Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
A adenoamigdalectomia é indicada sobretudo por obstrução: a apneia obstrutiva do sono (AOS) com hipertrofia adenoamigdaliana é a principal indicação e segue o documento "Ronco e apneia obstrutiva do sono na criança". Nas faringoamigdalites de repetição, a SBP (2006) considera a cirurgia indicação relativa, e o otorrinolaringologista decide pelos critérios de Paradise (AAO-HNS 2019; SEORL-AEP 2006): ≥ 7 episódios no último ano, ≥ 5 por ano em 2 anos ou ≥ 3 por ano em 3 anos, todos documentados. Abaixo disso, espera vigilante, salvo fatores modificadores (alergia a vários antibióticos, PFAPA, mais de um abscesso periamigdaliano). Adenoide grande com respiração oral persistente ou otite de repetição também justifica avaliação. O pediatra registra os episódios, trata a rinite e encaminha. No pós-operatório: dipirona, paracetamol ou ibuprofeno em horário regular; codeína nunca (SBP 2024; FDA; Anvisa) e tramadol nunca abaixo de 18 anos após a cirurgia. Recuperação sem intercorrências: casa (🟢). Qualquer sangramento pela boca ou nariz, desidratação ou desconforto respiratório: pronto-socorro (🔴), de preferência no serviço que operou.
1.O que é e como se apresenta
Definições: amigdalectomia (tonsilectomia) retira as amígdalas palatinas; adenoidectomia, a adenoide (tonsila faríngea); a adenoamigdalectomia, ambas. A amigdalectomia pode ser total (extracapsular) ou parcial (intracapsular); a recuperação varia com a técnica (CUH 2026), escolhida pelo cirurgião.
A cirurgia por infecção perdeu espaço para a cirurgia por obstrução e AOS, que a SBP (2006) já tratava como indicação absoluta. A frequência das amigdalites tende a cair espontaneamente com o tempo, e a decisão é individual (An Pediatr 2003).
Indicações (SBP 2006; AAO-HNS 2019; SEORL-AEP 2006):
- Obstrução (absoluta para a SBP): AOS com hipertrofia adenoamigdaliana — cirurgia de primeira linha; obstrução respiratória ou à deglutição.
- Faringoamigdalites de repetição (relativa): critérios de Paradise.
- Abscesso periamigdaliano recorrente: dois episódios (SEORL-AEP 2006); mais de um é fator modificador (AAO-HNS 2019).
- PFAPA com crises muito frequentes ou intervalos encurtados pelo corticoide: casos selecionados (SBP 2017 — ver "Febres periódicas e síndromes autoinflamatórias").
- Hipertrofia de adenoide (adenoidectomia): obstrução nasal persistente com respiração oral, AOS, otite média aguda recorrente, crônica ou secretora persistente, rinossinusite associada (SEORL-AEP 2006).
Critérios de Paradise (AAO-HNS 2019, KAS 2; SEORL-AEP 2006):
| Frequência (uma das três) | Cada episódio registrado com pelo menos um destes |
|---|---|
| ≥ 7 episódios no último ano | Temperatura > 38,3 °C (critério da AAO-HNS) |
| ≥ 5 episódios por ano nos últimos 2 anos | Adenomegalia cervical |
| ≥ 3 episódios por ano nos últimos 3 anos | Exsudato amigdaliano ou teste positivo para estreptococo do grupo A (EGA) |
O Manual Prático da SBP (2006) define amigdalite recorrente com limiares menores — 5 a 7 episódios em 1 ano, 4 por ano em 2 anos ou 3 por ano em 3 anos. A SEORL-AEP exige episódios incapacitantes e adequadamente tratados; sem registro, observar 6 meses antes de indicar.
Hipertrofia de adenoide e respiração oral: a adenoide cresce até 4–5 anos e involui em torno dos 10 (SBP, Respirador oral). Respiração oral, ronco, boca aberta ao dormir, voz anasalada, rinorreia persistente e fácies adenoideana (face alongada, palato ogival, má oclusão) são as manifestações (SBP 2023). A rinite alérgica é causa tão frequente quanto a adenoide e é tratada antes. Apetite, peso sem AOS e halitose não indicam adenoidectomia (SEORL-AEP 2006).
Riscos: sangramento (cerca de 2 em 100 voltam ao hospital e 1 em 100 é reoperada — CUH 2026); dor por 1–2 semanas; desidratação; complicações respiratórias no pós-operatório imediato, sobretudo na AOS grave e abaixo de 3 anos; insuficiência velofaríngea (voz anasalada, refluxo nasal), mais provável com fenda submucosa ou doença neuromuscular (SEORL-AEP 2006); AOS persistente ou recorrente (AAO-HNS 2019, KAS 8).
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Faringoamigdalites abaixo dos critérios; amígdalas grandes sem ronco com pausas nem disfagia; adenoide controlada com o tratamento da rinite; pós-operatório sem intercorrências (dor controlada, bebe bem, urina normal, sem sangramento) | Seguimento pelo pediatra: registrar cada episódio; tratar a rinite; espera vigilante; no pós-operatório, analgesia regular, líquidos e retorno programado |
| 🟡 Moderada | Episódios que atingem a definição da SBP ou os critérios de Paradise; fatores modificadores; ronco habitual com sinais de AOS; respiração oral persistente; otite secretora persistente ou otite recorrente com adenoide grande; no pós-operatório: dor que não cede, baixa ingestão ou vômitos sem desidratação, febre | Encaminhar ao otorrinolaringologista (eletivo; com prioridade na AOS com sinais de gravidade, abaixo de 3 anos, grupo de risco ou déficit de crescimento); no pós-operatório, reavaliação em 24 h e contato com a equipe cirúrgica |
| 🔴 Grave | Qualquer sangramento após a cirurgia, vômito com sangue; desidratação ou recusa total de líquidos; desconforto respiratório, SpO2 < 92%, sonolência excessiva; abscesso periamigdaliano ou obstrução aguda | Pronto-socorro, de preferência o serviço que operou |
Fatores de risco que elevam a gravidade
- Idade < 3 anos; AOS grave (IAH ≥ 10/h ou nadir de SpO2 < 80%) — internação pós-operatória (AAO-HNS 2019, KAS 12).
- Obesidade, síndrome de Down, anomalias craniofaciais, doenças neuromusculares, doença falciforme, mucopolissacaridoses (polissonografia antes — AAO-HNS 2019, KAS 5).
- Distúrbio de coagulação pessoal ou familiar, anemia, antiagregante ou anticoagulante.
- Fenda palatina, inclusive submucosa (úvula bífida); infecção respiratória recente; asma não controlada.
3.Diagnóstico no consultório
As indicações são clínicas, e quem tem os dados que as sustentam é o pediatra:
- Diário de episódios: data, temperatura axilar, exsudato, adenomegalia, teste para EGA, antibiótico e faltas escolares; muitos "episódios" são virais.
- Ronco e sono: perguntar em toda consulta; ronco ≥ 3 noites por semana com pausas, esforço ou sono agitado segue o documento de AOS.
- Exame: grau das amígdalas (I ≤ 25%, II 25–50%, III 50–75%, IV > 75% da orofaringe); respiração oral, palato, úvula bífida; otoscopia; peso, estatura e pressão arterial.
- Adenoide: nasofibrolaringoscopia é o padrão-ouro (SBP 2023); a radiografia de cavum é simples, mas subjetiva (SBP, Respirador oral).
- Pré-operatório: sem exames de rotina na criança saudável; coagulograma conforme a história de sangramento ("A criança que vai ser operada").
Diagnóstico diferencial que não pode passar: PFAPA (febre a cada 3–8 semanas, aftas, adenite, criança bem entre as crises); mononucleose; neutropenia cíclica; assimetria amigdaliana progressiva, amígdala ulcerada ou adenomegalia endurecida (suspeita de linfoma — encaminhar com urgência); abscesso periamigdaliano ou retrofaríngeo.
4.Tratamento e seguimento
Pediatra: documentar os episódios; tratar a faringoamigdalite estreptocócica conforme o documento do site (penicilina G benzatina < 20 kg 600.000 UI, ≥ 20 kg 1.200.000 UI, ou amoxicilina por 10 dias); tratar a rinite (ver "Rinite alérgica"); identificar AOS; encaminhar; preparar a família; acompanhar o pós-operatório.
Otorrinolaringologista e anestesista: indicar a técnica e a internação; dexametasona IV em dose única intraoperatória (AAO-HNS 2019, KAS 11); sem antibiótico perioperatório (KAS 10).
Espera vigilante abaixo dos critérios (AAO-HNS 2019, KAS 1, recomendação forte).
Analgesia pós-operatória — em horário regular nos primeiros dias, inclusive à noite, e antes das refeições (CUH 2026):
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Dipirona | 15 mg/kg/dose | 6/6 h (máx. 4 doses/dia) | Enquanto houver dor | Não usar < 3 meses ou < 5 kg (bula); dose: padrão do site; primeiro degrau (SBP, Diretriz nº 177/2024) |
| Paracetamol | 10–15 mg/kg/dose | 4–6 h (máx. 5 doses/dia) | Reavaliar após 48–72 h | Máx. 75 mg/kg/dia; teto por dose da apresentação (bulas: gotas 200 mg/mL máx. 35 gotas, suspensão 32 mg/mL máx. 15 mL e 100 mg/mL máx. 2,5 mL abaixo de 12 anos; comprimidos só a partir de 12 anos; nunca > 1 g/dose), nunca > 4 g/dia; risco cumulativo em jejum ou desidratação (padrão do site); AAO-HNS 2019, KAS 13 |
| Ibuprofeno | 5–10 mg/kg/dose | 6–8 h | Enquanto houver dor | A partir de 6 meses; evitar em desidratação, varicela, dengue (padrão do site); permitido após a cirurgia (AAO-HNS 2019, KAS 13) |
- Ibuprofeno e sangramento: na revisão Cochrane (2013; 15 ensaios, 1.101 crianças), os anti-inflamatórios não aumentaram de forma significativa o sangramento com ou sem reoperação, embora os intervalos de confiança não excluam aumento, e reduziram os vômitos. O cirurgião pode suspendê-lo na coagulopatia.
- Não alternar analgésicos por conta própria (padrão do site); associação só se prescrita pela equipe.
- Não usar:
- Codeína — proscrita na criança (SBP, Diretriz nº 177/2024). A FDA (20/02/2013) a contraindicou após amigdalectomia ou adenoidectomia, por mortes de crianças com AOS metabolizadoras ultrarrápidas (a codeína vira morfina no fígado); em 2017 estendeu a contraindicação ao tramadol abaixo de 18 anos após essa cirurgia. A bula brasileira aprovada pela Anvisa traz a contraindicação. A AAO-HNS (KAS 14) fala em < 12 anos; o site segue a regra mais restritiva.
- Xaropes com codeína; ácido acetilsalicílico; anti-histamínico sedativo ou benzodiazepínico (deprimem a respiração na AOS).
- Antibiótico "preventivo" (KAS 10): placas brancas no leito amigdaliano e mau hálito são normais por até 2 semanas (Boston Children's 2024).
Dieta: o essencial é beber bastante líquido, de preferência frio. Não há dieta única: Cambridge incentiva a dieta habitual o quanto antes (CUH 2026); Boston, alimentos macios por 2 semanas, sem crocantes (2024). O site orienta líquidos frios com frequência, alimentos macios conforme a tolerância e progressão para a dieta habitual, seguindo o cirurgião; evitar cítricos e alimentos muito quentes.
Escola e atividade: afastamento por 1 a 2 semanas (CUH 2026; Boston Children's 2024); sem esportes e sem viagens para longe de um pronto-socorro por 2 semanas (Boston Children's 2024).
Seguimento: retorno combinado com a equipe; na AOS, reavaliar ronco, sono, crescimento e comportamento (pode persistir).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
Pronto-socorro (🔴), de preferência no serviço que operou:
- Qualquer sangramento após a cirurgia: sangue vivo pela boca ou nariz, vômito com sangue, sangue deglutido (vômito em borra de café, fezes escuras). O primário ocorre nas primeiras 24 h; o secundário, em geral entre o 5º e o 10º dia. Sangramento pequeno que parou também vai ao serviço: pode anteceder um maior.
- Desidratação, recusa total de líquidos, pouca urina.
- Desconforto respiratório, estridor, SpO2 < 92%, apneias, sonolência excessiva.
- Abscesso periamigdaliano (trismo, voz abafada, desvio da úvula, sialorreia) — conduta em "Infecções profundas de cabeça e pescoço"; não puncionar no consultório.
Como encaminhar no sangramento:
- Criança sentada e inclinada para a frente, cuspindo o sangue; não examinar a orofaringe à força.
- Jejum; anotar a hora da última ingestão e dos analgésicos.
- SAMU (192) se o sangramento for volumoso ou houver palidez, taquicardia, sonolência ou desconforto respiratório.
- Oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98% (padrão do site); acesso venoso e expansão no choque, sem atrasar a remoção.
- Avisar o serviço de destino, de preferência o que operou.
- Relatório: data e tipo da cirurgia, dia do pós-operatório, volume estimado, analgésicos (inclusive ibuprofeno), comorbidades.
Internação programada: < 3 anos ou AOS grave (AAO-HNS 2019, KAS 12) e os demais grupos de risco do documento de AOS — decisão da equipe.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Anote cada dor de garganta: o dia, a febre, se havia pus e o resultado do teste. É isso que mostra se a cirurgia vale a pena."
- "A dor dura em geral 1 a 2 semanas. Dê o analgésico no horário, inclusive à noite, e meia hora antes das refeições."
- "Nunca dê remédio com codeína ou tramadol."
- Pronto-socorro imediatamente se: qualquer sangue vivo pela boca ou nariz, vômito com sangue, palidez ou sonolência, dificuldade para respirar, recusa de líquidos ou pouco xixi.
- Retornar ao pediatra se: dor que não melhora com o analgésico no horário, febre por mais de 2–3 dias, vômitos repetidos, voz muito anasalada ou líquido saindo pelo nariz.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Infecção recorrente | Relativa; 5–7/1 ano, 4/ano × 2, 3/ano × 3 (2006) | Sem protocolo nacional localizado; Telessaúde RS 2009: ≥ 5/ano | Sem diretriz própria; AAO-HNS 2019: Paradise, opcional | Sem diretriz; NHS Norfolk e Waveney 2026: Paradise, incapacitante | SEORL-AEP 2006: Paradise, documentado | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Seguem o NHS |
| Modificadores | PFAPA em casos selecionados (2017) | — | AAO-HNS 2019: alergias, PFAPA, > 1 abscesso | NHS 2026: 2º abscesso | 2 abscessos (2006) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Seguem o NHS |
| AOS | Indicação absoluta (2006) | — | 1ª linha (CPG 2012) | NG202 só ≥ 16 anos | 1ª linha (2006) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Seguem o NICE |
| Analgesia | Dipirona, paracetamol, AINE; sem codeína (2024) | Anvisa: codeína contraindicada após a cirurgia | AAO-HNS 2019: ibuprofeno e/ou paracetamol | Sem posição específica localizada | Sem posição no consenso | Sem posição específica localizada | Paracetamol e ibuprofeno alternados 3/3 h (2024) | CUH v11 (2026): antes das refeições |
| Dieta e sangramento | Sangramento: PS (padrão do site) | — | AAO-HNS 2019: registrar sangramento primário e secundário | — | — | Sem posição específica localizada | Macia 2 semanas; qualquer sangramento: PS (2024) | CUH 2026: dieta habitual precoce; 2/100 reinternam |
Leitura: as referências convergem na AOS como principal indicação, nos critérios de Paradise como limiar mínimo da cirurgia por infecção (AAO-HNS 2019, SEORL-AEP 2006, NHS), na espera vigilante abaixo deles, na analgesia com paracetamol e ibuprofeno e na proscrição da codeína. A principal divergência é o limiar de episódios: o Manual da SBP (2006) usa números menores como indicação relativa, enquanto AAO-HNS, AEP e NHS exigem 7/5/3 documentados e incapacitantes. Divergem ainda a idade da proibição da codeína (AAO-HNS < 12 anos; FDA e Anvisa < 18), o esquema analgésico (Boston alterna) e a dieta (macia em Boston; habitual em Cambridge). O Ministério da Saúde não tem protocolo nacional específico localizado. Posição adotada pelo site (SBP): o pediatra documenta os episódios e encaminha a criança que atinge a definição de amigdalite recorrente da SBP; a indicação cirúrgica é do especialista, pelos critérios de Paradise; analgesia sem codeína e sem tramadol.
- AOS com hipertrofia adenoamigdaliana é a principal indicação; ronco com pausas segue o documento "Ronco e apneia obstrutiva do sono na criança".
- Registre cada faringoamigdalite (febre, exsudato, adenomegalia, teste para EGA): sem documentação não há critério de Paradise (7 em 1 ano, 5 por ano em 2, 3 por ano em 3).
- Abaixo dos critérios, espera vigilante; alergia a vários antibióticos, PFAPA e abscesso prévio podem antecipar a avaliação.
- Pós-operatório: dipirona, paracetamol ou ibuprofeno em horário regular e antes das refeições; ibuprofeno é permitido; codeína nunca; tramadol nunca abaixo de 18 anos.
- Líquidos frios em abundância; placas brancas, mau hálito e dor de ouvido são esperados.
- Qualquer sangramento após a cirurgia, mesmo pequeno e já parado, vai ao pronto-socorro: sentada, inclinada para a frente, cuspindo o sangue, em jejum.
Veja também, nesta Biblioteca: Ronco e apneia obstrutiva do sono na criança (Pneumologia); Faringoamigdalite (viral × estreptocócica) e Rinite alérgica (Patologias do consultório); Infecções profundas de cabeça e pescoço (Infectologia); Febres periódicas e síndromes autoinflamatórias (Reumatologia); A criança que vai ser operada (Cirurgia pediátrica); Analgesia e sedação para procedimentos na emergência pediátrica (Urgências e emergências); Otite média aguda (e otite externa) (Patologias do consultório).
8.Fontes
- SBP, Departamento de Pediatria Ambulatorial. Manual Prático de Atendimento em Consultório e Ambulatório de Pediatria 2006. PDF
- SBP, Departamento de Alergia e Imunologia. Respirador oral (sem data). PDF
- SBP, Departamento Científico de Otorrinolaringologia. Adenoide (Pediatria para Famílias), 2023. sbp.com.br
- AAO-HNSF. Mitchell RB et al. Clinical Practice Guideline — Tonsillectomy in Children (Update), 2019 — fact sheet. entnet.org
- SEORL e AEP. Cervera Escario J et al. Indicaciones de adenoidectomía y amigdalectomía — documento de consenso. Acta Otorrinolaringol Esp, 2006. PDF
- Melchor Díaz MA. Amigdalitis aguda — criterios de amigdalectomía. An Pediatr, 2003. analesdepediatria.org
- Lewis SR et al. NSAIDs and perioperative bleeding in paediatric tonsillectomy. Cochrane, 2013. cochrane.org
- FDA. Codeine use in children — Boxed Warning and Contraindication after tonsillectomy and/or adenoidectomy, 20/02/2013. PDF
- NHS Norfolk and Waveney. Tonsillectomy for recurrent tonsillitis or its complications in children < 16 and adults, 2026. nwknowledgenow.nhs.uk
- Cambridge University Hospitals. Tonsillectomy — patient information, v11, 2026. cuh.nhs.uk
- Boston Children's Hospital (Harvard). Home Care Instructions after a Tonsillectomy and Adenoidectomy, 2024. PDF
- Núcleo de Telessaúde RS (BVS APS). Quando encaminhar crianças com amigdalite de repetição ao otorrinolaringologista?, 2009. aps-repo.bvs.br