Gastroenterologia e hepatologia pediátrica · Intestino

Intolerância à lactose, má absorção de frutose e dietas de exclusão na criança

Como separar intolerância à lactose de alergia ao leite, os limites do teste do hidrogênio e do teste genético, reduzir em vez de excluir, cálcio e vitamina D, frutose, sorbitol e FODMAP e os riscos das dietas restritivas sem indicação, segundo SBP, PCDT da doença celíaca 2025, AAP e AEP

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

Intolerância à lactose não é alergia ao leite: é deficiência da enzima lactase, sem mecanismo imune e sem risco de anafilaxia; a APLV é reação às proteínas do leite e não se trata com produto "sem lactose". A hipolactasia primária é genética, frequente no Brasil e incomum antes de 2 a 3 anos (AAP 2006); sintomas antes dessa idade pedem outra causa. A secundária acompanha lesão da mucosa (gastroenterite, giardíase, doença celíaca) e é transitória: na diarreia aguda tratada em casa não se troca para fórmula sem lactose (SBP 2017). O diagnóstico é clínico, com prova terapêutica e reintrodução; teste do hidrogênio e teste genético têm limites. A conduta é reduzir, não excluir — porções menores com refeições, iogurte, queijos, laticínios sem lactose ou lactase —, mantendo cálcio pela ingestão recomendada e vitamina D (SBP). Dietas de exclusão sem indicação, inclusive "sem glúten" sem doença celíaca, prejudicam crescimento, ossos e a relação com a comida. Quase tudo é 🟢 no consultório; desidratação, lactente com diarreia desde as primeiras mamadas ou hipoglicemia após frutas são 🔴.

1.O que é e como se apresenta

Mecanismo: a lactose não digerida chega ao cólon, atrai água e é fermentada: distensão, flatulência, cólica, fezes amolecidas e ácidas, assadura perianal, 30 minutos a 2 horas após a ingestão, com apetite e crescimento preservados. Os sintomas dependem da dose (um copo de 240 mL de leite tem cerca de 12 g de lactose; 1 litro, cerca de 40 g), do alimento e da microbiota (SBP 2023; AAP 2006). Má absorção sem sintomas não é intolerância e não exige dieta (SBP 2023; AEP 2023).

Intolerância à lactose × APLV

Intolerância à lactose APLV
Mecanismo Deficiência de lactase Imunológico (IgE ou não IgE)
Idade típica Escolar e adolescente Primeiro ano de vida
Quantidade Dose-dependente Pequenas quantidades bastam
Quadro Gases, distensão, diarreia osmótica Urticária, vômitos, anafilaxia; sangue nas fezes
Produto "sem lactose" Útil Não serve (mantém a proteína)

Tipos (AAP 2006; AEP 2023):

  • Primária (tipo adulto): queda programada da lactase, em geral após 3 a 5 anos; mais comum em ascendência africana, indígena, asiática e hispânica (AAP 2006). Antes de 2 a 3 anos, procurar outra causa.
  • Secundária: lesão da borda em escova — gastroenterite, giardíase, doença celíaca (reverte em cerca de 2 meses de dieta sem glúten — PCDT 2025), APLV, DII, sobrecrescimento bacteriano, desnutrição. Transitória: tratar a causa.
  • Do prematuro: abaixo de 34 semanas; melhora com a maturação.
  • Deficiência congênita de lactase: extremamente rara, autossômica recessiva; diarreia aquosa grave desde as primeiras mamadas, com desidratação. Dieta sem lactose por toda a vida.

Frutose e sorbitol: a absorção de frutose é limitada, varia entre indivíduos, amadurece por volta dos 10 anos e piora quando a frutose excede a glicose e com sorbitol (AEP 2023). Fontes: sucos (maçã, pera, uva), refrigerantes, xarope de milho, mel, balas "diet". É causa típica da diarreia crônica inespecífica do pré-escolar que bebe muito suco. Não confundir com a intolerância hereditária à frutose (deficiência de aldolase B): vômitos, hipoglicemia, letargia e hepatomegalia após frutas, sacarose ou sorbitol — urgência e contraindicação ao teste com frutose (SBP 2023).

FODMAP são carboidratos fermentáveis (frutanos, galacto-oligossacarídeos, lactose, frutose em excesso, polióis) de trigo, leguminosas, frutas, laticínios e adoçantes; os sintomas refletem a hipersensibilidade visceral dos distúrbios funcionais, não alergia (SBP 2024).

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Escolar ou adolescente com sintomas ligados ao leite; diarreia transitória após gastroenterite; excesso de suco; crescimento normal, sem sinais de alarme, hidratado Pediatra: diário alimentar, prova terapêutica com reintrodução, reduzir sem excluir, cálcio e vitamina D, corrigir sucos
🟡 Moderada Sintomas antes de 2–3 anos sem causa evidente; diarreia > 14 dias; queda na curva; sangue nas fezes, diarreia noturna, anemia; suspeita de celíaca, DII ou giardíase persistente; falha da prova; várias exclusões já feitas ou suspeita de TARE; desidratação com plano B Investigar causa secundária; encaminhar ao gastroenterologista pediátrico (com prioridade se o crescimento estiver comprometido); nutricionista; plano B sob observação
🔴 Grave Desidratação grave ou choque; lactente pequeno com diarreia aquosa desde as primeiras mamadas e desidratação ou acidose; hipoglicemia, letargia ou vômitos após frutas ou açúcar; desnutrição grave Pronto-socorro ou hospital: estabilizar, hidratação venosa, glicemia capilar

Fatores de risco que elevam a gravidade

  • Idade < 6 meses, prematuridade, desnutrição; diarreia volumosa com vômitos.
  • Doença de base (celíaca, DII, imunodeficiência, quimioterapia).
  • Dieta restritiva prolongada sem acompanhamento; seletividade alimentar, TEA, ansiedade familiar em torno da comida (risco de TARE).

3.Diagnóstico no consultório

É clínico. Diário alimentar e de sintomas por 1–2 semanas (leite e derivados, sucos, balas "sem açúcar", escala de Bristol), crescimento, história familiar e étnica; exame com curva de peso e estatura.

Prova terapêutica (AAP 2006; AEP 2023): reduzir a lactose por 2 semanas e reintroduzir. Melhora com a retirada e retorno com a reintrodução confirmam; sem melhora, suspender a dieta. Toda exclusão diagnóstica tem prazo e termina em reintrodução.

Exame Uso e técnica Limites
Hidrogênio (e metano) expirado com lactose Dúvida diagnóstica. Lactose 1 g/kg, máx. 50 g (SBP 2023; AAP 2006: 2 g/kg, máx. 25 g); positivo se H2 sobe > 20 ppm e/ou metano > 10 ppm; jejum 8–12 h (lactente 4–6 h); suspender antibiótico, laxante e probiótico 4 semanas antes Cerca de 20% não produzem hidrogênio; registrar sintomas — má absorção sem sintomas não exige exclusão (SBP 2023)
Genético (LCT −13910 C/T) Prediz persistência da lactase Não significa intolerância, não diz quando a lactase cai, não detecta a forma secundária; outras variantes em ascendência africana. Não é rotina (SBP 2023; AEP 2023)
pH fecal e substâncias redutoras Lactente com fezes líquidas e frescas pH ≤ 5 sugere má absorção; triagem inespecífica (SBP 2023)
Hidrogênio com frutose Raramente útil; 0,5 g/kg, máx. 25 g Nunca na suspeita de intolerância hereditária; não prediz resposta à dieta (SBP 2023; AEP 2023)
Causa secundária Alarme ou idade < 2–3 anos Hemograma, ferritina, antitransglutaminase IgA com IgA total em dieta com glúten, parasitológico, calprotectina conforme o quadro

Diagnóstico diferencial que não pode passar: APLV, doença celíaca, giardíase, DII, constipação com escape fecal, sobrecrescimento bacteriano, distúrbios funcionais, intolerância hereditária à frutose, deficiência de sacarase-isomaltase, má absorção de glicose-galactose (neonatal).

4.Tratamento e seguimento

Reduzir, não excluir (SBP Nutrologia; AAP 2006; AEP 2023):

  • Primária: achar o limiar individual. A maioria tolera pequenas porções de leite fracionadas e com refeições; iogurte e queijos curados são bem tolerados; usar laticínios sem lactose ou com baixo teor (Anvisa: "isento" ≤ 100 mg/100 g ou mL; "baixo teor" até 1 g/100 g ou mL) ou lactase. Laticínios seguem como fonte principal de cálcio.
  • Secundária: tratar a causa. Na diarreia aguda em casa, manter aleitamento e alimentação habitual, sem fórmula sem lactose e sem diluir a fórmula (SBP 2017; documento Diarreia aguda). Fórmula sem lactose só no lactente hospitalizado ou com diarreia persistente (SBP 2017), por tempo limitado e com reintrodução.
  • Prematuro: manter leite materno ou fórmula com lactose. Congênita: fórmula sem lactose por toda a vida, com o especialista.
  • Bebidas vegetais (arroz, aveia, amêndoa, coco) não substituem o leite na criança pequena; bebida de arroz não antes de 5 anos (Cambridge). Leite de cabra contém lactose.
  • Frutose e sorbitol: sem suco até 2 anos (fruta inteira — padrão do site); depois, limitar sucos, refrigerantes e balas com polióis; restringir frutose só com sintomas e por tempo limitado (AEP 2023).

Cálcio — ingestão recomendada (SBP, Nutrologia, DRI): 0–6 meses 200 mg/dia; 6–12 meses 260; 1–3 anos 700; 4–8 anos 1.000; 9–18 anos 1.300. Um copo de leite ou iogurte tem cerca de 250–300 mg; o leite sem lactose tem o mesmo cálcio.

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Lactase Conforme o rótulo, pela quantidade de lactose Imediatamente antes da refeição (ou no leite) Enquanto útil Sem dose pediátrica padronizada (AAP 2006; AEP 2023)
Cálcio elementar (carbonato ou citrato) Só a diferença entre a ingestão e a DRI da idade Fracionado, com as refeições Enquanto a dieta não suprir SBP (DRI); AAP 2006; citrato se usar inibidor de bomba
Colecalciferol 400 UI/dia no 1º ano; 600 UI/dia de 1 a 18 anos 1x/dia Contínuo SBP 2024 (padrão do site)
Soro de reidratação oral Planos A e B Após cada evacuação (plano A) Até a resolução MS/SBP — documento Diarreia aguda

O que não fazer: usar "sem lactose" para APLV ou cólica; excluir todos os laticínios sem prova terapêutica; pedir teste genético ou IgG alimentar (sem validade); prescrever probiótico como tratamento (evidência insuficiente — AEP 2023).

Dieta pobre em FODMAP na dor abdominal funcional — só com nutricionista, por tempo limitado e com reintrodução. O Manual da SBP (2024) descreve restrição por 4 semanas, suspensão se não houver melhora e reintrodução de um grupo por semana, alertando para o crescimento; o Guia de exames da SBP (2023) registra que não há evidência de melhora clínica relevante na criança; a ESPGHAN/NASPGHAN 2025 (Groen) não sugere dieta estrita pobre em FODMAP, restrita em frutanos ou em frutose (evidência insuficiente). Primeiro vêm explicação, tratamento da constipação, fibras e abordagem biopsicossocial.

Riscos das dietas de exclusão sem indicação:

  • Crescimento: menos energia e proteína.
  • Ossos: menos cálcio e vitamina D; a lactose favorece a absorção de cálcio (AAP 2006). Também ferro, B12 e fibras, conforme o grupo excluído.
  • Relação com a comida: medo de comer, seletividade, ansiedade familiar e TARE (transtorno alimentar restritivo/evitativo).
  • "Sem glúten" sem celíaca: negativa a sorologia e atrasa o diagnóstico; não há comprovação de que o glúten faça mal a quem não tem doença celíaca (PCDT 2025). Investigar sempre em dieta com glúten.

Seguimento: sintomas, peso, estatura e ingestão de cálcio; reintroduções periódicas; revisar toda dieta restritiva a cada consulta.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Desidratação grave ou choque (plano C) ou falha do plano B.
  • Lactente pequeno com diarreia aquosa intensa desde as primeiras mamadas, perda de peso, desidratação ou acidose.
  • Hipoglicemia, letargia, vômitos incoercíveis, hepatomegalia ou icterícia após frutas, sacarose ou sorbitol.
  • Desnutrição grave ou distúrbio hidroeletrolítico.

Como encaminhar

  1. Avaliar hidratação pelos planos do MS/SBP; SRO se aceitar e não houver choque.
  2. Glicemia capilar se letargia; hipoglicemia: glicose IV 0,5–1 g/kg a partir de 1 mês (SG 10% 5–10 mL/kg); RN: SG 10% 2 mL/kg (MS, SAMU 192). Suspender frutose, sacarose e sorbitol.
  3. Acesso venoso e hidratação do plano C no choque; oxigênio para manter SpO2 94–98% se necessário.
  4. SAMU (192) se choque ou alteração de consciência; contato prévio com o serviço.
  5. Relatório: dieta e fórmula, relação com alimentos, pesos, perdas, glicemia e medidas feitas.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "Intolerância à lactose não é alergia: seu filho pode comer leite em porções menores, iogurte, queijos ou produtos sem lactose."
  • "Depois de uma diarreia, não precisa trocar o leite."
  • "Leite sem lactose tem o mesmo cálcio; bebidas vegetais não substituem o leite na criança pequena."
  • "Não tire alimentos da dieta por conta própria, nem o glúten."
  • "Suco não é necessário; ofereça a fruta inteira e água."
  • Procurar o pronto-socorro se houver: boca seca, pouca urina, olhos fundos, sonolência; vômitos que não param; sangue nas fezes; bebê com diarreia forte desde as primeiras mamadas; criança mole, pálida e suada após frutas ou doces.
  • Retornar ao pediatra se houver: perda de peso, diarreia por mais de 2 semanas, medo de comer ou dieta cada vez mais restrita.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Idade e tipos Primária após 2–3 anos; secundária transitória Celíaca: intolerância temporária (PCDT 2025) Primária incomum antes de 2–3 anos Sem diretriz específica localizada Primária rara antes de 3 anos Sem posição específica localizada Criança pequena: geralmente secundária Cambridge: primária e secundária
Diagnóstico Clínico; H2 1 g/kg (máx. 50 g); genético com cautela Sem posição específica localizada Exclusão e reintrodução; H2 2 g/kg (máx. 25 g) Sem diretriz específica localizada Clínico; H2; genético como apoio Sem posição específica localizada Hidrogênio; acidez fecal Segue o NICE
Após gastroenterite Sem fórmula sem lactose no ambulatório Manter alimentação habitual Em geral não excluir lactose Leite pleno após reidratar (CG84) Sem lactose se diagnosticada ou desnutrição Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Cambridge: sem lactose 2–4 semanas
Tratamento Reduzir; iogurte, queijos, sem lactose Rotulagem de lactose (Anvisa) Reduzir; lactase; excluir raramente Sem diretriz específica localizada Reduzir; lactase; sem lactose Sem posição específica localizada Limitar; lactase Cambridge: reintrodução em escada
Cálcio DRI 700 / 1.000 / 1.300 mg Sem posição específica localizada DRI; suplementar se excluir Sem diretriz específica localizada 800 mg (menores); 1.200 mg (maiores) Sem posição específica localizada Fontes alternativas Cambridge: outras fontes
FODMAP e glúten FODMAP 4 semanas supervisionada; evidência fraca Glúten só com diagnóstico Sem posição específica localizada Sem diretriz pediátrica Frutose restrita só com sintomas Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE

Leitura: há convergência em que a intolerância à lactose é dose-dependente, rara antes de 2–3 anos, de diagnóstico clínico e tratada com redução, preservando o cálcio. As divergências estão na forma secundária — SBP (2017), AAP (2006) e NICE (CG84) mantêm o leite após a gastroenterite ambulatorial; a AEP (2023) retira a lactose por 4–6 semanas nos casos diagnosticados e Cambridge orienta 2–4 semanas —, na dose do teste do hidrogênio (SBP 1 g/kg até 50 g; AAP 2 g/kg até 25 g), nas metas de cálcio (SBP pelas DRI; AEP 800 e 1.200 mg) e na dieta pobre em FODMAP (descrita pelo Manual da SBP 2024; sem benefício relevante pelo Guia SBP 2023; não sugerida pela ESPGHAN/NASPGHAN 2025). O site adota a posição da SBP: reduzir sem excluir, sem fórmula sem lactose na diarreia ambulatorial, cálcio pelas DRI, FODMAP só com nutricionista e por tempo limitado; para o glúten, o PCDT do Ministério da Saúde (2025).

Pontos práticos
  1. Intolerância à lactose é enzimática e dose-dependente; APLV é imunológica e não se trata com "sem lactose".
  2. Sintomas antes de 2–3 anos, perda de peso, sangue nas fezes ou diarreia > 14 dias: procurar causa secundária.
  3. Prova terapêutica de 2 semanas com reintrodução; teste do hidrogênio e genético só na dúvida e com seus limites.
  4. Reduzir, não excluir; cálcio pelas DRI e vitamina D 400/600 UI.
  5. Na diarreia aguda tratada em casa, manter o leite habitual; sem suco até 2 anos.
  6. Nenhuma exclusão sem indicação, prazo e reintrodução; glúten só sai após o diagnóstico de doença celíaca.

Veja também, nesta Biblioteca: Alergia à proteína do leite de vaca, Diarreia aguda e desidratação, Dor abdominal crônica e distúrbios funcionais e A criança que não come (dificuldades alimentares) (Patologias do consultório); Alergia Alimentar e APLV (Alergia e Imunologia); Diarreia persistente e crônica e síndromes de má absorção e Doença celíaca na criança e no adolescente (nesta área); Eixo cérebro-intestino e nutrição (Temas atualizados pela SBP); Transtornos alimentares — anorexia, bulimia, compulsão alimentar e TARE (ARFID) (Saúde mental); Cálcio, vitamina D e raquitismo (Endocrinologia).

8.Fontes

  • SBP, Gastroenterologia e Hepatologia. Exames complementares mais comuns na Gastroenterologia e Hepatologia Pediátricas (GPA nº 45), 2023. PDF
  • SBP, Gastroenterologia. Diarreia aguda (GPA nº 1), 2017. PDF
  • SBP. Manual de Aspectos Nutricionais em Situações Especiais na Infância e Adolescência, 2024. PDF
  • SBP, Nutrologia. Manual de Orientação — alimentação do lactente ao adolescente (DRI de cálcio), 2012. PDF
  • SBP, Nutrologia. Intolerância à lactose (perguntas e respostas), 2016. sbp.com.br
  • Ministério da Saúde. PCDT da Doença Celíaca (Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 8), 2025. gov.br
  • Anvisa. Perguntas e respostas — Rotulagem de lactose, 2ª ed., 2024. PDF
  • AAP, Committee on Nutrition. Lactose intolerance in infants, children, and adolescents. Pediatrics, 2006. PDF
  • NICE. Diarrhoea and vomiting caused by gastroenteritis in under 5s (CG84). nice.org.uk
  • AEP. Trastornos de la digestión y absorción de hidratos de carbono (Protocolos SEGHNP), 2023. PDF
  • ESPGHAN. Position paper on the use of breath testing in paediatric gastroenterology, 2022. europepmc.org
  • ESPGHAN/NASPGHAN. Groen J et al. Guidelines for treatment of IBS and functional abdominal pain in children aged 4–18 years, 2025. PMC
  • Boston Children's Hospital. Lactose intolerance. childrenshospital.org
  • Cambridge University Hospitals NHS. Lactose intolerance in children and young people, 2026. cuh.nhs.uk