e cromoglicato para sintomas digestivos, com o especialista.
- Entregue a carta de desencadeantes e avise sempre cirurgia, anestesia, odontologia e radiologia.
- Vacine normalmente, em serviço com adrenalina, e observe 1–2 horas nas formas extensas e difusas.
- Anafilaxia: adrenalina IM 0,01 mg/kg primeiro; autoinjetor para toda criança com mastocitose (decisão do site; consenso: formas extensas/difusas ou anafilaxia prévia).
Veja também, nesta Biblioteca: Anafilaxia e Autoaplicador de Adrenalina (Alergia); Protocolo de Anafilaxia (Urgências e Emergências); Urticária aguda (Patologias do consultório); Calendário de vacinação da SBP 2026/2027 (Temas SBP 2026); Bolhas na pele da criança — da infecção à epidermólise bolhosa (nesta área).
8.Fontes
- Hartmann K et al. Cutaneous manifestations in mastocytosis — consenso ECNM/AAAAI/EAACI. J Allergy Clin Immunol, 2016. Europe PMC
- Carter MC et al. Management of Mastocytosis and Mast Cell Activation in Children (ECNM/AIM). J Allergy Clin Immunol Pract, 2026. Europe PMC
- Valent P et al. Harmonization of Diagnostic Criteria in Mastocytosis — WHO vs ICC vs AIM/ECNM. J Allergy Clin Immunol Pract, 2024. Europe PMC
- Leguit RJ et al. The international consensus classification of mastocytosis and related entities (ICC 2022). Virchows Arch, 2023. Europe PMC
- Lange M et al. Pediatric Mastocytosis — Status 2021. Int J Mol Sci, 2021. PMC
- Lange M et al. Serum tryptase in pediatric mastocytosis. Postepy Dermatol Alergol, 2017. PMC
- Ługowska-Umer H et al. Diagnosis of Pediatric Cutaneous Mastocytosis. Diagnostics, 2023. PMC
- Sandru F et al. Cutaneous Mastocytosis in Childhood — Update from the Literature. J Clin Med, 2021. PMC
- Mori F et al. Drugs and Vaccines Hypersensitivity in Children with Mastocytosis. J Clin Med, 2022. PMC
- AEPap. Mastocitosis cutánea — abordaje del mastocitoma solitario en pediatría. Rev Pediatr Aten Primaria, 2026. pap.es
- Great Ormond Street Hospital (NHS). Cutaneous mastocytosis. gosh.nhs.uk
- PCDS (Reino Unido). Mastocytosis. pcds.org.uk
- NICE. Midostaurin for treating advanced systemic mastocytosis (TA728). nice.org.uk
- FDA. Famotidine for oral suspension — prescribing information, 2024. PDF
- DailyMed. Gastrocrom (cromolyn sodium oral concentrate). dailymed.nlm.nih.gov
- Documentos do site — Urticária aguda, Anafilaxia e Autoaplicador de Adrenalina, Protocolo de Anafilaxia, Anti-histamínicos (SBP DC nº 64/2026).