Ginecologia infanto-puberal · Mamas, ovários e urgências

Mamas na adolescente — assimetria, nódulos, mastalgia e descarga papilar

Variação do desenvolvimento, nódulo avaliado por ultrassonografia, descarga papilar e prolactina, mastite e abscesso, e o seguimento especial após radioterapia de tórax

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

Na puberdade a mama cresce em ritmos diferentes de cada lado, e a assimetria é a regra. O câncer de mama é raríssimo nesta idade: mais de 95% das lesões são benignas e o fibroadenoma é o nódulo mais comum. O exame de imagem é a ultrassonografia; mamografia não se faz em adolescente. Fibroadenoma típico, menor que 5 cm e estável, é acompanhado pelo pediatra (🟢); nódulo de 5 cm ou mais, de crescimento rápido ou com ultrassonografia suspeita vai com prioridade ao ginecologista da infância e adolescência ou ao mastologista (🟡). Mastalgia cíclica é tratada em casa. Galactorreia pede beta-hCG, prolactina e TSH e revisão de medicamentos (risperidona e outros); descarga sanguinolenta espontânea vai ao especialista. Mastite sem abscesso é tratada em casa com cefalexina por 7 dias e reavaliação em 48 h; abscesso com febre alta, toxemia ou celulite extensa vai ao pronto-socorro (🔴). Pela SBP, a adolescente é orientada a conhecer as mamas e fazer o autoexame. Quem recebeu radioterapia de tórax (linfoma de Hodgkin, sobretudo) tem seguimento especial.

1.O que é e como se apresenta

Telarca antes dos 8 anos e ginecomastia estão em Mamas aumentadas na criança — recém-nascido, telarca precoce e ginecomastia e Puberdade precoce e puberdade atrasada.

  • Assimetria: um lado começa antes ou cresce mais; costuma se atenuar até o fim da puberdade, e assimetria leve persistente é variação do normal. Alerta para síndrome de Poland (ausência do peitoral maior), mama tuberosa (base estreita, aréola herniada), lesão prévia do broto (biópsia, drenagem, queimadura, toracotomia) e massa de um lado.
  • Hipertrofia mamária (macromastia, hipertrofia virginal): crescimento volumoso, com dor no dorso e nos ombros, intertrigo, limitação de esporte e sofrimento com a imagem corporal; diferenciar do fibroadenoma juvenil gigante (uma só mama).
  • Mamilo invertido: em geral congênito, benigno; inversão recente e unilateral pede ultrassonografia.
  • Mastalgia: cíclica (bilateral, difusa, pré-menstrual) ou acíclica (localizada). Apenas 2% dos cânceres de mama se apresentam como mastalgia (MS 2016). Considerar dor da parede torácica, gestação e anticoncepcional.
  • Nódulo:
    • Fibroadenoma — cerca de 68% das massas da adolescente (Lee e Soltanian, 2015): indolor, elástico, móvel, bem delimitado, em geral de 1 a 3 cm, às vezes múltiplo; 10–40% regridem; risco de malignização inferior a 0,3%.
    • Fibroadenoma juvenil gigante — maior que 5 cm (ou mais de 500 g), crescimento rápido, distende a pele com veias visíveis; benigno, tratamento cirúrgico.
    • Tumor filoides — raro (menos de 10% das lesões abaixo de 20 anos — Sosnowska-Sienkiewicz, 2024), parece um fibroadenoma grande que cresce rápido; a maioria é benigna, mas recidiva e há formas malignas.
    • Outros benignos: cisto (inclusive de Montgomery), papiloma intraductal, linfonodo intramamário, necrose gordurosa após trauma.
    • Maligno — raríssimo: carcinoma secretor, metástase (rabdomiossarcoma, linfoma, leucemia) e sarcomas. O risco é real após radioterapia de tórax, axila ou irradiação corporal total e nas síndromes de predisposição (Li-Fraumeni).
  • Descarga papilar:
    • Só à expressão, bilateral, multiductal, clara ou esverdeada: benigna; orientar não espremer.
    • Galactorreia (leitosa, bilateral, espontânea): gestação, estímulo mamário, medicamentos que elevam a prolactina — antipsicóticos (risperidona, haloperidol), metoclopramida e domperidona, antidepressivos, metildopa, opioides (MS 2016) —, hipotireoidismo, insuficiência renal, prolactinoma.
    • Sanguinolenta, unilateral, uniductal, espontânea: na adolescente costuma ser ectasia ductal, papiloma intraductal ou cisto de Montgomery, mas exige investigação.
  • Mastite e abscesso fora da lactação: mama dolorosa, vermelha, quente e endurecida, às vezes com febre; Staphylococcus aureus (inclusive resistente da comunidade) e estreptococo; fatores — piercing no mamilo, depilação ou manipulação periareolar, cisto de Montgomery infectado, trauma. O abscesso é uma massa flutuante.

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Assimetria sem massa; mamilo invertido congênito; mastalgia cíclica sem nódulo; descarga só à expressão, não sanguinolenta; nódulo com aspecto de fibroadenoma menor que 5 cm, estável, ultrassonografia BI-RADS 2–3; galactorreia com causa medicamentosa evidente, prolactina pouco elevada e menstruação regular Seguimento pelo pediatra: explicação, sutiã adequado, analgesia simples, reexame e ultrassonografia de controle
🟡 Moderada Nódulo de 5 cm ou mais, crescimento rápido ou progressivo, BI-RADS 4–5, suspeita de filoides ou fibroadenoma juvenil gigante; nódulo em menina irradiada; descarga sanguinolenta ou espontânea uniductal; prolactina elevada sem causa, amenorreia; hipertrofia sintomática; assimetria importante, mama tuberosa ou Poland; mastite sem abscesso; abscesso pequeno em adolescente em bom estado Mastite: tratamento em casa e reavaliação em 48 h. Abscesso: cirurgião ou mastologista com urgência (aspiração guiada ou drenagem). Nódulo suspeito, de crescimento rápido ou na irradiada: ginecologista da infância e adolescência ou mastologista com prioridade. Hiperprolactinemia: endocrinologista. Demais: encaminhamento eletivo
🔴 Grave Abscesso com febre alta, toxemia ou sepse; celulite que progride rápido, necrose; mastite piorando após 48 h de antibiótico, com flutuação e febre; infecção em imunossuprimida ou neutropênica; hiperprolactinemia com perda visual ou cefaleia súbita e intensa (macroadenoma, apoplexia hipofisária) Pronto-socorro/hospital: antibiótico intravenoso, ultrassonografia e drenagem; na alteração visual, imagem e avaliação neurológica de urgência

Fatores de risco que elevam a gravidade

  • Radioterapia de tórax, axila ou corporal total; síndrome de predisposição ou história familiar forte de câncer de mama ou ovário em idade jovem.
  • Crescimento rápido, retração de pele ou mamilo, linfonodo axilar endurecido; imunossupressão, diabetes, piercing; antipsicótico com alteração menstrual; gestação.

3.Diagnóstico no consultório

Anamnese: menarca e ciclo; velocidade de crescimento do nódulo; trauma, piercing; todos os medicamentos; possibilidade de gestação (conversa reservada, com sigilo, conforme ECA, CFM e SBP); cefaleia e visão; tratamento oncológico; história familiar.

Exame com acompanhante, explicando cada passo: inspeção sentada (simetria, pele, aréola, mamilo), palpação deitada com o braço elevado, axilas e fossas supraclaviculares; tamanho em centímetros, consistência, mobilidade; descarga espontânea ou não, uni ou multiductal, cor; Tanner. Nunca puncionar, biopsiar ou drenar o broto mamário em início de puberdade: a lesão causa hipoplasia permanente.

Situação O que pedir
Nódulo palpável Ultrassonografia de mamas (BI-RADS); reexaminar após a menstruação seguinte
Fibroadenoma em seguimento Ultrassonografia a cada 6–12 meses no início (Sosnowska-Sienkiewicz, 2024)
Nódulo grande, crescente ou BI-RADS 4–5 Biópsia por agulha grossa ou exérese — decisão do especialista (a punção aspirativa não separa bem fibroadenoma de filoides)
Galactorreia Beta-hCG, prolactina (em repouso, sem estímulo mamário prévio), TSH, creatinina
Prolactina acima de 100 ng/mL, cefaleia persistente ou alteração de campo visual Ressonância de sela túrcica (MS 2016), com o endocrinologista
Descarga sanguinolenta Ultrassonografia
Mastite com massa ou sem resposta Ultrassonografia; cultura se drenada
Mastalgia cíclica Nenhum exame (MS 2016); dor focal persistente — ultrassonografia

Prolactina (MS 2016): entre 20 e 100 ng/mL pode ser fisiológica, medicamentosa ou por hipotireoidismo; acima de 100 ng/mL sugere adenoma. Em uso de antipsicótico, o site segue o PCDT de Esquizofrenia: acima de 25 ng/mL no sexo feminino, com ou sem sintomas, indica considerar troca, decisão do psiquiatra (ver Psicofármacos na criança e no adolescente).

Diagnóstico diferencial que não pode passar: gestação; prolactinoma; hipotireoidismo; filoides e fibroadenoma juvenil gigante; nódulo na irradiada; abscesso tratado como "mastite que não melhora".

4.Tratamento e seguimento

O que o pediatra faz

  • Assimetria e mamilo invertido: explicar, sutiã com bojo se incomoda, reavaliar; correção cirúrgica só pelo especialista, após a mama estabilizar; rastrear sofrimento com a imagem corporal.
  • Hipertrofia: sutiã de sustentação, fisioterapia postural, peso, cuidado com o intertrigo; encaminhar (ginecologista da infância e adolescência, cirurgião plástico) se houver dor, limitação ou sofrimento; a redução espera a mama estabilizar.
  • Fibroadenoma típico (menor que 5 cm, estável, BI-RADS 2–3): conduta expectante com exame e ultrassonografia; a maioria estabiliza ou regride. Exérese pelo especialista se crescer, passar de 5 cm, doer, deformar a mama ou por preferência informada da adolescente e da família.
  • Fibroadenoma juvenil gigante e suspeita de filoides: encaminhar com prioridade; o tratamento é cirúrgico, preservando o tecido normal.
  • Mastalgia cíclica: tranquilizar, sutiã bem ajustado, analgésico simples ou anti-inflamatório tópico se necessário; com anticoncepcional, rever o estrogênio ou o método (MS 2016).
  • Descarga à expressão: não espremer e reavaliar (MS 2016).
  • Galactorreia por medicamento: não suspender o antipsicótico por conta própria; discutir com o psiquiatra a redução ou a troca. Prolactina elevada sem causa, amenorreia ou sintoma neurológico vão ao endocrinologista.
  • Mastite sem abscesso: antibiótico oral com cobertura para S. aureus, compressas mornas, analgesia, retirar piercing infectado; reavaliar em 48 h.
  • Abscesso: aspiração guiada por ultrassonografia ou drenagem, com antibiótico, pelo cirurgião ou mastologista.
Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Cefalexina 50–100 mg/kg/dia (máx. 4 g/dia) 6/6 h 7 dias, prolongando se não houver melhora Mastite e abscesso não lactacionais, 1ª escolha; dose e 7 dias: SBP, DC nº 12, de 08/02/2022 (Picadas de inseto), padrão do site para pele
Clindamicina 25–40 mg/kg/dia (SBP 2003; IDSA, via oral: 30–40) 6/6 h ou 8/8 h 7 dias, prolongando se não houver melhora Alergia a betalactâmico ou suspeita de S. aureus resistente da comunidade (IDSA, via "Impetigo, celulite e abscessos")
Paracetamol 10–15 mg/kg/dose (máx. 1 g/dose a partir de 12 anos; 75 mg/kg/dia, nunca mais de 4 g/dia) 4–6 h (máx. 5 doses/dia) Reavaliar após 48–72 h Padrão do site; bula
Dipirona 15 mg/kg/dose 6/6 h (máx. 4 doses/dia) Enquanto houver dor Padrão do site
Ibuprofeno 5–10 mg/kg/dose 6–8 h Curta Padrão do site; máximo conforme bula; tópico na mastalgia (MS 2016)

Não usar: mamografia de rotina; punção ou biópsia do broto; danazol, tamoxifeno ou bromocriptina na mastalgia (só o especialista); suspensão abrupta de antipsicótico.

Seguimento especial após radioterapia de tórax. Meninas tratadas com radioterapia de tórax, axila ou irradiação corporal total (linfoma de Hodgkin sobretudo) seguem Seguimento do sobrevivente do câncer infantil (COG v6): exame clínico das mamas anual a partir da puberdade; mamografia e ressonância anuais a partir de 8 anos após a radioterapia ou dos 25 anos, o que vier por último. Todo nódulo novo nessa paciente: ultrassonografia e encaminhamento com prioridade ao centro de oncologia de origem ou ao mastologista (ver Linfoma de Hodgkin — Revisão).

Autoexame: a SBP (MO nº 10/2019) manda orientá-lo na consulta, e o site adota a SBP: ensinar a adolescente a conhecer as próprias mamas e fazer o autoexame, sem alarme, e contar ao pediatra o que notar de diferente. MS (2016) e INCA não o recomendam como método de detecção (divergência).

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Abscesso com febre alta, toxemia, hipotensão ou sinais de sepse.
  • Celulite da mama que avança rápido, bolhas, necrose ou crepitação.
  • Mastite que piora ou não melhora após 48 h de antibiótico oral, com flutuação e febre.
  • Infecção mamária em imunossuprimida, neutropênica ou em quimioterapia (ver Neutropenia febril na criança com câncer).
  • Hiperprolactinemia ou galactorreia com perda de visão, alteração de campo visual ou cefaleia súbita e intensa.

Como encaminhar

  1. Avaliar estado geral, frequência cardíaca, PA, perfusão e temperatura (febre ≥ 37,5 °C axilar).
  2. Marcar com caneta a borda do eritema, com a hora.
  3. Na sepse: acesso venoso se possível, oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98% e SAMU (192), sem atrasar a remoção por exames.
  4. Analgesia (dipirona ou paracetamol, padrão do site); não puncionar abscesso extenso no consultório.
  5. Contato prévio com o serviço; relatório com evolução, antibióticos usados (dose e dias), alergias e medicamentos.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "É normal uma mama crescer antes ou mais do que a outra; a diferença costuma diminuir."
  • "O nódulo mais comum nesta idade é o fibroadenoma, benigno; vamos acompanhar com exame e ultrassonografia."
  • "Se aparecer leite na mama, não pare o remédio psiquiátrico por conta própria; vamos falar com o médico que o receitou."
  • Retornar logo se: o nódulo crescer rápido, a pele ficar repuxada ou com veias, sair sangue do mamilo, a menstruação parar.
  • Pronto-socorro se: mama vermelha, quente e inchada com febre alta, calafrios ou prostração; vermelhidão que se espalha rápido; piora após 2 dias de antibiótico; dor de cabeça forte e súbita ou piora da visão.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Nódulo e fibroadenoma Sem documento específico localizado Ultrassonografia abaixo de 30 anos (Saúde das Mulheres, 2016) Sem posição específica localizada Abaixo de 30 anos — encaminhamento não urgente (NG12, 2015) Ultrassonografia, conduta conservadora (Anales de Pediatría, 2007) Sem posição específica localizada Fibroadenoma pode desaparecer sem tratamento (Adolescent Breast Center) Segue o NICE
Galactorreia Sem documento específico localizado Prolactina, TSH, medicamentos; RM se > 100 ng/mL (2016) Sem posição específica localizada Sem posição específica Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Mastite não lactacional Sem documento; na pele, cefalexina 7 dias (DC nº 12, 08/02/2022 — Picadas de inseto) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Amoxicilina-clavulanato 14 dias (CKS, via NHS 2023) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Autoexame Orientar o autoexame na consulta (MO nº 10, 2019) Não orientar para detectar lesão (2016; INCA) Sem posição específica localizada Sem posição específica Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Irradiação torácica Sem documento específico localizado Seguimento individualizado do alto risco (INCA 2025) Sem posição específica localizada Sem posição específica Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE

Leitura: as referências convergem em que a doença mamária da adolescente é quase sempre benigna, a ultrassonografia é o exame de escolha, a mamografia não tem lugar nesta idade e o fibroadenoma típico pode ser acompanhado. A SBP não tem documento oficial sobre patologia mamária da adolescente; nódulo, mastalgia e descarga seguem o Ministério da Saúde (Saúde das Mulheres, 2016). Divergências: (1) mastite não lactacional — o NICE indica amoxicilina-clavulanato por 14 dias; a SBP não trata da mastite, e o site usa o seu padrão para infecções de pele, cefalexina por 7 dias, prolongando se não houver melhora (SBP, DC nº 12, de 08/02/2022 — Picadas de inseto), porque na adolescente predomina o S. aureus; (2) autoexame — a SBP (MO nº 10/2019) manda orientá-lo na consulta; MS e INCA não o recomendam como método de detecção; o site adota a SBP.

Pontos práticos
  1. Assimetria mamária é a regra na puberdade e o câncer de mama é raríssimo na adolescente.
  2. Nódulo: ultrassonografia, nunca mamografia; fibroadenoma típico menor que 5 cm e estável fica com o pediatra.
  3. Nódulo de 5 cm ou mais, de crescimento rápido, BI-RADS 4–5 ou em menina irradiada: encaminhar com prioridade.
  4. Galactorreia: beta-hCG, prolactina, TSH e revisão de medicamentos; não suspender o antipsicótico sem o psiquiatra.
  5. Mastite: cefalexina por 7 dias e reavaliação em 48 h; abscesso é drenado; toxemia vai ao pronto-socorro.
  6. Nunca puncionar ou biopsiar o broto mamário.

Veja também, nesta Biblioteca: Mamas aumentadas na criança — recém-nascido, telarca precoce e ginecomastia e Puberdade precoce e puberdade atrasada (Doenças da criança); Síndrome dos ovários policísticos na adolescente (Endocrinologia); Psicofármacos na criança e no adolescente — o que o pediatra precisa saber (Saúde mental); Linfoma de Hodgkin — Revisão, Seguimento do sobrevivente do câncer infantil — o papel do pediatra e Neutropenia febril na criança com câncer (Oncologia); Impetigo, celulite e abscessos (Patologias do consultório).

8.Fontes

  • SBP, Departamento Científico de Adolescência. Consulta do adolescente — abordagem clínica, orientações éticas e legais (Manual de Orientação nº 10), 2019. PDF
  • SBP, Departamento Científico de Dermatologia. Picadas de inseto — prurigo estrófulo ou urticária papular (Documento Científico nº 12), 08/02/2022. PDF
  • Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês. Protocolos da Atenção Básica — Saúde das Mulheres, 2016. PDF
  • INCA/MS. Detecção precoce do câncer de mama (Diretrizes de 2015, atualização de 2025). gov.br/inca
  • NICE. Suspected cancer — recognition and referral (NG12), câncer de mama, 2015. nice.org.uk
  • NHS Nottinghamshire Area Prescribing Committee. Mastitis and breast abscess (baseado no NICE CKS), 2023. PDF
  • Salinas-Martín MV et al. Patología de la mama en niños y adolescentes. Anales de Pediatría, 2007. analesdepediatria.org
  • Boston Children's Hospital / Harvard Medical School. Adolescent Breast Center. childrenshospital.org
  • Lee M, Soltanian HT. Breast fibroadenomas in adolescents — current perspectives. Adolesc Health Med Ther, 2015. dovepress.com
  • Sosnowska-Sienkiewicz P et al. Benign and malignant breast lesions in children and adolescents. Front Pediatr, 2024. PMC
  • SBP, Departamento de Infectologia. Recomendação para antibioticoterapia de crianças e adolescentes com infecção por Staphylococcus aureus (Nascimento-Carvalho CM, Berezin EN), 2003 — clindamicina 25–40 mg/kg/dia. PDF