Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
A dor de crescimento atinge 10–20% das crianças, começa entre 3 e 10 anos, é bilateral (coxas, canelas, panturrilhas, atrás dos joelhos), surge no fim do dia ou à noite, cede com massagem ou analgésico, não existe pela manhã, não faz mancar e tem exame físico normal; pode acordar a criança (SBP 2019), e isso, sozinho, não é alerta. É diagnóstico de exclusão e dispensa exames na forma típica: orientação, massagem, calor e analgésico na crise, em casa (🟢). São alerta: dor unilateral ou localizada em um ponto do osso (mesmo que acorde), progressiva, que persiste de manhã ou durante o dia; claudicação; edema articular; massa; febre, perda de peso, palidez, petéquias, hepatoesplenomegalia. Nesses casos, radiografia da região em duas incidências e hemograma com esfregaço, VHS e PCR (🟡); imagem suspeita de tumor maligno vai com urgência ao centro de referência em oncologia pediátrica, sem biópsia. Vão ao pronto-socorro (🔴): fratura com trauma mínimo, febre com dor óssea localizada (osteomielite), palidez com petéquias ou hepatoesplenomegalia (leucemia) e fraqueza ou alteração de esfíncteres (compressão medular).
1.O que é e como se apresenta
Dor de crescimento (SBP, DC de Reumatologia nº 4/2019)
- Dor benigna e autolimitada, sem relação comprovada com o crescimento; história familiar em 20–47% dos parentes de primeiro grau.
- Critérios de inclusão: 3–10 anos (AEP: 3–12); bilateral em 80%, nos membros inferiores, não articular; fim da tarde ou noite; alívio com massagem (95%) ou analgésico; ausente pela manhã; intervalos livres de dias a meses; marcha, atividades e crescimento normais; exame normal (pode haver hipermobilidade).
- Critérios de exclusão — investigar: dor unilateral (a SBP manda investigar infecção e tumor); dor articular ou presente ao acordar (artrite); dor diurna que piora com a atividade (Perthes, Osgood-Schlatter, Sever); edema, massa, dor à palpação; claudicação; sinais sistêmicos; idade < 3 anos (AEP).
- Dor que acorda: a SBP 2019 admite que a dor de crescimento desperte a criança, se bilateral e ausente de manhã; o site segue a SBP. Alerta: dor localizada ou unilateral que acorda (leucemia, osteoma osteoide).
Causas graves que se apresentam como dor óssea
- Leucemia aguda: dor óssea intensa à noite, com linfonodos, baço aumentado e dor à compressão do esterno e das tíbias; o hemograma pode ser pouco alterado no início, e a plaquetopenia é sinal de alerta; não dar corticoide antes do diagnóstico (SBP 2019; MS/INCA 2014).
- Osteossarcoma (adolescente, metáfise do joelho) e sarcoma de Ewing (diáfise, pelve; febre em 30% e VHS alta, imita osteomielite) — MS/INCA 2014.
- Osteomielite: dor óssea localizada, febre, dor metafisária à palpação; no lactente, pseudoparalisia.
- Outras: neuroblastoma, histiocitose de células de Langerhans (lesão lítica, vértebra plana).
Lesões ósseas benignas mais comuns (5–25 anos; cerca de 60% perto do joelho — SBOT/RBO 2009)
| Lesão | Quem e onde | Como aparece | Radiografia |
|---|---|---|---|
| Osteoma osteoide | 5–25 anos, meninos 3:1; fêmur, tíbia, coluna | Dor noturna no mesmo local, que cede com anti-inflamatório; na coluna, escoliose dolorosa | Nicho < 1,5 cm com esclerose; TC confirma |
| Cisto ósseo simples | 2–10 anos; úmero e fêmur proximais | Assintomático até a fratura patológica com trauma mínimo | Lítica, central, geográfica, cavidade única |
| Cisto ósseo aneurismático | < 20 anos; metáfise (67%), coluna (15%) | Dor, aumento de volume, fratura | Lítica, expansiva, multiloculada; RM com níveis líquido-líquido |
| Osteocondroma | O tumor benigno mais comum (35–40%); joelho, quadril, ombro | Nódulo duro e indolor; dor se atrita tendão ou comprime nervo | Projeção em continuidade com cortical e medular |
| Fibroma não ossificante | Até 30–40% das radiografias de crianças; fêmur distal, tíbia | Achado incidental; raramente fratura | Lítica excêntrica, margem esclerótica; regride na maturidade |
| Displasia fibrosa | Mono ou poliostótica; fêmur, tíbia, costelas, crânio | Dor, deformidade, fratura; McCune-Albright: café com leite e puberdade precoce | Vidro fosco; "cajado de pastor" |
Pediatría Integral 2024; AAOS; Walker 2025; Boston Children's. Exostoses hereditárias múltiplas: risco de condrossarcoma de cerca de 10% ao longo da vida, contra < 1% no osteocondroma solitário (AAOS). Fibromas múltiplos com manchas café com leite: pensar em neurofibromatose tipo 1 (Walker 2025).
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Dor que preenche todos os critérios de dor de crescimento, com exame normal; achado incidental com laudo explícito de fibroma não ossificante ou defeito cortical fibroso típico, assintomático e sem critério de risco de fratura | Seguimento pelo pediatra: orientação, massagem, calor, analgésico na crise; reavaliação programada; mudou o padrão, passa a 🟡 |
| 🟡 Moderada | Dor unilateral ou localizada (mesmo que acorde); dor que persiste de manhã ou durante o dia, em repouso ou progressiva; dor que cede com anti-inflamatório; claudicação; massa ou aumento de volume ósseo; lesão na radiografia (cisto, osteocondroma, displasia fibrosa, laudo duvidoso); radiografia normal com dor persistente | Radiografia e hemograma sem demora. Lesão benigna: ortopedista pediátrico (eletivo no osteocondroma assintomático; com prioridade se dor, risco de fratura, coluna ou displasia fibrosa). Imagem agressiva ou dor persistente com radiografia normal: com urgência ao centro de referência em oncologia pediátrica, sem biópsia |
| 🔴 Grave | Fratura com trauma mínimo; febre (≥ 37,5 °C axilar) com dor óssea localizada ou articulação quente; palidez, petéquias, hepatoesplenomegalia, citopenias ou blastos; dor nas costas com déficit motor, sensitivo ou de esfíncteres; dor intratável; toxemia | Pronto-socorro/hospital no mesmo dia; imobilizar, analgesia, contato prévio |
Fatores de risco que elevam a gravidade
- Idade < 3 anos; febre, perda de peso, sudorese noturna.
- Predisposição a câncer (Li-Fraumeni, retinoblastoma hereditário, neurofibromatose tipo 1, síndrome de Down, radioterapia prévia); exostoses hereditárias múltiplas.
- Doença falciforme e imunodeficiência; lesão em osso de carga ou na coluna.
3.Diagnóstico no consultório
Anamnese: onde dói (músculo, osso ou articulação; um ou os dois lados); horário; se acorda; dor de manhã; resposta ao anti-inflamatório; claudicação; sintomas sistêmicos; trauma proporcional à queixa?; progressão; história familiar (câncer em jovens, exostoses).
Exame físico: palidez, petéquias, linfonodos, fígado e baço; palpar o osso inteiro e comparar com o outro lado; massa, calor; articulações, coluna e quadris (dor no joelho pode vir do quadril); marcha; exame neurológico se a dor é axial; manchas café com leite.
Exames
| Situação | O que pedir | Observação e referência |
|---|---|---|
| Dor de crescimento típica, exame normal | Nenhum | SBP 2019; AEP |
| Qualquer sinal de alerta | Radiografia da região em duas incidências (frente e perfil), com as articulações vizinhas; hemograma com plaquetas e esfregaço, VHS, PCR; DHL e ácido úrico se disponíveis | SBP 2019; MS/INCA 2014; NICE NG12 |
| Radiografia normal com dor persistente | Não encerra a investigação: encaminhar | RM, TC (nicho do osteoma osteoide) e cintilografia ficam com o especialista |
Como ler a radiografia (Pediatría Integral 2024; MS/INCA 2014)
- Benigna: padrão geográfico, margens nítidas e escleróticas, cortical íntegra, sem reação periosteal nem massa de partes moles.
- Agressiva (com urgência ao centro): destruição em roído de traça ou permeativa, lise, ruptura cortical, reação periosteal (Codman, "raios de sol", "casca de cebola"), massa de partes moles.
- Laudo vago ("lesão lítica a esclarecer") é 🟡: o ortopedista pediátrico revê as imagens.
Achado incidental na radiografia
- Fibroma não ossificante e defeito cortical fibroso típicos e assintomáticos: não são neoplasias, regridem com a maturidade e não pedem tratamento; o pediatra acompanha (Walker 2025; Pediatría Integral 2024). Encaminhar com prioridade se houver dor, cortical < 2 mm, mais de 50% do diâmetro do osso ou lesão > 4 cm em osso de carga (risco de fratura).
- Osteocondroma pequeno e indolor: encaminhamento eletivo; cisto ósseo simples: com prioridade, pelo risco de fratura.
- Não pedir RM nem biópsia diante de lesão de aspecto benigno.
Diferencial que não pode passar: leucemia, Ewing que imita osteomielite, osteossarcoma atribuído a trauma (47% — MS/INCA 2014), histiocitose, AIJ, Perthes, epifisiólise e lesão não acidental.
4.Tratamento e seguimento
O que é do pediatra
- Dor de crescimento: explicar a natureza benigna; massagem, calor e alongamento à noite; não restringir atividades; analgésico só na crise. Analgésico diário pede reavaliação.
- Lesão benigna: analgesia, atividade conforme o ortopedista e seguimento conjunto.
O que é do ortopedista pediátrico
- Osteoma osteoide: anti-inflamatório para a dor até o tratamento; ablação por radiofrequência guiada por TC é a escolha, recidiva < 10% (Boston Children's; Pediatría Integral 2024).
- Cisto ósseo simples: observação com radiografias e restrição de atividades de risco; infiltração (metilprednisolona) ou curetagem se dor, crescimento ou risco de fratura; recidiva de 25–50% (AAOS; SBOT/RBO 2009).
- Cisto ósseo aneurismático: sempre tratado (escleroterapia ou curetagem); recidiva de cerca de 25% (AAOS; Pediatría Integral 2024).
- Osteocondroma: observação; ressecção se dor, compressão ou sinais de transformação — crescimento após a maturidade esquelética ou dor nova (AAOS).
- Displasia fibrosa: observação, cirurgia nas fraturas e deformidades, bisfosfonato IV em casos selecionados (SBOT/RBO 2009); McCune-Albright com endocrinologia pediátrica.
Analgesia (padrão do site)
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Paracetamol | 10–15 mg/kg/dose; máx. 75 mg/kg/dia, nunca > 4 g/dia; teto por dose da apresentação (bulas: gotas 200 mg/mL máx. 35 gotas, suspensão 32 mg/mL máx. 15 mL e 100 mg/mL máx. 2,5 mL abaixo de 12 anos; comprimidos só a partir de 12 anos; nunca > 1 g/dose) | 4–6 h (máx. 5 doses/dia) | Na crise; até 48–72 h sem reavaliação | Efeito cumulativo hepatotóxico (jejum, desidratação, associações) — bula; padrão do site |
| Dipirona | 15 mg/kg/dose | 6 h (máx. 4 doses/dia) | Na crise | Não usar < 3 meses ou < 5 kg; "1 gota/kg" leva a superdosagem — bula; padrão do site |
| Ibuprofeno | 5–10 mg/kg/dose | 6–8 h | Na crise; no osteoma osteoide, conforme o ortopedista | A partir de 6 meses; evitar em desidratação, dengue, varicela, plaquetopenia ou sangramento — padrão do site; AAP 2013 |
- Não alternar analgésicos.
- Não usar: corticoide antes do diagnóstico (mascara leucemia — SBP 2019; MS/INCA 2014); ácido acetilsalicílico como analgésico (síndrome de Reye); suplementos ou "vitaminas para crescer".
- Não biopsiar nem puncionar fora do centro que vai tratar: a biópsia mal planejada pode custar o membro (MS/INCA 2014).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- Fratura patológica (trauma mínimo ou sobre lesão conhecida).
- Febre com dor óssea localizada, recusa de apoio ou articulação quente (ver "Osteomielite e artrite séptica").
- Palidez com petéquias, sangramentos ou hepatoesplenomegalia; blastos ou citopenias (NICE NG12: avaliação imediata).
- Dor nas costas com déficit motor, sensitivo ou de esfíncteres (compressão medular).
- Dor intratável; toxemia. Massa óssea sem esses sinais é 🟡.
Como encaminhar
- Imobilizar com tala, sem tração; fratura patológica suspeita não é fixada fora do centro (ver "Tumores ósseos e sarcomas").
- Analgesia conforme a tabela; opioide conforme protocolo do serviço e bula.
- Não dar corticoide.
- Instabilidade: oxigênio para SpO2 entre 94% e 98%, acesso venoso, jejum; SAMU (192) se choque ou déficit neurológico; compressão medular: transporte deitado.
- Contato prévio com ortopedia, onco-hematologia ou centro de referência; relatório com radiografias (levar as imagens) e exames.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Dor de crescimento acontece nas duas pernas, no fim do dia, e vai embora de manhã. Ela não faz mancar."
- "Massagem e calor ajudam; remédio só na noite da crise. Anote quando e onde dói."
- Volte antes se: a dor ficar em uma perna só ou em um ponto do osso, continuar de manhã ou durante o dia, piorar com o tempo, a criança mancar, tiver febre ou perder peso, surgir caroço ou inchaço, ou se a dor só melhorar com anti-inflamatório.
- Procure o pronto-socorro se houver: dor forte após esforço pequeno ou deformidade; febre com dor em um osso; palidez, manchas roxas ou pontinhos vermelhos, sangramentos; fraqueza nas pernas ou perda do controle do xixi ou do cocô.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Versão consultada | DC Reumatologia nº 4, 2019; DC Oncologia nº 1, 2017 | INCA, Diagnóstico precoce, 2ª ed., 2014 | HealthyChildren, 2013 | NG12, atualizada em 15/04/2026 | Continuum Reumatologia, 2020; AEPap | Sem posição específica localizada | Boston Children's (páginas) | Segue o NICE |
| Dor de crescimento | Bilateral, noturna, ausente de manhã, exame normal; pode acordar; exclusão | Sem posição específica | Ao deitar ou após o sono, ligada à atividade | Sem diretriz específica | 3–12 anos, bilateral, sem claudicação, exame normal | — | Sem pathway localizado | Segue o NICE |
| Sinais de alerta | Unilateral, articular, diurna mecânica, edema, massa, sistêmicos | Dor óssea com aumento de partes moles | Dor intensa, febre, claudicação, calor | Dor ou aumento de volume ósseo sem explicação; petéquias, hepatoesplenomegalia | < 3 anos, sistêmicos, dor noturna que não cede com analgésico, dor óssea à palpação | — | Dor noturna que cede com anti-inflamatório (osteoma osteoide) | Segue o NICE |
| Primeiro exame | Laboratório e imagem se atípica | Radiografia; lise, periostite, Codman = centro | — | Radiografia e hemograma muito urgentes | Radiografia; analítica se alerta | — | — | Segue o NICE |
| Lesão benigna | Osteoma osteoide cede com anti-inflamatório | Não aborda | Sem diretriz | Não aborda | SEPEAP 2024 (apoio): maioria observação; aneurismático sempre tratado | — | Ablação por radiofrequência no osteoma osteoide | Segue o NICE |
| Encaminhamento | Centro oncológico pediátrico (2017) | Imediato ao centro que vai tratar; biópsia no centro | Sem diretriz | Muito urgente (very urgent) | Derivação urgente | — | — | Segue o NICE |
Leitura: as referências concordam que a dor de crescimento é benigna e de exclusão, sem exames na forma típica, e que dor localizada, claudicação, edema, massa e sinais sistêmicos pedem radiografia e hemograma; a biópsia fica no centro que vai tratar. A diferença é a dor noturna: a SBP 2019 aceita que a dor de crescimento acorde a criança; a AEP (Continuum 2020) só a trata como alerta se não cede com analgésico e piora com massagem; o guia AEPap de câncer alerta para a dor óssea localizada que desperta. O site adota a SBP: acordar, sozinho, não é alerta; dor localizada ou unilateral, que persiste de manhã, com claudicação, febre, perda de peso, massa ou exame alterado, é. Nas lesões benignas, SBP e MS não têm documento próprio: o site segue a SBP (osteoma osteoide) e a literatura ortopédica de apoio (SBOT, AAOS, Pediatría Integral).
- Dor de crescimento é bilateral, no fim do dia, some de manhã, não faz mancar e tem exame normal; faltou um elemento, investigue.
- Dor em um ponto do osso ou de um lado só (mesmo que acorde), que persiste de manhã, com claudicação, febre ou massa: radiografia em duas incidências e hemograma com esfregaço, VHS e PCR.
- Radiografia normal com dor persistente não encerra a investigação; imagem agressiva vai com urgência ao centro de referência, sem biópsia.
- Dor noturna localizada que cede com anti-inflamatório sugere osteoma osteoide; quem define benignidade é a imagem.
- Fibroma não ossificante típico é achado incidental que regride: não peça RM nem biópsia; cisto ósseo e osteocondroma vão ao ortopedista pediátrico.
- Nunca corticoide antes de excluir leucemia; fratura com trauma mínimo, febre com dor óssea ou petéquias com hepatoesplenomegalia vão ao pronto-socorro.
Veja também, nesta Biblioteca: Dor em membros (dor de crescimento e sinais de alerta), A criança que manca e Variações normais dos membros inferiores (Patologias do consultório); Tumores ósseos e sarcomas de partes moles, Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) e Diagnóstico precoce do câncer infantil (Oncologia); Osteomielite e artrite séptica na criança (Infectologia); Abordagem da criança com artrite e Artrite idiopática juvenil (AIJ) (Reumatologia); Trauma pediátrico e Lesão não acidental (Urgências).
8.Fontes
- Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento Científico de Reumatologia. Isso é dor de crescimento ou algo mais sério? Documento Científico nº 4, 2019. PDF
- Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento Científico de Oncologia. Atuação do pediatra: epidemiologia e diagnóstico precoce do câncer pediátrico. Documento Científico nº 1, 2017. PDF
- Ministério da Saúde, INCA. Diagnóstico precoce do câncer na criança e no adolescente, 2ª ed., 2014. PDF
- NICE. NG12 — Suspected cancer: recognition and referral, atualizada em 2026. nice.org.uk
- American Academy of Pediatrics (HealthyChildren.org). Growing pains are normal most of the time, 2013. healthychildren.org
- Asociación Española de Pediatría (Continuum). Curso de Reumatología, Unidad 1, 2020. PDF
- AEPap. Guía de detección precoz del cáncer infantil — tumores óseos. aepap.org
- Abril Martín JC, Manzarbeitia Arroba P. Tumoraciones óseas más frecuentes. Pediatría Integral (SEPEAP), 2024. pediatriaintegral.es
- Drumond JMN. Tumores ósseos benignos e lesões ósseas pseudotumorais. Rev Bras Ortop (SBOT), 2009;44(5):386-390. scielo.br
- Walker K et al. Non-ossifying fibromas: a 2025 review. J Clin Med, 2025;14(18):6428. PMC
- American Academy of Orthopaedic Surgeons (OrthoInfo). Cisto ósseo simples · Cisto aneurismático · Osteocondroma · Displasia fibrosa
- Boston Children's Hospital (Harvard). Osteoma osteoide · Tumores e cistos ósseos