Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
O tromboembolismo venoso (TEV) é raro na criança e quase sempre provocado: mais de 80% dos casos têm fator de risco adquirido, e o mais frequente é o cateter venoso central (AEP 2026). Os picos são o recém-nascido e o adolescente. Membro inchado e doloroso de um lado, dispneia súbita, dor torácica, síncope ou cefaleia progressiva com vômitos são 🔴: pronto-socorro para Doppler ou angiotomografia; não há tratamento domiciliar antes do diagnóstico. A anticoagulação é do hospital e do hematologista pediátrico: enoxaparina (1 mg/kg/dose de 12/12 h a partir de 2 meses) ou, após 5 dias de heparina, rivaroxabana, que no Brasil consta em bula para quem tem 30 kg ou mais. Não se pede trombofilia de rotina — nem na fase aguda, nem antes de anticoncepcional. Na adolescente com trombose, trombofilia ou lúpus, estrogênio é contraindicado (SBP).
1.O que é e como se apresenta
Tromboembolismo venoso reúne a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (TEP). Para a SBP (2022), decorre em geral de doença grave — câncer, cardiopatia congênita, prematuridade.
Fatores de risco (quase sempre há mais de um):
- Cateter venoso central (PICC, tunelizado, implantável, de hemodiálise, umbilical) — presente em 90% das tromboses do RN e em mais de 60% depois (SEMI/SETH/SEHOP 2026).
- Câncer, sobretudo LLA na fase de asparaginase (ASH/ISTH 2026).
- Imobilização, cirurgia, trauma, internação prolongada, terapia intensiva, desidratação.
- Síndrome nefrótica; lúpus e anticorpos antifosfolípides; doença inflamatória intestinal; infecção grave (osteomielite por S. aureus resistente, mastoidite, Lemierre).
- Obesidade; anticoncepcional com estrogênio; tabagismo; nutrição parenteral prolongada; cardiopatia (Fontan); malformação venosa extensa.
- COVID-19 e MIS-C (veja Miocardite e MIS-C).
- Trombofilia hereditária (deficiência de antitrombina, proteína C ou S; fator V Leiden; mutação da protrombina): em geral um fator a mais, raramente a causa única.
Risco maior abaixo de 1 mês e acima de 11 anos (AEP 2026); no Johns Hopkins (mais de 90 mil internações), metade das crianças com trombose tinha cateter central.
Como se apresenta:
- TVP de membro: edema unilateral, dor, calor, cianose, veias superficiais visíveis.
- Veia central ou membro superior (cateter): edema do braço, pescoço ou face, circulação colateral no tórax, cateter que não reflui ou não infunde.
- TEP: dispneia ou taquipneia súbita, dor pleurítica, taquicardia, hipoxemia, síncope, hemoptise — sutil, confundida com pneumonia.
- Seio venoso cerebral: cefaleia progressiva, vômitos, papiledema, VI nervo, crises — conduta em AVC na infância.
- RN: veia renal (hematúria, massa no flanco, plaquetopenia). Muitas tromboses de cateter são assintomáticas.
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Tromboflebite superficial de membro superior ligada a cânula periférica, sem veia profunda; paciente já anticoagulado e estável, sem sangramento; história familiar de trombose em criança assintomática | Retirar a cânula e analgésico, sem anticoagulação (ASH/ISTH 2024); seguimento pelo pediatra, junto com o hematologista no anticoagulado |
| 🟡 Moderada | Trombofilia grave conhecida na família (antitrombina, proteína C ou S), sobretudo antes de cirurgia, imobilização ou anticoncepcional; antifosfolípide positivo sem trombose; tromboflebite de membro inferior ou não ligada a cânula; anticoagulado com sangramento menor (gengiva, epistaxe que cede, hematomas pequenos) | Encaminhar com prioridade ao hematologista pediátrico; sangramento menor: contato com a equipe no mesmo dia, sem suspender por conta própria |
| 🔴 Grave | Suspeita de TVP (membro inchado e doloroso de um lado; edema de braço, pescoço ou face com cateter); suspeita de TEP (dispneia súbita, dor torácica, SpO2 < 92%, taquicardia, síncope, hipotensão); suspeita de trombose de seio venoso; anticoagulado com sangramento importante, trauma craniano, cefaleia intensa ou vômitos persistentes | Pronto-socorro; instabilidade, alteração neurológica ou sangramento importante: SAMU (192) |
Fatores que elevam a gravidade: TEP; trombose extensa ou recorrente; câncer; antifosfolípide; deficiência de antitrombina; plaquetopenia ou insuficiência renal no anticoagulado; RN.
3.Diagnóstico no consultório
Clínico: anamnese (cateter, cirurgia, imobilização, estrogênio, trombose na família) e exame (circunferência dos membros, SpO2, fundo de olho na cefaleia).
Confirmação por imagem, no serviço de referência: Doppler com compressão para membros e pescoço; angiotomografia de tórax na TEP; ressonância com venografia no seio venoso. O D-dímero não substitui a imagem nem deve adiar o encaminhamento; no RN é fisiologicamente elevado (AEP 2026). Antes de anticoagular: hemograma com plaquetas, TP/RNI, TTPa, fibrinogênio, função renal e hepática.
Trombofilia — quando NÃO pedir:
- Na fase aguda e durante o anticoagulante: resultados alterados pelo anticoagulante e pelo trombo agudo (NICE 2020).
- Na trombose provocada — cateter, cirurgia, trauma, imobilização (NICE 2020; ASH 2023).
- Antes de anticoncepcional em adolescente sem história pessoal ou familiar (ASH 2023, recomendação forte).
- Em familiares de primeiro grau, de rotina (NICE 2020).
Quando pedir (com o hematologista): trombose não provocada, quando se planeja suspender o anticoagulante — antifosfolípides e, se houver parente de primeiro grau com TVP ou TEP, trombofilia hereditária (NICE 2020); seio venoso ou veia porta, quando a duração depende do resultado (ASH 2023); púrpura fulminante neonatal (deficiência grave de proteína C ou S); adolescente com parente de primeiro grau com deficiência de antitrombina, proteína C ou S, antes de cirurgia, imobilização ou anticoncepcional — pesquisar o defeito da família, não um painel (ASH 2023). Antifosfolípides (anticoagulante lúpico, anticardiolipina, anti-β2-glicoproteína I) também no lúpus; confirmar após 12 semanas.
Diferencial que não pode passar: celulite, hematoma muscular (hemofilia), cisto de Baker roto, artrite séptica e osteomielite (podem coexistir com TVP), pneumonia em vez de TEP.
4.Tratamento e seguimento
Do hematologista e do hospital: anticoagulante, anti-Xa, trombólise, cateter. Do pediatra: suspeitar, encaminhar, conferir adesão, dose pelo peso, sangramento, interações, contracepção e vacinas.
Princípios (ASH/ISTH 2024; SBP e Ministério da Saúde sem posição localizada — veja a Comparação):
- TVP ou TEP sintomática: anticoagular; trombose achada por acaso: anticoagular ou não, caso a caso.
- Duração: provocada, com fator resolvido, 6 semanas em vez de 3 meses — exceto TEP, recorrência, trombo oclusivo persistente, câncer, antifosfolípide ou trombofilia importante e fator mantido; não provocada, 6 a 12 meses.
- Seio venoso: anticoagular mesmo com hemorragia, sem trombólise (AVC na infância: 3–6 meses).
- Trombólise: só na TEP com instabilidade hemodinâmica e em casos com risco de vida; não na TVP proximal nem na TEP com disfunção de ventrículo direito estável.
- Cateter: o que funciona e é necessário fica; o dispensável sai logo ou após alguns dias de anticoagulante (ASH/ISTH 2024).
- Rivaroxabana e dabigatrana são preferidas ao tratamento padrão, após ≥ 5 dias de heparina (ASH/ISTH 2024; AEP 2026).
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Enoxaparina — tratamento | < 2 meses: 1,5 mg/kg/dose; ≥ 2 meses: 1 mg/kg/dose SC | 12/12 h (não 1 vez ao dia na criança) | Conforme a trombose | Anti-Xa 0,5–1,0 UI/mL 4–6 h após (AEP Pediamécum 2020; SEMI/SETH/SEHOP 2026) |
| Enoxaparina — profilaxia | < 2 meses: 0,75 mg/kg/dose; ≥ 2 meses: 0,5 mg/kg/dose SC | 12/12 h | Enquanto durar o risco | AEP Pediamécum 2020; indicação e controle pelo especialista |
| Rivaroxabana (comprimido) | 30 a < 50 kg: 15 mg; ≥ 50 kg: 20 mg | 1 vez ao dia, com alimento | ≥ 3 meses, até 12 | Bula brasileira (bula padrão Anvisa 2022): < 18 anos com ≥ 30 kg, após ≥ 5 dias de heparina; não usar com filtração < 50 mL/min/1,73 m²; suspensão para < 30 kg não consta nas bulas brasileiras consultadas |
| Dabigatrana | — | — | — | Aprovada para crianças na Europa e nos EUA; a bula brasileira (2023) não a recomenda abaixo de 18 anos; cápsula não pode ser aberta (bula) |
| Heparina não fracionada | Ataque 50–100 UI/kg IV (evitar se sangrando); < 1 ano 28 UI/kg/h, > 1 ano 20 UI/kg/h | Infusão contínua | Fase inicial | Anti-Xa 0,35–0,7 ou TTPa 60–85 s (SEMI/SETH/SEHOP 2026); preferida com alto risco de sangramento ou procedimento próximo (ASH/ISTH 2024) |
| Varfarina | Conforme o especialista | 1 vez ao dia | Conforme o caso | RNI 2,0–3,0 (ASH/ISTH 2026); muitas interações |
| Paracetamol (dor) | 10–15 mg/kg/dose (máx. 75 mg/kg/dia; 500 mg/dose < 12 anos) | 4–6 h | Até 48–72 h sem reavaliação | Padrão do site; alternativa: dipirona 15 mg/kg/dose 6/6 h |
Não usar no anticoagulado: anti-inflamatórios e AAS (salvo o especialista); medicamentos IM — vacinas IM mantidas, com agulha fina e compressão prolongada; medicamento novo na varfarina sem avisar quem controla o RNI.
Contracepção na adolescente com trombose, trombofilia ou lúpus: estrogênio contraindicado (pílula, adesivo, anel, injetável mensal). A SBP (GPA nº 122/2023) põe a doença tromboembólica e o lúpus entre as contraindicações absolutas do estrogênio e considera os LARC (DIU e implante) apropriados com mutação trombogênica; o Ministério da Saúde (Caderno de Atenção Básica nº 26, 2013) classifica o progestágeno isolado como categoria 2 com doença tromboembólica prévia. Varfarina é teratogênica. Antes de cirurgia eletiva, suspender o estrogênio 4 semanas antes (NICE NG89).
Profilaxia no adolescente internado (ASH/ISTH 2026; prescrição hospitalar):
- Não de rotina na criança internada, no paciente crítico, no trauma, na cirurgia não cardíaca e no cateter de curta permanência.
- Considerar, com baixo risco de sangramento: adolescente com imobilização, estrogênio, infecção, obesidade ou doença inflamatória; adolescente com câncer e cateter; trauma grave em > 12 anos; LLA na asparaginase, por avaliação individual (≥ 10 anos, obesidade, LLA-T, alto risco, trombose prévia).
- Fazer: nutrição parenteral > 60 dias; síndrome antifosfolípide com trombose prévia. Antifosfolípide sem trombose: não.
- Síndrome nefrótica: o PCDT não recomenda; SBP e AEP sugerem no alto risco (albumina < 2 g/dL, fibrinogênio > 6 g/L, antitrombina < 70%, D-dímero > 1.000 ng/mL), pelo especialista.
- Para todos: deambulação precoce e hidratação.
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
Critérios: os da linha 🔴 — suspeita de TVP, TEP ou trombose de seio venoso; trombose de cateter; anticoagulado com sangramento importante, trauma craniano, cefaleia intensa ou vômitos que impedem a medicação.
Como encaminhar:
- Sinais vitais com SpO2; oxigênio para manter SpO2 ≥ 94%.
- TEP com hipotensão ou síncope, ou alteração neurológica: SAMU (192), acesso venoso sem atrasar a remoção; crise ≥ 5 minutos: protocolo de estado de mal.
- Membro elevado, sem massagem nem punção no lado acometido.
- Não iniciar anticoagulante no consultório: diagnóstico por imagem e anticoagulação no serviço.
- Sangramento no anticoagulado: compressão firme; levar a embalagem, o horário da última dose e o último anti-Xa ou RNI.
- Carta com doença de base, cateter, medicamentos e história familiar.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- Pronto-socorro já: perna ou braço que incha e dói de um lado; inchaço do rosto ou pescoço; falta de ar súbita, dor no peito, desmaio, tosse com sangue; dor de cabeça forte e progressiva, vômitos, visão dupla, convulsão, fraqueza de um lado.
- No anticoagulado: sangramento que não para em 10 minutos de compressão, urina vermelha, fezes pretas, menstruação muito volumosa, manchas roxas grandes; qualquer pancada na cabeça.
- Anticoagulante sempre no mesmo horário, sem pular nem dobrar dose; vômito até 30 minutos após a rivaroxabana: nova dose (bula).
- Dor ou febre: paracetamol ou dipirona, nunca ibuprofeno ou AAS.
- Esporte de contato: combinar com a equipe; avisar dentista e cirurgião. Sem estrogênio sem o hematologista.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fatores de risco | Doença grave — câncer, cardiopatia, prematuridade (2022) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Avaliar risco de todo internado ≥ 16 anos (NG89) | Fator adquirido em > 80%; cateter o mais frequente (2026) | Cateter em metade | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Trombofilia | Sem posição localizada (DC 2022 de acesso restrito) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Não testar na provocada nem anticoagulado (NG158, adultos) | Sem indicação de teste localizada | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Anticoagulante | Sem posição localizada | Bula: rivaroxabana ≥ 30 kg; dabigatrana não < 18 anos | Sem posição específica localizada | Sem diretriz pediátrica de tratamento | Enoxaparina 12/12 h; rivaroxabana e dabigatrana desde o nascimento | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Duração | Sem posição localizada | Bula: rivaroxabana ≥ 3 meses, até 12 | Sem posição específica localizada | — | Conforme fator, recorrência e resolução | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Profilaxia | Síndrome nefrótica de alto risco | PCDT da nefrótica não recomenda | Sem posição específica localizada | Avaliar risco; HBPM 1ª linha ≥ 16 anos | — | Não para todo paciente com um fator | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Contracepção | Estrogênio contraindicado; DIU hormonal e implante (2023) | Progestágeno isolado categoria 2 com TEV prévio | Sem posição específica localizada | Suspender estrogênio 4 semanas antes de cirurgia | — | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
Leitura: as referências convergem em que a trombose da criança é quase sempre provocada e ligada ao cateter e à doença de base, em que não se testa trombofilia na trombose provocada nem na fase aguda (NICE 2020; ASH 2023) e em que a adolescente com trombose ou trombofilia não usa estrogênio (SBP 2023; MS 2013). O documento da SBP sobre trombose (2022) é restrito a associados, e o MS não tem protocolo pediátrico de anticoagulação; por isso, em tratamento, duração e profilaxia, o site segue a ASH/ISTH (2024 e 2026) (diretrizes pediátricas GRADE, concordantes com a AEP 2026), e nas doses de enoxaparina, a AEP. Na duração, a bula da rivaroxabana pede ao menos 3 meses; a ASH/ISTH aceita 6 semanas na trombose provocada selecionada. As divergências são regulatórias (rivaroxabana e dabigatrana aprovadas desde o nascimento na Europa; no Brasil, rivaroxabana só a partir de 30 kg e dabigatrana não abaixo de 18 anos) e de profilaxia (o NICE avalia o risco de todo internado a partir de 16 anos; a ASH/ISTH 2026 não indica profilaxia de rotina na criança internada). Na síndrome nefrótica e na contracepção, o site adota a posição da SBP.
- Membro inchado e doloroso de um lado, sobretudo com cateter, é TVP até prova em contrário: pronto-socorro, sem anticoagular no consultório.
- Dispneia súbita, dor torácica ou síncope em adolescente com estrogênio, obesidade, imobilização ou cirurgia recente: pensar em TEP.
- Trombofilia: não na fase aguda, na provocada nem antes de anticoncepcional; com o hematologista, na não provocada e com defeito grave na família.
- Enoxaparina na criança é de 12/12 h, com anti-Xa; rivaroxabana no Brasil só a partir de 30 kg, após 5 dias de heparina.
- Trombose, trombofilia ou lúpus: sem estrogênio; DIU ou implante.
- Anticoagulado: sem anti-inflamatório e sem AAS; pancada na cabeça é pronto-socorro.
Veja também, nesta Biblioteca: AVC na infância (Neurologia); Síndrome nefrótica idiopática na criança (Nefrologia); Febre e infecção na criança imunocomprometida e com dispositivos (Infectologia); Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (Reumatologia); Miocardite, pericardite e MIS-C (Cardiologia); Leucemia Linfoblástica Aguda (Oncologia).
8.Fontes
- SBP, Departamento de Hematologia e Hemoterapia. Trombose em Pediatria, 2022 (íntegra restrita a associados). sbp.com.br
- SBP, Departamento de Medicina do Adolescente. Atualização sobre métodos efetivos de contracepção na adolescência (GPA nº 122), 2023. PDF
- Ministério da Saúde. Saúde sexual e saúde reprodutiva (Cadernos de Atenção Básica nº 26), 2013. PDF
- Bula de rivaroxabana comprimidos (bula padrão Anvisa 2022). PDF
- Bula do Pradaxa (dabigatrana), 2023. PDF
- ASH/ISTH. 2024 updated guidelines for treatment of venous thromboembolism in pediatric patients. Blood Adv, 2025. PMC
- ASH/ISTH. Betensky M et al. 2026 guidelines for anticoagulant prophylaxis in pediatric patients at risk of VTE. Blood Adv, 2026;10(12):4303–4333. PMC
- ASH 2023 guidelines: thrombophilia testing. Blood Adv, 2023. PDF
- NICE. Venous thromboembolic diseases (NG158), 2020, atualização 2023. nice.org.uk
- NICE. Venous thromboembolism in over 16s (NG89), 2018/2019. nice.org.uk
- AEP. Pediamécum — Enoxaparina, 2020. aeped.es
- SEMI, SETH e SEHOP. Berrueco R et al. Diagnóstico y tratamiento de la enfermedad tromboembólica venosa en la edad pediátrica. An Pediatr, 2026. analesdepediatria.org
- Climent FJ et al. Enfermedad tromboembólica en pediatría: situaciones clínicas especiales. An Pediatr, 2026. analesdepediatria.org
- Johns Hopkins Children's Center (Takemoto et al.), 2013, nota. eurekalert.org