Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
Os espasmos epilépticos do lactente (síndrome de West; na ILAE 2022, síndrome de espasmos epilépticos infantis) começam entre 1 e 24 meses, sobretudo entre 2 e 12 meses (SBP). São contrações breves de flexão ou extensão do tronco, com elevação dos braços e queda da cabeça, em salvas, sobretudo ao despertar ou ao adormecer (SBP). Pela descrição, parecem cólica ou refluxo: peça o vídeo do celular (AEP 2022) e pergunte se o bebê perdeu o interesse pelas pessoas ou regrediu. A suspeita é urgência diagnóstica (🔴): contato com o neuropediatra em até 24 horas (NICE NG217; SBP e MS sem prazo) e EEG com sono em poucos dias (PCDT); confirmado o diagnóstico, o tratamento começa imediatamente (PCDT de Epilepsia), porque quanto menor o atraso, melhor o desenvolvimento (AAN/CNS 2012). Primeira linha, pelo PCDT adotado no site: corticoide ou vigabatrina; vigabatrina na esclerose tuberosa. Não é doença para tratar em casa sem o especialista: o pediatra busca a causa (lâmpada de Wood) e monitora PA, glicosúria, infecções e vacinas durante o corticoide e a visão durante a vigabatrina. Crise ≥ 5 minutos, febre em uso de corticoide ou falta de acesso rápido ao neuropediatra: pronto-socorro.
1.O que é e como se apresenta
Definição. Síndrome de West é a tríade espasmos epilépticos + hipsarritmia no EEG + parada ou regressão do desenvolvimento (PCDT; AEP 2022). A ILAE (2022) usa síndrome de espasmos epilépticos infantis e exige espasmos, início entre 1 e 24 meses e EEG epileptiforme; hipsarritmia e regressão podem faltar. É uma encefalopatia epiléptica e do desenvolvimento.
Os espasmos:
- Contração súbita da musculatura proximal e do tronco, mais sustentada que uma mioclonia e mais curta que uma crise tônica, em flexão, extensão ou mista; pode haver careta, queda da cabeça ou movimento ocular sutil; recorrem em salvas (SBP 2020).
- Repetem-se a cada 5–10 segundos por 5–10 minutos, frequentemente ao despertar (AEP 2022); o choro entre eles faz pensar em cólica.
- Formas sutis: acenos de cabeça; perda da atenção visual (Boston Children's).
Desenvolvimento. Desde o início das salvas o lactente perde o interesse pelas pessoas, o olhar perde o sentido social e podem se perder marcos (sorriso, controle da cabeça, preensão) (AEP 2022). Na criança com lesão perinatal, o alerta é a piora. Às vezes o desenvolvimento é normal no início (ILAE).
Etiologia (PCDT; AEP 2022; ILAE 2022):
- Estrutural adquirida: encefalopatia hipóxico-isquêmica, AVC perinatal, lesão do prematuro, sequela de meningite ou infecção congênita.
- Estrutural congênita: malformações do desenvolvimento cortical, esclerose tuberosa.
- Genética: síndrome de Down, Miller-Dieker, genes STXBP1, CDKL5, ARX, SPTAN1.
- Metabólica: erros inatos (investigação dirigida pelo especialista).
- Desconhecida: exame, RM e genética normais; nesses casos o sucesso com hormônio se associa a melhor desenvolvimento que com vigabatrina (AAN/CNS 2012).
Prognóstico: depende da causa e da rapidez do controle (AAN/CNS 2012; AEP 2022).
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Diagnóstico confirmado, em tratamento e sem espasmos, em seguimento com o neuropediatra; sem febre, PA normal, glicosúria negativa | Seguimento conjunto; puericultura e estimulação; PA e glicosúria semanais no corticoide (NICE NG217); exame visual periódico na vigabatrina (bula) |
| 🟡 Moderada | Movimento duvidoso em lactente de 1–24 meses: abalo isolado, só dormindo e que cessa ao acordar, ou ligado às mamadas, com desenvolvimento e exame normais; ou efeito adverso leve do tratamento | Vídeo e reavaliação em 24–48 h; discutir o vídeo com o neuropediatra; salva ou regressão = 🔴 |
| 🔴 Grave | Espasmos em salvas (vídeo ou descrição típica) e/ou parada ou regressão do desenvolvimento; recidiva após tratamento. Pronto-socorro já: crise ≥ 5 min ou salvas sem recuperação; febre em uso de corticoide ou ACTH; PA muito elevada; hiperglicemia com poliúria; vômitos com letargia; fontanela abaulada | Urgência diagnóstica: neuropediatra em até 24 h (NICE NG217), EEG com sono em poucos dias (PCDT), tratamento imediato. Sem acesso em 24–72 h: pronto-socorro de referência (prazo sugestão do site) |
Fatores de risco que elevam a suspeita e a gravidade: encefalopatia hipóxico-isquêmica, AVC perinatal, prematuridade com lesão cerebral, sequela de meningite; esclerose tuberosa conhecida ou suspeita (manchas hipocrômicas, rabdomioma cardíaco, história familiar); síndrome de Down e outras síndromes genéticas, malformação cerebral, microcefalia; convulsão neonatal; demora até o tratamento; etiologia estrutural ou genética.
3.Diagnóstico no consultório
A suspeita é clínica e cabe ao pediatra:
- Anamnese: episódios em série ou isolados; hora (despertar, adormecer); relação com mamada; se o bebê "ficou diferente" ou perdeu marcos; antecedentes perinatais; epilepsia ou esclerose tuberosa na família.
- Vídeo do celular do próximo episódio, do início ao fim, de fralda e com o rosto visível; só com a descrição os espasmos são confundidos com cólica e refluxo (AEP 2022).
- Exame: perímetro cefálico; pele com lâmpada de Wood à procura de máculas hipomelanóticas (esclerose tuberosa); dismorfias; fixação visual, tônus, assimetrias e marcos (Desenvolvimento Neuromotor de 0 a 2 Anos).
Exames:
- EEG com sono em poucos dias (PCDT; AEP 2022), de preferência vídeo-EEG. A hipsarritmia pode ser fragmentada ou aparecer só no sono (AEP 2022): EEG curto normal em vigília não afasta o diagnóstico com vídeo típico.
- Pelo neuropediatra (sem atrasar o encaminhamento): RM de encéfalo; genética se a RM não explica; triagem metabólica conforme a clínica; na esclerose tuberosa, vigilância de vários órgãos (consenso internacional 2021).
- Antes do corticoide: sorologia para varicela, PA e glicosúria de base (NICE NG217); revisão do calendário vacinal.
- Antes da vigabatrina: avaliação oftalmológica e campo visual antes do início (bula brasileira); se impossível, até 4 semanas após (FDA).
Diferencial que não pode passar (veja Eventos paroxísticos não epilépticos): cólica (sem salvas estereotipadas nem regressão); refluxo e Sandifer (ligados às mamadas); mioclonia benigna do sono neonatal (só dormindo, cessa ao acordar); mioclonia benigna do lactente e shuddering (EEG normal); sobressaltos; outras crises.
4.Tratamento e seguimento
Quem faz o quê. O neuropediatra confirma, escolhe e inicia o tratamento. O pediatra suspeita, encaminha no mesmo dia, busca a causa e monitora a segurança (PA, glicosúria, infecção, vacinas, visão).
Princípios do PCDT de Epilepsia (Portaria Conjunta nº 17/2018): EEG em poucos dias na suspeita; tratamento imediato; resposta avaliada aos 14 dias pela clínica e por EEG em vigília e sono; primeira linha corticoide ou vigabatrina; vigabatrina na esclerose tuberosa; na falha, topiramato, ácido valproico, benzodiazepínico ou dieta cetogênica; refratário com lesão focal, avaliação cirúrgica.
A SBP não tem conduta terapêutica nem prazo para os espasmos: o site segue o PCDT (EEG em poucos dias, corticoide ou vigabatrina) e, no prazo de contato com o neuropediatra, o NICE (24 h). O PCDT não traz esquema de corticoide para os espasmos: a prednisolona segue os ensaios UKISS e ICISS; a vigabatrina, a bula e o PCDT.
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Prednisolona oral (alta dose) | 40 mg/dia (10 mg/dose, fixa, sem ajuste por peso); espasmos no 7º dia: 60 mg/dia (20 mg/dose) | 6/6 h (40 mg); 8/8 h (60 mg) | 14 dias e retirada em 2 semanas | UKISS 2004 e ICISS 2017 (esquema em O'Callaghan 2023); diretriz alemã 2022: 40–60 mg/dia. PCDT: sem esquema; NICE: BNF for Children |
| Tetracosactídeo de depósito (ACTH sintético) | 0,5 mg (40 UI) IM; 0,75 mg se espasmos no 7º dia (ICISS) | Dias alternados | 2 semanas; retirada com prednisolona oral | UKISS; ICISS; diretriz alemã 2022 (40–60 UI). Sem registro na Anvisa segundo parecer NAT/TJES 2019; fora do PCDT e do SUS |
| Vigabatrina | Início 50 mg/kg/dia; subir até máx. 150 mg/kg/dia em cerca de 1 semana (bula brasileira); FDA: +25–50 mg/kg/dia a cada 3 dias | 12/12 h (FDA; PCDT: 1–2 vezes/dia) | ~3 meses (diretriz alemã); suspender sem benefício claro em 2–4 semanas (FDA); retirada gradual em 2–4 semanas (bula) | Bula brasileira; FDA; ICISS (mínimo 100 mg/kg/dia). PCDT (epilepsia em geral): 500 mg/dia, +500 mg/semana, máx. 3.000 mg/dia (150–200 mg/kg/dia); acima de 150 só com o neuropediatra. SUS pelo CEAF, comprimido 500 mg |
Escolha: hormônio × vigabatrina isolada: 73% × 54% sem espasmos no 13º–14º dia (UKISS). Hormônio + vigabatrina × hormônio: 72% × 57% sem espasmos do 14º ao 42º dia (ICISS); por isso o NICE recomenda a associação. O site segue o PCDT (corticoide ou vigabatrina); a associação fica a critério do neuropediatra. Esclerose tuberosa: vigabatrina; o NICE acrescenta prednisolona se falhar após 1 semana.
Durante o corticoide ou o ACTH (NICE NG217; Guia Vacinal do site):
- Explicar efeitos adversos (infecção, hipertensão, hiperglicemia, irritabilidade); cartão de corticoide; PA e glicosúria semanais; febre = avaliação no mesmo dia.
- Vacinas vivas contraindicadas com ≥ 2 mg/kg/dia (< 10 kg) ou ≥ 20 mg/dia por ≥ 2 semanas — inclui 40–60 mg/dia; aguardar ≥ 1 mês após a suspensão (Guia Vacinal). Planejar a rotavírus, que tem idade máxima.
- Supressão adrenal: cobertura em doença grave nas semanas seguintes (veja Insuficiência adrenal e hiperplasia adrenal congênita).
Vigabatrina — toxicidade retiniana:
- Constrição concêntrica bilateral e permanente do campo visual; risco cresce com dose e exposição cumulativa, sem dose isenta de risco (bula, advertência em destaque). O PCDT cita alteração em até 40% dos tratados, progressiva com o uso e reversível só com suspensão precoce.
- Exame visual de base, a cada 3 meses no uso e 3–6 meses após suspender (FDA, mais estrita; a bula brasileira pede campimetria a cada 6 meses); no lactente, eletrorretinografia e potencial evocado visual (PCDT); menor tempo eficaz.
- Alterações na RM em lactentes (bula); não suspender abruptamente (rebote, bula); pode agravar mioclonias (PCDT).
Não fazer: anticonvulsivante "de prova" no consultório (fenobarbital, carbamazepina), que atrasa o tratamento eficaz; esperar a próxima consulta; ácido valproico abaixo de 2 anos sem especialista (hepatotoxicidade, PCDT).
Seguimento (NICE NG217): revisão semanal no tratamento e EEG com sono em 2 semanas; cessados os espasmos, revisão mensal e novo EEG se recidiva. Estimulação precoce sem esperar a investigação. Na esclerose tuberosa, a família filma qualquer movimento suspeito desde os primeiros meses (consenso de 2021: triagem precoce por EEG).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- Crise ≥ 5 minutos ou salvas sem recuperação.
- Febre, prostração ou recusa alimentar em uso de corticoide ou ACTH.
- PA elevada com irritabilidade, vômitos ou sonolência; hiperglicemia com poliúria ou desidratação.
- Vômitos com letargia (erro inato); fontanela abaulada.
- Espasmos sem acesso ao neuropediatra ou ao EEG em 24–72 h (sugestão do site): hospital com neuropediatria e EEG.
Como encaminhar
- Telefone ao neuropediatra no mesmo dia, com o vídeo; peça EEG com sono prioritário.
- Crise ≥ 5 min: posição lateral, aspirar, oxigênio para SpO2 ≥ 94%; resgate pelo Protocolo de Estado de Mal Convulsivo: midazolam IN 0,2 / bucal 0,3 / IM 0,2 mg/kg (máx. 10 mg) ou diazepam retal 0,5 mg/kg ou IV/IO 0,2–0,3 mg/kg (máx. 10 mg); SAMU (192).
- Glicemia capilar e PA antes da transferência.
- Febre em uso de corticoide: acesso venoso se possível, sem atrasar; manter o corticoide e avisar a equipe (risco adrenal).
- Relatório: salvas, vídeo, marcos perdidos, antecedentes, medicamentos com doses e datas.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Esses sustos em sequência podem ser uma epilepsia do bebê. O tratamento funciona melhor quando começa cedo: o exame é para esta semana."
- "Filme as crises e anote quantas vezes acontecem."
- Prednisolona: "Pressão e exame de urina toda semana. Febre: ser visto no mesmo dia. Nenhuma vacina de vírus vivo sem falar com o pediatra."
- Vigabatrina: "Os exames dos olhos são obrigatórios nas datas marcadas, mesmo que ele pareça enxergar bem."
- Pronto-socorro ou SAMU (192): crise de 5 minutos ou mais, ou crises seguidas sem melhora; febre, moleza ou recusa de mamar em uso de corticoide; vômitos com sonolência; muito xixi e muita sede; moleira estufada.
- Neuropediatra em 24–48 h: crises que voltaram ou perda de alguma habilidade.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Definição | Espasmos em salvas; até 2 anos, pico 2–12 meses (2017; 2020) | Tríade (PCDT 2018) | Sem posição específica localizada | Síndrome de espasmos infantis < 2 anos (NG217) | Tríade; 4–12 meses; confundida com cólica e refluxo | Sem posição específica localizada | Espasmos, hipsarritmia (Boston Children's) | Segue o NICE |
| Exames e prazo | Não fixa prazo | EEG em poucos dias; EEG aos 14 dias | — | Neuropediatra em 24 h; EEG com sono | Vídeo-EEG com sono; urgente | — | EEG; tratamento precoce | Segue o NICE |
| Primeira linha | Sem posição específica localizada | Corticoide ou vigabatrina | — | Prednisolona + vigabatrina | ACTH, corticoide oral ou vigabatrina | — | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Esclerose tuberosa | — | Vigabatrina | — | Vigabatrina; + prednisolona após 1 semana | Vigabatrina | — | — | Segue o NICE |
| Monitorização | — | Eletrorretinografia e PEV | — | Revisão semanal; PA e glicosúria; varicela | Não detalha | — | — | Segue o NICE |
| Refratário | — | Topiramato, valproato, benzodiazepínico, dieta cetogênica, cirurgia | — | Dieta cetogênica, levetiracetam, nitrazepam, valproato, topiramato | Dieta cetogênica | — | Dieta, cirurgia | Segue o NICE |
Leitura: há concordância no essencial: suspeita é urgência, o EEG com sono confirma, o tratamento começa sem demora e a vigabatrina é a escolha na esclerose tuberosa. A SBP descreve a semiologia (2017; 2020), sem conduta terapêutica; o tratamento segue o PCDT (2018). A divergência principal é do NICE (2022), que recomenda associar prednisolona e vigabatrina desde o início (ICISS) e fixa o prazo de 24 h. A AAN/CNS (2012, aposentada) preferia o ACTH; a AEP aceita ACTH, corticoide oral ou vigabatrina. No Brasil, sem ACTH de depósito registrado, as opções práticas são prednisolona em alta dose e vigabatrina (CEAF). O site adota a posição da SBP no reconhecimento; onde a SBP não se posiciona, a do Ministério da Saúde (EEG em poucos dias, corticoide ou vigabatrina, vigabatrina na esclerose tuberosa); no prazo de contato, que SBP e MS não fixam, o NICE (24 h).
- "Sustos" ou "cólicas" em série ao acordar: peça o vídeo e pergunte se o bebê regrediu.
- Suspeita: neuropediatra em até 24 h (NICE) e EEG com sono em poucos dias (PCDT); EEG curto normal em vigília não afasta.
- Lâmpada de Wood em todo lactente com espasmos: esclerose tuberosa indica vigabatrina.
- Primeira linha: prednisolona 40 mg/dia (60 se houver espasmos no 7º dia) ou vigabatrina 50 até 150 mg/kg/dia (PCDT: um ou outro); nunca anticonvulsivante "de prova".
- Corticoide: PA e glicosúria semanais, febre vista no mesmo dia, sem vacinas vivas até 1 mês após suspender.
- Vigabatrina: exame visual de base, a cada 3 meses e após a suspensão; menor tempo eficaz.
Veja também, nesta Biblioteca: Desenvolvimento Neuromotor de 0 a 2 Anos (Neurologia e Desenvolvimento); Asfixia Perinatal e Encefalopatia Hipóxico-Isquêmica e Convulsão Neonatal (Neonatologia); Epilepsias na infância e Eventos paroxísticos não epilépticos (nesta área); Protocolo de Estado de Mal Convulsivo (Urgências e Emergências); Cólica do lactente e choro excessivo, Vômitos no lactente, refluxo fisiológico e DRGE e Atraso de fala e do desenvolvimento (Patologias do consultório); Insuficiência adrenal e hiperplasia adrenal congênita (Endocrinologia pediátrica); Guia Vacinal Completo (Imunizações).
8.Fontes
- SBP, Departamento Científico de Neurologia. Sinais de alerta na avaliação neurológica da criança e do adolescente (Manual de Orientação), 2020. PDF
- SBP. Síndrome de West: o que é, sintomas e tratamento, 2017. sbp.com.br
- Ministério da Saúde. PCDT da Epilepsia (Portaria Conjunta SAS/SCTIE nº 17/2018). PDF
- NICE. Epilepsies in children, young people and adults (NG217), 2022, atualizada em 2025. nice.org.uk
- AEP. Soto Insuga V et al. Epilepsia en el lactante. Protoc diagn ter pediatr, 2022;1:399-407. PDF
- Lux AL et al. United Kingdom Infantile Spasms Study (UKISS). Lancet, 2004. PubMed
- O'Callaghan FJK et al. Hormonal treatment versus hormonal treatment with vigabatrin for infantile spasms (ICISS). Lancet Neurol, 2017. PubMed
- O'Callaghan FJK et al. Prednisolone or tetracosactide depot for infantile epileptic spasms syndrome? (dados do UKISS e do ICISS). Eur J Paediatr Neurol, 2023. PubMed
- Go CY et al. (AAN/CNS). Evidence-based guideline update: medical treatment of infantile spasms (aposentada). Neurology, 2012. PubMed
- Diretriz alemã (GNP). Treatment of Infantile Spasm Syndrome. Neuropediatrics, 2022. PMC
- Zuberi SM et al. (ILAE). Classification and definition of epilepsy syndromes with onset in neonates and infants. Epilepsia, 2022. PubMed; ILAE. Infantile epileptic spasms syndrome. epilepsydiagnosis.org
- Sabril (vigabatrina), bula brasileira para o profissional. bula.com.br
- FDA. Sabril (vigabatrin) — prescribing information, 2018. PDF
- NAT/TJES. Parecer Técnico nº 1368/2019 — tetracosactídeo (Synacthen Depot). PDF
- Northrup H et al. Updated International Tuberous Sclerosis Complex diagnostic criteria and surveillance and management recommendations. Pediatr Neurol, 2021. PubMed
- Boston Children's Hospital. Infantile spasms. childrenshospital.org