Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
Neutropenia febril é febre em criança com neutrófilos < 500/mm³, ou < 1.000/mm³ com queda prevista em 48 horas, quase sempre após quimioterapia (SBP 2018). No site, febre é axilar ≥ 37,5 °C (a SBP 2018 não fixa limiar; NICE: > 38 °C), e hipotermia, hipotensão, prostração ou confusão têm o mesmo peso que a febre. Não existe neutropenia febril para observar em casa: toda criança em quimioterapia com febre vai direto ao centro de oncologia pediátrica onde se trata, ou ao pronto-socorro mais próximo se estiver instável ou a remoção for demorada (🔴). No serviço, colhem-se hemoculturas de todos os lúmens do cateter e inicia-se antibiótico IV de amplo espectro sem esperar o hemograma, em até 60 minutos da chegada: monoterapia com cefepima ou piperacilina-tazobactam, reservando o carbapenêmico à criança instável. Estratificação de risco e regime ambulatorial são decisões da equipe oncológica. Nada pelo reto, sem AINE e sem dipirona.
1.O que é e como se apresenta
Definição (SBP, Departamento de Oncologia, Diretrizes nº 02/2018):
- Neutropenia clinicamente relevante: contagem absoluta de neutrófilos (CAN) < 500/mm³, ou < 1.000/mm³ com previsão de queda nas próximas 48 horas. O risco de infecção cresce com a profundidade e a duração da neutropenia.
- Febre: a SBP 2018 não fixa limiar e o Ministério da Saúde não tem protocolo de neutropenia febril; pela regra SBP → MS, vale a definição de febre da SBP adotada no site, axilar ≥ 37,5 °C. NICE: > 38 °C; Boston Children's: oral ≥ 38,5 °C ou ≥ 38 °C duas vezes em 1 hora. O limiar mais baixo só antecipa a avaliação; não muda a conduta.
- Neutropenia "funcional": há risco de infecção mesmo com neutrófilos normais (fagocitose prejudicada nas doenças hematológicas, mucosite, cateter venoso central — SBP 2018).
- Sem febre: hipotermia, hipotensão, confusão ou qualquer piora clínica na criança neutropênica são tratadas como infecção (SBP 2018; NICE).
Epidemiologia e apresentação: mais de 80% das crianças em quimioterapia têm ao menos um episódio febril na neutropenia, com mortalidade de 5–10% apesar do antibiótico (SBP 2018). A bacteremia, em geral por translocação intestinal, é a infecção documentada mais comum; outros focos: mucosite, colite por Clostridioides difficile, pulmão, urina, pele, períneo e cateter. Sem neutrófilos não há pus, consolidação nem piúria: só 45% têm algum sinal além da febre (SBP 2018), e os sinais vitais podem ser o único alerta.
Quem: sobretudo leucemias (ver LLA e LMA), linfomas e tumores sólidos. O nadir costuma ocorrer 7–14 dias após o ciclo; pergunte sempre a data da última quimioterapia.
2.Classificação de gravidade
Toda febre em quimioterapia é emergência de avaliação. A tabela orienta onde a equipe trata após a chegada.
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve (baixo risco, SBP 2018) | Tumor sólido, doença em remissão, sem comorbidade, clinicamente estável, febre iniciada fora do hospital, neutropenia prevista < 7 dias, sem foco grave | Avaliação imediata no centro; antibiótico empírico; a equipe pode considerar regime ambulatorial ou via oral (SBP 2018; IPOG 2023). Não é tratamento domiciliar pelo pediatra |
| 🟡 Moderada (alto risco, estável) | Leucemia ou linfoma não Hodgkin; até 30 dias após transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH); neutrófilos < 100/mm³; neutropenia > 7 dias; mucosite grau III–IV; internação ou antibiótico recentes; celulite extensa, pneumonia ou infecção do cateter; transaminases > 5× o normal ou depuração de creatinina < 30 mL/min | Internação; monoterapia IV antipseudomonas; reavaliação seriada |
| 🔴 Grave (instável ou séptica) | Taquicardia ou taquipneia desproporcionais, tempo de enchimento capilar > 2 s, extremidades frias, hipotensão, SpO2 < 92%, alteração de consciência, oligúria, hipotermia, calafrio durante a infusão pelo cateter, dor abdominal intensa (tiflite), sangramento ativo | Pronto-socorro mais próximo ou SAMU 192; tratar como choque séptico (ver Sepse e choque séptico); antibiótico o mais rápido possível, idealmente bem antes de 1 hora (IPOG 2023); carbapenêmico ± segundo agente; UTI pediátrica |
Fatores de risco que elevam a gravidade
- Leucemia mieloide aguda, leucemia linfoblástica de alto risco ou em recaída, TCTH alogênico, corticoide em dose alta (também risco de fungo invasivo — SBP 2018; IPOG 2023).
- Neutropenia profunda (< 100/mm³) ou prolongada; mucosite grave; cateter externo tunelizado ou PICC (o cateter totalmente implantável tem menor risco — SBP 2018).
- Lactente, desnutrição, disfunção renal ou hepática, germe resistente prévio.
- Distância do centro, família sem telefone ou transporte.
3.Diagnóstico no consultório
Se a criança chega febril ao consultório, a avaliação é rápida e não pode atrasar a remoção:
- Anamnese (SBP 2018): câncer, data e tipo da última quimioterapia, último hemograma, cateter, profilaxias, germe resistente prévio, transfusão recente, alergias.
- Sinais vitais completos, incluindo pressão arterial, tempo de enchimento capilar e SpO2.
- Exame minucioso: pele, boca (mucosite), inserção e trajeto do cateter, abdome (dor em fossa ilíaca direita sugere tiflite), pulmões e região perianal só pela inspeção, sem toque retal.
Exames iniciais no serviço (SBP 2018; IPOG 2023; NICE):
| Exame | Indicação |
|---|---|
| Hemocultura de todos os lúmens do cateter central | Sempre, antes do antibiótico, sem atrasá-lo |
| Hemocultura periférica | Considerar junto com a do cateter: detecta 12% das bacteremias que a do cateter perde (IPOG 2023) |
| Hemograma, função renal e hepática, eletrólitos, lactato, PCR (procalcitonina se houver) | Todos (SBP 2018; NICE) |
| Urina tipo 1 e urocultura | Urina nos < 5 anos; urocultura se o jato médio for fácil (SBP 2018); a piúria falta na neutropenia. Não atrasar o antibiótico |
| Radiografia de tórax | Só com sinais ou sintomas respiratórios (forte recomendação) |
| Culturas de lesão, secreção ou fezes (C. difficile) | Conforme o quadro |
| Febre ≥ 96 h no alto risco para fungo | Tomografia de tórax e ultrassonografia de abdome (especialista) |
Diagnóstico diferencial e armadilhas que não podem passar
- Choque séptico de aparência inicial boa, tiflite (enterocolite neutropênica), infecção do cateter (calafrio na infusão, eritema no túnel), celulite perianal, fungo invasivo.
- Febre por transfusão, medicamento ou tumor: só a equipe oncológica pode atribuí-la a essas causas.
- Síndrome de lise tumoral, hiperleucocitose e compressão medular podem coexistir (ver Emergências oncológicas, nesta área).
4.Tratamento e seguimento
Princípios (SBP 2018; IPOG 2023):
- Antibiótico empírico imediato, sem esperar hemograma nem exames (SBP 2018).
- Tempo até o antibiótico: meta de até 60 minutos da chegada (indicador de qualidade em oncologia pediátrica); na criança instável, bem antes de 1 hora (IPOG 2023); NICE: imediatamente. Uma metanálise de 2026 não mostrou benefício do limite de 60 minutos na criança estável; o site mantém a meta.
- Alto risco: monoterapia com betalactâmico antipseudomonas (piperacilina-tazobactam), cefalosporina de 4ª geração (cefepima) ou carbapenêmico, conforme a epidemiologia local; carbapenêmico de preferência na criança instável.
- Segundo agente (aminoglicosídeo ou glicopeptídeo) só se a criança estiver instável, houver suspeita de germe resistente ou o centro tiver alta taxa de resistência; retirá-lo em 24–72 h se as culturas não o justificarem (IPOG 2023). NICE: sem aminoglicosídeo nem vancomicina de rotina, nem pelo cateter.
- Baixo risco: a equipe pode considerar regime ambulatorial e via oral, se houver estrutura de seguimento (SBP 2018; IPOG 2023).
Antibióticos empíricos (decisão e prescrição no serviço de referência):
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Cefepima IV | 50 mg/kg/dose (máx. 2 g/dose); > 40 kg, dose do adulto | 8/8 h | Bula: 7–10 dias; na prática, conforme evolução e culturas | Acima de 2 meses (bula brasileira, indicação em neutropenia febril). Idêntica à do PALS e à de "Sepse e choque séptico" do site. Primeira linha (IPOG 2023; Boston Children's) |
| Piperacilina-tazobactam IV | 80 mg/kg de piperacilina (+ 10 mg/kg de tazobactam)/dose abaixo de 50 kg; ≥ 50 kg, dose do adulto (bula: 12–18 g/dia de piperacilina) | 6/6 h | Conforme evolução e culturas | Bula Tazocin® (Pfizer, 2024), acima de 2 anos. A bula associa aminoglicosídeo, mas IPOG 2023 e NICE preferem monoterapia. Primeira linha do NICE |
| Meropeném IV | 20 mg/kg/dose; > 50 kg, 1 g/dose | 8/8 h | Conforme evolução e culturas | Bula brasileira (dose específica para neutropenia febril), acima de 3 meses. Reservado à criança instável ou com germe resistente (IPOG 2023) |
| Vancomicina IV (só se indicada) | 15 mg/kg/dose IV em 1 h (1ª dose máx. 1,5 g; SEUP: máx. 1 g) | 6/6 h, ajustar pelo nível sérico | Suspender em 24–72 h se as culturas não a justificarem | PALS do site; SBP, Manual de Orientação nº 5/2019; SEUP 2024. Só em instabilidade, suspeita de germe resistente ou alta resistência local (IPOG 2023) |
| Aminoglicosídeo (amicacina) | Conforme bula e serviço | 1×/dia | 24–72 h, se as culturas não o justificarem | Segundo agente anti-Gram-negativo só em instabilidade ou resistência (IPOG 2023) |
Seguimento no hospital (decisões do especialista):
- Não ampliar o esquema só pela febre persistente em criança estável; escalonar se piorar (IPOG 2023; NICE).
- Suspensão: afebril e bem há ≥ 24 h, hemoculturas negativas em 48 h e recuperação medular; no baixo risco, mesmo sem recuperação (IPOG 2023).
- Antifúngico (caspofungina ou anfotericina B lipossomal): febre ≥ 96 h no alto risco para fungo, ou abordagem preemptiva (IPOG 2023).
- Cateter central: não retirar no manejo inicial (NICE); a retirada é do especialista. Candida na hemocultura nunca é contaminação (SBP 2018).
- G-CSF não é rotina no episódio; as profilaxias são do oncologista.
O que não usar ou não fazer:
- Nada pelo reto: a SBP 2018 proíbe supositório e clister (translocação bacteriana e choque séptico); termômetro e toque retal ficam fora pelo mesmo risco. Medir na axila, também abaixo de 3 meses (exceção ao termômetro retal de "Como conduzir a febre").
- AINE e ácido acetilsalicílico: evitar (sangramento com plaquetopenia, nefrotoxicidade).
- Dipirona: contraindicada pela bula na função medular insuficiente, como após tratamento citostático — exceção ao padrão de antitérmicos do site.
- Paracetamol: na dose do site (10–15 mg/kg/dose, máx. 75 mg/kg/dia), depois de medir a febre e avisar a equipe; nunca adia a ida ao serviço.
- Não fazer: corticoide empírico, antibiótico oral "para ver se melhora", esperar o hemograma para indicar a remoção.
Papel do pediatra: reconhecer, remover sem atraso, garantir à família o telefone de 24 horas do centro, acompanhar crescimento, nutrição e saúde bucal e manter contato com o oncologista. A Lei nº 14.308/2022 (Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica) prevê acesso pela regulação, de preferência aos centros habilitados (0 a 19 anos).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
Sempre, e no mesmo momento:
- Em quimioterapia (ou recente) ou pós-TCTH com axilar ≥ 37,5 °C, mesmo de bom aspecto e sem hemograma.
- Sem febre, mas com prostração, hipotermia, calafrios, hipotensão, confusão, dor abdominal, diarreia intensa, mucosite que impede a ingestão ou sangramento.
- Calafrio ou mal-estar na infusão pelo cateter, ou vermelhidão e dor no trajeto.
Destino: de preferência o centro onde a criança se trata; se instável ou a viagem for longa, o pronto-socorro mais próximo, que inicia o antibiótico e transfere.
Como encaminhar
- Ligar para o plantão do centro de oncologia e, se houver sinal de choque, acionar o SAMU 192.
- ABC; oxigênio para manter SpO2 ≥ 94%; monitorização.
- Não manipular o cateter central sem técnica e material adequados; acesso periférico só se não atrasar a remoção.
- No choque, conduta da sepse do site (cristaloide 10–20 mL/kg com reavaliação). Se houver cefepima e a remoção for demorada, a 1ª dose IV pode ser feita antes de sair (hemocultura só se não atrasar).
- Sem antitérmico retal, dipirona, AINE ou antibiótico oral.
- Relatório: diagnóstico, protocolo e data da última quimioterapia, último hemograma, cateter, sinais vitais, horários e o que foi feito.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Na quimioterapia, febre é emergência. Tenha um termômetro digital e meça na axila, nunca no bumbum."
- "Se a temperatura na axila der 37,5 °C ou mais, ligue para a equipe de oncologia e vá direto ao hospital onde a criança se trata. Se estiver muito abatida, fria, com manchas ou respiração difícil, vá ao pronto-socorro mais próximo ou chame o SAMU (192)."
- "Não dê remédio para febre antes de medir a temperatura e falar com a equipe. Nada de supositório, dipirona ou ibuprofeno."
- "Leve sempre o resumo do tratamento (diagnóstico, última quimioterapia, cateter)."
- "Procure o hospital mesmo sem febre se houver calafrios, prostração, feridas na boca que impeçam de beber, diarreia, dor de barriga forte, cansaço para respirar, sangramento ou vermelhidão no cateter."
- "Lave as mãos, evite pessoas doentes e mantenha a vacinação da família em dia."
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Definição | Neutrófilos < 500 ou < 1.000 com queda prevista; sem limiar de temperatura próprio | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Neutrófilos ≤ 500 e temperatura > 38 °C ou sinais de sepse | Consenso SEIP/SEHOP 2023 (texto integral não acessado) | Sem posição específica localizada | Oral ≥ 38,5 °C ou ≥ 38 °C duas vezes; neutrófilos < 500 | Segue o NICE |
| Tempo até o antibiótico | Imediato, sem esperar exames | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Imediato, como emergência | Diagnóstico e tratamento precoces | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Exames | Hemocultura de todos os lúmens; urina < 5 anos; radiografia só com sintoma | — | — | Hemograma, função renal e hepática, PCR, lactato, hemocultura | Avaliação inicial pelo perfil do paciente | — | — | Segue o NICE |
| Antibiótico empírico | Monoterapia antipseudomonas, 4ª geração ou carbapenêmico | — | — | Piperacilina-tazobactam; sem aminoglicosídeo ou glicopeptídeo de rotina | Escalonado, adaptado à epidemiologia local | — | Cefepima; meropeném se instável | Segue o NICE |
| Baixo risco | Ambulatorial ou oral se houver estrutura | — | — | Ambulatorial; oral após 48 h se o risco for baixo | Uso racional; ajuste de duração | — | Ambulatorial selecionado | Segue o NICE |
| Suspensão | Não abordada (diretriz de manejo inicial) | — | — | Suspender se houver resposta, qualquer que seja a contagem de neutrófilos | Ajuste de duração e espectro | — | 7 dias se estável e culturas negativas | Segue o NICE |
Leitura: há convergência em quatro pontos: febre na neutropenia é emergência, o antibiótico não espera exames, a monoterapia antipseudomonas é a regra e a radiografia de tórax só se faz com sintomas. A SBP (2018) segue a diretriz pediátrica internacional (IPOG), atualizada em 2023. Divergências: o NICE fixa piperacilina-tazobactam (SBP, IPOG e Boston aceitam cefepima); a bula brasileira da piperacilina-tazobactam associa aminoglicosídeo, o que as diretrizes não recomendam de rotina; o NICE suspende o antibiótico após resposta qualquer que seja a contagem de neutrófilos; os limiares de febre variam. O site adota a posição da SBP, com meta de até 60 minutos e limiar de 37,5 °C axilar para acionar a avaliação.
- Criança em quimioterapia com axilar ≥ 37,5 °C vai direto ao centro de oncologia, ou ao pronto-socorro mais próximo se estiver instável, sem esperar hemograma.
- Antibiótico IV de amplo espectro (cefepima ou piperacilina-tazobactam) em até 60 minutos da chegada; na criança instável, ainda antes.
- Hemocultura de todos os lúmens do cateter antes do antibiótico, sem atrasá-lo; radiografia de tórax só com sintomas respiratórios.
- Nada pelo reto (termômetro, supositório, clister, toque); sem AINE e sem dipirona; paracetamol só após medir a febre e falar com a equipe.
- Neutropênico sem febre, mas prostrado, hipotérmico ou com calafrio no cateter, é tratado como séptico.
- Estratificação de risco, via oral, alta e suspensão são decisões da equipe oncológica.
Veja também: LLA, LMA, Emergências oncológicas e Diagnóstico Precoce do Câncer Infantil (nesta área); Sepse e choque séptico e PALS (Urgências e emergências); Como conduzir a febre (Pediatria geral).
8.Fontes
- Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento Científico de Oncologia. Diretrizes para o manejo inicial da neutropenia febril, após quimioterapia, em crianças e adolescentes com câncer (Diretrizes nº 02), 2018. PDF; notícia SBP
- Lehrnbecher T, Robinson PD, Ammann RA et al. Guideline for the Management of Fever and Neutropenia in Pediatric Patients With Cancer and Hematopoietic Cell Transplantation Recipients — 2023 Update. J Clin Oncol, 2023. Europe PMC (texto integral)
- NICE. Neutropenic sepsis — prevention and management in people with cancer (CG151), 2012, atualizada em 2020 e 2024. PDF
- Martínez Campos L et al. Documento de consenso de manejo de neutropenia febril en el paciente pediátrico oncohematológico (SEIP e SEHOP). An Pediatr, 2023 — resumo. Europe PMC
- Ilowite M et al. A Quality Improvement Initiative to Optimize Fever and Neutropenia Management in Oncology Patients (Dana-Farber/Boston Children's). Pediatr Qual Saf, 2025. PMC
- Salomon AL, Ammann RA et al. Association of Time to Antibiotics With Outcome in Pediatric Patients Receiving Chemotherapy for Cancer With Fever in Neutropenia — An International Individual Patient Data Meta-Analysis. Cancer Med, 2026. PMC
- Tazocin® (piperacilina-tazobactam), bula profissional (Pfizer), 2024. PDF
- Cloridrato de cefepima, bula para o profissional de saúde. bula.gratis
- Fresenius Kabi. Meropeném, bula para o profissional de saúde. PDF
- Novalgina® (dipirona), bula (contraindicações). PDF
- Brasil. Lei nº 14.308, de 8 de março de 2022 — Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica. planalto.gov.br