Dermatologia pediátrica · Lesões vasculares e pigmentares

Nevos melanocíticos na criança (adquiridos e congênitos) e fotoproteção

Nevos adquiridos, Spitz e Reed, halo, nevos congênitos por tamanho, risco de melanoma e melanose neurocutânea, ABCDE modificado para crianças, mancha mongólica e fotoproteção segundo a SBP

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

Nevos adquiridos quase sempre são benignos. O melanoma pediátrico é raro e, abaixo de 10 anos, costuma ser amelanótico, sangrante, elevado, de cor uniforme, de novo e de qualquer diâmetro (Cordoro 2013). O nevo melanocítico congênito (NMC) é classificado pelo tamanho projetado na idade adulta (pequeno < 1,5 cm; médio 1,5–20; grande > 20–40; gigante > 40 cm); o risco de melanoma é muito baixo nos pequenos e médios e concentra-se nos grandes e gigantes e na criança com dois ou mais NMC ao nascimento (satélites), que também tem risco de melanose neurocutânea e indicação de RM antes de 1 ano. Pediatra (🟢): nevos comuns, NMC pequenos e médios, mancha mongólica típica. Dermatologista (🟡): NMC grande ou múltiplo, Spitz, Reed, halo atípico e lesão que muda, sangra ou cresce. Sinais neurológicos em criança com NMC grande ou múltiplo, ou queimadura solar extensa, com febre ou em lactente, vão ao pronto-socorro (🔴). Fotoproteção (SBP): sem sol direto nem filtro < 6 meses, FPS ≥ 30 depois, roupa, chapéu, sombra, evitar 10–16 h; bronzeamento artificial é proibido no Brasil (Anvisa, RDC 56/2009). Vitamina D vem do suplemento, não do sol.

1.O que é e como se apresenta

Nevos melanocíticos são proliferações benignas de melanócitos, congênitos ou adquiridos; o número de adquiridos depende da genética, do fototipo e do sol e das queimaduras na infância (SBP 2015).

  • Nevo adquirido comum: mácula castanha que vira pápula; é normal crescer com o corpo e escurecer na puberdade. Preocupa o nevo diferente dos demais ("patinho feio") ou que muda desproporcionalmente.
  • Nevo de Spitz: pápula rósea ou avermelhada em cúpula, de crescimento inicial rápido até 1–2 cm, em face e membros; pode sangrar e simular granuloma piogênico (AEPap 2010). Nevo de Reed: pápula negra pequena, em membros inferiores. Benignos, mas simulam melanoma; existe o tumor de Spitz atípico.
  • Nevo halo (Sutton): halo acrômico ao redor de um nevo, por resposta imune; pode regredir totalmente. Associa-se a vitiligo (veja Vitiligo e outras manchas brancas na criança).
  • Mancha mongólica (melanocitose dérmica): manchas azul-acinzentadas congênitas, lombossacrais e glúteas, benignas, que desaparecem na infância. Extensas, persistentes ou fora dessa região podem associar-se a doenças de depósito lisossômico e facomatose pigmentovascular, e lembram hematomas (SBP, GPA nº 140/2024): registre ao nascimento (sugestão do site).

Nevo melanocítico congênito. Cerca de 1% dos recém-nascidos; mácula ou placa castanha a negra que com o tempo pode ficar rugosa e com pelos. O site usa a classificação de Krengel 2013, pelo maior diâmetro projetado para a idade adulta; a antiga (pequeno < 1,5 cm, médio 1,5–20, grande > 20 cm), ainda usada pela AEPap 2010, não separa grande de gigante:

Categoria Tamanho projetado adulto Risco
Pequeno < 1,5 cm Muito baixo
Médio 1,5–10 cm (M1); > 10–20 cm (M2) Baixo (< 1% na vida, quase nulo antes da puberdade)
Grande > 20–30 cm (L1); > 30–40 cm (L2) Aumentado
Gigante > 40–60 cm (G1); > 60 cm (G2) Maior risco de melanoma e melanose neurocutânea

Para projetar, multiplique o diâmetro no lactente por 1,7 na cabeça, 2,8 no tronco, braços e pés e 3,3 nas pernas (DermNet). Registre os satélites no 1º ano.

Risco de melanoma. Na revisão de Krengel (2006; 6.571 pacientes), 0,7% tiveram melanoma, mediana de 7 anos, com risco muito maior nos NMC ≥ 40 cm. Nos pequenos e médios, o risco é < 1% na vida (Price e Schaffer 2010). No Great Ormond Street (Kinsler 2017), o melanoma infantil ocorreu em 0% dos NMC únicos, 1% dos múltiplos com o maior < 60 cm, 8% com o maior > 60 cm e 12% com RM anormal.

Melanose neurocutânea. Melanócitos nas leptomeninges ou no parênquima, mais provável com NMC grande ou gigante, numerosos satélites ou dois ou mais NMC ao nascimento.

Melanoma pediátrico: 1% a 3% das neoplasias malignas da infância, mais de 70% entre 15 e 19 anos (SBP 2015). Riscos: NMC grande ou múltiplo, muitos nevos, nevos atípicos, história familiar de melanoma, xeroderma pigmentoso, imunossupressão.

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Nevos adquiridos simétricos e semelhantes entre si; NMC pequeno ou médio único, homogêneo, sem nódulos; halo com nevo central típico; mancha mongólica lombossacral típica Pediatra: exame da pele e foto com régua nas consultas; fotoproteção
🟡 Moderada Prioritário: ABCDE ou critério de Cordoro, "patinho feio", mudança desproporcional, sangramento espontâneo, nódulo novo em NMC; NMC grande/gigante ou ≥ 2 NMC ao nascimento — avaliação antes dos 6 meses de vida. Eletivo: Spitz, Reed, halo atípico, > 50 nevos, melanoma na família, NMC médio em face, couro cabeludo ou mucosa, melanoníquia, mancha mongólica atípica Dermatologista (pediátrico quando houver), levando as fotos; seguimento conjunto
🔴 Grave NMC grande, gigante ou múltiplo com convulsão, sinais de hipertensão intracraniana, perímetro cefálico cruzando percentis ou déficit focal; queimadura solar com bolhas extensas, febre, desidratação ou em < 1 ano; insolação Pronto-socorro

Fatores de risco que elevam a gravidade: NMC > 40 cm, em tronco, com satélites ou múltiplo; RM anormal; lesão amelanótica, nodular ou sangrante em < 10 anos; melanoma em parente de 1º grau; fototipo I–II, muitos nevos, queimaduras; imunossupressão.

3.Diagnóstico no consultório

O diagnóstico é clínico. Examine toda a pele, inclusive couro cabeludo, palmas, plantas, unhas, mucosas e genitais.

  • ABCDE clássico: Assimetria, Bordas irregulares, Cor variada, Diâmetro > 6 mm, Evolução.
  • Critérios pediátricos (Cordoro 2013): 60% dos melanomas em < 10 anos e 40% dos de 11–19 anos não tinham ABCDE clássico. Use junto: Amelanótico; Bleeding (sangramento) e bump (nódulo); Cor uniforme; De novo e qualquer diâmetro; Evolução.
  • NICE (NG12): lista ponderada de 7 pontos — mudança de tamanho, forma irregular, cor irregular (2 pontos cada); diâmetro ≥ 7 mm, inflamação, secreção, alteração de sensibilidade (1 ponto); ≥ 3 = encaminhar por suspeita de câncer.

Fotografia: o pediatra fotografa com régua milimetrada (com autorização) os NMC e as lesões que preocupam. Para lesão atípica sem indicação de exérese, o NICE recomenda foto de base e revisão em 3 meses (NG14). Dermatoscopia é do dermatologista; na criança o padrão globular é normal e o Spitz típico tem padrão em explosão estelar (Lallas 2017).

Exames:

  • RM de crânio e coluna total com gadolínio (SBP e MS sem posição; o site segue Kinsler 2017, Great Ormond Street): criança com dois ou mais NMC ao nascimento, de qualquer tamanho e local (inclui NMC grande com satélites), antes de 1 ano, idealmente antes de 6 meses, quando a mielinização ainda não mascara a melanina; normal, não se repete de rotina. NMC único sem satélites: RM não é rotina (Kinsler 2008); decisão do especialista.
  • Biópsia: decisão do dermatologista, por exérese completa para histologia. Lesões spitzoides atípicas são discutidas em equipe e, se de potencial maligno incerto, conduzidas como melanoma (NICE NG14).

Diferencial que não pode passar:

  • Melanoma amelanótico tomado por granuloma piogênico, verruga ou hemangioma — pápula rosada que cresce e sangra vai à biópsia.
  • Mancha mongólica × equimose por maus-tratos: a mancha é congênita e não muda de cor em dias; na suspeita de violência, notificação obrigatória (compulsória).
  • Manchas café com leite (≥ 6 sugerem NF1) e nevo spilus — veja Manchas café com leite e genodermatoses — neurofibromatose tipo 1 e esclerose tuberosa.
  • Nevo azul, nevos de Ota e Ito, lentigos, mastocitoma (sinal de Darier; veja Mastocitose cutânea na criança).

4.Tratamento e seguimento

Pediatra:

  • Exame da pele e fotos nas consultas de puericultura (calendário SBP).
  • NMC pequeno e médio: observação; exérese profilática não é necessária (AEPap 2010; Price e Schaffer 2010). Retirada por estética ou dificuldade de vigilância é decisão compartilhada com dermatologista e cirurgião.
  • Halo típico: observação e fotoproteção; investigar vitiligo se houver sinais.
  • Mancha mongólica típica: nenhum tratamento; registrar e tranquilizar.

Especialista:

  • NMC grande, gigante ou múltiplo: seguimento clínico e dermatoscópico por toda a vida, RM no 1º ano, avaliação de nódulos. A exérese profilática não mostrou reduzir o risco de melanoma (Kinsler 2017); cirurgia individualizada por estética, função e vigilância.
  • Spitz e Reed (Lallas 2017): assimétrico → exérese; nódulo simétrico → exérese ou vigilância estreita; plano e simétrico → vigilância dermatoscópica a cada 3–6 meses abaixo de 12 anos e exérese a partir de 12 anos.
Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Filtro solar amplo espectro (UVA/UVB) FPS ≥ 30 em toda pele exposta; 6 meses a 2 anos, filtro físico/mineral Aplicar 15–30 min antes; reaplicar a cada 2 h e após água ou suor Todo dia de exposição, inclusive nublado Não usar < 6 meses (SBP 2018; SBP GPA nº 140/2024); reaplicação (INCA; AAP)
Colecalciferol (vitamina D3) 400 UI/dia no 1º ano; 600 UI/dia de 1 a 18 anos 1 vez/dia Contínuo SBP 2024; com fotoproteção obrigatória (NMC gigante, xeroderma): 1.200–1.800 UI/dia com monitoramento (SBP 2024)
Paracetamol (dor da queimadura solar) 10–15 mg/kg/dose (máx. 500 mg/dose < 12 anos; 1 g ≥ 12 anos) 4–6 h; máx. 5 doses e 75 mg/kg/dia (≤ 4 g/dia) ≤ 48–72 h sem reavaliação Padrão do site (SBP; bula); risco cumulativo hepático
Ibuprofeno (dor da queimadura solar) 5–10 mg/kg/dose 6–8 h Curto Padrão do site (SBP; bula); ≥ 6 meses; evitar se desidratado

Fotoproteção (SBP):

  • < 6 meses: sem sol direto e sem filtro (falta de estudos de segurança); sombra, capota do carrinho (sem panos por cima), chapéu e roupa de manga longa (SBP GPA nº 140/2024).
  • ≥ 6 meses: FPS ≥ 30, amplo espectro; mineral até 2 anos (SBP GPA nº 140/2024).
  • Evitar 10–16 h; de 6 a 12 meses, exposições breves fora desse horário (SBP 2018).
  • Roupa, chapéu, óculos UV e sombra (INCA).
  • Bronzeamento artificial proibido no Brasil (Anvisa, RDC nº 56/2009).
  • Vitamina D: a SBP e o Consenso Brasileiro de Fotoproteção não indicam sol sem proteção para esse fim; a fonte é o suplemento (SBP 2018 e 2024).

Não fazer: remover nevo por laser, cauterização ou "shave" sem histologia; exérese "preventiva" de NMC pequeno; filtro em < 6 meses; romper bolhas.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

Critérios: os da linha 🔴 — NMC grande ou múltiplo (ou melanose neurocutânea) com convulsão, sinais de hipertensão intracraniana, rebaixamento ou déficit focal; queimadura solar extensa, com febre, desidratação ou em < 1 ano; insolação.

Como encaminhar:

  • Convulsão ≥ 5 min: midazolam IN 0,2 mg/kg, bucal 0,3 mg/kg ou IM 0,2 mg/kg (máx. 10 mg), ou diazepam retal 0,5 mg/kg (máx. 10 mg); via aérea, decúbito lateral e oxigênio para manter SpO2 ≥ 94% no transporte (padrão do site). Suspeita de hipertensão intracraniana: cabeceira elevada, jejum, transporte monitorado (SAMU 192).
  • Queimadura solar ou hipertermia: ambiente fresco, compressas frias (não geladas), hidratação oral se consciente, analgesia nas doses acima, bolhas cobertas sem romper.
  • Melanoma suspeito não vai ao pronto-socorro, mas exige encaminhamento com urgência ao dermatologista e à oncologia pediátrica.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "Quase todas as pintas são benignas e crescem com o corpo. Fotografe com régua ao lado a cada 3–6 meses."
  • Consulta em poucos dias se uma pinta: crescer mais que as outras, mudar de forma ou cor, ficar diferente das demais, virar um caroço, sangrar sem machucar, coçar ou doer sempre — ou se surgir bolinha rosada que cresce, mesmo sem cor escura.
  • Pronto-socorro se: convulsão, vômitos com dor de cabeça ou sonolência, moleira estufada (na criança com nevo congênito grande ou múltiplo); queimadura de sol com bolhas grandes, febre ou em bebê < 1 ano; criança quente, mole ou confusa após o sol.
  • Mancha mongólica: "não é roxo e clareia com os anos."
  • Sol: bebê < 6 meses na sombra e sem filtro; depois, FPS 30 ou mais a cada 2 horas, chapéu e roupa; vitamina D em gotas.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
NMC e risco Maior risco no NMC gigante e nevos múltiplos Sem protocolo localizado Sem diretriz específica localizada Sem recomendação para NMC < 1,5 / 1,5–20 / > 20 cm; risco no gigante Sem posição específica localizada Gigante > 40 cm com maior risco Segue o NICE
Detecção e encaminhamento Mudança, sangramento, ABCDE Sem protocolo localizado Sem diretriz específica localizada 7 pontos ≥ 3; dermatoscopia; foto e revisão em 3 meses Encaminha gigante, atípico, halo, Spitz, mudança Sem posição específica localizada Observar; excisão se preocupação Segue o NICE
RM e Spitz Sem posição localizada Sem posição localizada Sem posição localizada Spitzoide atípico em equipe; incerto = melanoma Spitz: confirmação pelo dermatologista Sem posição específica localizada Imagem nos nevos grandes Segue o NICE
< 6 meses Sem sol direto; sem filtro Sem posição para lactente Sem sol direto; filtro em áreas pequenas se inevitável Bebês são grupo de risco (NG34) Evitar sol; creme se inevitável Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Filtro, horário, câmaras FPS ≥ 30; 10–16 h; câmaras proibidas FPS ≥ 15; 10–16 h; câmaras proibidas (RDC 56/2009) FPS ≥ 15; 10–16 h; desaconselha câmaras Mensagens equilibradas, sem FPS fixo FPS ≥ 15; evitar sol central Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Vitamina D e sol Suplemento; sol sem proteção não indicado Sem posição localizada Dieta e suplemento, com fotoproteção Ver guia de vitamina D 10–15 min/dia de sol sem proteção (2009) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE

Leitura: Há concordância sobre a benignidade da maioria dos nevos, o risco nos NMC grandes e múltiplos e o encaminhamento por mudança, sangramento ou nódulo. Divergências: (1) filtro < 6 meses — a SBP não recomenda; AAP e PrevInfad aceitam pouca quantidade em áreas expostas se sombra e roupa não bastam; (2) FPS mínimo — SBP ≥ 30; INCA, AAP e PrevInfad ≥ 15; (3) vitamina D — a PrevInfad (2009, sinalizada como desatualizada) propõe 10–15 minutos diários de sol sem proteção, o que a SBP rejeita. Para RM e Spitz/Reed, nem SBP nem Ministério da Saúde têm posição localizada: o site segue a coorte do Great Ormond Street (Kinsler 2017) e o consenso da International Dermoscopy Society (Lallas 2017). O site adota a posição da SBP em fotoproteção, filtro solar e vitamina D.

Pontos práticos
  1. Examine toda a pele e fotografe com régua os nevos congênitos e as lesões que preocupam; compare a cada consulta.
  2. Na criança pequena, o melanoma é rosado, elevado, sangrante e de novo: use Cordoro junto com o ABCDE e biopsie a pápula rosada que cresce e sangra.
  3. NMC pequeno e médio: risco muito baixo, sem exérese profilática. NMC grande, gigante ou dois ou mais ao nascimento: dermatologista antes dos 6 meses e RM de crânio e coluna antes de 1 ano.
  4. Spitz, Reed, halo atípico e nevo que muda vão ao dermatologista; nunca remover nevo sem histologia.
  5. Mancha mongólica é benigna: registre ao nascimento; investigue se extensa, persistente ou fora da região lombossacral.
  6. SBP: sem sol direto nem filtro < 6 meses; FPS ≥ 30 depois; evitar 10–16 h; bronzeamento artificial proibido; vitamina D por suplemento.

Veja também, nesta Biblioteca: Manchas café com leite e genodermatoses — neurofibromatose tipo 1 e esclerose tuberosa, Vitiligo e outras manchas brancas na criança e Mastocitose cutânea na criança (nesta área); Hemangiomas Infantis; Cálcio, vitamina D e raquitismo (Endocrinologia pediátrica); Acidentes domésticos — intoxicações, corpo estranho, queimaduras, mordeduras e afogamento (Patologias do consultório); Exposição ao Sol no Primeiro Ano (Pais e cuidadores).

8.Fontes

  • SBP. Cuidados com a pele e anexos do recém-nascido. GPA nº 140, 2024. PDF
  • SBP, Departamento de Dermatologia. Fotoproteção na criança, 2018. sbp.com.br
  • SBP. Bau AEK. Proteção solar na infância, 2015. PDF
  • Ministério da Saúde, INCA. Como se proteger do câncer de pele. gov.br/inca
  • Anvisa. Câmaras de bronzeamento artificial (RDC nº 56/2009). gov.br/anvisa
  • AAP. Balk SJ et al. Ultraviolet radiation — a hazard to children and adolescents. Pediatrics, 2011. PubMed; Sun Safety (HealthyChildren.org), 2024. healthychildren.org
  • NICE. Suspected cancer (NG12). nice.org.uk; Melanoma (NG14), 2015/2022. nice.org.uk; Sunlight exposure (NG34), 2016. nice.org.uk
  • AEPap. Roustan Gullón G et al. Indicaciones de estudio y derivación de los nevos melanocíticos. FAPAP, 2010. PDF; PrevInfad. Protección solar, 2009. previnfad.aepap.org
  • Boston Children's Hospital (Harvard). Congenital Nevi (Moles) in Children. childrenshospital.org
  • Cordoro KM et al. Pediatric melanoma and modified ABCD criteria. J Am Acad Dermatol, 2013. PubMed
  • Krengel S et al. Categorization of congenital melanocytic nevi. J Am Acad Dermatol, 2013. PubMed; Krengel 2006 (revisão sistemática), Br J Dermatol. PubMed
  • Kinsler VA et al. Melanoma in congenital melanocytic naevi. Br J Dermatol, 2017. PMC; Kinsler 2008, Br J Dermatol. PubMed
  • Price HN, Schaffer JV. Congenital melanocytic nevi — when to worry. Clin Dermatol, 2010. PubMed
  • Lallas A et al., International Dermoscopy Society. Spitz/Reed naevi — dermoscopy and management. Br J Dermatol, 2017. PubMed
  • DermNet. Congenital melanocytic naevi. dermnetnz.org