Oftalmologia pediátrica · Visão e triagem

Triagem visual na infância — teste do olhinho, acuidade visual e quando encaminhar ao oftalmologista

O que o pediatra examina em cada idade, do reflexo vermelho à acuidade com optotipos, os limiares de encaminhamento, os sinais de alerta e as crianças de risco, segundo SBOP/SBP 2024, MS 2013, AAP 2016 e AAPOS/AAO 2022

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

A triagem visual é feita pelo pediatra em toda consulta de puericultura e não substitui o oftalmologista. Teste do reflexo vermelho (TRV) antes da alta da maternidade e pelo menos 3 vezes por ano nos 3 primeiros anos; fixação e seguimento de cada olho e alinhamento (reflexo corneano, teste de cobertura) em todas as consultas; acuidade monocular com optotipos (LEA ou HOTV) a partir de cerca de 3 anos e anual a partir dos 5 anos. A SBP, com a SBOP e o CBO (2024), recomenda exame oftalmológico completo entre 6 e 12 meses e outro entre 3 e 5 anos. Encaminhar se a acuidade for pior que 20/50 de 36 a 47 meses, 20/40 de 48 a 59 meses ou 20/30 a partir de 60 meses, ou se houver diferença entre os olhos. Triagem normal = seguimento pelo pediatra (🟢). Acuidade abaixo do limiar, estrabismo constante, criança de risco ou queixa visual = encaminhar, com prioridade quando houver estrabismo ou diferença entre os olhos (🟡). Reflexo ausente ou duvidoso, leucocoria, olho grande com córnea turva, lactente que não fixa, nistagmo = oftalmologista com urgência; estrabismo súbito com cefaleia, vômitos ou ataxia = pronto-socorro (🔴).

1.O que é e como se apresenta

A triagem busca, em crianças sem queixa, as doenças que tiram a visão em silêncio enquanto o sistema visual ainda é plástico: ambliopia (por estrabismo, por erro de refração ou anisometropia, ou por privação — catarata, ptose, opacidade de córnea), erros de refração, estrabismo, catarata e glaucoma congênitos, retinopatia da prematuridade (ROP) e retinoblastoma. Erros de refração não corrigidos respondem por até 69% dos problemas visuais da criança (SBP/SBOP 2021).

Marcos visuais (SBOP/SBP 2024): fixação com 1 mês; segue objetos aos 3 meses; olhos alinhados e alcança objetos aos 6 meses; reconhece faces e expressões aos 9 meses. Desvio intermitente é comum nos primeiros meses; estrabismo constante após 4 meses exige oftalmologista (AAP 2016).

Calendário (SBP/SBOP/CBO 2024, como na Puericultura):

Momento O que fazer
Maternidade TRV nas primeiras 72 h, antes da alta (SBOP/SBP 2024; critério de alta, Portaria MS nº 2.068/2016, art. 9º); se não foi feito, na 1ª consulta, ainda no 1º mês (SBP 2018)
0 a 3 anos TRV ≥ 3 vezes por ano; fixação e seguimento de cada olho, reação à oclusão, Hirschberg, Brückner e cobertura
6 a 12 meses Exame oftalmológico completo (o TRV não o substitui)
3 a 5 anos Acuidade monocular com optotipos; 2º exame oftalmológico completo, de preferência antes da alfabetização
A partir de 5 anos Acuidade anual, alinhamento, queixas visuais e escolares

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve TRV presente e simétrico; fixa e segue com cada olho; olhos alinhados; acuidade dentro do limiar e sem diferença entre os olhos; sem fator de risco nem queixa Seguimento pelo pediatra no calendário; garantir os exames oftalmológicos de 6–12 meses e de 3–5 anos
🟡 Moderada Acuidade pior que o limiar ou diferença entre os olhos; estrabismo constante após 4 meses; fotorrastreador positivo; criança que não consegue fazer o teste em duas tentativas; ptose sobre a pupila; obstrução lacrimal após 1 ano; queixas (aproxima-se para ver, aperta os olhos, torcicolo, cefaleia ao ler, queda escolar); criança de risco, mesmo com triagem normal Encaminhar ao oftalmologista (de preferência pediátrico), com prioridade se houver estrabismo, ptose sobre o eixo visual ou diferença entre os olhos
🔴 Grave Reflexo ausente, duvidoso ou assimétrico, leucocoria (no exame ou na foto com flash); olho grande, córnea turva, fotofobia, lacrimejamento e blefaroespasmo (glaucoma congênito); lactente que não fixa nem segue a partir de 3 meses; nistagmo; estrabismo súbito ou paralítico, sobretudo com cefaleia, vômitos, ataxia ou sonolência; perda visual aguda; proptose ou olho vermelho doloroso Reflexo alterado, leucocoria, glaucoma, lactente que não fixa e nistagmo: oftalmologista com urgência (ver "Retinoblastoma e o teste do reflexo vermelho"). Estrabismo súbito com sinais neurológicos, perda visual aguda, proptose ou olho doloroso: pronto-socorro

Crianças de risco — oftalmologista periódico, mesmo com triagem normal (SBP 2018; MS 2013; AAPOS/AAO 2022; PrevInfad):

  • Prematuridade (rastreio de ROP e, depois da alta, mais estrabismo, erro de refração e ambliopia).
  • História familiar de retinoblastoma, catarata ou glaucoma congênitos, distrofia de retina, estrabismo, ambliopia ou alta ametropia.
  • Infecção congênita: toxoplasmose, sífilis, rubéola, citomegalovírus, herpes, zika.
  • Síndromes e condições neurológicas: síndrome de Down, paralisia cerebral, atraso do desenvolvimento, autismo, hidrocefalia, deficiência auditiva.

3.Diagnóstico no consultório

Anamnese e inspeção. Olho que desvia, "treme", lacrimeja, é sensível à luz ou parece maior; pupila branca em fotos; criança que esbarra ou se aproxima para ver (MS 2013); história familiar e gestacional. Examine pálpebras (ptose), córnea (tamanho, transparência), íris e pupilas.

Teste do reflexo vermelho. Penumbra, sem colírio, oftalmoscópio com lente em zero a cerca de um braço esticado (30–50 cm na nota SBOP/SBP 2024; 50 cm a 1 m no DC SBP 2018), iluminando os dois olhos ao mesmo tempo. Normal: presente e simétrico — a cor varia com a pigmentação, o que importa é a simetria. Resultado presente, ausente ou duvidoso; ausente ou duvidoso exige oftalmologista, inclusive o reflexo mais brilhante do disco óptico (SBP 2018). Técnica completa, leucocoria e diagnóstico diferencial: "Retinoblastoma e o teste do reflexo vermelho". TRV normal não exclui tumor pequeno nem catarata parcial.

Alinhamento.

  • Hirschberg: luz pontual nos dois olhos (junto com o TRV); o reflexo corneano deve estar no centro das duas pupilas.
  • Brückner: o olho desviado mostra reflexo vermelho mais claro e brilhante (SBOP/SBP 2024).
  • Cobertura: a criança fixa um objeto; ao cobrir um olho, o outro se move para fixar se houver desvio manifesto.

Função visual de cada olho. Na criança não verbal, fixação e seguimento com cada olho, ocluindo o outro com o polegar; reagir sempre à oclusão do mesmo olho sugere baixa visão do outro (SBOP/SBP 2024).

Acuidade visual. Optotipos LEA ou HOTV na pré-escola e letras (Snellen ou Sloan) quando a criança as reconhece (AAP 2016); 3 m (10 pés) para LEA/HOTV; boa iluminação; um olho de cada vez, com oclusor adesivo abaixo de 6 anos (PrevInfad); a criança pode apontar a figura num cartão; quem usa óculos é testado com eles. Passa na linha em que acerta a maioria dos optotipos com cada olho (AAP 2016; PrevInfad).

Idade Teste Encaminhar se (cada olho) Equivalência
36–47 meses LEA ou HOTV Pior que 20/50 ou diferença entre os olhos 0,4 decimal; 0,4 logMAR
48–59 meses LEA ou HOTV Pior que 20/40 ou diferença entre os olhos 0,5 decimal; 0,3 logMAR
≥ 60 meses LEA, HOTV ou letras Pior que 20/30 ou diferença entre os olhos cerca de 0,63–0,7 decimal; 0,2 logMAR

Limiares da Nota Técnica SBOP/SBP 2024 (os da Puericultura), iguais aos da AAP 2016; para a AAP, diferença significativa = 2 linhas ou mais. Criança que não colabora: repetir na consulta seguinte; se de novo não conseguir, encaminhar.

Fotorrastreadores e autorrefratores. Detectam fatores de risco de ambliopia (anisometropia, hipermetropia, astigmatismo, miopia, estrabismo, opacidade de meios). A AAP admite o uso a partir de 12 meses e a AAPOS/AAO (2022) o considera opcional de 12 meses a 3 anos. A SBP não tem posição; no site são complemento opcional, não substituem TRV, acuidade nem exames oftalmológicos, e resultado positivo = encaminhar (🟡).

Diagnóstico diferencial que não pode passar: leucocoria (retinoblastoma, catarata); glaucoma congênito confundido com obstrução lacrimal ou conjuntivite; nistagmo (baixa visão bilateral, doença de retina ou nervo óptico, tumor cerebral); estrabismo como sinal de doença intraocular ou neurológica.

4.Tratamento e seguimento

O que é do pediatra:

  • Registrar no prontuário e na Caderneta da Criança cada TRV, o alinhamento e a acuidade de cada olho; o TRV tem código no SUS (SIGTAP 021106027-5) e na saúde suplementar (TUSS 41301471) (SBOP/SBP 2024).
  • Encaminhar conforme o semáforo, com carta (achado, olho, acuidade e teste usado, fatores de risco), e conferir se a consulta aconteceu.
  • Apoiar a adesão aos óculos e à oclusão prescritos.
  • Ex-prematuros: conferir o rastreio de ROP e o seguimento.

Do oftalmologista: refração sob cicloplegia, fundo de olho, óculos, oclusão, cirurgias e tratamento da ROP.

Rastreio de ROP (na unidade neonatal, por oftalmologista treinado): a SBOP/SBP (2024) indica oftalmoscopia indireta sob midríase em todo recém-nascido com idade gestacional ≤ 32 semanas e/ou peso ≤ 1.500 g, considerando também os que têm desconforto respiratório, sepse, transfusões, gestação múltipla ou hemorragia intraventricular; 1º exame entre a 4ª e a 6ª semana de vida. O MS (2013) é mais amplo: peso < 1.500 g e/ou idade gestacional < 35 semanas internados em unidade neonatal. O site adota a SBP e, na dúvida, examina também quem preenche o critério do MS.

Colírios para midríase — o pediatra só prescreve a pedido do oftalmologista (por exemplo, fundoscopia na criança internada):

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Tropicamida 1% (prematuro), após anestésico (proximetacaína 0,5%) 1 gota em cada olho 2 doses, com 5 min Exame em 30–40 min SBOP/SBP 2024
Fenilefrina 2,5% + tropicamida (a termo até 6 meses) ou ciclopentolato 1% + tropicamida 1% (após 6 meses) 1 gota de cada Conforme o protocolo SBOP Exame em 30–40 min SBOP/SBP 2024; fenilefrina pode elevar a PA; evitar ciclopentolato e atropina em epilepsia, Down e doença neurológica

Comprimir o ponto lacrimal por 1 minuto após cada gota reduz a absorção sistêmica (SBOP/SBP 2024).

O que não fazer: tranquilizar a família pelo TRV normal quando ela relata pupila branca nas fotos; esperar que o estrabismo constante "melhore sozinho"; colírio de corticoide sem oftalmologista (ver "Corticoides e olho"); ocluir um olho sem prescrição.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Estrabismo súbito ou paralítico, ou com cefaleia, vômitos, ataxia, sonolência ou papiledema: pronto-socorro (hipertensão intracraniana, tumor) (NICE NG127).
  • Nistagmo de início recente com sinais neurológicos.
  • Perda visual aguda, dor ocular intensa, proptose, edema palpebral com febre (celulite orbitária — ver "Infecções profundas de cabeça e pescoço"); trauma ocular e queimadura química ("Trauma ocular, corpo estranho e queimadura química no olho").
  • Reflexo alterado, leucocoria e glaucoma congênito: oftalmologista com urgência (oftalmologia pediátrica ou oncologia ocular); sem acesso rápido, pronto-socorro de oftalmologia.

Como encaminhar

  1. Carta com achado, olho, início e fatores de risco; levar as fotos com flash.
  2. Nos casos 🔴 oftalmológicos, contato direto com o oftalmologista ou serviço de referência, nunca como consulta eletiva.
  3. Suspeita de hipertensão intracraniana: cabeceira elevada, jejum, acesso venoso se possível; crise convulsiva pelo protocolo do site (crise ≥ 5 minutos = estado de mal); oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98% se houver desconforto ou rebaixamento; SAMU (192) se houver alteração de consciência.
  4. Sem colírios ou pomadas antes do oftalmologista (exceto irrigação na queimadura química).

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "O teste do olhinho é repetido nas consultas dos 3 primeiros anos e não substitui o oftalmologista entre 6 meses e 1 ano e entre 3 e 5 anos."
  • "A partir dos 3 anos medimos a visão de cada olho, e todo ano a partir dos 5. A criança não percebe que enxerga mal com um olho só."
  • Procure o pediatra se notar olho desviado, criança que se aproxima para ver, aperta os olhos ou inclina a cabeça.
  • Procure logo o pediatra ou o oftalmologista se notar pupila branca ou amarelada (também em fotos com flash), olho maior ou com a "menina dos olhos" turva, lacrimejamento com sensibilidade à luz, bebê que não olha para o rosto, olhos que "tremem".
  • Pronto-socorro se o desvio surgir de repente com dor de cabeça, vômitos, sonolência ou desequilíbrio, se a visão cair de repente, ou se o olho ficar vermelho, inchado, dolorido ou saltado.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Reflexo vermelho Primeiras 72 h, antes da alta; ≥ 3×/ano até 3 anos (SBOP/SBP 2024) Antes da alta; 2–3×/ano até 3 anos (2013) Maternidade e consultas (2016) Sem diretriz de triagem; NG127: estrabismo novo sem reflexo = imediato Primeiros 6 meses (PrevInfad 2016) Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE e o NHS
Oftalmologista para todos Sim, 6–12 meses e 3–5 anos Só se alteração ou risco Só se triagem alterada ou risco Só se alteração Só grupos de risco Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NHS
Acuidade Optotipos desde ~3 anos; anual após 5 Snellen a partir de 5 anos 3–5 anos; depois a cada 1–2 anos (AAPOS/AAO 2022) Triagem única aos 4–5 anos (UK NSC 2023) 3–5 anos; sem evidência na idade escolar Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Oxford: ortoptista na escola; Cambridge segue o NHS
Limiar 20/50, 20/40, 20/30 ou diferença entre olhos < 20/40 em qualquer olho 20/50, 20/40, 20/30; diferença ≥ 2 linhas Pior que 0,2 logMAR 0,4, 0,3 e 0,2 logMAR Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o UK NSC
Fotorrastreador Sem posição Sem posição Opcional desde 12 meses Não usado Custo limita Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Não usado
Risco Prematuro, família, infecção congênita, síndromes Idem e exposições na gestação Idem (AAPOS/AAO 2022) — Prematuro < 32 sem, família, síndromes, surdez Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE

Leitura: todas concordam no essencial — reflexo vermelho no recém-nascido e no lactente, alinhamento e acuidade monocular com optotipos na janela de 3 a 5 anos, quando a ambliopia responde bem ao tratamento (USPSTF 2017: ao menos uma vez dos 3 aos 5 anos). Há três divergências. (1) Exame oftalmológico universal: só a SBP/SBOP/CBO o recomenda para todas as crianças, aos 6–12 meses e aos 3–5 anos; MS, AAP, NHS e AEP encaminham só quem tem triagem alterada ou risco. (2) Limiares e frequência: o MS (2013) mede acuidade a partir de 5 anos e encaminha abaixo de 20/40, mais tolerante que o 20/30 da AAP; o Reino Unido faz uma triagem escolar única aos 4–5 anos e a AEP não vê benefício comprovado na idade escolar, enquanto a SBP mede todo ano após os 5 anos. (3) Fotorrastreadores: aceitos pela AAP desde 12 meses, sem posição da SBP e pouco disponíveis no Brasil. O NICE não tem diretriz de triagem (o programa é do UK NSC). Posição do site: a da SBP — TRV ≥ 3 vezes por ano até 3 anos, exames oftalmológicos aos 6–12 meses e aos 3–5 anos, limiares de 20/50, 20/40 e 20/30 e acuidade anual após os 5 anos; fotorrastreador como complemento opcional.

Pontos práticos
  1. Reflexo vermelho em toda consulta dos 3 primeiros anos (≥ 3 vezes por ano), comparando os dois olhos; ausente, duvidoso ou leucocoria = oftalmologista com urgência.
  2. Alinhamento em toda consulta (Hirschberg, Brückner, cobertura); estrabismo constante após 4 meses = encaminhar com prioridade.
  3. Acuidade de cada olho a partir de 3 anos: encaminhar se pior que 20/50 (3 anos), 20/40 (4 anos), 20/30 (5 anos ou mais) ou com diferença entre os olhos.
  4. Lactente que não fixa, nistagmo, olho grande com córnea turva e fotofobia: urgência oftalmológica.
  5. Prematuros e crianças com história familiar, infecção congênita ou síndromes vão ao oftalmologista mesmo com triagem normal.
  6. O teste do olhinho não substitui os exames oftalmológicos de 6–12 meses e de 3–5 anos.

Veja também: Retinoblastoma e o teste do reflexo vermelho (Oncologia); Consultas de puericultura do recém-nascido aos 18 anos; Conjuntivites e Conjuntivite neonatal; Corticoides e olho na infância (Temas SBP); Artrite idiopática juvenil (Reumatologia); Infecções profundas de cabeça e pescoço (Infectologia); Trauma ocular, corpo estranho e queimadura química no olho (nesta área); Uso problemático de telas, jogos e redes sociais (Saúde mental).

8.Fontes

  • SBOP e SBP, com o CBO. Nota técnica — Recomendações para avaliação ocular pelo pediatra, 2024. PDF
  • SBP, Grupo de Trabalho em Oftalmologia Pediátrica. Teste do reflexo vermelho. Documento Científico nº 1, 2018. PDF
  • SBP. Documento traz orientações sobre avaliação oftalmológica em menores de 5 anos, 2021. sbp.com.br
  • Ministério da Saúde. Diretrizes de Atenção à Saúde Ocular na Infância, 2013. PDF
  • Ministério da Saúde. Portaria nº 2.068, de 21 de outubro de 2016. bvsms.saude.gov.br
  • AAP, AAPOS, AAO e AACO. Donahue SP, Baker CN. Procedures for the Evaluation of the Visual System by Pediatricians. Pediatrics, 2016. PubMed; aao.org
  • AAPOS e AAO. Vision Screening for Infants and Children, 2022. aao.org
  • Arnold RW et al. AAPOS uniform guidelines for instrument-based pediatric vision screen validation 2021. J AAPOS, 2022. PubMed
  • USPSTF. Vision in Children Ages 6 Months to 5 Years — Screening, 2017. uspreventiveservicestaskforce.org
  • NICE. Suspected neurological conditions — recognition and referral (NG127), 2019, atualizada em 2023. nice.org.uk
  • UK National Screening Committee. Child vision screening service specification, 2023. gov.uk
  • Oxford Health NHS Foundation Trust. Vision screening. oxfordhealth.nhs.uk
  • AEPap, PrevInfad. Cribado de alteraciones visuales en la infancia, 2016. previnfad.aepap.org; monografia
  • Boston Children's Hospital. Pediatric eye examinations. childrenshospital.org