Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
A ingestão de corpo estranho é mais comum de 6 meses a 5 anos; moedas são as mais frequentes e 70–80% dos objetos passam espontaneamente (SBP 2022). Bateria de botão no esôfago é emergência (🔴): necrose em cerca de 2 horas, com risco de perfuração e fístula para traqueia ou aorta; a SBP indica retirada endoscópica imediata (< 2 h). A caminho do hospital, se a criança tem ≥ 1 ano, a ingestão ocorreu há < 12 h e ela consegue engolir, oferecer mel 10 mL a cada 10 minutos, até 6 doses, sem atrasar o transporte. Qualquer ímã (mesmo um só) e objetos pontiagudos também vão ao pronto-socorro (🔴), mesmo sem sintomas. Toda suspeita exige radiografia de pescoço, tórax e abdome (frente e perfil): o duplo halo e o degrau diferenciam a bateria da moeda. Moeda já no estômago, em criança assintomática, fica em casa (🟢). No cáustico: não induzir vômito, não neutralizar, não dar leite e não passar sonda; ligar para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001; produto forte ou qualquer sintoma = pronto-socorro (🔴), com endoscopia nas primeiras 24 horas, no serviço de referência.
1.O que é e como se apresenta
Epidemiologia (SBP 2022; SEUP-AEP 2024): 75% dos episódios abaixo de 5 anos; moedas, baterias, perfurocortantes e ímãs são os mais ingeridos; cerca de 20% precisam de endoscopia e < 1%, de cirurgia.
Quadro clínico: criança antes bem com sialorreia, disfagia, odinofagia, recusa alimentar, vômitos, saliva com sangue, hematêmese, dor torácica ou abdominal; no esôfago, também tosse, estridor ou febre. Muitos são assintomáticos. Hematêmese súbita em criança pequena: pensar em bateria (ESPGHAN 2021).
Por que cada objeto é diferente:
- Bateria de botão: a corrente gera hidróxido na mucosa (lesão alcalina); maior risco com lítio ≥ 20 mm. Lesão grave em 2 horas; fístula até 4 semanas após a retirada (SBP 2022; ESPGHAN 2021). Pilha "gasta" também lesa.
- Ímãs de neodímio: dois ou mais (ou ímã + metal) atraem-se através das alças: necrose, fístula, perfuração. Ímãs unidos parecem um só na radiografia.
- Pontiagudos (alfinetes, agulhas, palitos, ossos, vidro): perfuração sobretudo ileocecal (SBP 2022).
- Moedas e objetos rombos: risco no esôfago; no estômago em geral passam, salvo se > 2,5 cm de diâmetro ou > 6 cm de comprimento (> 2 × 4 cm abaixo de 6 anos, AEP 2023).
- Impactação alimentar: escolar e adolescente; costuma revelar esofagite eosinofílica, estenose ou acalasia.
- Cáusticos: álcalis (soda cáustica, desentupidores, removedores) causam necrose de liquefação, profunda, no esôfago; ácidos (ácido muriático), necrose de coagulação, mais gástrica. Parede mais frágil entre os dias 6 e 14; estenose a partir da 3ª semana (AEP 2023). Boca sem lesão não exclui lesão esofágica.
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Moeda ou objeto rombo pequeno já no estômago (radiografia), criança assintomática, sem cirurgia digestiva prévia; ingestão de produto de limpeza de baixo risco (por exemplo, água sanitária doméstica, detergente comum) em pequena quantidade, assintomática, liberada pelo CIATox | Casa: dieta habitual, sem laxantes, observar as fezes; moeda: radiografia em 2–4 semanas se não for eliminada (SBP 2022); sinais de alerta |
| 🟡 Moderada | Moeda ou objeto rombo no esôfago, assintomático (deglute saliva); objeto rombo grande no estômago (> 2,5 × 6 cm); ingestão não presenciada com sintomas leves; impactação alimentar parcial; produto não identificado ou dúvida sobre o cáustico, sem sintomas | Pronto-socorro com endoscopia pediátrica, em jejum (SBP: retirada urgente) |
| 🔴 Grave | Bateria de botão (confirmada ou suspeita), em qualquer localização; qualquer ímã (único, 2 ou mais, ou ímã + metal); objeto pontiagudo ou longo; qualquer corpo estranho com sialorreia, incapacidade de engolir a saliva, estridor, desconforto respiratório, hematêmese, dor torácica ou abdominal, febre; cáustico forte (soda, desentupidor, removedor, ácido) mesmo sem sintomas, qualquer cáustico com sintomas ou ingestão intencional | Pronto-socorro imediato com endoscopia pediátrica; SAMU 192 se houver comprometimento respiratório; ver "Como encaminhar" |
Fatores de risco que elevam a gravidade:
- Idade < 5 anos e bateria ≥ 20 mm; tempo desde a ingestão > 12 h ou desconhecido (ingestão não presenciada).
- Cirurgia digestiva prévia, estenose, atresia de esôfago operada.
- Mais de um objeto; co-ingestão de ímã e bateria.
- Ingestão intencional (avaliar risco de suicídio); transtorno do neurodesenvolvimento; suspeita de negligência.
3.Diagnóstico no consultório
História: o quê (tipo, tamanho, número; levar a embalagem ou o aparelho), quando, se presenciado, sintomas, cirurgias prévias; no cáustico, produto, concentração, quantidade e intenção.
Exame: via aérea e respiração; orofaringe, estridor, enfisema subcutâneo, abdome.
Radiografia (SBP 2022): pescoço, tórax e abdome, frente e perfil. Bateria = duplo halo na frente e degrau no perfil; o perfil conta os ímãs. Repetir antes da endoscopia (o objeto migra).
- Radiografia normal não exclui objeto radiotransparente; sintomas esofágicos persistentes indicam endoscopia urgente; tomografia na suspeita de perfuração (SBP 2022).
- Não pedir esofagograma com contraste na suspeita de impactação: risco de aspiração e dificulta a endoscopia (SEUP-AEP 2024).
- Bateria no esôfago com diagnóstico > 12 h após a ingestão: o serviço faz tomografia ou ressonância antes da retirada para avaliar lesão vascular (ESPGHAN 2021).
- No cáustico, a extensão da lesão só a endoscopia mostra.
Diferencial que não pode passar: aspiração de corpo estranho (engasgo, tosse, sibilância unilateral), bateria confundida com moeda, intoxicação associada, crupe e abscesso retrofaríngeo (sialorreia e estridor), maus-tratos.
4.Tratamento e seguimento
O pediatra: identifica o objeto, pede a radiografia, classifica o risco, orienta o jejum (exceto o mel, quando indicado) e encaminha. A retirada e o seguimento das lesões são do gastroenterologista pediátrico (com otorrino e cirurgiões, se necessário).
Conduta por tipo e localização (SBP 2022, adotada pelo site):
- Bateria no esôfago: remoção < 2 h, com ou sem sintomas, sem esperar o jejum. Com lesão: imagem em 1–2 dias, inibidor de bomba de prótons (IBP), sonda nas lesões moderadas a graves e endoscopia de controle em 3–4 semanas (estenose); perfuração ou fístula: internação ≥ 21 dias.
- Bateria no estômago: sintomática com risco de impactação ou com ímã, remoção imediata; assintomática, remoção urgente após o jejum (SBP 2022). Abaixo do duodeno, radiografia em 48 h e em 10–14 dias. A ESPGHAN 2021 é mais conservadora (ver Comparação).
- Dois ou mais ímãs, ou ímã + metal: retirada urgente no esôfago e no estômago; após o duodeno, observação clínica e radiológica no hospital e cirurgia se não progredirem. Ímã único: retirada urgente no esôfago e no estômago e alta se já passou do duodeno (SBP 2022, adotada pelo site); a NASPGHAN admite acompanhar o ímã comprovadamente isolado (divergência).
- Pontiagudos: retirada endoscópica de emergência no esôfago e no estômago, mesmo sem sintomas; após o duodeno, internação com radiografia diária; cirurgia se não progredir em 72 h ou houver sintomas.
- Moedas e objetos rombos: no esôfago, retirada imediata se sintomática e em até 24 h se assintomática — nenhum objeto deve permanecer no esôfago mais de 24 h; no estômago, assintomática, conduta expectante com radiografia em 2–4 semanas se não for eliminada; objetos > 2,5 cm de diâmetro ou > 6 cm de comprimento, retirada.
- Impactação alimentar: obstrução total (não deglute a saliva) = retirada imediata; parcial = aguardar o clareamento espontâneo e retirar se não ocorrer em até 24 h. Biópsias na endoscopia para investigar esofagite eosinofílica e outras doenças esofágicas; dilatação se houver estenose.
- Cáusticos (sem posição da SBP sobre o momento da endoscopia nem do MS; o site segue a AEP 2023): criança assintomática após ingestão acidental de produto de baixo risco pode ser observada, sem endoscopia, com tolerância oral; com sintomas, lesão oral ou ingestão intencional, endoscopia entre 6 e 24 h (no máximo 48 h): antes de 6 h pode subestimar a lesão; de 3 a 15 dias está contraindicada pelo risco de perfuração. Pelo grau de Zargar: 0 alta; I–IIa dieta progressiva e IBP; IIb–III jejum, sonda sob visão endoscópica, nutrição, IBP, antibiótico no grau III. Estenose: disfagia nova pede esofagograma e endoscopia; dilatação a partir da 3ª semana.
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Mel (pré-hospitalar e no serviço) | 10 mL (2 colheres de chá) | A cada 10 min | Até 6 doses | ≥ 1 ano, ingestão < 12 h, consegue engolir, sem sinais de perfuração; nunca atrasar a endoscopia (SBP 2022; National Capital Poison Center 2018; ESPGHAN 2021) |
| Sucralfato suspensão 1 g/10 mL (no serviço) | 10 mL | A cada 10 min | Até 3 doses | Alternativa ao mel, ≥ 1 ano, < 12 h (SBP 2022; National Capital Poison Center 2018) |
| Omeprazol | 0,7–3,5 mg/kg/dia | 1–2 vezes ao dia | Conforme a lesão e o controle endoscópico | Lesão esofágica por bateria ou cáustico; decisão do gastroenterologista (SBP 2022) |
| Ceftriaxona | 100 mg/kg/dia IV | 12/12 h | Conforme o serviço | Lesão grave, perfuração ou mediastinite, em internação (SBP 2022) |
| Ampicilina-sulbactam | 100 mg/kg/dia IV | 6/6 ou 8/8 h | Conforme o serviço | Alternativa à ceftriaxona (SBP 2022) |
| Metilprednisolona | 1 g/1,73 m²/dia IV | 1 vez ao dia | 3 dias | Só grau IIb, contra a estenose; especialista (AEP 2023, que grafa "dexametasona"; dose de Usta, Pediatrics 2014) |
Não usar: indução de vômito, lavagem gástrica, leite, vinagre ou "neutralizantes", carvão ativado e sonda às cegas no cáustico (AEP 2023); laxantes, procinéticos, glucagon, nifedipino ou papaína para o objeto progredir (SEUP-AEP 2024); mel abaixo de 1 ano (botulismo).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- Todas as situações 🔴: bateria de botão (confirmada ou suspeita), qualquer ímã (único, múltiplos ou com metal), objeto pontiagudo ou longo, qualquer corpo estranho com sintomas, cáustico forte, cáustico com sintomas ou ingestão intencional.
- Situações 🟡: moeda ou objeto no esôfago assintomático, objeto grande no estômago, impactação alimentar parcial, produto cáustico não identificado.
- Internação (decisão do serviço): lesão esofágica, perfuração, pontiagudo após o duodeno, 2 ou mais ímãs após o estômago, cáustico IIb–III.
Como encaminhar:
- ABCDE; oxigênio para manter SpO2 94–98%; estridor ou desconforto: SAMU 192, posição de conforto.
- Jejum, exceto o mel na bateria; não dar líquidos para "empurrar" o objeto.
- Bateria: saída imediata para serviço com endoscopia pediátrica, avisando o destino; mel conforme a tabela.
- Cáustico: Disque-Intoxicação 0800-722-6001 (Anvisa, 24 h, CIATox da região); lavar pele e olhos com água abundante; levar o frasco; não induzir vômito, não neutralizar, não passar sonda.
- Ingestão intencional, negligência, violência ou intoxicação exógena: documentar e fazer a notificação obrigatória (compulsória).
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
Criança em casa (moeda no estômago): alimentação habitual, radiografia se não sair. Pronto-socorro se: dor abdominal, vômitos, recusa alimentar, baba, dificuldade para engolir, tosse, febre, sangue no vômito ou nas fezes, fezes pretas.
Após bateria ou cáustico (mesmo dias ou semanas depois): vômito com sangue, fezes pretas, dor no peito, febre — pronto-socorro imediato (fístula); dificuldade nova para engolir sólidos — consulta (estenose).
Prevenção (SBP; site — Acidentes domésticos):
- Baterias e ímãs guardados; compartimento de bateria parafusado em controles, balanças, chaves e brinquedos.
- Brinquedos para lactentes e pré-escolares com pelo menos 4 cm de diâmetro e 6 cm de comprimento — o que cabe no tubo do papel higiênico é perigoso; evitar brinquedos com baterias e ímãs de alta potência; selo do Inmetro (SBP 2023).
- Produtos de limpeza e cáusticos em armário trancado, alto, na embalagem original — nunca em garrafa de refrigerante.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Bateria no esôfago | Retirada < 2 h; mel ou sucralfato sem atrasar (2022) | Sem posição específica localizada | Pronto-socorro já; mel ≥ 12 meses, até 6 doses (2024) | Sem diretriz específica | Endoscopia em até 2 h; mel < 12 h (SEUP 2024) | Sem posição específica localizada | Mel ≥ 1 ano, < 12 h, a caminho do pronto-socorro (2023) | Oxford segue o NICE; Cambridge: rede regional, mel > 12 meses (2023) |
| Bateria no estômago, assintomática | Remoção urgente após o jejum | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem diretriz específica | > 20 mm por > 48 h: retirar; SEUP: radiografia em 7–14 dias | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Cambridge: < 5 anos e > 20 mm, internar e repetir radiografia |
| Ímãs | ≥ 2 ou ímã + metal, e ímã único: retirada urgente | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem diretriz específica | ≥ 2 ou ímã + metal: urgente; único: baixo risco | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Cambridge: múltiplos, retirada em até 12 h; único, radiografias seriadas |
| Moeda | Esôfago até 24 h; estômago, radiografia em 2–4 semanas | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem diretriz específica | Esôfago proximal: emergência; estômago: retirar após 4 semanas | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Cambridge: rombo no estômago, alta se assintomático |
| Cáusticos | Sem vômito nem neutralização; endoscopia em centro experiente (2020) | Disque-Intoxicação e CIATox (Anvisa) | Sem posição específica localizada | Sem diretriz específica | Endoscopia 6–24 h se sintomas ou intencional; corticoide só IIb (2023) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Prevenção | Brinquedos ≥ 4 × 6 cm; baterias e ímãs fora do alcance (2023) | Sem posição específica localizada | Compartimento seguro, embalagem à prova de criança (2024) | Sem diretriz específica | Educação e venda segura de cáusticos | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Cambridge: orientação escrita às famílias |
Leitura: há concordância completa em tratar a bateria no esôfago como emergência de 2 horas, com mel 10 mL a cada 10 minutos (até 6 doses) acima de 1 ano e até 12 h da ingestão, sem atrasar a endoscopia, em retirar com urgência dois ou mais ímãs ou ímã + metal e os pontiagudos, e em não induzir vômito nem neutralizar o cáustico. Divergem na bateria no estômago, assintomática: SBP, remoção urgente após o jejum; ESPGHAN 2021, sem critério de idade, radiografia em 7–14 dias se diagnóstico ≤ 12 h (retirada se sintomas, ingestão não presenciada, > 12 h ou ímã); NASPGHAN 2015 e Cambridge, idade < 5 anos e ≥ 20 mm; AEP, > 20 mm por > 48 h. No ímã único, a SBP indica retirada urgente e o site a adota; AEP, NASPGHAN e FISPGHAN o consideram de baixo risco. No cáustico, a SBP não define o momento da endoscopia e o MS não tem protocolo; o site segue a AEP 2023 (6–24 h, no máximo 48 h), em linha com o painel FISPGHAN 2025 (12–48 h, evitando 3–15 dias). O site adota a posição da SBP em todos os itens em que ela se pronuncia.
- Toda suspeita de bateria de botão vai ao pronto-socorro com endoscopia pediátrica, mesmo sem sintomas; mel a caminho (≥ 1 ano, < 12 h, 10 mL a cada 10 min, até 6 doses), sem atrasar a saída.
- Radiografia de pescoço, tórax e abdome, frente e perfil: duplo halo e degrau = bateria; o perfil conta os ímãs.
- Qualquer ímã (mesmo um só) e objeto pontiagudo são 🔴 mesmo em criança assintomática (SBP 2022).
- Moeda no esôfago sai em até 24 h; moeda no estômago, em criança assintomática, fica em casa, com radiografia em 2–4 semanas se não sair.
- Cáustico: nada de vômito, leite, "neutralizante", carvão ou sonda; ligar para o 0800-722-6001; produto forte ou sintoma = pronto-socorro; boca sem lesão não exclui lesão no esôfago.
- Impactação alimentar e disfagia após bateria ou cáustico pedem investigação: esofagite eosinofílica e estenose.
Veja também, nesta Biblioteca: Esofagite eosinofílica (nesta área); Acidentes domésticos (Patologias do consultório); Intoxicações exógenas e Afogamento e obstrução de via aérea (Urgências e Emergências); Acidentes em casa (Doenças da criança).
8.Fontes
- Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento Científico de Gastroenterologia. Ingestão de corpos estranhos (Manual), 2022. PDF
- SBP, Departamento Científico de Gastroenterologia. Ingestão de substâncias cáusticas e corrosivas (Pediatria para Famílias), 2020. sbp.com.br
- SBP, Departamento Científico de Prevenção das Causas Externas. Segurança dos brinquedos (Pediatria para Famílias), 2023. sbp.com.br
- Anvisa. Disque-Intoxicação 0800-722-6001, atualizado em 2023. gov.br
- National Capital Poison Center. Button battery ingestion triage and treatment guideline, revisão de 2018. poison.org
- ESPGHAN. Mubarak A et al. Diagnosis, management, and prevention of button battery ingestion in childhood JPGN, 2021. PDF
- American Academy of Pediatrics. Button batteries and lithium coin batteries (HealthyChildren.org), 2024. healthychildren.org
- AEP. Vila Miravet V, Ramos Varela JC, López Casado MÁ. Patología digestiva accidental (ingesta de cáusticos y de cuerpos extraños). Protocolos SEGHNP-AEP, 2023. PDF
- SEUP-AEP. Ingesta-aspiración de cuerpo extraño. Protocolos de Urgencias de Pediatría, 4ª ed., 2024. PDF
- Usta M et al. High doses of methylprednisolone in the management of caustic esophageal burns. Pediatrics, 2014. PubMed
- NASPGHAN Endoscopy Committee. Kramer RE et al. Management of ingested foreign bodies in children, 2015. PubMed
- FISPGHAN. Manfredi M et al. Global insights on the diagnosis, management, and prevention of pediatric ingestions. JPGN Reports, 2025. PMC
- Boston Children's Hospital. Button battery safety, 2023. childrenshospital.org
- East of England Surgery in Children ODN (com participação da Cambridge University Hospitals). Regional guideline — foreign body ingestion, 2023. PDF