Hematologia pediátrica · Leucócitos, hemograma e transfusão

Transfusão de hemocomponentes na criança (fora do período neonatal)

Quando e quanto transfundir de hemácias, plaquetas, plasma e crioprecipitado, componentes especiais, reações transfusionais, consentimento e recusa religiosa, segundo o Guia do Ministério da Saúde e a Portaria de Consolidação nº 5/2017

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

A SBP não tem documento sobre transfusão fora do período neonatal; o site segue o Ministério da Saúde (Guia para o Uso de Hemocomponentes, 2015, e Portaria de Consolidação nº 5/2017, com a redação de 2026). A indicação é clínica: anemia crônica bem tolerada, como a ferropriva, trata-se com a causa. Na criança estável, a estratégia é restritiva: hemácias com Hb < 7 g/dL; com sintomas de anemia, considerar com Hb < 8 g/dL (MS); limiares maiores só em situações especiais. Doses: hemácias 10–15 mL/kg, plaquetas 5–10 mL/kg ou 1 unidade/10 kg, plasma 10–20 mL/kg, crioprecipitado 1–2 unidades/10 kg, cada bolsa em até 4 horas. Na suspeita de reação, parar a transfusão, manter a veia com soro fisiológico e avisar a hemoterapia; a notificação é obrigatória (compulsória). O consultório não transfunde: anemia descompensada, sangramento ativo ou reação grave vão ao pronto-socorro (🔴); anemia importante em criança estável é encaminhada com urgência ao hematologista ou hemocentro. Na criança com risco de morte, a recusa religiosa não prevalece (CFM 2.232/2019).

1.O que é e como se apresenta

Hemocomponentes são separados do sangue total no serviço de hemoterapia: concentrado de hemácias (CH), concentrado de plaquetas (CP), plasma fresco congelado (PFC) e crioprecipitado. O Guia do MS separa os menores de 4 meses (ver Transfusão de hemocomponentes no RN) das crianças acima de 4 meses, em quem a transfusão se baseia em sinais e sintomas, não só em exames. Hemolíticas congênitas têm programa próprio (ver Doença falciforme e Talassemias).

Princípios (MS 2015): toda transfusão tem risco (reação, infecção, aloimunização, sobrecarga de ferro); anemia crônica é muito mais bem tolerada que a aguda; antes, considerar ferro, folato, vitamina B12 ou eritropoetina; não transfundir por "bem-estar", profilaticamente ou como expansor de volume.

Sinais: taquicardia, taquipneia, cansaço, insuficiência cardíaca, sonolência. Na perda aguda, a Hb inicial pode ser normal: orienta a hipoperfusão (hipotensão, enchimento capilar > 2 s, oligúria, alteração da consciência).

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Anemia de instalação lenta, criança estável e sem sintomas, causa tratável (ferropriva); plaquetopenia sem sangramento em criança bem (PTI típica) Tratar a causa em casa (ferro SBP 2026), sem transfusão; controle do hemograma
🟡 Moderada Hb < 7 g/dL estável; anemia com sintomas leves ou sem resposta ao tratamento; duas ou mais séries alteradas; plaquetas < 20.000/mm³ só com petéquias; hemólise em criança estável; febre isolada ou urticária após transfusão Encaminhar com urgência ao hematologista pediátrico ou hemocentro; colher exames antes de transfundir
🔴 Grave Sangramento agudo com hipoperfusão; anemia com insuficiência cardíaca, hipóxia ou alteração da consciência; Hb < 5 g/dL; sangramento ativo com plaquetopenia ou coagulopatia; falciforme com sequestro, AVC ou síndrome torácica; suspeita de reação transfusional grave Pronto-socorro (SAMU 192); ver "Como encaminhar"

Fatores de risco que elevam a gravidade

  • Instalação rápida (perda aguda, hemólise, sequestro, crise aplástica por parvovírus).
  • Cardiopatia, doença pulmonar grave, sepse; falciforme, talassemia, câncer, aplasia, imunodeficiência.
  • Plaquetopenia com febre ou coagulopatia; reação transfusional prévia.

3.Diagnóstico no consultório

A decisão é clínica: tolerância (frequência cardíaca e respiratória, perfusão, PA, hepatomegalia, consciência), velocidade de instalação e causa provável.

Colher antes de encaminhar ou transfundir (a transfusão mascara o diagnóstico): hemograma com reticulócitos e esfregaço; ferritina e PCR; eletroforese de hemoglobina se houver suspeita; bilirrubinas, DHL e Coombs direto na hemólise; coagulograma e fibrinogênio se houver sangramento.

Diagnóstico diferencial que não pode passar

  • Ferropriva grave e estável: trata-se com ferro (ver Anemia ferropriva).
  • Leucemia (pancitopenia, blastos): na hiperleucocitose, não transfundir hemácias sem o hematologista (ver Emergências oncológicas).
  • Anemia hemolítica autoimune: a prova cruzada fica incompatível; na emergência, a SBP orienta a bolsa de menor incompatibilidade, em alíquotas, com o hemoterapeuta.
  • PTI: plaquetas transfundidas são destruídas; só no sangramento grave (ver PTI).
  • Perda oculta, sequestro esplênico, SHU.

4.Tratamento e seguimento

Do pediatra: reconhecer quem precisa (e quem não precisa), colher exames, encaminhar, orientar e acompanhar depois. Do serviço: testes pré-transfusionais, escolha do componente e o ato transfusional, sob supervisão médica (PRC nº 5/2017).

Hemácias — limiares acima de 4 meses

  • Estável, sem sintomas: Hb < 7 g/dL (MS 2015, critério geral; TAXI 2018; NICE NG24); com Hb ≥ 7 g/dL e estabilidade hemodinâmica, inclusive na sepse estabilizada, não transfundir (TAXI 2018).
  • Com sintomas de anemia: considerar com Hb < 8 g/dL (MS 2015).
  • Perda aguda ≥ 15% da volemia ou hipoperfusão: transfundir pela clínica (MS 2015); no choque hemorrágico, hemácias, plasma e plaquetas 1:1:1 a 2:1:1 (TAXI 2018; ver Trauma pediátrico).
  • Limiar mais alto: doença pulmonar grave ou ECMO (MS: Hb < 13 g/dL), cardiopatia cianótica, lesão cerebral aguda (TAXI: considerar entre 7 e 10 g/dL), transfusão crônica (falciforme, talassemia), com metas do especialista.

Doses e administração

Hemocomponente Dose Velocidade e tempo Indicação principal Observação e referência
Concentrado de hemácias 10–15 mL/kg (sobe a Hb 2–3 g/dL) Em geral 2 h; máx. 4 h; até 20–30 mL/kg/h Hb < 7 estável; < 8 com sintomas; perda aguda Hb de controle 1–2 h após (MS 2015)
Concentrado de plaquetas < 15 kg: 5–10 mL/kg; maiores: 1 unidade/10 kg Até 4 h; não aquecer Profilática < 10.000/mm³ na falência medular; ≥ 50.000 com sangramento ou grande cirurgia; ≥ 100.000 no SNC Sobe 50.000–100.000/mm³ (MS 2015); não profilática na PTI (NICE NG24)
Plasma fresco congelado 10–20 mL/kg Até 4 h Sangramento ou procedimento com TP e/ou TTPA ≥ 1,5 vez o controle; deficiência de fator sem concentrado Não para corrigir exame sem sangramento nem como expansor (MS 2015)
Crioprecipitado 1–2 unidades/10 kg (fibrinogênio sobe 60–100 mg/dL); < 2 anos, 1 unidade Até 6 h após descongelar (PRC) Hipo ou disfibrinogenemia com sangramento ou procedimento NICE: fibrinogênio < 1,5 g/L com sangramento; 5–10 mL/kg

Na administração (PRC nº 5/2017, redação da Portaria GM/MS nº 11.685/2026, em vigor desde 01/10/2026; MS 2015): identificar a criança pelo nome completo e data de nascimento; sinais vitais até 60 minutos antes e ao final; profissional ao lado nos primeiros 10 minutos; infusão lenta no início; equipo com filtro; nada na bolsa além de soro fisiológico 0,9%.

Componentes especiais (MS 2015)

  • Desleucocitado ("filtrado") — no serviço de hemoterapia; filtro à beira do leito não é eficaz (PRC). Para hemoglobinopatias e hemolíticas hereditárias, duas ou mais reações febris, imunodeficiência congênita, candidatos a transplante de medula, aplasia, LMA, plaquetopenias com transfusão frequente e prevenção do CMV.
  • Irradiado: imunodeficiência congênita grave, pós-transplante de medula ou de células-tronco, fludarabina e outros análogos da purina, transplante de órgão sólido imunossuprimido, linfoma, LMA e aplasia em tratamento, plaquetas HLA compatíveis e doador aparentado.
  • Lavado: alergia grave recorrente; deficiência de IgA com anafilaxia. Fenotipado: transfusão crônica (Rh, Kell).

Reações transfusionais imediatas (até 24 h)

Reação Como aparece Conduta específica
Febril não hemolítica Aumento ≥ 1 °C, calafrios > 1 °C atingindo > 38 °C: interromper sem reinfundir (PRC); antitérmico; excluir hemólise e contaminação
Alérgica leve Urticária, prurido Anti-histamínico; só a urticária permite reiniciar a bolsa (PRC)
Anafilaxia Broncoespasmo, hipotensão, choque Adrenalina IM; investigar deficiência de IgA
🔴 Hemolítica aguda Febre, dor lombar ou no local, hipotensão, urina escura, CIVD — em geral erro ABO Parar, hidratar, UTI; bolsa e amostras à hemoterapia
TRALI Insuficiência respiratória até 6 h, infiltrado bilateral Suporte respiratório; avisar o serviço produtor
TACO (sobrecarga) Dispneia, hipertensão, edema pulmonar Parar, sentar, oxigênio, diurético; prevenir com volume menor e infusão lenta
Contaminação bacteriana Febre alta, tremores, choque (mais com plaquetas) Cultura do paciente e da bolsa; antibiótico amplo; UTI

Em toda suspeita (MS 2015; PRC): interromper; manter o acesso com soro fisiológico 0,9%; sinais vitais; conferir identificação da criança e da bolsa; não descartar bolsa e equipo; avisar o médico e a hemoterapia; registrar. A reação tem notificação obrigatória (compulsória) ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, pelo Notivisa (RDC Anvisa nº 34/2014; PRC). Reações tardias também são notificadas: hemólise tardia (icterícia, urina escura, queda da Hb dias depois; hiper-hemólise na falciforme), aloimunização, sobrecarga de ferro, infecção.

Medicamentos nas reações e alternativas

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Adrenalina 1 mg/mL IM 0,01 mg/kg; máx. 0,3 mg (criança) e 0,5 mg (adolescente) Repetir em 5–15 min Até resolver Anafilaxia; padrão do site
Paracetamol 10–15 mg/kg/dose 4–6 h (máx. 5 doses/dia) Enquanto houver febre Máx. 75 mg/kg/dia e 4 g/dia; padrão do site
Dipirona 15 mg/kg/dose 6/6 h Enquanto houver febre Não < 3 meses ou < 5 kg; padrão do site
Anti-histamínico de 2ª geração Conforme idade e bula Conforme bula Curto Urticária; evitar os sedativos; padrão do site
Furosemida IV Conforme bula e protocolo do serviço — Dose única, repetir se preciso TACO; MS 2015 indica diurético
Ferro elementar oral 3–6 mg/kg/dia Única ou fracionada 3–6 meses Alternativa na ferropriva; SBP 2026
Ácido tranexâmico IV 15 mg/kg (máx. 1 g) em 10 min Ataque Até 3 h do trauma Documento Trauma do site; NICE NG39

Não usar: ibuprofeno ou AAS na plaquetopenia ou sangramento; pré-medicação de rotina (só em reações recorrentes; na febril recorrente, componente desleucocitado — MS 2015); ferro IV ou eritropoetina sem o especialista.

Consentimento (PRC, art. 194, redação de 2026): o responsável legal assina termo de consentimento após orientação sobre riscos, benefícios, alternativas e consequências; pode recusar e retirar o consentimento. Na emergência, o serviço pode liberar sangue antes do fim dos testes, com termo de responsabilidade do médico.

Testemunhas de Jeová

  • Na criança, o médico não aceita a recusa quando há risco relevante (CFM 2.232/2019, art. 3º); na discordância insuperável, comunica o Ministério Público ou o Conselho Tutelar (art. 4º); em iminente perigo de morte, adota todas as medidas para preservar a vida (art. 11). Registrar no prontuário.
  • O STF (2024, Temas 952 e 1069) garantiu a recusa ao adulto capaz; as teses não alcançam o menor. Ouvir o adolescente.
  • Desde 18/09/2026, aceitar hemácias, leucócitos, plasma ou plaquetas passou a ser decisão de consciência individual para as Testemunhas de Jeová; o sangue total segue recusado. Perguntar componente por componente.
  • Alternativas, planejadas cedo: corrigir ferro, folato e B12; eritropoetina pelo especialista; menos coletas; ácido tranexâmico; recuperação intraoperatória; hemoterapeuta e comissão de ética.

Depois da transfusão: reavaliar Hb e causa; sinais de reação tardia; ferritina no politransfundido; vacinas vivas aguardam 5 meses após hemácias e 7 meses após plasma ou plaquetas (Manual dos CRIE 2023; Guia Vacinal do site).

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Sangramento agudo com taquicardia, hipotensão, enchimento lento, oligúria ou alteração da consciência.
  • Anemia com dispneia, insuficiência cardíaca, hipoxemia ou sonolência; Hb < 5 g/dL.
  • Sangramento ativo com plaquetas < 20.000/mm³, sangramento do SNC ou coagulopatia.
  • Pancitopenia ou blastos; falciforme com palidez súbita, baço grande, febre, dor torácica ou déficit neurológico.
  • Após transfusão: febre alta com calafrios, falta de ar, urina escura, icterícia, chiado, inchaço de face.

Como encaminhar

  1. Via aérea, respiração e circulação; oxigênio para manter SpO2 ≥ 94%.
  2. Acesso venoso; no choque, cristaloide 10–20 mL/kg reavaliando, sem atrasar hemoderivados (ver Sepse e choque séptico e Trauma pediátrico).
  3. Colher os exames diagnósticos, se não atrasar.
  4. Comprimir sangramento; sem ibuprofeno ou AAS.
  5. Anafilaxia: adrenalina IM já; levar a etiqueta da bolsa.
  6. SAMU (192) se instável; contato prévio; relatório com Hb, plaquetas, transfusões, reações e a posição da família sobre hemocomponentes.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "Transfusão não é vitamina: só é feita quando o benefício supera o risco. Anemia por falta de ferro se trata com ferro."
  • "Avise a equipe na hora se a criança tiver frio, tremor, coceira, falta de ar ou dor durante a transfusão."
  • "Nos dias seguintes, procure o pronto-socorro se houver febre alta, falta de ar, inchaço, urina cor de coca-cola, olhos amarelos ou palidez e cansaço."

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Limiar de hemácias Sem documento fora do período neonatal > 4 meses: < 8 com sintomas; < 7 (critério geral); < 13 pulmonar grave/ECMO Sem diretriz; TAXI 2018 (consenso de UTI): não transfundir se ≥ 7 estável NG24 (≥ 1 ano): 70 g/L, alvo 70–90 7 g/dL no estável (Continuum 2014) Sem posição pediátrica localizada (pathway neonatal) Sem posição específica localizada Segue o NICE
Plaquetas Só neonatal e AHAI < 10.000; ≥ 50.000 sangramento; ≥ 100.000 SNC TAXI-CAB 2022 (consenso de UTI) < 10 profilática; < 30 com sangramento; não na PTI < 10.000; < 50.000 procedimento — — Segue o NICE
Plasma e crio — Plasma só com sangramento ou procedimento; crio 1–2 U/10 kg — Plasma idem; crio se fibrinogênio < 1,5 g/L — — — Segue o NICE
Reações e notificação — Parar; notificação obrigatória no Notivisa — Informar e documentar — — — Segue o NICE
Recusa religiosa Sem posição localizada Direito de recusa (PRC); na criança, CFM 2.232/2019 Respeitar; tribunais garantem tratamento vital (2013) Considerou crenças religiosas — — — Segue o NICE

Leitura: há convergência na estratégia restritiva em torno de 7 g/dL na criança estável (TRIPICU 2007: 7 × 9,5 g/dL, sem mais disfunção orgânica; TAXI 2018), na decisão clínica na perda aguda e na recusa do plasma para "corrigir exame". As diferenças são de detalhe: o MS usa 8 g/dL com sintomas acima de 4 meses e 13 g/dL na doença pulmonar grave; o NICE propõe 70 g/L com alvo de 70–90 g/L e dose única reavaliada, acrescenta 30 × 10⁹/L no sangramento e contraindica plaquetas profiláticas na PTI. A SBP só tem documentos do recém-nascido e da anemia hemolítica autoimune; por isso o site adota o Ministério da Saúde (Guia 2015 e PRC nº 5/2017), com o limiar de 7 g/dL no estável, que o Guia também endossa. Na recusa religiosa, segue a Resolução CFM 2.232/2019.

Pontos práticos
  1. Transfusão é decisão clínica: anemia crônica estável, como a ferropriva, trata-se com a causa.
  2. Estável: hemácias com Hb < 7 g/dL; com sintomas, < 8 g/dL (MS); 10–15 mL/kg em até 4 horas.
  3. Colha reticulócitos, Coombs, eletroforese e ferritina antes da primeira transfusão.
  4. Na reação: parar, manter a veia, guardar a bolsa, avisar a hemoterapia e notificar (obrigatória).
  5. Sem plaquetas profiláticas na PTI; plasma não corrige exame sem sangramento.
  6. Com risco de morte, a recusa religiosa não prevalece na criança; pergunte componente por componente e planeje alternativas.

Veja também, nesta Biblioteca: Transfusão de hemocomponentes no recém-nascido (Temas em Neonatologia); Doença falciforme, Talassemias e PTI (nesta área); Anemia ferropriva (Patologias do consultório); Emergências oncológicas (Oncologia); Sepse e choque séptico e Trauma pediátrico (Urgências e emergências).

8.Fontes

  • Ministério da Saúde. Guia para o uso de hemocomponentes, 2ª ed., 2015. PDF
  • Ministério da Saúde. Portaria de Consolidação nº 5/2017 (redação da Portaria GM/MS nº 11.685/2026). bvsms
  • SES-DF. Hemovigilância — notificação de reações transfusionais. PDF
  • CFM. Resolução nº 2.232/2019. PDF
  • STF, Temas 952 e 1069, 2024. noticias.stf.jus.br
  • Testemunhas de Jeová. Comunicado sobre hemocomponentes, 18/09/2026. jw.org
  • SBP, Departamento de Hematologia e Hemoterapia. Anemia hemolítica autoimune. PDF
  • NICE. Blood transfusion (NG24), 2015, atualizada em 2026 — hemácias, plaquetas, plasma, crioprecipitado
  • Valentine SL et al. TAXI. Pediatr Crit Care Med, 2018. Europe PMC
  • Nellis ME et al. TAXI-CAB. Pediatr Crit Care Med, 2022. Europe PMC
  • Lacroix J et al. TRIPICU. N Engl J Med, 2007. Europe PMC
  • AEP Continuum. Transfusión en niños críticamente enfermos, 2014. continuum.aeped.es
  • AAP, Committee on Bioethics. Conflicts between religious or spiritual beliefs and pediatric care, 2013. PDF