Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
O corpo estranho nasal é típico de 2 a 5 anos e, quando não presenciado, aparece como rinorreia purulenta, fétida e unilateral (V Consenso Brasileiro de Rinite, SBP/ASBAI/ABORL-CCF 2024). Bateria de botão ou ímãs no nariz são emergência (🔴): necrose e perfuração do septo em horas; pronto-socorro com otorrinolaringologia na hora, sem soro, sem gotas e sem novas tentativas. Objeto inerte, visível e anterior, em criança tranquila, pode sair com pressão positiva — o "beijo da mãe" (cerca de 60% de sucesso; Cook, CMAJ 2012). No ouvido, a retirada raramente é urgente, exceto a da bateria (Ministério da Saúde 2013); inseto vivo é imobilizado com óleo antes; não irrigar bateria, material vegetal nem tímpano perfurado ou duvidoso. Cerúmen só se remove quando causa sintomas ou impede a otoscopia (AAO-HNS 2017); hastes flexíveis não entram no conduto (SBP). Na otalgia com otoscopia normal, procurar a causa nos dentes, na articulação temporomandibular (ATM), na faringe e no pescoço; trismo, sialorreia ou torcicolo sugerem infecção profunda (🔴).
1.O que é e como se apresenta
Corpo estranho nasal. Pico de 2 a 5 anos e em crianças com transtorno do neurodesenvolvimento: borrachas, contas, espuma, papel, grãos, peças de brinquedo, baterias de botão e ímãs (brincos, brinquedos). Fica em geral no assoalho da fossa, no meato inferior (AEPap 2011; SEPEAP 2022).
- Não presenciado (o presenciado costuma ser assintomático): rinorreia unilateral, purulenta e fétida, obstrução unilateral, epistaxe, halitose. Secreção unilateral persistente é corpo estranho até prova em contrário (SBP/ASBAI/ABORL-CCF 2024; site — Rinossinusite aguda).
- Bateria de botão: corrente e vazamento alcalino necrosam mucosa e cartilagem; em 176 crianças, 17,6% tiveram perfuração septal, sem relação linear com o tempo de permanência (Yan, PLoS One 2024). Ímãs em lados opostos do septo comprimem e necrosam a parede.
- Todo corpo estranho nasal pode migrar e ser aspirado.
Corpo estranho no ouvido. Mais comum abaixo de 6 anos: contas, algodão (da própria haste), papel, grãos, baterias e insetos (MS 2013; AEPap 2011). Sintomas: plenitude, hipoacusia, otalgia, otorreia, otorragia, tosse (ramo auricular do vago). Inseto vivo: dor intensa, ruído e sensação de movimento.
Cerúmen. Normal e protetor; o conduto se limpa sozinho; hastes e tampões favorecem a impactação (AAO-HNS 2017). Cerúmen impactado é o acúmulo que causa sintomas (plenitude, hipoacusia, prurido, otalgia, zumbido) ou impede a otoscopia necessária, como na criança febril (AAO-HNS 2017). Rolhas de cerúmen raramente causam dor importante (MS 2013).
Otalgia sem otite. A orelha recebe fibras dos nervos V, VII, IX, X e de C2–C3; dor de outras regiões é sentida no ouvido (otalgia referida). Com otoscopia normal, as causas mais comuns são dentárias (cárie, pulpite, abscesso, terceiro molar), ATM (bruxismo, disfunção), faringe e amígdalas, linfadenite cervical, parotidite, sinusite e coluna cervical (MS 2013).
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Objeto inerte, visível e anterior (nariz) ou no terço externo do conduto, não vegetal, criança colaborativa, sem sangramento; cerúmen assintomático ou que só atrapalha a otoscopia; otalgia com otoscopia normal e causa benigna evidente | Nariz: pressão positiva; ouvido: uma tentativa, se houver treino e material; cerúmen: nada, ou ceruminolítico e irrigação quando indicada; analgesia e tratamento da causa |
| 🟡 Moderada | Falha de uma tentativa; objeto esférico, profundo, impactado, vegetal ou não visível; criança que não colabora; inseto vivo (após o óleo); rinorreia unilateral fétida sem objeto visível; lesão do conduto ou otite externa secundária; cerúmen que não sai após ceruminolítico e irrigação | Encaminhar ao otorrinolaringologista com prioridade; não repetir tentativas |
| 🔴 Grave | Bateria de botão no nariz ou no ouvido (confirmada ou suspeita); ímãs no nariz ou ímã + metal; objeto que migrou para trás, engasgo, tosse persistente, estridor, desconforto respiratório ou SpO2 < 92% (aspiração); objeto penetrante ou trauma com vertigem, nistagmo, hipoacusia súbita, paralisia facial ou sangramento importante; celulite facial ou periorbitária; otalgia com trismo, sialorreia, torcicolo, abaulamento faríngeo ou toxemia; edema retroauricular | Pronto-socorro imediato com otorrinolaringologia; suspeita de aspiração = protocolo de via aérea |
Fatores de risco que elevam a gravidade
- Idade < 3 anos, agitação, transtorno do neurodesenvolvimento.
- Objeto não presenciado, tentativas prévias, vegetal, esférico ou mais de um objeto.
- Perfuração timpânica, tubo de ventilação, cirurgia otológica.
3.Diagnóstico no consultório
É clínico: história (o quê, quando, tentativas, sintomas respiratórios) e exame com boa iluminação.
- Nariz: as duas narinas, aspirando a secreção; orofaringe e ausculta pulmonar.
- Ouvido: os dois ouvidos e a integridade da membrana. Na otalgia: dentes, gengivas, ATM (dor e estalido à abertura da boca), faringe, pescoço e parótidas.
Exames: radiografia só na suspeita de bateria ou ímã não visível e na suspeita de aspiração ou ingestão associada (pescoço, tórax e abdome, frente e perfil — ver "Ingestão de corpo estranho, baterias, ímãs e cáusticos"), sem atrasar o encaminhamento da bateria visível. Nasofibroscopia (otorrino) na rinorreia unilateral sem objeto visível.
Diferencial que não pode passar:
- Rinorreia unilateral: atresia coanal, pólipo (fibrose cística), tumor, rinossinusite (SBP/ASBAI/ABORL-CCF 2024).
- Otalgia com otoscopia normal: abscesso periamigdaliano ou retrofaríngeo, mastoidite inicial, herpes-zóster ótico, parotidite; otite externa e otite média aguda estão em "Otite média aguda (e otite externa)".
- Otorreia crônica fétida: colesteatoma (MS 2013). Engasgo com tosse e sibilância unilateral: aspiração.
4.Tratamento e seguimento
O pediatra faz as manobras simples, no máximo uma tentativa instrumental se tiver treino, trata a dor e encaminha; o otorrinolaringologista retira o que é profundo, impactado, vegetal ou esférico, as falhas e a criança que não colabora (sedação). SBP e Ministério da Saúde não descrevem técnicas de retirada nem de remoção de cerúmen; o site segue a AEP (AEPap 2011; SEPEAP 2022) e a revisão de Cook (CMAJ 2012) no corpo estranho, e a AAO-HNS 2017 no cerúmen, as referências mais completas encontradas.
Nariz — pressão positiva ("beijo da mãe"):
- Técnica (Cook, CMAJ 2012): o adulto de confiança veda com a boca a boca aberta da criança, oclui com o dedo a narina livre e, ao sentir resistência (fechamento da glote), dá um sopro curto e firme; pode repetir.
- Evidência: 8 séries e relatos de casos, sucesso de 59,9% (91/152), nenhum efeito adverso; quando falha, costuma trazer o objeto para frente.
- Alternativas: assoar com a narina livre tampada; ambu sobre a boca ou oxigênio pela narina contralateral (AEPap 2011).
- Quando NÃO tentar: bateria ou ímãs (pronto-socorro, sem atrasar); objeto posterior ou não visível; sinais de aspiração; agitação intensa; epistaxe ativa; objeto penetrante.
- Instrumental: gancho rombo ou alça por trás do objeto liso; pinça só para o que se agarra (papel, espuma) — no liso, empurra para trás (AEPap 2011; SEPEAP 2022).
Ouvido:
- Inseto vivo: imobilizar com algumas gotas de óleo mineral ou vegetal ou lidocaína tópica e depois retirar (AEPap 2011; AAFP 2025); não usar se houver suspeita de perfuração.
- Irrigação com água à temperatura corporal (evita vertigem): objeto pequeno, não impactado, tímpano íntegro. Não irrigar bateria (corrosão), vegetal (incha), perfuração ou dúvida, tubo de ventilação, cirurgia otológica (AEPap 2011; AAFP 2025).
- Instrumental só no terço externo, criança imóvel; uma tentativa e, se falhar, otorrino (AAFP 2025).
Cerúmen (AAO-HNS 2017):
- Não tratar o assintomático com ouvido examinável; tratar ou encaminhar se causa sintomas ou impede a otoscopia; procurar ativamente na criança pequena e na que não se expressa.
- Opções: ceruminolítico (inclusive água ou soro — nenhum é superior), irrigação ou remoção manual; conferir o conduto livre no fim; impactação persistente vai ao otorrino.
- Contraindicações à irrigação: perfuração, tubo, cirurgia otológica, otite aguda, ouvido único (AAO-HNS 2017). Em casa, só a partir de 6 anos e com orientação (AAP, HealthyChildren).
- Não usar: hastes flexíveis, grampos ou palitos no conduto (SBP; AAP; NICE NG98) e velas de ouvido (AAO-HNS 2017).
Otalgia sem otite: analgesia sempre (SBP, Diretriz nº 177/2024) e tratamento da causa: dentista (cárie, abscesso, terceiro molar, bruxismo); ATM com calor local e dieta macia; "Faringoamigdalite". Persistente e sem causa: otorrinolaringologista.
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Paracetamol | 10–15 mg/kg/dose (máx. 75 mg/kg/dia; teto por dose da apresentação (bulas: gotas 200 mg/mL máx. 35 gotas, suspensão 32 mg/mL máx. 15 mL e 100 mg/mL máx. 2,5 mL abaixo de 12 anos; comprimidos só a partir de 12 anos; nunca > 1 g/dose)) | 4–6 h (máx. 5 doses/dia) | Enquanto houver dor; reavaliar em 48–72 h | Indicação: SBP, Diretriz nº 177/2024; dose: padrões do site e bula; risco cumulativo de hepatotoxicidade |
| Dipirona | 15 mg/kg/dose | 6/6 h (máx. 4 doses/dia) | Enquanto houver dor | Não usar < 3 meses ou < 5 kg (bula; padrões do site) |
| Ibuprofeno | 5–10 mg/kg/dose | 6–8 h | Enquanto houver dor | ≥ 6 meses (bula); SBP, Diretriz nº 177/2024; evitar na desidratação, varicela e suspeita de dengue |
| Óleo mineral ou vegetal | Algumas gotas no conduto | Dose única | — | Imobilizar inseto vivo; não usar com suspeita de perfuração (AEPap 2011; AAFP 2025) |
| Ceruminolítico (água, soro ou produto comercial) | Conforme bula | Conforme bula | Poucos dias antes da remoção | Nenhum superior (AAO-HNS 2017); não usar com perfuração ou tubo |
| Ciprofloxacino 0,3% (Ciloxan®) ou com hidrocortisona (Otociriax®) | 3–4 gotas; Otociriax®: 3 gotas | 2–3x/dia; Otociriax®: 12/12 h | Até 5–10 dias; Otociriax®: 7 dias | Lesão do conduto ou otite externa após a retirada; a partir de 1 ano; Otociriax® contraindicado com perfuração (bulas); SEPEAP 2022: 7–10 dias |
Não usar: soro ou gotas na suspeita de bateria (AAFP 2025); tentativas repetidas com pinça; antibiótico oral no corpo estranho não complicado; anti-histamínico sedativo para "acalmar" (padrões do site). Após bateria nasal, seguimento com o otorrino (perfuração septal, sinéquias).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
Pronto-socorro imediato: todas as situações 🔴 da tabela — bateria (MS 2013: retirada imediata), ímãs no nariz, suspeita de aspiração, objeto penetrante ou trauma com sinais de orelha interna ou paralisia facial, celulite, edema retroauricular e otalgia com sinais de infecção profunda (ver "Infecções profundas de cabeça e pescoço").
Como encaminhar:
- Bateria ou ímã: saída imediata para serviço com otorrinolaringologia, avisando o destino; sem soro, sem gotas, sem novas tentativas; levar a embalagem ou o aparelho. Se pode ter havido ingestão, seguir também "Ingestão de corpo estranho, baterias, ímãs e cáusticos" (mel a caminho do hospital se ≥ 1 ano e < 12 h, sem atrasar o transporte).
- Suspeita de aspiração: não tentar retirar; criança no colo, na posição de conforto; oxigênio para manter SpO2 entre 94% e 98% se necessário; obstrução total = manobras de "Afogamento e obstrução de via aérea por corpo estranho"; SAMU 192.
- Jejum se a retirada puder ser sob sedação.
- Inserções repetidas ou lesões incompatíveis com a história: documentar e fazer a notificação obrigatória (compulsória) de maus-tratos.
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Não tente tirar com pinça, grampo ou cotonete: empurra o objeto."
- "Pilha pequena ou ímã no nariz ou no ouvido: pronto-socorro na hora, mesmo sem dor. Não pingue nada."
- "Inseto no ouvido: ouvido para cima e algumas gotas de óleo, se nunca houve perfuração nem tubinho; depois, atendimento para retirar."
- "Cera é proteção: limpe só a parte de fora. Volte se o ouvido entupir ou se houver catarro de um lado só, com cheiro forte."
Pronto-socorro se: tosse, chiado ou falta de ar depois de pôr algo no nariz; sangramento que não para; inchaço no rosto, no olho ou atrás da orelha; tontura, rosto torto ou perda súbita da audição; dor de ouvido com dificuldade para abrir a boca, baba ou pescoço duro.
Prevenção (site — Acidentes domésticos): compartimento de bateria parafusado; baterias, ímãs e peças pequenas fora do alcance.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nariz — diagnóstico | Secreção unilateral purulenta (V Consenso de Rinite 2024) | Fator de rinossinusite (CAB 28, 2013) | Sem posição específica localizada | Sem diretriz específica | Rinorreia fétida unilateral (AEPap 2011; SEPEAP 2022) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Pressão positiva | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem diretriz específica | Assoar ou oxigênio sob pressão antes do instrumental (2011) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Bateria ou ímã no nariz | Sem posição (Manual 2022 trata da ingestão) | Bateria no ouvido: retirada imediata (2013) | Sem posição específica localizada | Sem diretriz específica | Extração imediata de bateria, ímã e vegetal (2022) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Ouvido — inseto e irrigação | Sem posição específica localizada | Retirada não urgente, exceto bateria (2013) | Sem posição específica localizada | Sem diretriz específica | Óleo ou anestésico no inseto; não irrigar bateria nem vegetal (2011) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Cerúmen | Não manipular o conduto, nem com cotonete | Rolha raramente dói (2013) | Deixar; tratar só com sintomas; irrigar em casa ≥ 6 anos | NG98 (2018/2023), só adultos: sem seringa manual nem hastes | Sem protocolo próprio localizado | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Otalgia referida | Comum e intensa; paracetamol e ibuprofeno (Diretriz nº 177/2024) | Dentes, ATM, faringe, coluna cervical (2013) | Sem posição específica localizada | Sem diretriz específica | Tosse e otalgia pelo ramo do vago (2011) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
Leitura: as referências convergem no que define a gravidade: bateria exige retirada imediata (MS 2013; AEP), vegetal e bateria não se irrigam, inseto vivo é imobilizado antes, e hastes não entram no conduto (SBP; AAP; NICE NG98; AAO-HNS 2017). A pressão positiva ("beijo da mãe") tem apoio da AEP e da revisão de Cook (CMAJ 2012). Lacunas e divergências: SBP e MS não descrevem técnicas de retirada nem de remoção de cerúmen — o site segue a AEP no corpo estranho e a AAO-HNS 2017 no cerúmen; o NICE NG98 é só de adultos e não há diretriz NICE sobre corpo estranho; a AAP admite irrigação domiciliar a partir de 6 anos, que o site aceita apenas com orientação médica; a duração das gotas varia (bulas: até 5–10 dias ou 7 dias; SEPEAP: 7–10). O site adota a posição da SBP onde ela existe (secreção unilateral, proibição das hastes, analgesia da otalgia) e, na falta, a do Ministério da Saúde (retirada imediata da bateria, causas de otalgia referida).
- Rinorreia purulenta, fétida e unilateral na criança pequena é corpo estranho até prova em contrário: examine as duas narinas com boa luz.
- Bateria ou ímãs no nariz são 🔴: pronto-socorro com otorrino na hora, sem soro, sem gotas, sem novas tentativas; pergunte se pode ter havido ingestão.
- Objeto nasal anterior e inerte: primeiro a pressão positiva (cerca de 60% de sucesso); pinça só para o que se agarra.
- Ouvido: inseto vivo, óleo antes; não irrigue bateria, vegetal nem tímpano duvidoso; uma tentativa e, se falhar, otorrino.
- Cerúmen só se remove se causa sintomas ou impede ver o tímpano; nada de hastes nem velas.
- Otalgia com otoscopia normal: dentes, ATM, faringe e pescoço; trismo, sialorreia ou torcicolo indicam infecção profunda.
Veja também, nesta Biblioteca: Otite média aguda (e otite externa), Rinossinusite aguda, Faringoamigdalite, Rinite alérgica e Acidentes domésticos (Patologias do consultório); Ingestão de corpo estranho, baterias, ímãs e cáusticos (Gastroenterologia); Afogamento e obstrução de via aérea por corpo estranho e Analgesia e sedação para procedimentos na emergência pediátrica (Urgências e Emergências); Infecções profundas de cabeça e pescoço (Infectologia).
8.Fontes
- SBP, ASBAI e ABORL-CCF. V Consenso Brasileiro de Rinite, 2024 (Braz J Otorhinolaryngol, 2025). Europe PMC
- SBP, DC de Medicina da Dor e Cuidados Paliativos. Dores comuns em pediatria (Diretriz nº 177), 2024. PDF
- SBP. Otite externa ou otite do nadador (Pediatria para Famílias). sbp.com.br
- SBP, DC de Otorrinolaringologia. Uso incorreto do cotonete leva 34 crianças por dia ao pronto-socorro, 2017. sbp.com.br
- Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica nº 28, vol. II — Queixas mais comuns na Atenção Básica (dor de ouvido), 2013. PDF
- AAP. Earwax buildup (HealthyChildren.org). healthychildren.org
- AAO-HNSF. Schwartz SR et al. Clinical Practice Guideline (Update): Earwax (Cerumen Impaction), 2017. Europe PMC
- NICE. NG98 — Hearing loss in adults, 2018, atualizado em 2023. nice.org.uk
- AEP (AEPap). Pinilla Urraca M. Extracción de cuerpos extraños en la vía respiratoria superior y el conducto auditivo. FAPap, 2011. PDF
- AEP (SEPEAP). Rodríguez Anzules M, Bartolomé Benito M. Cuerpos extraños en vía aérea y conducto auditivo externo. Pediatría Integral, 2022. PDF
- Cook S, Burton M, Glasziou P. Efficacy and safety of the "mother's kiss" technique. CMAJ, 2012. Europe PMC
- Yan S et al. Pediatric nasal foreign bodies with button batteries — 176 cases. PLoS One, 2024. Europe PMC
- Alcon. Ciloxan® otológico — bula. PDF; Farmoquímica. Otociriax® — bula. bulas.med.br
- AAFP (não é a AAP). Wilson JL. Foreign bodies in the ear, nose, and throat. Am Fam Physician, 2025. aafp.org