Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
O alinhamento dos membros inferiores muda com a idade: geno varo ao nascer, com máximo por volta de 18 meses e neutro por volta de 2 anos; depois geno valgo, máximo por volta de 3–4 anos, que regride entre 4 e 7–8 anos até o valgo leve do adulto (AAFP 2017; Pediatría Integral 2024). A marcha com os pés para dentro vem do metatarso aduto (lactente; resolve até 1 ano; rígido ou persistente após 6 meses: ortopedista pediátrico — AAP), da torção tibial interna (1–4 anos; até 5 anos) ou da anteversão femoral (3–8 anos; > 80% até 8 anos). O diagnóstico é clínico (estatura, simetria, distâncias intercondilar ou intermaleolar, perfil rotacional). Variação bilateral, simétrica, compatível com a idade, sem dor, em criança que cresce bem é conduzida em casa, com reavaliação na puericultura (🟢); botas, sapatos ortopédicos, palmilhas, barras e cabos de torção não alteram a evolução. Encaminhar ao ortopedista pediátrico (🟡) na assimetria, progressão, persistência além da idade, baixa estatura, raquitismo ou sinal neurológico; com prioridade no varo progressivo em criança obesa ou que andou cedo (doença de Blount) e no metatarso aduto rígido. Não há 🔴 próprio deste tema: dor aguda, febre ou recusa de apoio seguem "A criança que manca".
1.O que é e como se apresenta
Alinhamento angular do joelho (plano frontal). O padrão é o de "Variações normais dos membros inferiores" desta Biblioteca: varo de 10–15° no recém-nascido, máximo por volta de 18 meses e neutro por volta de 2 anos (a maioria endireita entre 18 e 24 meses — Boston Children's); valgo máximo aos 3–4 anos, que regride até 7–8 anos para os 5–7° do adulto (Pediatría Integral 2024); algumas crianças só ficam com as pernas retas aos 9–10 anos (AAP).
Medidas do consultório (Pediatría Integral 2024):
- Geno varo — distância intercondilar (entre os côndilos femorais mediais, com os maléolos mediais encostados, em pé): preocupar se ≥ 6 cm.
- Geno valgo — distância intermaleolar (entre os maléolos mediais, com os joelhos encostados): preocupar se > 8 cm acima de 8 anos.
Alterações rotacionais — marcha com os pés para dentro (AAFP 2017; AAP):
| Causa | Idade típica | Como reconhecer | Evolução |
|---|---|---|---|
| Metatarso aduto | Desde o nascimento | Antepé desviado para dentro, borda lateral do pé em "feijão"; flexível quando corrige à manipulação | Resolve na maioria até 1 ano (AAFP; AAP) |
| Torção tibial interna | 1–4 anos (início da marcha) | Patelas para a frente e pés para dentro; ângulo coxa-pé em rotação interna | Em geral resolve até 5 anos (AAFP); até 4 anos na maioria (Boston Children's) |
| Anteversão femoral aumentada | 3–8 anos (sinais por volta de 2–4 anos, pico aos 5–6) | Patelas "que se olham", rotação interna do quadril maior que a externa, prefere sentar em "W" | Mais de 80% até 8 anos (AAFP); 90% até 9 anos (Pediatría Integral 2024) |
A marcha com os pés para fora é menos comum; a torção tibial externa pode piorar no estirão, ao contrário da interna (AAFP; Boston Children's).
Marcha na ponta dos pés. É comum no início da marcha. A forma idiopática é bilateral, presente desde o início da marcha e persistente além de 2 anos, sem causa neurológica; TEA e TDAH podem coexistir e não a excluem (consenso britânico da BSCOS, 2024). Na prática, a criança apoia o calcanhar quando solicitada e o exame neurológico é normal.
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Varo até cerca de 2 anos ou valgo entre 3 e 7–8 anos, bilateral e simétrico; marcha com os pés para dentro compatível com a idade, sem quedas excessivas; metatarso aduto flexível; marcha na ponta dos pés bilateral com calcanhar que apoia quando pedido e exame neurológico normal; estatura normal, sem dor, melhora ou estabilidade nas reavaliações | Tranquilizar; não prescrever bota, palmilha, sapato ortopédico, barra ou órtese; medir e registrar em toda consulta; manter a vitamina D profilática (SBP 2024) |
| 🟡 Moderada | Assimetria ou unilateral; varo após 2–3 anos ou progressivo; intercondilar ≥ 6 cm; intermaleolar > 8 cm após 8 anos ou valgo que piora após 7 anos; baixa estatura ou queda de canal; sinais de raquitismo (punhos alargados, rosário costal, atraso de dentição ou motor); rotação que persiste após 8 anos ou com quedas frequentes; torção tibial externa progressiva; marcha na ponta dos pés unilateral, persistente após 3 anos ou sem dorsiflexão até 90°; atraso motor, alteração de tônus, força ou reflexos; limitação da abdução do quadril; metatarso aduto rígido ou que persiste após 6 meses (AAP) | Exames dirigidos (ver Diagnóstico); encaminhar ao ortopedista pediátrico; ao neuropediatra se houver sinal neurológico; ao endocrinologista se raquitismo não nutricional ou baixa estatura desproporcionada. Com prioridade: varo progressivo em criança obesa ou que andou antes de 1 ano (suspeita de doença de Blount), angulação abrupta abaixo do joelho, e metatarso aduto rígido (metatarso varo) |
| 🔴 Grave | Não é próprio deste tema. Dor aguda, febre (axilar ≥ 37,5 °C), articulação quente ou edemaciada, recusa de apoio, deformidade após trauma; hipocalcemia sintomática no raquitismo (tetania, estridor, convulsão) | Pronto-socorro, conforme "A criança que manca", "Dor em membros", "Trauma pediátrico" e "Cálcio, vitamina D e raquitismo" |
Fatores de risco que elevam a gravidade
- Obesidade e marcha precoce (antes de 12 meses), ascendência africana: doença de Blount infantil (geralmente abaixo de 4 anos) e do adolescente (Pediatría Integral 2024; AAFP 2017).
- Risco de raquitismo: aleitamento exclusivo sem suplementação de vitamina D, pele escura, pouca exposição solar, dieta pobre em cálcio, prematuridade com doença metabólica óssea, má absorção, hepatopatia, nefropatia, anticonvulsivantes; história familiar de raquitismo hipofosfatêmico.
- Baixa estatura ou desproporção corporal (displasias esqueléticas); estatura abaixo do percentil 25 merece atenção (AAFP 2017).
- Prematuridade e atraso motor (paralisia cerebral, distrofias); sequela de fratura ou infecção da fise.
3.Diagnóstico no consultório
É clínico. Com a criança de roupa íntima ou fralda:
- Estatura na curva da OMS e proporções; marcha de frente e de costas (patelas, ângulo de progressão do pé, apoio do calcanhar); em pé, simetria e distância intercondilar ou intermaleolar.
- Perfil rotacional em decúbito ventral, joelhos a 90°: rotação interna e externa do quadril, ângulo coxa-pé (anormal acima de 8 anos se > 15° de rotação interna — AAFP) e borda lateral do pé.
- Pé: redutibilidade do metatarso aduto à manipulação; dorsiflexão do tornozelo com joelho estendido e fletido (contratura = não chegar à posição plantígrada — BSCOS 2024).
- Quadril (abdução, Galeazzi), neurológico (tônus, força, reflexos, sinal de Gowers, marcos, comunicação social) e sinais de raquitismo (punhos alargados, rosário costal, craniotabes).
Quando pedir exames
| Situação | Exames |
|---|---|
| Variação fisiológica (🟢) | Nenhum — radiografia "para ver os ossos" não está indicada (AAFP; Boston Children's) |
| Varo assimétrico, progressivo, após 2–3 anos ou em criança obesa | Radiografia panorâmica dos membros inferiores em pé (Blount, displasias, sequela de fise); o ângulo metáfise-diafisário e o estágio da doença de Blount são do ortopedista |
| Suspeita de raquitismo (sinais clínicos, baixa estatura, fatores de risco) | Cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, PTH, 25(OH)D, magnésio, creatinina; radiografia de punho ou joelhos ("Cálcio, vitamina D e raquitismo"); fósforo baixo com 25(OH)D normal ou história familiar sugere raquitismo hipofosfatêmico — endocrinologista |
| Marcha na ponta dos pés com fraqueza proximal ou Gowers no menino | CPK (Duchenne) e avaliação neurológica |
Diagnóstico diferencial que não pode passar
- Raquitismo nutricional ou hipofosfatêmico.
- Doença de Blount (tíbia vara) e displasias esqueléticas.
- Metatarso varo (aduto rígido), pé torto congênito e tálus vertical — rígidos, ao contrário do posicional (veja "Deformidades Posicionais e Estruturais do RN", Neonatologia).
- Paralisia cerebral leve, distrofia muscular, neuropatias hereditárias, TEA (marcha na ponta dos pés).
- Displasia do desenvolvimento do quadril não diagnosticada.
4.Tratamento e seguimento
O que o pediatra faz: orientação, medida a cada consulta do calendário da SBP e profilaxia de vitamina D. Não há medicamento para as variações fisiológicas; o raquitismo confirmado é tratado conforme "Cálcio, vitamina D e raquitismo" (colecalciferol por pelo menos 12 semanas com cálcio — Consenso Global 2016; PCDT do MS 2022).
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Vitamina D (colecalciferol) — profilaxia | 400 UI/dia no 1º ano; 600 UI/dia de 1 a 18 anos | 1 vez ao dia | Conforme a faixa etária | SBP 2024; não trata raquitismo estabelecido |
| Paracetamol (apenas se houver dor) | 10–15 mg/kg/dose | 4–6 h (máx. 5 doses/dia) | Curta; dor não é esperada | Máx. 75 mg/kg/dia, nunca > 4 g/dia; hepatotoxicidade cumulativa em 48–72 h no limite de dose, jejum, desidratação ou associações — reavaliar (padrão do site; bula) |
| Ibuprofeno (apenas se houver dor) | 5–10 mg/kg/dose | 6–8 h | Curta | A partir de 6 meses; evitar em desidratação, suspeita de dengue e varicela (padrão do site; bula) |
O que não usar nas variações fisiológicas
- Botas ortopédicas, sapatos corretivos, palmilhas, cunhas, barras de rotação, cabos de torção (twister cables) e órteses noturnas ou diurnas: não alteram a evolução do geno varo e valgo fisiológicos nem das torções (AAFP 2017; AAP; Boston Children's; Pediatría Integral 2024) e podem causar atrofia muscular e sofrimento psicológico (AAP; SBOP, conforme o documento do site).
- Fisioterapia para "endireitar" as pernas: não acelera a correção (Oxford Health NHS); pode ajudar no equilíbrio quando há queixa funcional (Boston Children's).
- Radiografia de rotina, 25(OH)D sem risco e vitamina D em dose alta sem raquitismo confirmado.
Medidas de suporte. Calçado confortável, flexível e do tamanho certo; andar descalço em superfície segura; brincadeiras livres. Sentar em "W" não é proibido — não há evidência de dano; pode-se sugerir variar a posição, sem conflito (veja a Leitura). Peso saudável ajuda a prevenir a doença de Blount.
O que é do especialista
- Metatarso aduto rígido: gessos seriados antes da marcha (AAP; AAFP).
- Doença de Blount infantil: a órtese funciona quando iniciada abaixo de 3 anos, em estágio inicial; depois, a correção tende a ser cirúrgica (Montenegro e cols., Acta Ortop Bras, 2016) — daí a prioridade na criança pequena obesa com varo progressivo.
- Valgo patológico ou varo persistente: crescimento guiado (hemiepifisiodese) ou osteotomia; torções com prejuízo funcional: osteotomia derrotativa rara, geralmente após 8–10 anos (AAP; Boston Children's; Pediatría Integral 2024).
- Marcha na ponta dos pés idiopática sem contratura e sem sintomas não precisa de tratamento; com contratura, dor ou impacto psicossocial: alongamento, gessos seriados e órteses; cirurgia se falharem (BSCOS 2024).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
Variações do alinhamento não exigem pronto-socorro nem internação. Urgência apenas se surgir:
- Dor aguda, claudicação súbita ou recusa de apoio, febre (axilar ≥ 37,5 °C) com dor no membro, articulação quente ou edemaciada — "A criança que manca" e "Osteomielite e artrite séptica".
- Deformidade aguda após trauma (pensar em lesão não acidental se a história não explica).
- Hipocalcemia sintomática em criança com raquitismo: tetania, espasmos, estridor ou laringoespasmo, convulsão.
Como encaminhar
- Trauma: analgesia e tala provisória, sem tentar alinhar.
- Convulsão ou estridor por hipocalcemia: posição lateral de segurança, via aérea, oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98%, acionar o SAMU (192); acesso venoso se possível.
- Encaminhamento eletivo ou com prioridade (🟡): relatório ao ortopedista pediátrico com idade, curva de estatura, medidas intercondilar ou intermaleolar seriadas, perfil rotacional, fotografias, idade de início da marcha, IMC e exames já realizados.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Pernas arqueadas até os 2 anos e em 'X' entre 3 e 7 anos fazem parte do crescimento e se corrigem sozinhas."
- "Andar com os pés para dentro costuma melhorar sozinho até os 8 anos. Botas, palmilhas e sapatos especiais não aceleram essa correção."
- Antecipe a consulta se: uma perna ficar diferente da outra, a curva aumentar, a criança parar de crescer, cair com frequência, não conseguir apoiar o calcanhar, perder habilidades motoras, ou se a criança com excesso de peso estiver com as pernas cada vez mais arqueadas.
- Pronto-socorro no mesmo dia: dor forte de repente, febre com dor na perna, articulação inchada e quente, recusa em apoiar a perna, deformidade após queda; tremores, espasmos ou convulsão (SAMU 192).
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Evolução fisiológica | Sem documento específico; exame em toda consulta de puericultura | Sem posição específica localizada | Varo até 2 anos, valgo até cerca de 6; retas até 9–10 (HealthyChildren, 2025) | Sem diretriz específica localizada | SEPEAP (Pediatría Integral 2024): varo máximo 18 meses, valgo 4 anos, final aos 8 | Sem posição específica localizada | Varo até 18–24 meses; valgo 2–7 anos, 99% corrigem até 7 | Oxford Health NHS: varo até 2, valgo 2–6 anos; Cambridge segue o NICE |
| Medidas e limiares | — | — | Curva extrema, unilateral, varo que piora após 2, valgo após 7, baixa estatura | — | SEPEAP: intercondilar ≥ 6 cm; intermaleolar > 8 cm após 8 anos | — | Valgo antes de 2 ou após 7 anos, assimétrico | Medir afastamento dos tornozelos antes de encaminhar |
| Torções | — | — | Maioria corrige; metatarso rígido ou após 6 meses: ortopedista | — | SEPEAP: tibial e femoral 90% até 8–9 anos | — | Tibial até 4 anos; femoral até 99% | Pés para dentro corrigem até 11 anos; evitar sentar em "W" |
| Órteses e calçados | — | — | Não usar; gesso precoce só no metatarso aduto grave | — | SEPEAP: sem evidência | — | Não corrigem torção tibial nem anteversão | Não indicados; fisioterapia não acelera |
| Encaminhar | — | — | Unilateral, progressivo, persistente, rígido, baixa estatura | — | Assimetria, progressão, fora da idade | — | Persistência, assimetria, dor, baixa estatura | Grave, assimétrico ou com impacto funcional |
| Marcha na ponta dos pés | — | — | — | — | AEPap 2019: tônus ou força anormais → neurologia | — | — | BSCOS 2024: sem contratura nem sintomas, sem tratamento |
Leitura: as referências convergem em que o geno varo até cerca de 2 anos, o geno valgo dos 3 aos 7–8 anos e as torções são, na grande maioria, fisiológicos, de diagnóstico clínico, sem necessidade de radiografia e sem benefício de órteses, calçados ou fisioterapia; e em que assimetria, progressão, persistência além da idade, dor e baixa estatura indicam investigação (raquitismo, Blount, displasias). As diferenças estão nos limites (± 2 desvios-padrão e estatura < p25 na AAFP — American Academy of Family Physicians, que não é a AAP; centímetros na Pediatría Integral, da SEPEAP) e nas idades de resolução (torção tibial 4–5 anos; pés para dentro 8–11 anos; metatarso aduto: a AAP encaminha o que persiste após 6 meses, prazo seguido pelo site, enquanto a AAFP e a Pediatría Integral esperam a resolução até 1 ano). A divergência prática é o sentar em "W": a Oxford Health NHS recomenda evitá-lo, enquanto as demais fontes não o apontam como causa de deformidade. A SBP e o Ministério da Saúde não têm documento específico localizado; por isso o site segue a AAP (HealthyChildren), com a AAFP 2017 como apoio e os limiares da Pediatría Integral 2024, mantém a orientação da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica contra botas e palmilhas e não proíbe o sentar em "W", como no documento "Variações normais dos membros inferiores".
- Meça e registre em toda consulta: estatura, distância intercondilar ou intermaleolar e fotografia de frente; a tendência vale mais que a medida isolada.
- Bilateral, simétrico, compatível com a idade e em criança que cresce bem é fisiológico: tranquilize e não peça radiografia.
- Varo após 2–3 anos, progressivo, assimétrico ou com baixa estatura: pense em raquitismo e em doença de Blount; radiografia panorâmica em pé e exames de metabolismo ósseo.
- Criança obesa que andou cedo com varo progressivo: encaminhe com prioridade ao ortopedista pediátrico — a órtese só funciona na criança pequena.
- Não prescreva bota, palmilha, sapato ortopédico, barra ou cabo de torção para variação fisiológica.
- Marcha na ponta dos pés unilateral, com contratura, atraso motor ou Gowers: exame neurológico completo, CPK no menino e neuropediatra.
Veja também, nesta Biblioteca: Variações normais dos membros inferiores, A criança que manca (claudicação aguda), Dor em membros (dor de crescimento e sinais de alerta) e Baixa estatura (Patologias do consultório); Deformidades Posicionais e Estruturais do RN e Displasia do Desenvolvimento do Quadril (DDQ) (Neonatologia); Cálcio, vitamina D e raquitismo (Endocrinologia); Obesidade na Infância e Adolescência; Paralisia cerebral e Doenças neuromusculares — AME e Duchenne (Neurologia).
8.Fontes
- Rerucha CM, Dickison C, Baird DC. Lower extremity abnormalities in children. American Family Physician (AAFP, não AAP), 2017;96(4):226–233. aafp.org
- American Academy of Pediatrics. Bowlegs and Knock-Knees. HealthyChildren.org (atualizado em 23/12/2025). healthychildren.org
- American Academy of Pediatrics. Pigeon Toes (Intoeing). HealthyChildren.org. healthychildren.org
- Manzarbeitia Arroba P, Garlito Díaz H, Galán Olleros M, Cabello Blanco J. Alteraciones angulares y torsionales de los miembros inferiores. Pediatría Integral (SEPEAP), 2024;XXVIII(4). pediatriaintegral.es
- Bueno Sánchez AM. Modificaciones de la marcha. Algoritmos AEPap, 2019. algoritmos.aepap.org
- Boston Children's Hospital (Harvard Medical School). Bowlegs · Knock Knees · Tibial Torsion · Femoral Anteversion
- Oxford Health NHS Foundation Trust, Children's Integrated Therapies. Childhood development (bow legs, knock knees, in-toeing, toe-walking). oxfordhealth.nhs.uk
- Gelfer Y et al., BSCOS Paediatric Idiopathic Toe Walking Consensus Group. The management of idiopathic toe walking — a British consensus. Bone Joint J, 2024;106-B(10):1190–1196. PDF
- Montenegro NB, Massa BSF, De Angeli LRA. Management of infantile Blount's disease with molded orthoses — a new perspective. Acta Ortopédica Brasileira, 2016. pmc.ncbi.nlm.nih.gov