Imunizações · Grupos especiais

Vacinação da criança e do adolescente com síndrome de Down

Por que a trissomia 21 é grupo de risco para infecção, calendário SBP e PNI, vacinas adicionais da RIE (CRIE), nirsevimabe, vacinas vivas, resposta vacinal, família e adolescente

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

A síndrome de Down (trissomia 21) é grupo de risco para infecção: há alterações da imunidade, cardiopatia em cerca de metade das crianças, via aérea estreita, apneia obstrutiva, disfagia e aspiração. VSR, influenza, pneumonia e COVID-19 são mais graves; a infecção respiratória é a principal causa de morte no adulto com Down (SBP 2020). A conduta segue a SBP: calendário completo do PNI e do Manual dos CRIE, complementado pelo calendário SBP 2026/2027. Pelo Manual dos CRIE 2023 (Quadro 8), a trissomia dá direito a influenza anual, pneumocócica (hoje VPC20, NT 52/2026), varicela, hepatite A em 2 doses e meningocócica C, com relatório médico; a hepatite B é só a da rotina. O nirsevimabe é indicado a toda criança com Down abaixo de 24 meses, com ou sem cardiopatia (SUS, na sazonalidade; SBP). Vacinas vivas são permitidas, salvo imunodeficiência confirmada ou quimioterapia. Vacinar cabe ao pediatra (🟢). A infecção respiratória no lactente com Down é reavaliada em 24–48 h (🟡), e desconforto respiratório, SpO2 < 92%, apneia ou descompensação da cardiopatia levam ao pronto-socorro (🔴).

1.O que é e como se apresenta

Por que a criança com Down adoece mais e com mais gravidade:

  • Imunidade: linfopenia T e B, menos linfócitos virgens e de memória, menor resposta de anticorpos, quimiotaxia reduzida e hiperativação do interferon tipo I (CAV-AEP 2026; J Clin Immunol 2026). A SBP (2020) orienta observar a pessoa com Down "como um paciente imunocomprometido, mais sujeito às infecções". O risco é maior nos primeiros 5 anos (CAV-AEP).
  • Coração: cardiopatia em 40–50% (defeito do septo atrioventricular, CIV, CIA, canal arterial) e risco de hipertensão pulmonar mesmo sem defeito estrutural (SBP 2020).
  • Via aérea e pulmão: hipotonia, via aérea estreita, traqueomalácia, apneia obstrutiva do sono (50–75%), disfagia, refluxo e aspiração (SBP 2020).
  • Outras: hipotireoidismo (4–18%), doença celíaca (5%), leucemia (SBP 2020). Tireoide e doença celíaca não mudam o calendário (a celíaca reduz a resposta à hepatite B, CAV-AEP 2026).

Consequências: mais otites, pneumonias e internações; VSR, influenza e COVID-19 mais graves; anticorpos mais baixos e de queda mais rápida após a vacina (J Clin Immunol 2026). Em estudo brasileiro, só 48,3% de 120 crianças com Down tinham anti-HBs após a hepatite B (Nisihara 2014).

O que não muda: a síndrome de Down não é contraindicação nem precaução para nenhuma vacina.

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Criança ou adolescente com Down estável, sem imunodeficiência confirmada e sem quimioterapia, com ou sem cardiopatia compensada; vacinação em dia ou com atraso a recuperar. Após a vacina: dor local ou febre baixa nas primeiras 48 h, com bom estado geral Pediatra vacina pelo calendário SBP e PNI, com relatório à RIE (CRIE) para as adicionais; nirsevimabe abaixo de 24 meses na sazonalidade; vacinar a família; orientar sinais de alerta
🟡 Moderada Infecção respiratória aguda leve em lactente com Down (bronquiolite, gripe ou COVID-19 sem desconforto, SpO2 > 92%); cardiopatia com repercussão ou hipertensão pulmonar aguardando cirurgia; infecções graves ou de repetição (suspeita de erro inato da imunidade); leucemia ou outra imunossupressão; febre que dura mais de 48 h após a vacina Reavaliar em 24–48 h (a síndrome é fator de risco na bronquiolite); encaminhar com prioridade ao cardiologista, ao imunologista ou ao CRIE, conforme o caso; na suspeita de imunodeficiência, investigar antes das vacinas vivas
🔴 Grave Desconforto respiratório (tiragem, gemência, batimento de asas nasais, FR alta para a idade), SpO2 < 92%, apneia ou cianose; recusa alimentar ou desidratação; cardiopata com sinais de insuficiência cardíaca ou piora da cianose durante a infecção; febre com toxemia ou púrpura; após a vacina: anafilaxia, convulsão, episódio hipotônico-hiporresponsivo Pronto-socorro: oxigênio para manter SpO2 ≥ 94%, adrenalina IM na anafilaxia, transporte monitorizado; notificação obrigatória (compulsória) do ESAVI grave

Fatores de risco que elevam a gravidade: idade < 2 anos, sobretudo < 6 meses; cardiopatia com repercussão, hipertensão pulmonar, pós-operatório cardíaco; prematuridade; doença pulmonar crônica, traqueomalácia, apneia, aspiração; leucemia; vacinação incompleta da criança e dos conviventes; falta do nirsevimabe.

3.Diagnóstico no consultório

Triagem vacinal em toda consulta:

  1. Cartão vacinal (SBP 2026/2027 e PNI) e vacinas da RIE já recebidas.
  2. Comorbidades: cardiopatia (repercussão, cirurgia, circulação extracorpórea), hipertensão pulmonar, apneia, leucemia ou quimioterapia.
  3. Infecções graves, oportunistas ou de repetição: avaliação imunológica antes de vacinas vivas.
  4. Corticoide imunossupressor, quimioterapia, imunoglobulina ou transfusão recentes (intervalos em Vacinação do imunocomprometido).
  5. Nirsevimabe (data) e sazonalidade do VSR; vacinas da gestante (Abrysvo com a data) e dos conviventes.

Exames: nenhum prévio. Sorologia pós-vacinal de hepatite B não é rotina na síndrome de Down (nenhuma referência indica).

Diagnóstico diferencial que não pode passar: nas "infecções de repetição", pensar em aspiração por disfagia, refluxo, apneia obstrutiva, hiperfluxo pulmonar e insuficiência cardíaca (taquipneia e sudorese às mamadas), leucemia e, raramente, erro inato da imunidade.

4.Tratamento e seguimento

Pediatra: calendário, relatório à RIE, nirsevimabe, família e infecção leve. Cardiologista, imunologista e oncologista: momento das vacinas na cirurgia cardíaca, na imunodeficiência e na quimioterapia.

Calendário: o da criança sem Down — SBP 2026/2027 e PNI 2026 (ver Guia Vacinal Completo) — mais as vacinas da RIE (SBP 2020).

Vacinas adicionais para trissomias (Manual dos CRIE 2023, Quadro 8: influenza, pneumocócica, varicela, hepatite A e MenC; NT 52/2026 para a pneumocócica) e doses:

Imunobiológico Dose Intervalo Duração Observação e referência
VPC20 (RIE) 0,5 mL IM 2 a 6 meses: 3 doses (0/2/4 meses) + reforço aos 12–15 meses; 7 a 11 meses: 2 doses + reforço; 12 a 59 meses: 2 doses com 2 meses de intervalo ≥ 5 anos: dose única Trissomias: indicação 18 da NT 52/2026. VPC10 completa de 12 meses a 4 anos: 2 doses com 8 semanas (Quadro 2; o item 5.3.2 traz 1 dose: confirmar na sala de vacina/CRIE); demais esquemas completos sem VPP23: 1 dose ≥ 8 semanas após a última; incompleto até 4 anos: quadros da NT; 2 VPP23: vacinado. Sem VPP23 após VPC20; VPC13 → VPP23 até acabar o estoque
Hepatite A 0,5 mL IM (apresentação pediátrica) 2 doses com 6 meses de intervalo A partir de 12 meses CRIE para trissomias suscetíveis (PNI de rotina: 1 dose aos 15 meses); SBP: 2 doses para todos (Manual dos CRIE 2023; SBP 2026/2027)
Influenza inativada 0,25 mL IM de 6 meses a < 3 anos (conforme apresentação); 0,5 mL a partir de 3 anos < 9 anos na 1ª vez: 2 doses com 4 a 6 semanas; depois, anual Anual, em qualquer idade CRIE: trissomias, além da rotina do SUS (< 6 anos); SBP: universal (Manual dos CRIE 2023)
Varicela 0,5 mL SC 2 doses (SBP: 12 e 15 meses; PNI: 15 meses e 4 anos) — CRIE para trissomias suscetíveis; fora da rotina, 2 doses com ≥ 3 meses (1–12 anos) ou 4–8 semanas (≥ 13 anos) (Manual dos CRIE 2023)
Meningocócica C ou ACWY 0,5 mL IM CRIE: 1 dose de MenC a partir de 12 meses, sem reforço (Quadro 10) — Coberta pela MenACWY aos 12 meses do PNI; SBP: MenACWY desde 2 meses e MenB de rotina
COVID-19 Conforme a vacina disponível PNI: 6, 7 e 9 meses Depois, conforme a estratégia vigente SBP: 6 meses a < 5 anos e comorbidades; vacinar sem atraso, junto com as demais (SBP/SBIm 2023)
Nirsevimabe 50 mg IM (< 5 kg) ou 100 mg (≥ 5 kg) na 1ª sazonalidade; 200 mg (2 × 100 mg) na 2ª Dose única por sazonalidade Até 24 meses Down < 24 meses, com ou sem cardiopatia: SUS na sazonalidade (desde fev/2026); SBP em qualquer época, independentemente da vacina materna; dose adicional após cirurgia com circulação extracorpórea (SBP 2026/2027)
Clesrovimabe 105 mg IM Dose única 1ª sazonalidade (< 12 meses) Alternativa ao nirsevimabe, rede privada; Anvisa 30/03/2026 (SBP 2026/2027)
Palivizumabe 15 mg/kg IM Mensal na sazonalidade Até 5 doses Só na transição de 2026 (cardiopata que o recebeu em 2025); não intercambiar com o nirsevimabe (SBP GP nº 44/2026)

Pontos do esquema:

  • Pneumococo: pela RIE, VPC20 em 3+1 se começar entre 2 e 6 meses, e não o 2+1 da rotina do SUS (NT 52/2026); a VPP23 do Manual dos CRIE foi substituída pela VPC20.
  • Vacinas vivas (BCG, rotavírus, SCR, varicela, febre amarela, dengue): permitidas. Contraindicadas só na imunodeficiência celular confirmada (CAV-AEP), na quimioterapia ou com corticoide imunossupressor (Manual dos CRIE 2023).
  • Hepatite B: só a da rotina (fora das adicionais do CRIE), sem sorologia de rotina.
  • Adolescente: HPV (PNI: HPV4 dose única dos 9 aos 14 anos e resgate até 19 anos até 31/12/2026; SBP: HPV9 em 2 doses dos 9 aos 19 anos). A trissomia não está entre as indicações de 3 doses do CRIE. A vacina importa mesmo sem vida sexual, pela maior vulnerabilidade a abuso (Mass General, Harvard). MenACWY dos 11 aos 14 anos (PNI) e reforço ≥ 11 anos (SBP); dTpa; influenza e COVID-19.
  • Casulo: conviventes com influenza anual, COVID-19, dTpa, SCR e varicela; com diagnóstico pré-natal, gestante com dTpa, influenza, COVID-19 e Abrysvo ≥ 28 semanas — o nirsevimabe segue indicado ao bebê.

O que não fazer: adiar vacinas por cardiopatia ou "imunidade baixa"; contraindicar vivas sem imunodeficiência confirmada; VPP23 após VPC20; antitérmico profilático.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Infecção respiratória com desconforto: tiragem, gemência, batimento de asas nasais, taquipneia importante, SpO2 < 92%, apneia ou cianose. Pneumonia com SpO2 92–94% é observação em serviço; ≥ 95% permite tratamento em casa se não houver outro critério (padrão do site).
  • Cardiopata com piora do cansaço, sudorese, hepatomegalia, edema ou da cianose durante a infecção.
  • Recusa alimentar (< 50% do habitual) ou desidratação.
  • Febre com toxemia, púrpura ou alteração de consciência; criança com leucemia em quimioterapia e febre.
  • Após a vacina: anafilaxia, convulsão, episódio hipotônico-hiporresponsivo, choro inconsolável com alteração do estado geral.

Como encaminhar

  1. Oxigênio para manter SpO2 ≥ 94%; cabeceira elevada; aspirar as narinas.
  2. Anafilaxia: adrenalina IM 1 mg/mL, 0,01 mg/kg (máx. 0,3 mg na criança, 0,5 mg no adolescente), antes de qualquer outra medida.
  3. Púrpura febril: ceftriaxona 100 mg/kg IV ou IM (máx. 4 g), se não atrasar a remoção (padrão do site).
  4. SAMU (192) na instabilidade; preferir serviço com cardiologia pediátrica para o cardiopata.
  5. Relatório: cardiopatia e cirurgias, hipertensão pulmonar, medicamentos, nirsevimabe e vacinas recentes (lote).
  6. ESAVI grave: notificação obrigatória (compulsória).

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "Seu filho deve receber todas as vacinas, inclusive as de vírus vivo. A síndrome de Down é motivo para vacinar mais, e não menos."
  • "Ele tem direito a vacinas extras no CRIE (pneumonia, hepatite A, catapora, meningite C, gripe todo ano). Leve o relatório e a caderneta."
  • "Até os 2 anos, ele deve receber o anticorpo contra o vírus da bronquiolite antes ou durante a época de maior circulação."
  • "Resfriado com febre ou chiado: retorne em 1 a 2 dias, mesmo que pareça leve."
  • Procurar o pronto-socorro se houver: respiração rápida ou com esforço, gemido, pausas na respiração, lábios roxos; recusa alimentar; cansaço e suor às mamadas que pioram; criança muito mole; manchas roxas com febre; inchaço no rosto, chiado ou desmaio após uma vacina.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Calendário e risco PNI + CRIE, complementar com SBP/SBIm; tratar como imunocomprometido (2020) CRIE 2023: influenza, pneumocócica, varicela, hepatite A, MenC Calendário de rotina, salvo contraindicação (2022) Sem posição específica localizada Grupo de risco; calendário completo (2026) Sem posição específica localizada Grupo de risco para pneumonia e influenza (Mass General, 2017) Segue o NICE
Pneumococo VPC20 ou VPC15 em 3+1 VPC20 na RIE, sem VPP23 (NT 52/2026) VPP23 ≥ 2 anos só com cardiopatia ou pneumopatia Sem posição específica localizada Conjugada 3+1, valência ampliada (VNC15 ou VNC20) Sem posição específica localizada VPP23 a partir de 18–20 anos Segue o NICE
Influenza e hepatite A Universais; hepatite A em 2 doses CRIE: influenza anual e hepatite A em 2 doses Influenza anual Sem posição específica localizada Influenza anual ≥ 6 meses; hepatite A ≥ 12 meses Sem posição específica localizada Influenza anual Segue o NICE
VSR Nirsevimabe < 24 meses com Down, qualquer época (GP 44/2026) Nirsevimabe < 24 meses com Down, na sazonalidade 2ª temporada inclui Down (2026) Green Book: Down não é critério isolado Nirsevimabe antes de cada temporada até 24 meses Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE (Green Book)
Vacinas vivas Sem restrição Permitidas; trissomia recebe varicela no CRIE Sem restrição, salvo contraindicação específica Sem posição específica localizada Só contraindicadas na imunodeficiência celular confirmada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Hepatite B e sorologia Esquema da rotina; sem sorologia Só a da rotina (fora do Quadro 8); sem sorologia Calendário de rotina; sem sorologia Sem posição específica localizada Sem sorologia na seção de Down Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Adolescente HPV9 2 doses; MenACWY; MenB HPV4 dose única 9–14 anos; MenACWY 11–14 HPV e MenACWY de rotina Sem posição específica localizada Meningo como a população geral Sem posição específica localizada HPV mesmo sem vida sexual Segue o NICE

Leitura: todas as referências dão à criança com Down as vacinas de rotina, inclusive as vivas, e influenza anual. Divergem nas adicionais: pneumococo em conjugada ampliada 3+1 (SBP, AEP, RIE) ou VPP23 só com cardiopatia ou pneumopatia (AAP 2022) ou no adulto jovem (Mass General); VSR — SBP, MS, AEP e AAP 2026 incluem a síndrome por si só, o Green Book não a tem como critério isolado; meningocócica — MenC para trissomias no CRIE, sem risco próprio na AEP. Hepatite B: só a da rotina, sem sorologia. O site adota a SBP (calendário 2026/2027 e GP nº 44/2026), que remete as vacinas especiais ao Manual dos CRIE 2023 e à NT 52/2026 do Ministério da Saúde.

Pontos práticos
  1. Síndrome de Down é grupo de risco para infecção grave: vacine sem atraso e sem medo das vacinas vivas, salvo imunodeficiência confirmada ou quimioterapia.
  2. Relatório à RIE (CRIE) com CID: VPC20 conforme a idade (3+1 se começar até 6 meses; ≥ 5 anos, dose única), hepatite A em 2 doses, influenza anual, varicela e meningocócica C.
  3. Nirsevimabe para todo lactente com Down abaixo de 24 meses, com ou sem cardiopatia: 50/100 mg na 1ª sazonalidade e 200 mg na 2ª.
  4. Hepatite B só a da rotina, sem sorologia pós-vacinal de rotina.
  5. Adolescente: HPV (inclusive pela vulnerabilidade a abuso), MenACWY, dTpa, influenza e COVID-19; família e cuidadores vacinados (casulo).
  6. Infecção respiratória no lactente com Down é reavaliada em 24–48 h; desconforto, SpO2 < 92%, apneia ou piora da cardiopatia exigem pronto-socorro.

Veja também, nesta Biblioteca: Vacinação da criança imunocomprometida e com doenças crônicas (CRIE), Guia Vacinal Completo e Eventos adversos pós-vacinação (nesta área); Imunizantes contra o VSR e Calendário vacinal SBP 2026/2027 (Temas atualizados pela SBP); Cardiopatias nas síndromes genéticas (Cardiologia); Deficiência intelectual — investigação (Neurologia e desenvolvimento); Bronquiolite viral aguda (Doenças da criança).

8.Fontes

  • Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento Científico de Genética. Diretrizes de atenção à saúde de pessoas com síndrome de Down, 2020. PDF
  • Sociedade Brasileira de Pediatria. Calendário de Vacinação da SBP 2026/2027 (DC nº 56) e Guia Prático nº 44/2026 (SBP, SBIm e FEBRASGO) — imunizantes contra o VSR, 14/05/2026 (consultados pelos resumos desta Biblioteca). sbp.com.br
  • Ministério da Saúde. Estratégia de imunização contra o VSR para crianças prematuras e com comorbidades — anticorpo monoclonal, 1ª ed. revisada, 2026. PDF
  • SBP e SBIm. Síndrome de Down: vacinação contra covid e outras doenças pode ocorrer de forma simultânea, 2023. sbp.com.br
  • Ministério da Saúde. Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, 6ª ed., 2023 (Quadros 8 e 10). PDF
  • Ministério da Saúde. Nota Técnica nº 52/2026-CGICI/DPNI/SVSA/MS — VPC20 na RIE, 2026. PDF
  • Bull MJ et al.; AAP Council on Genetics. Health supervision for children and adolescents with Down syndrome. Pediatrics, 2022;149(5):e2022057010. PDF
  • American Academy of Pediatrics. Ampliação dos grupos de alto risco para a 2ª temporada do VSR (notícia de 02/09/2026). contemporarypediatrics.com
  • Comité Asesor de Vacunas e Inmunizaciones (CAV-AEP). Manual de inmunizaciones, capítulo 17 — Inmunizaciones en niños con enfermedades crónicas (seção 9, síndrome de Down), janeiro de 2026. vacunasaep.org
  • UK Health Security Agency. Green Book — Respiratory syncytial virus, 03/06/2026. PDF
  • Massachusetts General Hospital (Harvard Medical School), Down Syndrome Program. Important vaccines to consider for people with Down syndrome, 2017. PDF
  • Nisihara R et al. Low hepatitis B vaccine response in children with Down syndrome from Brazil. Child Care Health Dev, 2014;40:607-9. PubMed
  • Solari-Hernández S et al. Immune dysregulation in Down syndrome: implications for infectious susceptibility and vaccine response. J Clin Immunol, 2026;46:86. PubMed