Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
A dilatação do trato urinário (DTU) aparece em 1% a 3% das gestações (SBP) e, na maioria, é transitória ou fisiológica. As causas relevantes são a estenose da junção ureteropélvica (JUP), o refluxo vesicoureteral (RVU), o megaureter, a válvula de uretra posterior (VUP), a ureterocele, a duplicidade e o rim multicístico. Todo recém-nascido com dilatação pré-natal faz ultrassonografia (US) pós-natal após 48 horas de vida — antes disso, a oligúria fisiológica subestima a dilatação —, exceto na dilatação bilateral grave, rim único, oligoâmnio ou suspeita de VUP, em que a US é feita logo após o nascimento. A gravidade é dada pela classificação UTD (P1 baixo, P2 intermediário, P3 alto risco). O pediatra acompanha o P1 com US seriada; P2 e P3 são encaminhados com prioridade ao nefrologista ou urologista pediátrico. A antibioticoprofilaxia é indicada (SBP) na dilatação bilateral, com ureter dilatado, parênquima alterado, rim único ou bexiga sugestiva de VUP. Menino com dilatação bilateral e bexiga espessada ou distendida, oligúria ou creatinina subindo vai ao hospital (🔴), assim como a ITU febril abaixo de 3 meses, com toxemia ou em uropatia obstrutiva.
1.O que é e como se apresenta
Definição. Aumento do diâmetro anteroposterior (DAP) da pelve renal intrarrenal, no plano transversal, com ou sem dilatação de cálices e ureter. O consenso UTD (2014, reproduzido pela SBP e pela AEP) prefere o termo dilatação do trato urinário e laudos com o DAP em milímetros — "discreta" ou "moderada" não permitem decidir (SBP). No pré-natal, é normal o DAP < 4 mm de 16 a 27 semanas e < 7 mm a partir de 28 semanas.
Causas:
- Transitória ou fisiológica — a mais comum: cerca de metade desaparece até o nascimento (SBP).
- Estenose da JUP — a causa patológica mais frequente (SBP); pelve e cálices dilatados, ureter normal.
- RVU — até 30% das dilatações investigadas (AEP); no 1º ano, o tratamento inicial é conservador em qualquer grau (SBP).
- Megaureter (obstrutivo, refluxivo ou nenhum dos dois).
- VUP — só em meninos: dilatação bilateral, bexiga espessada, uretra posterior dilatada; é a urgência do tema.
- Ureterocele e duplicidade, rim displásico multicístico (sem função; o risco está no rim contralateral), prune belly, bexiga neurogênica.
Quadro. O RN quase sempre é assintomático. Alertas no exame: massa abdominal ou bexiga palpável, jato fraco ou gotejante no menino, oligúria, desconforto respiratório após oligoâmnio, artéria umbilical única (AEP). Depois, a manifestação principal é a ITU febril; mais tarde, dor lombar (JUP), hipertensão e doença renal crônica.
2.Classificação de gravidade
Classificação UTD pós-natal (Nguyen 2014; SBP; AEP) — vale o achado de maior risco:
| Parâmetro | Normal | UTD P1 (baixo risco) | UTD P2 (risco intermediário) | UTD P3 (alto risco) |
|---|---|---|---|---|
| DAP da pelve | < 10 mm | 10 a < 15 mm | ≥ 15 mm | ≥ 10 mm |
| Cálices | Sem dilatação | Dilatação central | Dilatação periférica | Qualquer |
| Ureter | Normal | Normal | Dilatado | Qualquer |
| Espessura e aspecto do parênquima | Normais | Normais | Normais | Alterados (afilado, hiperecogênico, cistos) |
| Bexiga | Normal | Normal | Normal | Alterada (parede espessada, ureterocele, uretra posterior dilatada) |
No pré-natal, UTD A1 = DAP 4 a < 7 mm (16–27 semanas) ou 7 a < 10 mm (≥ 28 semanas), sem outra alteração; UTD A2-3 = DAP maior, cálices periféricos, parênquima, ureter ou bexiga alterados, ou oligoâmnio inexplicado.
SFU (ainda em muitos laudos): grau 0 sem dilatação; 1 só a pelve visível; 2 pelve e alguns cálices; 3 todos os cálices dilatados; 4 com afilamento do parênquima. A UTD é preferida por incluir ureter, bexiga e parênquima.
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | US pós-natal normal após A1; ou UTD P1 (DAP 10 a < 15 mm, sem outra alteração), criança bem | Seguimento pelo pediatra com US seriada; sem cintilografia; UCM e profilaxia a critério clínico (SBP); encaminhar se piorar ou houver ITU febril |
| 🟡 Moderada | UTD P2 (DAP ≥ 15 mm, cálices periféricos ou ureter dilatado); P3 unilateral estável; rim único com dilatação; ureterocele ou duplicidade; rim multicístico; ITU febril prévia | Encaminhar com prioridade ao nefrologista ou urologista pediátrico; profilaxia conforme a SBP; PA em toda consulta |
| 🔴 Grave | RN menino com dilatação bilateral e bexiga espessada ou distendida ou jato fraco (VUP); bilateral grave ou em rim único; oligúria ou anúria; creatinina subindo; hipercalemia ou acidose; desconforto respiratório após oligoâmnio; ITU febril < 3 meses, com toxemia ou em uropatia obstrutiva | Pronto-socorro ou hospital com UTI neonatal e urologia pediátrica; drenagem vesical, creatinina, eletrólitos, antibiótico (ver "Quando encaminhar") |
Fatores de risco que elevam a gravidade
- Dilatação bilateral, rim único, oligoâmnio, intervenção fetal.
- Ureter dilatado (≥ 7 mm, AAP 2025), parênquima alterado, bexiga alterada.
- Menino com prepúcio íntegro (AAP 2025), RVU de alto grau, disfunção vesical e intestinal; prematuridade; seguimento incerto.
3.Diagnóstico no consultório
Primeira consulta. Conferir o laudo pré-natal (DAP em mm, lateralidade, ureter, bexiga, líquido amniótico); examinar abdome, jato urinário no menino, genitália e coluna lombossacra; perguntar pela diurese; medir a PA desde o período neonatal (SBP).
Ultrassonografia pós-natal:
- Regra: após 48 horas de vida (SBP), idealmente do 3º ao 7º dia e antes de 1 mês (AEP). Antes disso, a oligúria fisiológica subestima a dilatação.
- Exceção — logo ao nascer (24–48 h): dilatação bilateral grave (DAP > 15 mm), rim único, oligoâmnio, intervenção fetal, bexiga distendida ou espessada, suspeita de VUP (SBP; AEP).
- US normal não encerra o caso: repetir (AEP, com 4–6 semanas; SBP, dois exames na A1).
- Controles (SBP): P1, nova US em 1–6 meses; P2, em 1–3 meses; P3, em 1 mês; se persistir, a cada 3 meses no 1º ano, semestral no 2º e anual depois.
Uretrocistografia miccional (UCM) — pesquisa RVU e é a única que avalia bem a uretra (VUP):
- Urgente: suspeita de VUP (AEP).
- Recomendada: P3, ureter dilatado, ureterocele, duplicidade com dilatação, ITU febril no seguimento (SBP; AEP; AAP 2025).
- A critério clínico: P1 e P2 (SBP); a AAP 2025 não a recomenda no P1.
- Antibiótico por 3–4 dias a partir do exame para quem não está em profilaxia (AEP).
Cintilografia:
- Dinâmica (DTPA ou MAG3): drenagem e função relativa (normal 45–55%) na JUP e no megaureter, após o 1º mês (SBP; AEP 4–8 semanas; AAP 6–12 semanas). Curva lenta isolada não é obstrução: função < 35–40% ou queda > 5% em exames seriados sugere cirurgia (SBP; AEP: < 40% com T½ > 20 min).
- Estática (DMSA): cicatriz e função diferencial no RVU; confirma o rim multicístico sem função.
- Não recomendada no P1 (SBP; AAP 2025), salvo piora.
Laboratório: creatinina na bilateral, rim único ou suspeita de VUP — nas primeiras 24–48 h reflete a materna (SBP); vale a tendência. Eletrólitos se oligúria. Urina tipo 1 e urocultura por cateterismo em toda febre sem foco.
Diferencial que não pode passar: VUP, rim multicístico confundido com hidronefrose grave, ureterocele obstrutiva, bexiga neurogênica, trombose de veia renal, tumor renal e neuroblastoma.
4.Tratamento e seguimento
O pediatra: pede a US no momento certo com laudo UTD; acompanha o P1 com US seriada e dá alta após duas US normais; inicia a profilaxia quando indicada; encaminha P2 e P3 com prioridade; orienta procurar atendimento em toda febre; mede PA em toda consulta e, na dilatação persistente, acompanha proteinúria e função renal.
O especialista: UCM, cintilografia, ressonância (duplicidades, ectopias), cirurgia (pieloplastia na JUP com função < 35–40% ou em queda; megaureter obstrutivo; ablação da VUP; ureterocele) e duração da profilaxia. Rim multicístico: conservador se < 5 cm e em involução; nefrectomia só com hipertensão ou rim > 7 cm sem involução em 1–2 anos (AEP).
Antibioticoprofilaxia — a controvérsia. Não há ensaio que defina quem se beneficia; a tendência é seletiva (AEP; AAP 2025). O site adota a SBP (Manual de Uropediatria): profilaxia recomendada na dilatação bilateral, parênquima alterado, rim único, ureter dilatado e bexiga sugestiva de VUP; a critério médico na dilatação unilateral restrita ao rim; início no 1º dia de vida e duração conforme a investigação (a AAP sugere considerar suspender aos 12 meses sem RVU nem ureter ≥ 7 mm).
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Cefalexina | 12,5–25 mg/kg/dia (25–50% dos 50 mg/kg/dia terapêuticos, SBP) | 1x/dia, à noite | Enquanto indicada | Escolha no lactente < 2 meses, com a amoxicilina (SBP/SBU 2019); o documento de RVU do site cita ~10 mg/kg/dia |
| Amoxicilina | ~10–15 mg/kg/dia | 1x/dia | Enquanto indicada | Escolha no lactente jovem (SBP/SBU 2019); dose do documento de RVU, dentro de 25–50% da terapêutica (SBP) |
| Sulfametoxazol-trimetoprima | 2 mg/kg/dia de TMP (+ 10 mg/kg/dia de SMX) | 1x/dia | Enquanto indicada | A partir de 2 meses (SBP/SBU 2019; bula brasileira > 6 semanas); dose do documento de RVU |
| Nitrofurantoína | 1–2 mg/kg/dia | 1x/dia | Enquanto indicada | A partir de 2 meses (SBP/SBU 2019); BNFc/NICE e documentos do site: evitar < 3 meses |
- Dose de 25–50% da terapêutica, ajustada ao ganho de peso (SBP/SBU 2019). Não usar como profilaxia cefalosporinas de amplo espectro nem fluoroquinolonas.
- ITU de escape sob profilaxia: tratar e comunicar o especialista (indica UCM e revisão da conduta).
Circuncisão (postectomia). Em meninos de alto risco (dilatação de alto grau, ureter dilatado, RVU de alto grau, megaureter), a SBP reconhece o benefício da postectomia para reduzir a colonização prepucial e a ITU, e a AAP 2025 considera o prepúcio íntegro fator de risco nos P2 e P3. Decisão compartilhada com a família e o urologista pediátrico; não há indicação de circuncisão neonatal de rotina (SBP).
ITU febril no lactente com dilatação (documento "Infecção urinária"): febre (axilar ≥ 37,5 °C, SBP) exige urina tipo 1 e urocultura por cateterismo ou punção antes do antibiótico. Hospital (🔴) se < 3 meses, toxemia, vômitos, desidratação, uropatia obstrutiva suspeita ou conhecida, rim único ou RVU III–V. Criança > 3 meses em bom estado com dilatação não obstrutiva: via oral com reavaliação em 48–72 h (🟡), doses do documento de ITU. Toda ITU febril leva à reavaliação pelo especialista.
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- RN menino com dilatação bilateral e bexiga espessada ou distendida, jato fraco ou gotejante (suspeita de VUP); dilatação bilateral grave ou em rim único.
- Oligúria (< 1 mL/kg/h) ou anúria; creatinina subindo ou elevada após os primeiros dias; hipercalemia, acidose.
- ITU febril em < 3 meses, com toxemia, vômitos ou desidratação, ou em uropatia obstrutiva, rim único ou RVU III–V.
- Desconforto respiratório após oligoâmnio; massa abdominal com repercussão.
Como encaminhar
- Contato prévio com serviço com UTI neonatal ou pediátrica e urologia e nefrologia pediátricas; SAMU (192) se houver instabilidade.
- Suspeita de VUP com retenção: drenagem vesical com sonda uretral fina por profissional habilitado, se o transporte demorar — é a primeira medida de desobstrução (documento "Injúria Renal Aguda no RN").
- Iniciar a profilaxia (cefalexina ou amoxicilina) se ainda não iniciada; na ITU febril grave, urina por cateterismo e 1ª dose de ceftriaxona 50 mg/kg IM ou IV após contato com o serviço (documento "Infecção urinária"; no RN, protocolo neonatal do serviço).
- Oxigênio para manter SpO2 ≥ 94% no transporte, se necessário; acesso venoso e expansão se choque; não hiper-hidratar o oligúrico; evitar nefrotóxicos.
- Relatório: laudos das US (DAP em mm), diurese, creatinina, antibióticos em uso, peso.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "A maioria das dilatações do rim vistas no pré-natal melhora sozinha; por isso repetimos a ultrassonografia, que não dói nem usa radiação."
- "Se o bebê usar antibiótico preventivo, dê uma vez por dia, à noite, sem interromper por conta própria."
- "Em qualquer febre, procure atendimento no mesmo dia e peça exame de urina colhido por sonda."
- Procurar o pronto-socorro se: febre em bebê com menos de 3 meses; febre com vômitos, sonolência, gemido ou pele manchada; bebê que urina pouco, com fraldas secas por muitas horas; jato de urina fraco ou em gotas no menino; barriga inchada ou massa palpável; inchaço.
- Levar sempre os laudos anteriores aos retornos.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Classificação | UTD (A1, A2-3; P1, P2, P3); SFU citada | Sem posição específica localizada | UTD (2025) | Sem diretriz específica localizada | UTD; DAP; SFU histórica | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Cambridge: 7–10 mm repete US; > 10 mm especialista (CUH 2023) |
| US pós-natal | Após 48 h; grave (bilateral, rim único, VUP) logo ao nascer | Guia do RN orienta palpar rins e bexiga | Após 48 h (antes na suspeita de VUP); repetir P1 3–6 m, P2 1–3 m, P3 1 m | — | Após 48 h (3º–7º dia), antes de 1 mês; grave em 24–48 h | — | US é o 1º exame (Boston Children's) | Cambridge: US nas primeiras semanas |
| Uretrocistografia | Recomendada no P3; a critério no P1–P2 | — | Não no P1; considerar no P2; sim no P3, ureter ≥ 7 mm e ITU febril | — | Urgente na suspeita de VUP; DAP > 15 mm; ITU febril | — | Pesquisa RVU e obstrução uretral | Segue o NICE |
| Cintilografia | Após 1 mês; recomendada no P3 | — | 6–12 semanas; não no P1 | — | Renograma a partir de 4–8 semanas | — | MAG3 para função e obstrução | Segue o NICE |
| Profilaxia | Bilateral, ureter, parênquima, rim único, VUP; a critério na unilateral | — | Não no P1; individual no P2; sim no P3 e ureter ≥ 7 mm | — | Seletiva: moderada-grave, RVU alto grau, ITU de repetição | — | Dose baixa pode ser usada na observação | Cambridge: trimetoprima em dose baixa desde o nascimento |
| Encaminhamento | P1 com pediatra; P2–P3 ao especialista com prioridade | — | Suspeita de VUP: intervenção urgente | — | Bilaterais: avaliação preferente | — | — | Cambridge: consulta pediátrica no 1º–2º mês |
Leitura: as referências convergem em que a maioria das dilatações é transitória, a primeira US é feita após 48 horas (antes só nas formas graves e na suspeita de VUP), a UCM é seletiva mas obrigatória na suspeita de VUP, e a cintilografia dinâmica espera o rim amadurecer. Divergem na profilaxia: a SBP a recomenda em toda dilatação bilateral, com ureter dilatado, parênquima alterado, rim único ou bexiga suspeita; a AAP 2025 a restringe ao P3 e ao ureter ≥ 7 mm; a AEP é mais restritiva; Cambridge inicia trimetoprima ao nascer. Divergem ainda no momento da cintilografia (1 mês, 4–8 ou 6–12 semanas). NICE, Ministério da Saúde e Johns Hopkins não têm posição específica localizada. O site adota a posição da SBP, inclusive na dose profilática (25–50% da terapêutica) e na idade mínima de 2 meses para sulfametoxazol-trimetoprima e nitrofurantoína.
- Toda dilatação pré-natal exige US pós-natal após 48 horas e, se normal, uma segunda US; peça o laudo com DAP em mm e a classificação UTD.
- Menino com dilatação bilateral e bexiga espessada = VUP até prova em contrário: US logo ao nascer, creatinina seriada, drenagem vesical e hospital.
- P1: seguimento pelo pediatra com US; P2 e P3: encaminhar com prioridade ao nefrologista ou urologista pediátrico.
- Profilaxia (SBP): bilateral, ureter dilatado, parênquima alterado, rim único ou bexiga suspeita — cefalexina ou amoxicilina no RN, uma vez ao dia.
- Febre no lactente com dilatação: urina por cateterismo antes do antibiótico; hospital se < 3 meses, toxemia ou uropatia obstrutiva.
- Cintilografia dinâmica só após o 1º mês; curva lenta isolada não é obstrução — importa a função relativa e sua evolução.
Veja também, nesta Biblioteca: Refluxo Vesicoureteral e ITU em Crianças (Nefrologia e Urologia); Infecção urinária e Fimose, criptorquidia, hérnias, hidrocele e escroto agudo (Patologias do consultório); Válvula de uretra posterior e bexiga neurogênica (nesta área); Injúria Renal Aguda no RN e Hipertensão Arterial no RN (Neonatologia); Hipertensão arterial sistêmica na criança e no adolescente (Cardiologia).
8.Fontes
- Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Urologia. Manual de Uropediatria — Guia para Pediatras (capítulos Hidronefrose pré-natal, Medicina nuclear, Refluxo vesicoureteral e Fimose), 2019. PDF
- Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento Científico de Nefrologia. Hidronefrose pré-natal (Pediatria para Famílias), 2023. sbp.com.br
- Ministério da Saúde. Atenção à Saúde do Recém-Nascido — Guia para os Profissionais de Saúde, volume 1 (exame físico do abdome). PDF
- American Academy of Pediatrics (Sections on Urology, Nephrology, Radiology e Hospital Medicine). Herndon CDA et al. Perinatal Urinary Tract Dilation — Recommendations on Pre-/Postnatal Imaging, Prophylactic Antibiotics, and Follow-up. Clinical Report. Pediatrics, 2025 — resumo no PubMed pubmed.ncbi.nlm.nih.gov e síntese das recomendações guidelinecentral.com
- AEP/AENP. Madariaga Domínguez L, Ordóñez Álvarez FÁ. Manejo de las anomalías renales y del tracto urinario detectadas por ecografía prenatal. Uropatías obstructivas. Protocolos de Nefrología Pediátrica, 2022. PDF
- Cambridge University Hospitals NHS. Renal pelvic dilatation (informação ao paciente), versão 6, 2023. cuh.nhs.uk
- Boston Children's Hospital (Harvard). Hydronephrosis. childrenshospital.org