Dermatologia pediátrica · Dermatoses inflamatórias e eczemas

Prurigo estrófulo e reações a picadas de insetos

Do estrófulo (urticária papular) no consultório à reação local extensa, à anafilaxia por himenópteros e aos acidentes por lagarta, escorpião, aranha e carrapato, com repelentes por idade segundo SBP e Anvisa

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

O prurigo estrófulo (urticária papular) é uma hipersensibilidade à saliva de mosquitos, pulgas e percevejos. Começa em geral entre 12 e 24 meses, raramente antes dos 6 meses, e a tolerância aparece por volta dos 10 anos (SBP 2022). O diagnóstico é clínico: pápulas e seropápulas em surtos, aos pares ou em fila ("café, almoço e jantar"), sem exames. O tratamento é em casa (🟢): evitar as picadas (barreiras, pulgas do animal, repelente adequado à idade), corticoide tópico de média potência 1 vez ao dia por até 5 dias e anti-histamínico de segunda geração (SBP 2022); sedativos, só por exceção. Urgência (🔴): reação sistêmica ou anafilaxia após picada de abelha, vespa ou formiga (adrenalina IM 0,01 mg/kg, máx. 0,3 mg na criança e 0,5 mg no adolescente), múltiplas picadas, qualquer picada de escorpião na criança, contato com lagarta Lonomia e febre após picada de carrapato (febre maculosa: doxiciclina em qualquer idade, sem esperar exames).

1.O que é e como se apresenta

Prurigo estrófulo. Reação imunológica à saliva injetada na picada; a sensibilização exige várias picadas, e a resposta muda até a tolerância (SBP 2022) — por isso os adultos da casa não têm lesões.

  • Lesão: pápula eritematosa de 3–10 mm ou seropápula ("de Tomazoli"), com crosta hemática; formas bolhosas nas extremidades; cada lesão dura 4–6 semanas e deixa discromia.
  • Distribuição: linear e aos pares; poupa genitais e região perianal; raramente palmas, plantas e axilas. Surge dias após a picada, e um contato por semana mantém o quadro (SBP 2022).

Síndrome de Skeeter. Reação inflamatória intensa horas após a picada de mosquito, às vezes com febre; confundida com celulite (SBP 2022).

Himenópteros (abelha, vespa, marimbondo, formiga-lava-pé) (Pediatría Integral/SEPEAP 2023):

  • Reação local: dor, eritema e edema < 10 cm, que regride em 24–48 h.
  • Reação local extensa: edema > 10 cm ou que atinge a articulação vizinha, pico em 12–24 h; mediada por IgE, não é anafilaxia.
  • Reação sistêmica: sintomas longe do local.
  • Múltiplas picadas: rabdomiólise e lesão renal; não há soro antiapílico no Brasil (MS).

Acidentes por animais peçonhentos (Ministério da Saúde):

  • Lagartas: dor local que regride em 24 h; só a Lonomia causa, horas depois, sangramentos, lesão renal aguda e hemorragia intracraniana (Guia de Vigilância).
  • Escorpião: dor intensa e parestesia, quase sempre sem marca; nos graves, vômitos, sialorreia, agitação, edema agudo de pulmão e choque; crianças ≤ 10 anos, sobretudo < 7, são as mais vulneráveis (PCDT 2026).
  • Aranhas: armadeira (dor intensa), aranha-marrom (placa violácea que necrosa, às vezes hemólise), viúva-negra (contraturas).
  • Carrapato: transmite a febre maculosa brasileira (Sudeste e norte do Paraná). Incubação de 2 a 14 dias; febre alta súbita, cefaleia, mialgia; exantema entre o 3º e o 5º dia (pode faltar); letalidade de até 80% sem tratamento oportuno (NT nº 11/2024).

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Estrófulo típico, com poucas lesões escoriadas ou impetiginizadas; reação local a mosquito ou himenóptero (< 10 cm); lagarta não Lonomia com dor controlada; picada de carrapato sem febre Casa: prevenção, corticoide tópico, anti-H1 de 2ª geração, compressa fria, analgesia; retorno em 2–4 semanas
🟡 Moderada Estrófulo extenso, bolhoso ou que tira o sono; impetigo extenso ou celulite sem sinais sistêmicos; reação local extensa ou Skeeter; reação sistêmica só cutânea já resolvida Reavaliação em 24–48 h; antibiótico (documento Impetigo); alergista se reação sistêmica
🔴 Grave Anafilaxia (estridor, sibilância, SpO2 < 94%, hipotensão, síncope, vômitos); picada na boca ou orofaringe; múltiplas picadas; qualquer picada de escorpião; aranha com dor intensa, necrose ou urina escura; contato com Lonomia (ou lagarta não identificada em área de Lonomia); febre após picada de carrapato ou visita a área de febre maculosa; celulite com toxemia Pronto-socorro: adrenalina IM imediata na anafilaxia; SAMU (192); oxigênio para SpO2 ≥ 94%; soro específico no hospital (MS); febre maculosa: doxiciclina sem esperar exames; notificação obrigatória (compulsória)

Fatores de risco que elevam a gravidade: reação sistêmica prévia, asma mal controlada, mastocitose e demora da adrenalina (SEPEAP 2023); escorpião em < 7 anos (PCDT 2026); contato intenso com Lonomia; febre maculosa tratada após o 5º dia.

3.Diagnóstico no consultório

Estrófulo: clínico, sem exames. O primeiro passo é convencer os pais de que são picadas, mostrando o padrão aos pares ou linear (SBP 2022); os princípios SCRATCH (Hernandez e Cohen, Johns Hopkins, 2006) ajudam e evitam exames desnecessários. Biópsia só no quadro atípico.

Diagnóstico diferencial que não pode passar: escabiose (prurido noturno, familiares com lesões, interdígitos e genitais — Escabiose e pediculose); varicela (febre, lesões em estágios diferentes, mucosas — Doenças exantemáticas); impetigo, que pode complicar o estrófulo; urticária aguda (urticas < 24 h, sem pápula residual); mastocitose (lesões fixas com sinal de Darier); e celulite × Skeeter (Skeeter começa horas após a picada, sem toxemia: sem antibiótico sem sinais de infecção — NICE NG182).

Nos acidentes, os exames são do serviço de urgência (MS); na febre maculosa não retardam a doxiciclina.

4.Tratamento e seguimento

Estrófulo: os "3 P" (SBP 2022) — Prevenção da picada, controle do Prurido e Paciência.

  1. Prevenir picadas (a medida mais eficaz): roupas compridas, telas, mosquiteiro (permetrina em telas e roupas a partir de 6 meses), sem água parada, animal tratado pelo veterinário; no percevejo, roupa de cama em água quente e vapor em colchões.
  2. Controlar o prurido: corticoide tópico e anti-histamínico de 2ª geração, que também reduz a infecção secundária e a hipercromia (SBP 2022); unhas curtas.
  3. Paciência: os surtos se repetem enquanto houver exposição; a tendência é melhorar até os 10 anos.

Repelentes por idade (SBP GPA nº 7/2020; Anvisa, RDC nº 19/2013)

Idade O que usar Observação e referência
< 2 meses Nenhum repelente; só barreiras (roupas, mosquiteiro) SBP 2020 e 2022
2–6 meses Só em exposição intensa e inevitável, produto rotulado para a idade SBP 2020
6 meses–2 anos IR3535 (Anvisa ≥ 6 meses) ou icaridina rotulada para a idade; 1 aplicação ao dia SBP 2020; DEET não antes de 2 anos (Anvisa)
1–12 anos Até 2 aplicações ao dia; a partir de 2 anos também DEET até 10%, no máximo 3 aplicações ao dia SBP 2020; Anvisa (RDC nº 19/2013)
≥ 12 anos Concentrações de adulto; 2–3 aplicações ao dia SBP 2020
  • Como aplicar: na pele exposta, pelas mãos do adulto, respeitando o rótulo; retirar no banho; filtro solar 15 min antes e sem produtos combinados (SBP 2020; AAP 2024). Óleo de eucalipto-limão (PMD): não antes de 3 anos (SBP 2020; AAP 2024).
  • Sem eficácia comprovada: pulseiras, aparelhos ultrassônicos, citronela (SBP 2020); tiamina oral com poucos estudos (SBP 2022).

Medicamentos

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Furoato de mometasona 0,1% creme (média potência) Camada fina nas lesões 1x/dia Até 5 dias SBP 2022; face e dobras: baixa potência (sugestão do site)
Anti-histamínico de 2ª geração Por idade e peso, conforme bula Conforme bula Enquanto houver prurido SBP 2022; doses na tabela do documento Urticária aguda
Prednisolona ou prednisona 1 mg/kg/dia (máx. 40 mg/dia) 1x/dia 3–5 dias Padrão do site (urticária grave); só na reação local extensa muito sintomática (SEUP 2024; SEPEAP 2023)
Paracetamol ou dipirona 10–15 mg/kg/dose (máx. 75 mg/kg/dia) ou 10–12 mg/kg/dose 4–6 h; dipirona 6/6 h Até 48–72 h Padrão do site
Mupirocina 2% pomada (poucas lesões infectadas) Nas lesões 3x/dia 7–10 dias Acima de 2 meses (SBP; documento Impetigo)
Cefalexina (impetigo extenso ou celulite) 50–100 mg/kg/dia (máx. 4 g/dia) 6/6 h 7–10 dias SBP, DC nº 12/2022 (padrão do site; IDSA: 25–50)
Adrenalina 1 mg/mL IM (vasto lateral) 0,01 mg/kg (máx. 0,3 mg na criança; 0,5 mg no adolescente); autoinjetor 0,15 mg < 30 kg, 0,3 mg ≥ 30 kg Repetir em 5–15 min se necessário Emergência Padrão do site (Protocolo de Anafilaxia); SEUP 2024
Doxiciclina (febre maculosa) < 45 kg: 2,2 mg/kg/dose; ≥ 45 kg: 100 mg/dose 12/12 h, VO ou IV 7 dias e até 3 dias sem febre MS, NT nº 11/2024: qualquer idade; CDC: cursos curtos sem mancha dentária
  • Não usar: anti-histamínicos sedativos de 1ª geração, exceto por problema social (prurido noturno que impede o sono da família), por curto período e fora da contraindicação; anti-histamínico tópico; neomicina e bacitracina (dermatite de contato em 6–8%, SBP 2022); corticoide oral no estrófulo comum.
  • Himenópteros: retirar o ferrão, lavar, compressa fria, analgesia, anti-H1 de 2ª geração; reação local extensa muito sintomática: prednisolona 3–5 dias.
  • Alergista para toda criança com reação sistêmica a himenóptero, já com autoinjetor e plano de ação escrito; ele decide a imunoterapia com veneno (acima de 5 anos após reação com mais de um órgão — SEPEAP 2023; benefício por 10–20 anos — Golden, Johns Hopkins, 2004). A reação local extensa isolada não exige autoinjetor.
  • Lagarta não Lonomia: água fria, analgésico; dor intensa: lidocaína 2% sem vasoconstritor infiltrada no serviço (MS).
  • Carrapato: retirar com pinça, rente à pele, sem torcer, esmagar ou queimar; observar febre por 14 dias.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Anafilaxia, mesmo melhorada com adrenalina; picada na boca ou orofaringe; múltiplas picadas.
  • Escorpião — toda criança. Observação de 4 h sem sintomas e 6–12 h nos leves; soro antiescorpiônico (ou antiaracnídico) em qualquer idade: 3 ampolas no moderado e 6 no grave (máximo 6), com observação ≥ 24 h (MS, PCDT 2026).
  • Aranha com dor intensa, necrose, urina escura ou contraturas (soro conforme o MS; Disque-Intoxicação 0800-722-6001).
  • Lonomia ou lagarta não identificada em área de ocorrência: observação e coagulação por 24 h; soro antilonômico 5 ampolas no moderado (coagulação alterada, sangramento só em pele e mucosas) e 10 no grave (sangramento em vísceras) (MS).
  • Febre após picada de carrapato ou área de febre maculosa: doxiciclina na suspeita, sem esperar confirmação, idealmente nos primeiros 5 dias (NT nº 11/2024); internar se disfunção orgânica, plaquetopenia, sangramento, vômitos ou piora.
  • Celulite com toxemia, progressão rápida ou dor desproporcional.

Como encaminhar

  1. Anafilaxia: adrenalina IM na coxa sem demora; deitada com pernas elevadas se hipotensa, sentada se dispneica, nunca em pé; anti-histamínico e corticoide só depois (Protocolo de Anafilaxia).
  2. Oxigênio para SpO2 ≥ 94%, broncodilatador se sibilância, acesso e cristaloide se hipotensão, sem atrasar o transporte.
  3. Não fazer torniquete, cortar, chupar ou aplicar substâncias no local; levar o animal ou uma foto; na Lonomia com sangramento, evitar injeção IM (MS).
  4. Febre maculosa: se houver doxiciclina, primeira dose antes do transporte.
  5. SAMU (192) se instabilidade; relatório (horário, animal, doses); notificação obrigatória (compulsória) dos acidentes por animais peçonhentos e da febre maculosa.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "As bolinhas são alergia à picada; os adultos não reagem, e a criança deixa de reagir com a idade. Uma picada por semana mantém o quadro — prevenir é o tratamento."
  • "Repelente só o indicado para a idade, retirando no banho; nenhum antes de 2 meses."
  • Voltar ao pediatra: crostas amareladas, pus, vermelhidão que se espalha, febre.
  • Pronto-socorro ou SAMU (192): falta de ar, chiado, rouquidão, inchaço na boca, vômitos ou desmaio após picada (use a adrenalina, se tiver); muitas picadas de abelha; qualquer picada de escorpião; aranha com dor forte ou ferida escura; contato com taturana; sangramentos ou urina escura; febre até 14 dias após picada de carrapato.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Estrófulo: diagnóstico Clínico; pares ou fila; tolerância ~10 anos (2022) Clínico (Cadernos nº 9, 2002) Sem posição específica localizada Reação inflamatória, não infecção (NG182) Sem posição específica localizada SCRATCH; evitar exames (2006) Sem posição específica localizada Segue o NICE
Estrófulo: tratamento Corticoide média potência 5 dias; anti-H1 2ª geração Corticoide tópico; dexclorfeniramina; prednisona nos surtos Sem posição específica localizada Anti-H1 oral > 1 ano; sedativo à noite aceito Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Repelentes < 2 m nenhum; 1 aplicação/dia até 1 ano Anvisa: DEET ≥ 2 anos, ≤ 10% e 3x/dia até 12 anos DEET com parcimônia < 2 anos; PMD não < 3 anos (2024) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Anafilaxia a himenóptero Sem posição localizada (site: Protocolo de Anafilaxia) Sem soro antiapílico Sem posição específica localizada Hospital; especialista se reação sistêmica prévia Adrenalina IM 0,01 mg/kg; imunoterapia > 5 anos Imunoterapia: benefício por 10–20 anos Alergista se a reação passa do local Segue o NICE
Escorpião e Lonomia Sem posição específica localizada Soro: escorpião 3/6 ampolas; Lonomia 5/10 Não se aplica Não se aplica Soros indisponíveis na Espanha Não se aplica Não se aplica Não se aplica
Febre maculosa Sem posição específica localizada Doxiciclina 2,2 mg/kg 12/12 h, qualquer idade Sem posição específica localizada (CDC: idem) Carrapato: diretriz de Lyme Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE

Leitura: há convergência em que o estrófulo é diagnóstico clínico, a prevenção da picada é o tratamento principal, o antibiótico só entra com infecção (SBP 2022; NICE NG182) e a adrenalina IM é imediata na anafilaxia, com alergista depois. Divergências: anti-histamínico sedativo — aceito à noite pelo NICE e indicado pelo MS (2002); a SBP indica a 2ª geração; corticoide oral — o MS o usa nos surtos; a SBP não; DEET — a AAP admite antes de 2 anos com parcimônia; a Anvisa só a partir de 2; cefalexina — o site segue a SBP (DC nº 12/2022), 50–100 mg/kg/dia, por 7–10 dias; a IDSA usa 25–50 (documento Impetigo, SBP/IDSA). Nos acidentes e na febre maculosa, sem documento da SBP, o site segue o Ministério da Saúde, que coincide com o CDC na doxiciclina em qualquer idade. O site adota a posição da SBP no estrófulo e nos repelentes e, na falta dela, a do Ministério da Saúde e da Anvisa.

Pontos práticos
  1. Pápulas e seropápulas aos pares ou em fila, só na criança da casa, em surtos: é estrófulo. Diagnóstico clínico; o tratamento é prevenir a picada.
  2. Corticoide tópico de média potência 1 vez ao dia por até 5 dias e anti-histamínico de 2ª geração; sedativo só por problema social.
  3. Repelente: nada antes de 2 meses; IR3535 ou icaridina rotulada a partir de 6 meses; DEET só a partir de 2 anos, até 10% e 3 vezes ao dia até 12 anos.
  4. Reação local extensa não é anafilaxia. Reação sistêmica a abelha, vespa ou formiga: adrenalina IM, autoinjetor, plano escrito e alergista.
  5. Escorpião na criança e contato com Lonomia: sempre pronto-socorro.
  6. Febre após picada de carrapato: doxiciclina 2,2 mg/kg 12/12 h em qualquer idade, sem esperar exames; notificação obrigatória (compulsória).

Veja também, nesta Biblioteca: Escabiose e pediculose, Impetigo, celulite e abscessos, Urticária aguda, Doenças exantemáticas e Dengue, chikungunya, zika e Oropouche (Patologias do consultório); Protocolo de Anafilaxia (Urgências e emergências); Anafilaxia e Autoaplicador de Adrenalina e Imunoterapia Alérgica (Alergia); Mastocitose cutânea na criança (nesta área); Anti-histamínicos na rinite alérgica e na urticária (Temas SBP 2026).

8.Fontes

  • SBP, Departamento Científico de Dermatologia. Picadas de inseto — prurigo estrófulo ou urticária papular. Atualização (DC nº 12), 2022. PDF
  • SBP, Departamento Científico de Dermatologia. Repelentes e outras medidas protetoras contra insetos na infância (GPA nº 7), 2020. PDF
  • Anvisa. RDC nº 19, de 10/04/2013 — produtos repelentes (DEET na criança). bvsms.saude.gov.br
  • Ministério da Saúde. Dermatologia na Atenção Básica (Cadernos de Atenção Básica nº 9) — Estrófulo, 2002. PDF
  • Ministério da Saúde. PCDT dos Acidentes Escorpiônicos, 2026. gov.br/conitec
  • Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde, 6ª ed. — Acidente por Lonomia e outras lagartas. PDF
  • Ministério da Saúde. Nota Técnica nº 11/2024-CGZV/DEDT/SVSA/MS — doxiciclina na febre maculosa brasileira. gov.br
  • Ministério da Saúde. Acidentes por abelhas (Saúde de A a Z). gov.br
  • AAP (HealthyChildren.org). Choosing an insect repellent for your child, 2024. healthychildren.org
  • CDC. Clinical care of Rocky Mountain spotted fever. cdc.gov
  • NICE. Insect bites and stings — antimicrobial prescribing (NG182), 2020. PDF
  • SEUP/AEP. Mordeduras y picaduras de animales. Protocolos de urgencias, 4ª ed., 2024. PDF
  • SEPEAP. Alergia a la picadura de insectos. Pediatría Integral, 2023. PDF
  • Johns Hopkins. Hernandez RG, Cohen BA. SCRATCH principles (papular urticaria). Pediatrics, 2006. PubMed
  • Johns Hopkins. Golden DB et al. Allergy to insect stings in children, with and without venom immunotherapy. N Engl J Med, 2004. PubMed
  • Boston Children's Hospital (Harvard). Bee stings. childrenshospital.org