Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
Eventos paroxísticos não epilépticos (EPNE) são episódios de alteração do movimento, do tônus, do comportamento ou da consciência sem descarga neuronal anormal (SBP 2020). No lactente são ~10 vezes mais frequentes que as crises epilépticas (AEP 2022). O diagnóstico é clínico — o que veio antes, o evento, a recuperação — e o vídeo do celular. EEG não é rotina e, normal, não exclui epilepsia. ECG de 12 derivações com QTc medido à mão em toda síncope, na perda de fôlego pálida e na primeira crise suspeita (documento de Síncope do site; NICE NG217). A maioria é 🟢: orientação, vídeo e retorno — inclusive a perda de fôlego típica a partir de 6 meses (choro, susto ou dor antes, sequência característica, recuperação completa), tratada em casa, sem internação. Abaixo de 6 meses, ou sem diagnóstico claro, vale a regra do documento de Síncope: avaliação hospitalar se < 12 meses. Pronto-socorro (🔴): desmaio durante o esforço, deitado, após susto ou ruído, com palpitação ou dor torácica, história familiar de morte súbita em jovem, crise ≥ 5 minutos, recuperação lenta, déficit focal ou espasmos em salvas no lactente.
1.O que é e como se apresenta
Os EPNE se repetem no mesmo contexto e quase sempre são benignos (SBP 2020). Abalos, perda de urina e sonolência depois também ocorrem na síncope convulsiva (AEP 2022); a mesma criança pode ter epilepsia e EPNE.
Recém-nascido e lactente
- Perda de fôlego (espasmo do choro) — mais frequente de 6 meses a 2 anos (SBP 2020); começa até os 3 anos e cede entre 3 e 6 anos; história familiar em ~30% (AEP 2022):
- Cianótica: frustração ou dor → choro intenso → apneia em expiração → cianose → às vezes perda de consciência, hipotonia, rigidez ou abalos breves → gasping e recuperação rápida, sem pós-ictal.
- Pálida (síncope reflexa cardioinibidora): batida inesperada na cabeça ou susto → choro fraco ou ausente → palidez, hipotonia, perda de consciência, às vezes abalos; bradicardia ou assistolia vagal (documento de Síncope).
- Associada à deficiência de ferro; o ferro reduz os episódios, mais na anemia, mas também sem ela (Cochrane 2010; Gürbüz 2019) — SBP e MS não tratam do tema.
- Mioclonia benigna do sono neonatal — abalos em salvas só dormindo, que cessam ao acordar o bebê; some até 3–6 meses (AEP 2022; SBP 2020).
- Tremores (jitteriness) — ~50% dos neonatos; rítmicos, provocados por estímulo, cedem ao segurar o membro, sem alteração ocular ou autonômica (AEP 2022). Glicemia e cálcio se houver risco.
- Síndrome de Sandifer — hiperextensão ou inclinação da cabeça e arqueamento do tronco ligados às mamadas, pela doença do refluxo; mais comum na criança hipotônica (AEP 2022).
- Shuddering — segundos de tremor de cabeça e ombros "como calafrio", consciente (SBP 2020).
- Autogratificação — 3 meses a 3 anos: olhar parado, fricção das coxas, rubor, sons guturais, na cadeirinha; para com distração (SBP 2020).
Pré-escolar e escolar
- Vertigem paroxística benigna — 1 a 5 anos: desequilíbrio súbito de minutos, sem perda de consciência, com nistagmo, vômitos ou palidez; exame e audição normais, ≥ 5 episódios (ICHD-3); ligada à migrânea.
- Parassonias NREM (terror noturno, despertar confusional, sonambulismo) — primeiro terço da noite, olhos abertos, não reconhece os pais, amnésia; o pesadelo é lembrado (Distúrbios do sono na infância).
- Síncope — pródromos, palidez, recuperação rápida; abalos breves são comuns; cardíaca em 1–5%, com risco de morte súbita (documento Síncope na Criança e no Adolescente).
- Estereotipias — rítmicas, sem finalidade, na excitação ou no tédio, interrompidas pela distração; início antes dos 3 anos; proeminentes no autismo (SBP 2020).
- Tiques — até 20% dos escolares, início entre 4 e 8 anos; precedidos de urgência com alívio, suprimíveis, pioram no estresse, somem no sono; podem piorar com metilfenidato (SBP 2020).
Adolescente
- Crises psicogênicas não epilépticas (crises funcionais) — longas (> 5–10 min), com flutuação, movimentos alternando lados, olhos fortemente fechados com resistência à abertura, fala emocional, diante de testemunhas; mais frequentes em quem já tem epilepsia (SBP 2020; AEP 2022). A SBP pede evitar "crise histérica" ou "pseudocrise".
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Evento típico com gatilho claro, recuperação imediata, desenvolvimento e exame normais, sem sinais de alerta (perda de fôlego típica a partir de 6 meses — cianótica, ou pálida com ECG normal —, mioclonia do sono, tremor que cede à contenção, shuddering, autogratificação, parassonia esporádica, estereotipias e tiques leves, síncope vasovagal típica com ECG normal) | Casa, sem internação (perda de fôlego: decisão do site); explicar, pedir vídeo; hemograma e ferritina na perda de fôlego frequente; retorno em 4–8 semanas |
| 🟡 Moderada | Diagnóstico incerto ou atípico a partir de 12 meses; perda de fôlego pálida ainda sem ECG (≥ 12 meses) ou muito frequente; eventos noturnos estereotipados, várias vezes na noite; suspeita de crises psicogênicas; tiques com prejuízo; QTc > 460 ms assintomático; primeira crise afebril suspeita, recuperada | ECG com QTc; neuropediatra em até 2 semanas na suspeita de epilepsia (NICE NG217); outros atípicos em 4–8 semanas (sugestão do site); QTc prolongado: cardiologia prioritária (documento de QT longo) |
| 🔴 Grave | Desmaio ao esforço, deitado, após susto ou ruído (fora da perda de fôlego típica), com palpitação ou dor torácica ou sem pródromos; história familiar de morte súbita < 40 anos ou canalopatia; QTc ≥ 500 ms; perda de fôlego < 6 meses; lactente < 12 meses sem diagnóstico claro (sem gatilho, evento atípico, perda de consciência ou abalos prolongados, forma pálida sem ECG); crise ≥ 5 min, recuperação lenta, déficit focal; espasmos em salvas; apneia sem choro | Pronto-socorro com monitorização (ver "Como encaminhar"); < 12 meses: avaliação hospitalar/internação (documento de Síncope); espasmos: neuropediatra em até 24 h (NICE NG217); SAMU (192) se instável |
Fatores de risco que elevam a gravidade: cardiopatia ou cirurgia cardíaca; surdez congênita; medicamentos que prolongam o QT, hipocalemia ou hipomagnesemia; afogamento inexplicado na criança ou na família; atraso, regressão ou exame neurológico alterado; idade < 6 meses; "epilepsia" que não responde ao anticrise.
3.Diagnóstico no consultório
A história é o exame principal. Pergunte "o que você viu", sem palavras como "convulsão" ou "ausência": contexto e posição, o que veio antes, início súbito ou gradual, cor (roxa ou pálida), olhos, movimentos, duração cronometrada, se respondia e a recuperação (AEP 2022).
- Favorecem EPNE (SBP 2020): gatilho reconhecível; cessa com distração ou contenção; duração > 5–10 min com flutuação; olhos fechados com força; movimentos alternando lados; autoproteção preservada.
- Favorecem epilepsia: eventos idênticos entre si, também no sono e em qualquer atividade; desvio ocular; cianose sem choro prévio; pós-ictal prolongado; espasmos em salvas ao acordar no lactente (urgência).
- Sugerem causa cardíaca (documentos de Síncope e de QT longo): esforço (inclusive natação), decúbito, susto ou ruído; sem pródromos; palpitação ou dor torácica; morte súbita, marca-passo ou desfibrilador em parente jovem.
O vídeo do celular: depois de proteger a criança, gravar do início à recuperação, corpo inteiro com rosto e olhos, chamando a criança pelo nome. Ajuda, mas não substitui a história: neuropediatras acertam ~67% dos vídeos isolados (AEP 2022).
Exames
- ECG de 12 derivações com QTc à mão (Bazett, DII ou V5; não confiar no automático): em toda síncope (documento de Síncope), na perda de fôlego pálida, na primeira crise suspeita (NICE NG217) e em evento com esforço, susto ou ruído. QTc > 460 ms na criança é prolongado (limite desta Biblioteca); ≥ 500 ms = 🔴. Procurar pré-excitação, Brugada e BAV.
- Hemograma e ferritina com PCR na perda de fôlego frequente; glicemia capilar em alteração prolongada da consciência.
- EEG não é rotina nos EPNE típicos; não serve para excluir epilepsia — normal não exclui, alterações inespecíficas não confirmam (NICE NG217; AEP 2022). Na suspeita real de epilepsia, pelo neuropediatra, idealmente até 72 h após a crise (NG217). Vídeo-EEG na dúvida com eventos frequentes, na suspeita de espasmos, no recém-nascido e nas crises psicogênicas (AEP 2022).
- Dirigidos: audiometria na vertigem; RM se exame alterado; polissonografia na parassonia atípica.
Diagnóstico diferencial que não pode passar: síncope arrítmica ("convulsão" ao esforço ou com susto é arritmia até prova em contrário); espasmos epilépticos; crises focais, ausências e epilepsia frontal noturna; hipoglicemia; intoxicação; distonia por metoclopramida ou bromoprida; trauma abusivo.
4.Tratamento e seguimento
O que é do pediatra
- Perda de fôlego típica a partir de 6 meses: casa; deitar de lado, não sacudir nem pôr nada na boca, cronometrar; manter os limites habituais; ferro (tabela); ECG na forma pálida.
- Mioclonia do sono, tremores, shuddering, autogratificação: tranquilizar.
- Sandifer: tratar a doença do refluxo conforme Vômitos no lactente, refluxo fisiológico e DRGE (sem procinéticos).
- Vertigem paroxística: proteger e acompanhar como precursor de enxaqueca (Cefaleia e enxaqueca).
- Parassonias: não acordar, proteger o ambiente, evitar privação de sono; despertares programados 15–30 min antes, por 2–4 semanas (Distúrbios do sono na infância).
- Tiques e estereotipias: orientar família e escola; terapia comportamental e comorbidades (TDAH, TOC) se houver prejuízo; remédio só com o especialista (AEP 2022).
- Crises psicogênicas: comunicar sem culpa (são involuntárias); rastrear ansiedade, depressão, trauma e abuso; psicoterapia cognitivo-comportamental, psiquiatria e neuropediatra envolvido (ILAE 2023).
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Ferro elementar oral — perda de fôlego frequente | Com anemia ou ferropenia: 3–6 mg/kg/dia (SBP 2026). Sem anemia: pode ser considerado 5 mg/kg/dia (Cochrane 2010) | 1x/dia, longe do leite | Anemia: 3–6 meses (SBP 2026); sem anemia: 16 semanas nos ensaios (Cochrane 2010) | Hemograma e ferritina com PCR antes; ferro elementar (sulfato ~20%). Sem anemia não é posição SBP/MS; Gürbüz 2019: 4 mg/kg/dia por 3 meses, benefício igual |
| Midazolam — só se for crise epiléptica ≥ 5 min | IN 0,2 mg/kg; bucal 0,3 mg/kg; IM 0,2 mg/kg (máx. 10 mg) | Dose única; repetir conforme protocolo | — | Protocolo de Estado de Mal Convulsivo do site |
| Diazepam retal — idem, sem midazolam | 0,5 mg/kg (máx. 10 mg) | Dose única | — | Protocolo de Estado de Mal Convulsivo do site |
O que não usar: anticrise "de prova" em evento não esclarecido (AEP 2022); benzodiazepínico na perda de fôlego, síncope ou crise psicogênica; procinéticos no Sandifer (documento de DRGE); medicamentos que prolongam o QT antes do ECG na síncope suspeita; anti-histamínico sedativo nas parassonias (padrão do site).
Seguimento: retorno em 4–8 semanas com vídeo e diário; se havia anemia, hemograma em 30–45 dias (SBP 2026).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- Todos os critérios 🔴 da tabela: desmaio no exercício, deitado, após susto, ruído ou emoção (fora da perda de fôlego típica), ou com palpitação ou dor torácica; morte súbita < 40 anos ou canalopatia na família; QTc ≥ 500 ms ou arritmia no ECG.
- Toda perda de fôlego < 6 meses e todo lactente < 12 meses com perda de consciência sem diagnóstico claro (sem gatilho, evento atípico, perda de consciência ou abalos prolongados, forma pálida sem ECG): avaliação hospitalar/internação (documento de Síncope); apneia sem choro. Exceção (decisão do site): perda de fôlego típica a partir de 6 meses não precisa de internação.
- Crise ≥ 5 minutos, pós-ictal prolongado ou déficit focal, trauma, febre com sinais meníngeos.
- Espasmos em salvas: neuropediatra em até 24 horas (NICE NG217).
Como encaminhar
- Sem respiração normal: RCP, DEA e SAMU (192).
- Crise ≥ 5 min: midazolam (tabela), posição lateral, aspirar, oxigênio para SpO2 ≥ 94%, glicemia capilar.
- Síncope suspeita de arritmia: decúbito, monitor e oxímetro, ECG se disponível sem atrasar a transferência; não dar ondansetrona, domperidona ou macrolídeo; transporte com equipe capaz de desfibrilar (documento de QT longo).
- Relatório com descrição, vídeo, QTc, medicamentos e história familiar.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Não é epilepsia e não causa dano no cérebro; melhora com o tempo."
- "Na perda de fôlego, deite de lado, não sacuda, não ponha nada na boca e conte o tempo. A respiração volta sozinha."
- SAMU (192) ou pronto-socorro se: não voltar a respirar em 1 minuto ou ficar desacordada mais de 2 minutos; desmaiar no esforço, nadando, deitada ou com susto ou barulho; palpitação ou dor no peito antes do desmaio; "crise" de 5 minutos ou mais, não acordar bem, fraqueza de um lado; bebê com sustos em sequência ao acordar ou que parou de se desenvolver.
- Pronto-socorro se o bebê tiver menos de 6 meses, ou menos de 1 ano e o episódio vier sem choro ou susto. Pediatra se os episódios mudarem.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Definição | Sem descarga neuronal; história detalhada; 12 eventos descritos (2020) | Sem posição específica localizada | Perda de fôlego benigna, some até 6 anos (HealthyChildren) | Sem diretriz de EPNE; relato e vídeo na suspeita de crise (NG217) | Tabelas por idade; 9% dos lactentes (2022) | Sem posição específica localizada | Lista imitadores de epilepsia (Boston Children's) | Segue o NICE |
| ECG | Não detalha | — | — | ECG de 12 derivações após primeira crise suspeita | Na perda de fôlego pálida repetida e na síncope | — | — | Segue o NICE |
| EEG | Não detalha | — | — | Não usar para excluir; ideal em 72 h | Só na dúvida; vídeo-EEG preferível | — | EEG na suspeita de epilepsia | Segue o NICE |
| Ferro na perda de fôlego | Não aborda | Sem posição específica localizada | Anemia pode causar episódios frequentes | — | Sem tratamento indicado | — | — | Segue o NICE |
| Perda de fôlego: internar? | Não aborda; descreve como benigna | Sem posição específica localizada | Não cita internação; médico logo se < 6 meses, 1º episódio ou > 2 min desacordado; evento explicado não é BRUE | Sem posição específica localizada | Benigna; exames não necessários (ECG se pálida repetida) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Encaminhamento | Não fixa prazo | — | — | 2 semanas; espasmos em 24 h | Neuropediatra na dúvida | — | — | Segue o NICE |
Leitura: há concordância de que os EPNE se diagnosticam pela história e de que o EEG não é rotina nem exclui epilepsia. A SBP (2020) descreve os eventos, sem detalhar exames; o MS não tem documento específico; o NICE é o mais explícito (vídeo, ECG após a primeira crise suspeita, EEG só para apoiar). No ferro, a AEP não trata, a AAP liga os episódios frequentes à anemia e a Cochrane mostra benefício também sem anemia: o site trata a ferropenia pela SBP 2026 e, sem anemia, o ferro pode ser considerado (Cochrane) — não é posição da SBP nem do MS. Na internação, nenhuma referência localizada interna a perda de fôlego típica em qualquer idade: a AAP pede avaliação médica imediata abaixo de 6 meses, no 1º episódio ou com mais de 2 min desacordado, e sua diretriz de BRUE (2016) exclui o evento explicado pela história; a AEP não pede exames e um estudo sueco (2024) aponta excesso de EEG e ECG. A regra do site — casa a partir de 6 meses; hospital abaixo de 6 meses ou abaixo de 12 meses sem diagnóstico claro — é decisão do Dr. Stefani, mais conservadora que a literatura e coerente com o documento de Síncope. O site adota a posição da SBP na definição e no reconhecimento dos eventos, e os documentos de Síncope e de QT longo desta Biblioteca no ECG e nos sinais cardíacos.
- Pergunte o que veio antes: choro, susto, mamada, levantar-se, esforço ou sono dizem mais que os abalos.
- Peça o vídeo do celular, do início à recuperação, com o rosto visível.
- ECG com QTc à mão em toda síncope, na perda de fôlego pálida e na primeira crise suspeita; > 460 ms é prolongado, ≥ 500 ms é pronto-socorro.
- EEG não é rotina e não exclui epilepsia; nada de anticrise "de prova".
- Perda de fôlego típica a partir de 6 meses: casa, sem internação; < 6 meses, ou < 12 meses sem diagnóstico claro: hospital. Se frequente, hemograma e ferritina; ferro na ferropenia (SBP) e, sem anemia, pode ser considerado (Cochrane).
- Desmaio ao esforço, deitado, com susto ou palpitação, ou com morte súbita na família: pronto-socorro, não EEG.
Veja também, nesta Biblioteca: Síncope na Criança e no Adolescente e Protocolo de Estado de Mal Convulsivo (Urgências); QT longo, canalopatias e prevenção da morte súbita (Cardiologia pediátrica); Epilepsias na infância (nesta área); Convulsão febril e primeira crise epiléptica, Distúrbios do sono na infância, Vômitos no lactente, refluxo fisiológico e DRGE, Cefaleia e enxaqueca e Anemia ferropriva (Patologias do consultório); Convulsão Neonatal (Neonatologia).
8.Fontes
- SBP, Departamento Científico de Neurologia. Sinais de alerta na avaliação neurológica da criança e do adolescente (Manual de Orientação), 2020. PDF
- AEP. López Lafuente A et al. Trastornos paroxísticos no epilépticos. Protoc diagn ter pediatr, 2022;1:305-17. PDF
- NICE. Epilepsies in children, young people and adults (NG217), 2022 — recomendações 1.1.1, 1.2.1, 1.2.2, 1.2.5–1.2.7 e 6.3.1. PDF
- AAP — HealthyChildren.org. Breath-holding Spell. healthychildren.org
- Zehetner A et al. Iron supplementation for breath-holding attacks in children. Cochrane, 2010 (CD008132). cochrane.org
- Gürbüz G et al. Iron supplementation should be given in breath-holding spells regardless of anemia. Turk J Med Sci, 2019. PMC
- AAP. Tieder JS et al. Brief Resolved Unexplained Events (BRUE) and evaluation of lower-risk infants. Pediatrics, 2016. Europe PMC
- Hellström Schmidt S et al. Overuse of EEG and ECG in children with breath-holding spells. Acta Paediatr, 2024. Europe PMC
- ICHD-3. 1.6.2 Benign paroxysmal vertigo. ichd-3.org
- Reilly C et al. (ILAE). Consensus recommendations for assessment and management of PNES in children. Epilepsia, 2023 — resumo em OUCI
- Boston Children's Hospital. Epilepsy in children. childrenshospital.org
- Documentos desta Biblioteca (2026) citados no texto.