Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
A retinopatia da prematuridade (ROP) é uma doença vasoproliferativa da retina imatura, ligada ao oxigênio (VEGF) e ao crescimento pós-natal (IGF-1), que pode evoluir para descolamento de retina e cegueira. No Brasil, a SBP, a SBOP e o CBO recomendam mapeamento de retina sob midríase, com oftalmoscopia binocular indireta, em todo prematuro com idade gestacional ≤ 32 semanas e/ou peso de nascimento ≤ 1.500 g, e nos maiores com curso clínico grave, com o primeiro exame entre a 4ª e a 6ª semana de vida. A prevenção é do neonatologista: oxigênio titulado pela oximetria, com meta neonatal de SpO2 de 91–95% e alarmes em 88% e 95% (SBP 2025), evitando hiperóxia e oscilações; a meta de 94–98% da criança maior não se aplica. O tratamento (anti-VEGF intravítreo ou laser) é do oftalmologista, com urgência. Ao pediatra cabe garantir que nenhum exame seja perdido na alta ou na transferência e manter o seguimento visual (miopia, estrabismo, ambliopia). Prematuro com ROP ativa sem exame agendado, leucocoria ou reflexo vermelho alterado: encaminhar com urgência.
1.O que é e como se apresenta
A vascularização da retina só se completa perto do termo; no prematuro, a periferia ainda é avascular ao nascer. A doença tem duas fases (SBP, Seguimento ambulatorial do prematuro de risco, 2012):
- Fase 1 — interrupção do crescimento vascular: a hiperóxia relativa e o oxigênio suplementar suprimem o VEGF, e a queda do IGF-1 freia a angiogênese.
- Fase 2 — neovascularização: a retina isquêmica produz VEGF em excesso, com vasos anormais para o vítreo, fibrose e tração. Ciclos de hipóxia e hiperóxia favorecem a progressão.
Quadro: a ROP não tem sinais externos nas fases tratáveis; só o mapeamento de retina a detecta. Nas formas avançadas: leucocoria (estágio 5), estrabismo, nistagmo, falta de fixação e seguimento visual. A maioria regride espontaneamente.
Classificação ICROP3 (2021) — linguagem usada no laudo do oftalmologista:
| Elemento | O que significa |
|---|---|
| Zona | Limite da retina vascularizada: zona I (posterior) é a mais grave; nova zona II posterior (dois diâmetros de disco além da zona I); zona III, periferia |
| Estágio 1 a 3 | 1 linha de demarcação; 2 crista; 3 proliferação fibrovascular extrarretiniana |
| Estágio 4 e 5 | 4 descolamento parcial; 5 total, agora 5A (funil aberto), 5B (fechado) e 5C (com segmento anterior) |
| Doença plus e pré-plus | Dilatação e tortuosidade dos vasos posteriores, em espectro; plus indica atividade |
| ROP agressiva (A-ROP) | Substitui a "ROP posterior agressiva": neovascularização rápida com plus importante, sem os estágios habituais; ocorre também em prematuros maiores |
| Regressão e reativação | Evolução após tratamento ou regressão; inclui retina avascular persistente, mais comum após anti-VEGF |
A ROP tipo 1 (critério de tratamento, ETROP) inclui: zona I com qualquer estágio e plus; zona I estágio 3 sem plus; zona II estágio 2 ou 3 com plus; e A-ROP.
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Prematuro triado com retina madura (vascularização completa ou zona III sem doença) ou ROP que regrediu com alta do programa de triagem pelo oftalmologista; sem estrabismo, nistagmo nem alteração do reflexo vermelho | Seguimento pelo pediatra: teste do reflexo vermelho e avaliação visual em toda consulta; exame oftalmológico completo de rotina conforme a SBOP/SBP e a orientação do oftalmologista |
| 🟡 Moderada | Prematuro elegível ainda sem exame ou com exames pendentes na alta ou na transferência; retina imatura ou ROP em seguimento, sem critério de tratamento; ROP tratada em acompanhamento; estrabismo, nistagmo, falta de fixação ou suspeita de baixa visão; miopia ou anisometropia | Encaminhar com prioridade ao oftalmologista que faz o programa de ROP ou ao oftalmologista pediátrico; confirmar a data do próximo exame antes da alta |
| 🔴 Grave | ROP tipo 1 ou A-ROP (indicação de tratamento); ROP ativa com seguimento interrompido; leucocoria ou reflexo vermelho ausente ou assimétrico; após injeção intravítrea, olho vermelho, edema palpebral, secreção ou opacidade (suspeita de endoftalmite); estágios 4 e 5 | Urgência: tratamento em centro de referência (oftalmologista com laser ou anti-VEGF); endoftalmite e leucocoria vão ao pronto-socorro oftalmológico |
Fatores de risco que elevam a gravidade (SBOP/SBP 2024; SBP 2012):
- Menor idade gestacional e menor peso (o fator mais forte); restrição de crescimento intrauterino; baixo ganho de peso pós-natal.
- Oxigênio: uso prolongado, hiperóxia, flutuações de SpO2, ventilação mecânica ou CPAP prolongados; displasia broncopulmonar.
- Sepse, enterocolite, transfusões de hemácias, anemia; hemorragia intraventricular; gestação múltipla; síndrome do desconforto respiratório com surfactante; hiperglicemia.
3.Diagnóstico no consultório
A triagem é feita na unidade neonatal, mas muitos prematuros recebem alta ou são transferidos antes de terminar o programa.
Quem triar (posição do site = SBP/SBOP/CBO):
- Todo prematuro com idade gestacional ≤ 32 semanas e/ou peso de nascimento ≤ 1.500 g (Diretrizes brasileiras 2007, com SBP, CBO e SBOP; SBP 2012; SBOP/SBP 2019 e 2024).
- Prematuros maiores, a critério do neonatologista, quando houver curso clínico grave: desconforto respiratório, sepse, transfusões, gestação múltipla, hemorragia intraventricular (SBOP/SBP 2024).
Quando: o primeiro exame entre a 4ª e a 6ª semana de vida (SBP 2012; SBOP/SBP 2024; o parecer de 2019 cita 30 dias de vida). Os seguintes, na frequência definida pelo oftalmologista, até a vascularização completa ou a regressão.
Como: oftalmoscopia binocular indireta, sob midríase, por oftalmologista treinado; a retinografia de campo amplo com telemedicina é apoio (SBOP/SBP 2019).
O que o pediatra faz:
- Conferir na alta e em toda consulta do prematuro: data e resultado do último mapeamento, zona e estágio, se teve alta do programa de ROP e se o próximo exame está agendado. Registrar na Caderneta da Criança.
- Teste do reflexo vermelho em toda consulta (antes da alta e pelo menos três vezes ao ano até 3 anos — SBOP/SBP 2024).
- Avaliação funcional da visão pela idade corrigida: fixação e seguimento, sorriso social em resposta ao rosto, alinhamento ocular (teste de Hirschberg), nistagmo.
Diagnóstico diferencial que não pode passar (leucocoria e baixa visão): retinoblastoma, catarata congênita, vasculatura fetal persistente, doença de Coats, toxocaríase ocular, coriorretinite congênita (toxoplasmose, CMV); no prematuro, também deficiência visual cortical. Toda leucocoria é urgência (ver "Retinoblastoma e o teste do reflexo vermelho").
4.Tratamento e seguimento
Prevenção — o que cabe ao neonatologista e à equipe
- Oxigênio titulado pela oximetria de pulso, com blender, desde a sala de parto (PRN-SBP 2026). Meta neonatal de SpO2: 91–95%, com alarmes em 88% e 95% (SBP, DC Apneia da prematuridade, 2025; idem "Assistência ventilatória do recém-nascido" e "Displasia broncopulmonar"). Evitar SpO2 > 95% e as oscilações (hipóxia seguida de hiperóxia). Metas de 85–89% reduziram ROP grave, mas aumentaram a mortalidade.
- A meta de 94–98% do site não se aplica ao prematuro. Na DBP estabelecida, fora do risco de ROP, a meta domiciliar é > 93% (SPSP; ver "Oxigenoterapia domiciliar").
- Suporte não invasivo, cafeína e menos ventilação mecânica; nutrição precoce com leite humano e bom ganho de peso, que sustentam o IGF-1 (ver "Leite humano e nutrição do prematuro").
- Prevenir infecção e evitar transfusões desnecessárias.
Durante o exame de triagem
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Proximetacaína 0,5% (ou oxibuprocaína 0,4%), colírio | 1 gota em cada olho | Tempo 0 | Dose única antes do exame | Anestesia tópica (SBOP/SBP 2024, Tabela 2) |
| Fenilefrina 2,5%, colírio | 1 gota | 0,5–1 min após o anestésico | Dose única | Midríase da periferia da retina (SBOP/SBP 2024, Tabela 2) |
| Tropicamida 0,5% ou 1%, colírio | 1 gota | Aos 6 e aos 11 min | 2 doses | Exame 30–40 min depois (SBOP/SBP 2024) |
| Glicose 25–30% oral | 0,5 mL no prematuro | 1–2 min antes do exame | Máx. 6 vezes/dia | Solução adocicada com contenção e sucção não nutritiva (SBP, DC nº 191) |
- Após os colírios e o exame, vigiar apneia, bradicardia, dessaturação e intolerância alimentar (efeito sistêmico).
Tratamento — decisão e execução do oftalmologista
| Medicamento ou método | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Ranibizumabe intravítreo | 0,2 mg (0,02 mL) por olho | Intervalo mínimo de 4 semanas no mesmo olho | Até 3 injeções por olho em 6 meses, se houver atividade | Único anti-VEGF com bula para ROP no Brasil: zona I (1+, 2+, 3, 3+), zona II (3+), ROP posterior agressiva (bula Lucentis, Anvisa 2020) |
| Bevacizumabe intravítreo | Conforme o oftalmologista | — | — | Fora da bula; muito usado na doença posterior (AAO) |
| Fotocoagulação a laser da retina avascular | — | — | Sessão única, eventualmente complementada | Preferida na zona II não posterior (RCPCH 2022); sob sedação ou anestesia (MS 2013) |
| Vitrectomia ou cirurgia escleral | — | — | — | Estágios 4 e 5, em centro especializado |
- Anti-VEGF: preferido na zona I, zona II posterior e A-ROP, com menos erro refrativo (RCPCH 2022); exige seguimento mais longo pelo risco de reativação, e há incerteza sobre efeitos sistêmicos. Laser: menos reativação, mas destrói a periferia e causa mais miopia.
- O que não fazer: atrasar o exame ou o tratamento por instabilidade leve sem discutir com o oftalmologista; reduzir o oxigênio abaixo da meta por medo da ROP; usar colírios em concentração de adulto.
Seguimento após a alta — o papel do pediatra
- Garantir a continuidade: o relatório de alta ou transferência traz o último laudo, o tratamento e a data do próximo exame; quem recebe o prematuro assume a triagem (AAP 2018). Data por escrito para a família.
- Toda criança com ROP, tratada ou não, e todo prematuro triado têm mais miopia (sobretudo após laser), anisometropia, estrabismo, ambliopia, nistagmo, glaucoma e descolamento de retina tardio (ICROP3 2021; RCPCH 2022): seguimento oftalmológico regular, na periodicidade do oftalmologista.
- Para todas as crianças, a SBOP/SBP (2024) recomenda exame oftalmológico completo entre 6 meses e 1 ano e de novo entre 3 e 5 anos e acuidade visual anual depois; o prematuro não fica abaixo disso.
- Na consulta: reflexo vermelho, alinhamento, fixação pela idade corrigida; encaminhar estrabismo persistente, nistagmo, aproximação excessiva de objetos e queda escolar.
- Integrar ao seguimento do prematuro (neurodesenvolvimento, audição, crescimento, vacinas). Baixa visão: estimulação visual precoce e reabilitação visual.
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- ROP tipo 1 ou A-ROP no laudo, ou ROP ativa em criança que perdeu o seguimento: contato com urgência com o serviço de referência em ROP (tratamento com anti-VEGF ou laser).
- Leucocoria, reflexo vermelho ausente ou assimétrico: oftalmologista com urgência.
- Após injeção intravítrea ou laser: olho vermelho, edema palpebral, secreção purulenta, córnea turva, irritabilidade, recusa alimentar ou febre (≥ 37,5 °C axilar; no lactente pequeno, considerar também sepse): pronto-socorro, de preferência com oftalmologia.
- Instabilidade após o exame (apneias repetidas, bradicardia, dessaturação): avaliação hospitalar.
Como encaminhar
- Telefonar ao serviço de referência ou ao oftalmologista e combinar o atendimento.
- Levar o último laudo de mapeamento de retina e o resumo de alta neonatal.
- Em oxigênio domiciliar: manter no transporte, com a meta própria do prematuro (não 94–98%); se instável, SAMU (192).
- Não instilar colírios antes da avaliação do oftalmologista.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "O exame do fundo de olho é a única forma de achar a retinopatia a tempo. Não falte a nenhum, mesmo depois da alta. Se a data não estiver escrita, peça antes de sair do hospital."
- "Mesmo com a retina normal, o bebê prematuro precisa de consultas com o oftalmologista nos primeiros anos, porque tem mais chance de óculos e de olho torto."
- Procurar atendimento com urgência se notar: mancha branca na pupila (inclusive em fotos com flash), olho torto que não melhora, olhos que tremem, o bebê não acompanha rostos ou objetos para a idade corrigida, olho vermelho, inchado ou com pus depois de injeção ou laser.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP (com SBOP e CBO) | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Quem triar | ≤ 32 sem e/ou ≤ 1.500 g; maiores com curso grave (Nota técnica 2024) | < 1.500 g e/ou < 35 sem em UTI ou intermediária (Diretrizes 2013) | ≤ 1.500 g ou ≤ 30 sem; 1.500–2.000 g ou > 30 sem com curso instável (2018) | Sem diretriz de ROP; Reino Unido usa RCPCH 2022 (< 31 sem ou < 1.501 g) | ≤ 1.500 g ou ≤ 32 sem; 1.500–2.000 g instáveis (SEN 2009) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE e a diretriz RCPCH/RCOphth/BAPM 2022 |
| 1º exame | 4ª a 6ª semana de vida | A partir da 4ª semana de vida | 4 semanas de vida ou 31 sem pós-menstruais, o que vier depois | RCPCH: por IG (31 sem corrigidas ou 4–5 semanas de vida) | 4ª–5ª semana, nunca antes de 30 sem pós-menstruais | — | — | Idem RCPCH |
| Classificação e tratamento | ICROP; tratar ROP tipo 1 | Laser no tipo 1 ou A-ROP | ICROP3; laser ou anti-VEGF | RCPCH: anti-VEGF na doença posterior, laser na zona II | Laser como padrão (2009) | — | — | Idem RCPCH |
| Prevenção (SpO2) | 91–95%, alarmes 88–95% (2025); 85–93% no manual de 2012 | 86–93% (2014, geral) | Sem meta no documento de ROP | 91–95% (NG124) | 85–93% < 32 sem (2009) | — | — | Seguem o NICE |
| Após a alta | Seguimento oftalmológico; exame completo 6–12 meses e 3–5 anos para todos | Avaliação ocular de 0 a 3 anos | Reavaliação oftalmológica após a alta (estrabismo, ambliopia, refração) | RCPCH: seguimento a longo prazo dos tratados | Seguimento pelo oftalmologista | — | — | Idem RCPCH |
Leitura: todas as referências convergem no essencial — triagem sistemática por idade gestacional e peso, primeiro exame por volta da 4ª semana de vida, oftalmoscopia indireta sob midríase, tratamento da ROP tipo 1 e seguimento visual prolongado. A divergência está no corte de triagem: países com menos ROP em prematuros maiores reduziram o critério (AAP ≤ 30 semanas; Reino Unido < 31 semanas desde 2022), enquanto o Brasil, a Espanha e o MS mantêm cortes mais amplos, porque aqui a ROP grave ainda ocorre em prematuros maiores — o MS (2013) chega a 35 semanas para internados em UTI. No tratamento, a ICROP3 e a diretriz britânica deslocaram o anti-VEGF para a primeira linha na doença posterior, e a AEP de 2009 ainda trata o laser como padrão. Nas metas de SpO2, documentos antigos (SBP 2012, AEP 2009, MS 2014) usam faixas baixas, superadas depois dos ensaios que mostraram mais mortalidade com alvo de 85–89%; a SBP de 2025 e o NICE usam 91–95%. Johns Hopkins e Harvard não têm posição pública localizada. Posição do site: a da SBP — triagem em ≤ 32 semanas e/ou ≤ 1.500 g e nos maiores com curso grave, primeiro exame entre a 4ª e a 6ª semana de vida e meta neonatal de SpO2 de 91–95%.
- Triar todo prematuro ≤ 32 semanas e/ou ≤ 1.500 g, e os maiores com curso grave; primeiro exame entre a 4ª e a 6ª semana de vida.
- Prevenção é oxigênio na faixa certa: SpO2 91–95% com alarmes em 88% e 95%, sem hiperóxia nem oscilações; 94–98% não vale para o prematuro.
- Nenhum prematuro sai do hospital, nem é transferido, sem o último laudo e a data do próximo mapeamento de retina por escrito.
- ROP tipo 1, A-ROP, ROP ativa sem seguimento ou leucocoria: encaminhar com urgência.
- Anti-VEGF exige seguimento longo pelo risco de reativação; o ranibizumabe 0,2 mg é o único com bula para ROP no Brasil.
- Depois da ROP, o pediatra vigia miopia, estrabismo, ambliopia e nistagmo em toda consulta, com reflexo vermelho e avaliação visual pela idade corrigida.
Veja também, nesta Biblioteca: Assistência ventilatória do recém-nascido, Displasia broncopulmonar, Doença da membrana hialina e Conjuntivite neonatal (Neonatologia); Leite humano e nutrição do prematuro, Apneia da prematuridade e cafeína, Dor no recém-nascido e Transfusão de hemocomponentes e hemoderivados no recém-nascido (Temas atualizados em Neonatologia); Retinoblastoma e o teste do reflexo vermelho (Oncologia); Oxigenoterapia domiciliar (Pneumologia); Vacinação do prematuro (Imunizações).
8.Fontes
- SBOP e SBP (com o CBO). Recomendações para avaliação ocular pelo pediatra — Nota técnica, 2024. PDF
- SBOP e SBP. Parecer sobre a triagem oftalmológica de recém-nascidos, 2019. PDF
- SBP, Departamento Científico de Neonatologia. Seguimento ambulatorial do prematuro de risco, 2012. PDF
- Zin A et al. Proposta de diretrizes brasileiras do exame e tratamento de retinopatia da prematuridade (ROP). Arq Bras Oftalmol, 2007. SciELO
- Ministério da Saúde. Diretrizes de atenção à saúde ocular na infância — detecção e intervenção precoce para a prevenção de deficiências visuais, 2013. PDF
- AAP. Fierson WM et al. Screening Examination of Premature Infants for Retinopathy of Prematurity. Pediatrics, 2018. PDF
- RCPCH, RCOphth e BAPM. UK screening and treatment of retinopathy of prematurity — updated 2022 guidelines (interpretação publicada em 2024). PMC
- AAO. A New Field Guide to ROP — ICROP-3 (EyeNet), sobre Chiang MF et al., ICROP3, Ophthalmology, 2021. aao.org
- AEP/SENeo. Retinopatía de la prematuridad — recomendaciones. An Pediatr, 2009. analesdepediatria.org; Protocolo de Neonatología da AEP, 2008. PDF
- Novartis. Lucentis (ranibizumabe) — bula para o profissional de saúde, aprovada pela Anvisa em 15/06/2020. PDF
- Metas neonatais de SpO2 (SBP 2025; NICE NG124): conforme "Assistência ventilatória do recém-nascido" desta Biblioteca.