Imunizações · Profilaxia pós-exposição e surtos

Vacinação do viajante e em situações de surto (sarampo, febre amarela, coqueluche, meningite)

Consulta pré-viagem, doses zero de tríplice viral e febre amarela, bloqueio vacinal e quimioprofilaxia de contatos de coqueluche e doença meningocócica, segundo SBP 2026/2027 e Ministério da Saúde

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

Antes de viajar, o primeiro passo é pôr o calendário em dia (SBP 2026/2027; PNI 2026) e só depois somar as vacinas do destino, idealmente 4–6 semanas antes (CAV-AEP). Febre amarela: rotina aos 9 meses e 4 anos, pelo menos 10 dias antes do deslocamento; entre 6 e 9 meses só em área com circulação do vírus (dose que não conta para a rotina). Sarampo: a dose zero da tríplice viral (6 a 11 meses e 29 dias) é indicada no bloqueio vacinal e para bebês que vão a locais com surto ativo (MS, NT nº 21/2026); também não conta, e a criança recebe as doses de 12 e 15 meses. Contato de coqueluche ou de doença meningocócica recebe quimioprofilaxia (azitromicina; rifampicina ou ceftriaxona), independentemente da vacinação. Contato assintomático fica no consultório ou na UBS, com a vigilância (🟢/🟡). Febre com petéquias ou púrpura, apneia ou cianose no lactente com tosse, febre com icterícia ou sangramento depois de viagem, e sarampo com dispneia ou alteração de consciência vão ao pronto-socorro (🔴). Sarampo, rubéola, febre amarela, coqueluche, meningites e ESAVI são de notificação obrigatória (compulsória), já na suspeita.

1.O que é e como se apresenta

Duas situações tiram o pediatra da rotina do calendário:

  • Viagem: exposição a doenças que não circulam onde a criança mora e exigências de entrada, como o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) da febre amarela, emitido pelo aplicativo Meu SUS Digital para quem foi vacinado a partir de 30/12/2022 (Prefeitura de São Paulo).
  • Surto ou caso índice (domicílio, creche, escola, bairro): bloqueio vacinal (vacinação dos contatos suscetíveis), dose zero antes da idade de rotina, quimioprofilaxia e notificação.

  • Febre amarela: desde 2020 todo o território nacional é área com recomendação de vacinação (ACRV) (Ministério da Saúde). A vacina é de vírus vivo: contraindicada abaixo de 6 meses; cautela entre 6 e 9 meses (maior risco de ESAVI — Guia Vacinal do site).

  • Sarampo: formas graves em lactentes, desnutridos e imunodeprimidos; o risco de reintrodução levou o MS a estender a dose zero a todo o país (NT nº 21/2026).
  • Coqueluche: mata sobretudo o lactente < 6 meses; a dTpa na gestação é a principal proteção do recém-nascido.
  • Doença meningocócica: casos secundários ocorrem sobretudo nas primeiras 48 horas depois do caso índice (Guia de Vigilância em Saúde, MS 2023); a quimioprofilaxia é medida de horas.

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Criança saudável que vai viajar; contato assintomático de sarampo, coqueluche ou doença meningocócica, sem fator de risco; ESAVI local ou febre baixa Atualizar o calendário e indicar as vacinas do destino; quimioprofilaxia e vacinação de bloqueio no consultório ou na UBS; notificar; orientar sinais de alerta
🟡 Moderada Contato assintomático de risco (lactente < 1 ano, imunodeprimido, gestante, doença pulmonar crônica); contato que já tem tosse ou febre sem sinais de gravidade; viajante com contraindicação a vacina viva que precisa ir a área de risco Reavaliação em 24–48 h; articular com a vigilância epidemiológica e o CRIE (imunoglobulina, vacinas especiais); coletar exames do contato sintomático; encaminhar ao infectologista ou ao serviço de medicina do viajante com prioridade quando houver contraindicação
🔴 Grave Febre com petéquias ou púrpura, rigidez de nuca, alteração de consciência; lactente com apneia, cianose ou SpO2 < 92%; sarampo com dispneia, desidratação ou convulsão; febre com icterícia, sangramento ou oligúria após viagem ou vacina de febre amarela; anafilaxia pós-vacinal Pronto-socorro pelo SAMU (192); púrpura febril: ceftriaxona antes da remoção (ver tratamento); oxigênio para manter SpO2 ≥ 94%; adrenalina IM na anafilaxia; avisar o destino e usar máscara cirúrgica no transporte

Fatores de risco que elevam a gravidade

  • Idade < 6 meses (coqueluche) ou < 1 ano (sarampo); mãe sem dTpa na gestação.
  • Imunodeficiência, asplenia, deficiência ou inibidor de complemento, desnutrição.
  • Esquema incompleto; destino com surto ativo, estadia longa, área rural.

3.Diagnóstico no consultório

Consulta pré-viagem — o que perguntar e registrar

  • Destino, duração, zona rural, contato com animais; caderneta; alergias (ovo, neomicina, proteína do leite de vaca); imunossupressão, corticoide ou biológicos; gestante ou lactante de bebê < 6 meses no grupo.
  • Exigências do destino (CIVP de febre amarela; MenACWY para a peregrinação à Arábia Saudita, conjugada ≥ 10 dias e ≤ 5 anos antes da chegada; polissacarídica ≤ 3 anos — CDC Yellow Book).

Surto ou caso índice — o que é clínico

  • Sarampo suspeito: febre + exantema maculopapular + tosse, coriza ou conjuntivite. Exames conforme a vigilância; não esperar o resultado para notificar e vacinar contatos.
  • Coqueluche suspeita: tosse em paroxismos, guincho, vômito pós-tosse; no lactente, apneia e cianose. PCR de nasofaringe (ver o documento Coqueluche do site).
  • Doença meningocócica: febre + petéquias ou púrpura que não clareiam à vitropressão é doença meningocócica até prova em contrário. Não coletar exame no consultório se isso atrasar antibiótico ou remoção.
  • Febre depois de viagem: febre amarela, dengue, malária, hepatite A, febre tifoide.

Contato próximo de doença meningocócica (Guia de Vigilância, MS 2023): moradores do mesmo domicílio, quem compartilha o dormitório, comunicantes de creche e escola e pessoas diretamente expostas às secreções do paciente. Profissionais de saúde só se fizeram procedimento invasivo (intubação, sonda) sem EPI.

4.Tratamento e seguimento

1. Vacinas para viagem (o pediatra prescreve; muitas estão só na rede privada)

Vacina Quem e quando Observação e referência
Febre amarela Rotina aos 9 meses e 4 anos; ≥ 10 dias antes do deslocamento; 6–9 meses só em área com circulação do vírus (SBP, adotada; MS: 6 a 8 meses, dose zero) Não conta para a rotina; intervalo mínimo de 4 semanas até a dose dos 9 meses (Prefeitura de SP). Viagem internacional: vale 1 dose (OMS). SBP 2026/2027
Tríplice viral (dose zero) 6 a 11 meses e 29 dias indo a local com surto ativo Bio-Manguinhos e Merck de 6 a 8 meses e 29 dias; Serum Institute de 9 a 11 meses e 29 dias, contraindicada na APLV (MS, NT nº 21/2026). Doses de 12 e 15 meses mantidas
Hepatite A A partir de 12 meses, 2 doses (0 e 6 meses) 1 dose antes da viagem já protege a maioria em 2–4 semanas (CAV-AEP). SBP 2026/2027
Febre tifoide Destinos de saneamento precário (sul da Ásia, África, zonas rurais) Vi polissacarídica ≥ 2 anos, 0,5 mL IM, dose única ≥ 2 semanas antes; oral ≥ 6 anos (Guia Vacinal do site)
Meningocócica ACWY Peregrinação à Arábia Saudita (obrigatória), cinturão africano da meningite Esquema por marca conforme "Vacinas – Atualizações 2026"
Raiva pré-exposição Estadia em área com raiva e acesso difícil a atendimento; contato com animais 2 doses (dias 0 e 7), IM (0,5 ou 1,0 mL, conforme o fabricante; deltoide ou vasto lateral < 2 anos) ou ID (0,2 mL em 2 sítios) (MS, NT nº 8/2022)
Dengue (Qdenga®) 4 a 60 anos, 2 doses (0 e 3 meses) Contraindicada em imunocomprometidos, gestantes e lactantes (SBP 2026/2027)
Influenza e COVID-19 A partir de 6 meses, conforme o calendário Conferir antes da viagem

Regras que valem em toda viagem

  • Febre amarela e tríplice viral ou tetraviral em < 2 anos: não aplicar no mesmo dia; ideal 30 dias de intervalo (SBP 2026/2027).
  • Lactante de bebê < 6 meses vacinada contra febre amarela suspende o aleitamento por 10 dias (SBP 2026/2027).
  • Reexposição à raiva em quem completou a pré-exposição: vacina nos dias 0 e 3, sem soro nem imunoglobulina (MS, NT nº 8/2022).

2. Bloqueio vacinal e doses de surto

  • Sarampo: vacinar os contatos suscetíveis em até 72 horas da notificação do caso suspeito (NT nº 194/2024 e nº 21/2026): de 6 a 11 meses e 29 dias com a dose zero; a partir de 12 meses, conforme a situação vacinal. Criança < 6 meses, gestante e imunodeprimido não recebem vacina: imunoglobulina humana conforme a vigilância e o CRIE.
  • Varicela: a partir de 9 meses em surto ou contato íntimo, até 5 dias após o contato (de preferência 72 h); antes de 12 meses não conta (SBP 2026/2027).
  • Doença meningocócica: o bloqueio vacinal só existe em surto caracterizado com sorogrupo confirmado, por decisão conjunta das três esferas de gestão; títulos protetores levam 7–10 dias (Guia de Vigilância, MS 2023). Fora disso, atualizar a caderneta dos contatos.
  • Coqueluche: dTpa em toda gestação a partir de 20 semanas; se perdida, no puerpério o quanto antes; conferir pentavalente/DTP dos irmãos (documento Coqueluche do site).

3. Quimioprofilaxia de contatos — doses com fonte

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Doença meningocócica — rifampicina (1ª escolha) < 1 mês: 5 mg/kg/dose; ≥ 1 mês: 10 mg/kg/dose (máx. 600 mg) 12/12 h 2 dias Guia de Vigilância, MS 2023 (Quadro 3); de preferência até 48 h da exposição; urina e lágrima alaranjadas (bula); reduz o efeito do anticoncepcional (UKHSA)
Doença meningocócica — ceftriaxona (alternativa) < 12 anos: 125 mg IM; ≥ 12 anos: 250 mg IM — Dose única Guia de Vigilância, MS 2023; quando a rifampicina não puder ser usada ou não houver garantia de adesão
Doença meningocócica — ciprofloxacino (alternativa) > 18 anos: 500 mg VO — Dose única Guia de Vigilância, MS 2023 (o UKHSA usa em todas as idades — ver Leitura)
Coqueluche — azitromicina < 6 meses 10 mg/kg/dia 1×/dia 5 dias MS, NT Conjunta nº 165/2025; documento Coqueluche do site
Coqueluche — azitromicina 6 meses a < 12 anos 10 mg/kg no 1º dia (máx. 500 mg); 5 mg/kg/dia do 2º ao 5º (máx. 250 mg) 1×/dia 5 dias MS, NT Conjunta nº 165/2025
Coqueluche — azitromicina ≥ 12 anos/≥ 45 kg 500 mg no 1º dia; 250 mg do 2º ao 5º 1×/dia 5 dias MS, NT Conjunta nº 165/2025; claritromicina, eritromicina e SMX-TMP como alternativas, com as doses do documento Coqueluche
  • Doença meningocócica: todos os contatos próximos recebem quimioprofilaxia, independentemente do estado vacinal; o próprio paciente também a recebe na alta, exceto se foi tratado com ceftriaxona. Gestante: a rifampicina tem sido usada, sem evidência de teratogenicidade (Guia de Vigilância, MS 2023).
  • Coqueluche (NT Conjunta nº 165/2025): até 21 dias da exposição, com as mesmas doses do tratamento, para os grupos prioritários — crianças < 1 ano, imunocomprometidos, doença pulmonar crônica; quem mora com eles; gestantes a partir de 32 semanas não vacinadas, profissionais de saúde que atendem vulneráveis e quem convive com lactentes (creches).

O que não fazer: adiar o bloqueio à espera do laboratório; contar dose zero como dose de rotina; usar ciprofloxacino em menores de 18 anos como primeira opção; aplicar vacina viva em imunodeprimido sem avaliação do CRIE.

Notificação: sarampo, rubéola, febre amarela, coqueluche, doença meningocócica e demais meningites, e ESAVI graves são de notificação obrigatória (compulsória), já na suspeita. A vigilância organiza contatos, bloqueio e medicamentos.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Febre com petéquias ou púrpura, sinais meníngeos, sonolência, tempo de enchimento capilar prolongado ou extremidades frias.
  • Lactente contato de coqueluche com apneia, cianose, bradicardia, dificuldade para mamar; todo lactente < 3 meses com suspeita de coqueluche.
  • Sarampo com desconforto respiratório, SpO2 < 92%, desidratação, convulsão ou alteração de consciência.
  • Febre com icterícia, sangramento, vômitos persistentes ou oligúria após viagem (febre amarela, dengue grave, malária) ou após a vacina de febre amarela (doença viscerotrópica).

Como encaminhar

  • Púrpura febril: ceftriaxona 1ª dose 100 mg/kg IV ou IM (máx. 4 g) antes da transferência, se não atrasar a remoção; penicilina cristalina como alternativa; manutenção conforme o serviço, MS 100 mg/kg/dia (padrão do site; NICE NG240 também indica antibiótico fora do hospital se não atrasar a transferência).
  • Anafilaxia: adrenalina IM 1 mg/mL 0,01 mg/kg (máx. 0,3 mg na criança; 0,5 mg no adolescente), vasto lateral da coxa, repetir em 5–15 min se necessário (padrão do site).
  • Oxigênio para manter SpO2 ≥ 94%; acesso venoso e cristaloide 20 mL/kg se houver choque e equipe treinada; SAMU (192); máscara cirúrgica no paciente, aviso ao serviço de destino (isolamento para sarampo e doença meningocócica) e notificação.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • Levar a caderneta (ou uma foto) e o CIVP digital em toda viagem.
  • Depois da vacina de febre amarela, reações leves (febre baixa, dor no corpo) podem ocorrer nos dias seguintes; pele ou olhos amarelados, sangramento, sonolência ou convulsão exigem pronto-socorro.
  • Contato de doença meningocócica: tomar o antibiótico no horário e até o fim; febre com manchas roxas ou vermelhas que não somem ao apertar é emergência, mesmo durante a profilaxia.
  • Contato de coqueluche: tosse que aumenta, crises de tosse com vômito ou, no bebê, pausas na respiração ou lábios roxos — voltar no mesmo dia ou ir ao pronto-socorro.
  • Febre nas semanas após uma viagem: procurar o pediatra e contar onde esteve.
  • Retorno programado para as doses que faltam (febre amarela aos 9 meses, tríplice viral aos 12 e 15 meses, 2ª dose de hepatite A e de dengue).

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Tríplice viral antes de 12 meses 6–12 meses em surto ou contato domiciliar; não conta Dose zero 6–11 m 29 d: bloqueio e viagem a surto ativo 6–11 meses antes de viagem, ≥ 2 semanas antes; não conta Sem posição específica localizada 6–10 meses antes de viagem; não computável Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Febre amarela abaixo de 9 meses 6–9 meses se circulação comprovada; não vale 6–8 meses em área com circulação; não vale Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada 6–9 meses só se risco muito alto Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Febre amarela, doses 2 doses (9 m e 4 a) para todos 2 doses se iniciou < 5 anos Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada 1 dose, proteção por toda a vida Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Hepatite A para viagem 2 doses a partir de 12 m Dose única aos 15 m (rotina) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada ≥ 12 m; 6–11 m aceita, não conta (cita CDC) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Profilaxia de contato meningocócico Sem posição localizada Rifampicina 1ª; ceftriaxona; cipro > 18 a Contatos próximos (Red Book, citado pelo MS) Discutir medidas para contatos; UKHSA: cipro dose única Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue NICE/UKHSA

Leitura. Há convergência em que doses dadas antes da idade de rotina protegem, mas não contam para o esquema, e em que o antibiótico na suspeita de doença meningocócica não deve atrasar a remoção. As diferenças estão nas faixas etárias: na tríplice viral, SBP 6 a 12 meses, MS 6 a 11 meses e 29 dias (por fabricante), AEP 6 a 10 meses. Na febre amarela, a SBP mantém 2 doses para todos, enquanto a OMS e a AEP consideram uma dose vitalícia; para o CIVP basta uma. Na quimioprofilaxia meningocócica, o MS prefere a rifampicina (e reserva o ciprofloxacino a maiores de 18 anos), enquanto o UKHSA prefere o ciprofloxacino em dose única em todas as idades. Posição do site: calendário e doses de surto pela SBP; onde a SBP não se posiciona (quimioprofilaxia, bloqueio, raiva), o Ministério da Saúde.

Pontos práticos
  1. Consulta pré-viagem: primeiro o calendário SBP/PNI, depois as vacinas do destino, 4–6 semanas antes (febre amarela ≥ 10 dias antes).
  2. Dose zero (tríplice viral de 6 a 11 meses; febre amarela de 6 a 9 meses pela SBP, 6 a 8 pelo MS) não substitui nenhuma dose: registre como dose zero e agende as de rotina.
  3. Em menores de 2 anos, febre amarela e tríplice viral ou tetraviral em datas separadas, idealmente com 30 dias de intervalo.
  4. Contato de doença meningocócica: rifampicina 10 mg/kg/dose 12/12 h por 2 dias (máx. 600 mg) ou ceftriaxona IM em dose única, o mais cedo possível — independentemente da vacina.
  5. Contato de coqueluche do grupo prioritário: azitromicina com a dose do tratamento, até 21 dias da exposição; e dTpa em toda gestante a partir de 20 semanas.
  6. Notificação obrigatória (compulsória) já na suspeita: é ela que faz o bloqueio chegar a tempo.

8.Fontes