Otorrinolaringologia pediátrica · Ouvido e audição

Perda auditiva na infância — triagem auditiva neonatal, indicadores de risco e seguimento

Do teste da orelhinha (EOA e PEATE-A) aos indicadores de risco, à perda progressiva, à surdez súbita, aos ototóxicos, à meningite, ao ruído, ao implante coclear no SUS e à Libras

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

A triagem auditiva neonatal (TAN, teste da orelhinha) é obrigatória e gratuita para todo recém-nascido (Lei 12.303/2010). Pelo Guia do Ministério da Saúde (MS 2025), RN sem indicador de risco ou com IRDA1 faz emissões otoacústicas (EOA); RN com IRDA2 (UTI neonatal > 5 dias, < 1.500 g, ventilação > 5 dias, exsanguineotransfusão, asfixia grave) faz EOA + PEATE-A, porque a EOA não detecta a neuropatia auditiva. Falha, mesmo em uma orelha: reteste até o 15º dia de vida; falha no reteste: encaminhar com prioridade ao diagnóstico audiológico. Na falha, a SBP recomenda pesquisar CMV congênito (PCR em urina ou saliva antes de 3 semanas). Passar na TAN não exclui perda progressiva ou adquirida: o pediatra vigia audição e fala em toda consulta, e preocupação dos pais, atraso de fala, meningite, ototóxicos ou CMV levam a avaliação audiológica (🟡). A meta do programa é 1-3-6 (triagem até 1 mês, diagnóstico até 3, intervenção até 6 meses). Perda auditiva súbita é urgência otológica (🔴).

1.O que é e como se apresenta

A perda auditiva permanente atinge 1 a 3 por 1.000 nascidos vivos (SBP 2017) e 1 a 4 por 100 egressos de UTI neonatal (MS 2025). A linguagem tem período crítico até cerca de 3 anos: intervenção iniciada antes dos 6 meses permite linguagem comparável à das crianças ouvintes (SBP 2017). Cerca de metade das crianças com perda não tem indicador de risco (MS 2025) — daí a triagem universal.

  • Condutiva: cerume, otite média com efusão (a mais comum, em geral transitória), malformação (microtia, atresia), perfuração.
  • Neurossensorial: genética (conexina 26 a mais comum, muitas vezes sem história familiar — JCIH 2019), CMV congênito (principal causa infecciosa), outras infecções congênitas, meningite, ototóxicos, prematuridade.
  • Espectro da neuropatia auditiva: EOA presentes e PEATE alterado; típica do egresso de UTI neonatal, da hiperbilirrubinemia grave e da asfixia.

Perda progressiva ou tardia: 20–30% das perdas surgem nos primeiros anos, após TAN normal, e a suspeita dos pais identifica cerca de 70% delas (SBP 2017). Causas: CMV congênito, genéticas (Pendred, Alport, Usher), meningite, ototóxicos, quimioterapia, trauma e ruído.

Perda súbita: perda neurossensorial instalada de repente ou em até 72 h, rara na criança, às vezes com zumbido ou vertigem; causas virais, autoimunes, trauma e medicamentos (NHS Lothian 2025).

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve TAN normal sem risco ou com IRDA1; marcos de audição e linguagem adequados; família sem queixa; perda condutiva transitória (cerume, efusão recente) sem atraso de fala Puericultura com vigilância dos marcos (Caderneta da Criança); efusão conforme "Otite média aguda (e otite externa)"
🟡 Moderada Falha na TAN; IRDA2 mesmo com TAN normal; CMV congênito; pós-meningite; ototóxicos ou quimioterapia; fratura de temporal já tratada; preocupação dos pais; < 5 palavras aos 18 meses; efusão persistente com perda ou atraso de fala; queixa escolar Falha no teste: garantir o reteste; falha no reteste ou suspeita: encaminhar com prioridade à audiologia (serviço especializado ou CER) e ao otorrinolaringologista; IRDA2: monitoramento no serviço especializado até a idade escolar (MS 2025); CMV: PCR antes de 3 semanas
🔴 Grave Perda súbita (em até 72 h); perda com vertigem intensa, paralisia facial ou sinais neurológicos; trauma de crânio com otorragia ou otoliquorreia; trauma acústico agudo; surdez grave ou profunda após meningite; ausência de qualquer resposta a sons Otorrinolaringologista com urgência ou pronto-socorro com otorrinolaringologia; pós-meningite: com urgência à avaliação de implante coclear (NICE NG240); trauma ou sinais neurológicos: pronto-socorro

Fatores de risco que elevam a gravidade

  • IRDA1 (MS 2025): STORCH+Z (mesmo em investigação), ototóxicos, anomalias craniofaciais com envolvimento da orelha (microtia, apêndice ou fístula pré-auricular, fenda labiopalatina, microcefalia, hidrocefalia), surdez hereditária na família; na infância, síndromes (Usher, Waardenburg, Alport, Pendred), meningite, sarampo, caxumba, varicela, trauma de crânio, quimioterapia.
  • IRDA2 (MS 2025): UTI neonatal > 5 dias, < 1.500 g, exsanguineotransfusão, ECMO, ventilação > 5 dias, Apgar 0–4 no 1º ou 0–6 no 5º minuto, encefalopatia hipóxico-isquêmica, hemorragia peri-intraventricular; doenças neurodegenerativas.
  • Preocupação dos pais é indicador de risco (MS 2025; JCIH 2019).

3.Diagnóstico no consultório

Fluxo da TAN (MS 2025, com participação da SBP):

Grupo Teste (24–48 h, maternidade) Passa Falha, mesmo em uma orelha
Sem risco ou IRDA1 EOA; PEATE-A sequencial opcional Atenção primária, vigilância dos marcos Reteste com EOA nas duas orelhas até o 15º dia; nova falha: diagnóstico audiológico
IRDA2 EOA + PEATE-A (falha em um = falha) Monitoramento no serviço especializado até a idade escolar Reteste combinado até o 15º dia; nova falha: diagnóstico audiológico
Exceções UTI neonatal > 3 meses, malformação de orelha (mesmo unilateral), meningite neonatal — Diagnóstico audiológico direto, sem triagem
  • Vérnix, cerume e efusão causam falha sem perda permanente: otoscopia antes do reteste (SBP 2017).
  • EOA normal não exclui neuropatia auditiva nem perda futura (SBP 2017).
  • CMV: na falha, PCR em urina ou saliva antes de 3 semanas (SBP 2017, já na 1ª falha; o MS 2025 fixa o reteste no 15º dia por essa janela); saliva positiva confirmada em urina; depois de 3 semanas, só o sangue seco do teste do pezinho (ver "Infecções Congênitas (TORCH e Sífilis)").

Sinais de alerta por idade (marcos da OMS adotados pelo MS 2025; idade corrigida no prematuro):

Idade Esperado Alerta
0–3 meses Assusta-se ou acorda com sons fortes; acalma com a voz Não reage a sons fortes
3–4 meses Presta atenção aos sons; vocaliza Não se volta para a voz
6–8 meses Localiza a fonte sonora; balbucia Não localiza; balbucio some ou não aparece
12 meses Primeiras palavras; entende ordens simples Sem palavras; não atende pelo nome
18 meses Pelo menos 5 palavras < 5 palavras: encaminhar (padrão do site; MS cita 6)
2–3 anos Frases de duas palavras; depois sentenças Fala ininteligível para a família
Escolar — Pede para repetir, TV alta, desatenção, queda escolar, zumbido após fones ou festas

Exame: otoscopia; craniofacial (apêndices e fístulas pré-auriculares, mecha branca e heterocromia — Waardenburg). Teste de voz não substitui a audiologia. Na suspeita de perda súbita, testar cada orelha ocluindo a outra e afastar causa condutiva (NHS Lothian 2025); na criança colaborativa, Weber e Rinne ajudam a separar condutiva de neurossensorial.

Exames (serviço especializado): nenhum teste isolado basta (MS 2025): EOA, PEATE por clique e por frequência específica, timpanometria, audiometria com reforço visual, condicionada e tonal conforme a idade. Na perda neurossensorial, o otorrinolaringologista investiga a causa: CMV, genética (conexina 26 e 30, painéis), ECG na surdez profunda (QT longo de Jervell e Lange-Nielsen — JCIH 2019), imagem e avaliação oftalmológica conforme a causa.

Diagnóstico diferencial que não pode passar: efusão e cerume; neuropatia auditiva com EOA normal; TEA e transtorno de linguagem (avaliar a audição antes de rotular); perda súbita confundida com "ouvido tampado" do resfriado.

4.Tratamento e seguimento

Do pediatra: conferir a TAN, garantir o reteste e o diagnóstico, e fazer busca ativa de quem faltou (MS 2025); registrar os indicadores de risco; vigiar os marcos em toda consulta; atraso de fala ou suspeita de TEA: avaliação audiológica sempre, mesmo com TAN normal (padrão do site); acompanhar a reabilitação (uso diário do aparelho, fonoaudiologia, escola); manter as vacinas em dia (sarampo, caxumba, rubéola, varicela, pneumocócica, Hib, meningocócicas — ver Imunizações).

Do otorrinolaringologista e da audiologia: diagnóstico, causa, aparelho de amplificação sonora individual (AASI), prótese ancorada no osso, implante coclear; intervenção assim que concluído o diagnóstico, em qualquer grau (MS 2025).

Quem passou na TAN, mas tem risco (JCIH 2019, Anexo B do MS 2025): fatores perinatais, malformações e síndromes — avaliação por volta dos 9 meses; ECMO, meningite, trauma craniano e quimioterapia — até 3 meses após o evento e depois periódica. CMV congênito: audiometria a cada 3 meses no 1º ano e a cada 6 meses até 3 anos, inclusive no assintomático (padrão do documento de CMV do site).

Meningite: todo sobrevivente de meningite bacteriana faz avaliação auditiva, de preferência antes da alta (SBP 2017; NICE NG240); pode haver ossificação da cóclea e perda progressiva nos meses seguintes (SBP 2017). Surdez grave ou profunda: avaliação com urgência para implante, antes que a ossificação impeça a inserção do eletrodo.

Ototóxicos: aminoglicosídeos (gentamicina, amicacina, tobramicina), diuréticos de alça, cisplatina e carboplatina são indicador de risco (MS 2025): dose e tempo corretos, nível sérico quando previsto e audiometria nos tratamentos prolongados. Há suscetibilidade genética de herança materna em que mesmo nível normal lesa a cóclea (JCIH 2019): perguntar por surdez após antibiótico na família materna.

Ruído e fones: volume em até 60% do máximo, pausas e fones bem ajustados (OMS); o padrão OMS-UIT H.870 limita a dose a 75 dB por 40 horas por semana na criança (80 dB no adulto).

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação e referência
Valganciclovir oral (CMV congênito) 16 mg/kg/dose 12/12 h 6 semanas na perda neurossensorial isolada; 6 meses na doença moderada a grave ou com SNC Início idealmente antes de 1 mês; indicação do infectologista (AAP Red Book 2024–2027; ECCI 2024 — exceção formal do site)
Dexametasona IV (meningite bacteriana, hospital) 0,15 mg/kg/dose 6/6 h 2–4 dias Acima de 6 semanas, antes ou junto da 1ª dose do antibiótico; reduz a perda auditiva por Hib e, provavelmente, pneumococo (AEP 2021 — padrão do site)
Prednisolona oral (perda súbita neurossensorial) 1 mg/kg/dia (máx. 60 mg/dia) Dose diária 7–14 dias, com redução gradual em período semelhante Após discutir com o otorrinolaringologista de plantão; idealmente nas primeiras 72 h; contraindicação relativa: diabetes insulinodependente e glaucoma (NHS Lothian, 08/02/2025, extrapolado do adulto)

Não usar: antibiótico, descongestionante, anti-histamínico ou corticoide para a otite média com efusão; corticoide empírico em "ouvido tampado" sem afastar causa condutiva.

Implante coclear no SUS: perda neurossensorial severa a profunda bilateral sem benefício do AASI (limiares com AASI piores que 50 dB nas frequências da fala), após avaliação multiprofissional, teste do aparelho e reabilitação garantida (Portaria GM/MS nº 2.776/2014; protocolo da SES-RS 2020). Na surdez pré-lingual, os melhores resultados ocorrem com cirurgia até cerca de 4 anos: não adiar o encaminhamento. O NICE (TA566) recomenda implante bilateral simultâneo na criança.

Libras e escolha da família: apresentar todas as opções — linguagem oral com tecnologias auditivas, língua brasileira de sinais (Libras) ou abordagem bilíngue; quando a família não opta pelas tecnologias ou não há condição clínica ou anatômica para elas, deve ser oferecida a educação com Libras (MS 2025).

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Perda auditiva súbita, uni ou bilateral, mesmo sem dor: otorrinolaringologista com urgência.
  • Perda com vertigem intensa, vômitos, paralisia facial, cefaleia intensa, alteração de consciência ou déficit neurológico.
  • Trauma de crânio com otorragia, otoliquorreia, perda auditiva ou paralisia facial.
  • Perda com febre e sinais meníngeos ou otite complicada.
  • Surdez profunda após meningite: com urgência ao centro de implante (não é pronto-socorro, mas não pode esperar).

Como encaminhar

  1. Otoscopia para afastar cerume, corpo estranho e efusão; contato direto com o otorrinolaringologista de plantão, sem esperar audiometria ambulatorial; não iniciar corticoide por conta própria (NHS Lothian 2025).
  2. Trauma ou sinais neurológicos: pronto-socorro; cabeceira elevada; não tamponar nem lavar a orelha com otoliquorreia; imobilização cervical se o mecanismo indicar; SAMU (192) se houver alteração de consciência; oxigênio para SpO2 entre 94% e 98% (padrão do site).
  3. Suspeita de meningite: seguir "Meningites bacterianas e virais na criança" (ceftriaxona antes da remoção, se não atrasá-la).
  4. Relatório: início, lado, sintomas, medicamentos (ototóxicos), resultado da TAN, indicadores de risco e vacinas.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "O teste da orelhinha normal é ótima notícia, mas não garante a audição para sempre. Observe se o bebê se assusta com barulhos, procura a voz e balbucia."
  • "Falha no teste não é diagnóstico de surdez, muitas vezes é líquido ou cera; mas o reteste precisa ser feito na data marcada."
  • Procurar atendimento no mesmo dia se: deixar de ouvir de repente, tontura forte, rosto torto, líquido claro ou sangue pela orelha após pancada na cabeça, ou febre com dor de cabeça forte, vômitos e pescoço duro.
  • Marcar consulta se: o bebê não reage a sons ou parou de balbuciar; aos 18 meses fala menos de 5 palavras; a criança pede para repetir, aumenta a TV ou tem queixa da escola.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Versão consultada DC Otorrino nº 1, 03/2017; coautora do lançamento do Guia MS (12/2025) Guia da TAN e Seguimento, 1ª ed., 2025 (substitui Diretrizes 2012) JCIH 2019 (AAP é membro); relatório clínico 2023 TA566 (2019); NG240 (2024) CODEPEH 2019 (AEP e SEORL), publ. 2020 Sem posição específica localizada Boston Children's, página institucional Segue o NICE
Técnica da TAN EOA; PEATE-A no risco EOA sem risco ou IRDA1; EOA + PEATE-A no IRDA2 PEATE-A na UTI neonatal > 5 dias Sem diretriz de TAN EOA ou PEATE-A Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Metas Intervenção até 6 meses 1-3-6; 1-2-3 onde houver estrutura 1-3-6; 1-2-3 desejável — AASI até 6 meses — — Segue o NICE
CMV na falha PCR já na 1ª falha Reteste no 15º dia pela janela de 3 semanas Investigar; triagem dirigida em estudo — Pesquisar antes de 15 dias Protocolo JH All Children's 2025 (via documento de CMV do site) — Segue o NICE
Seguimento com risco Vigiar perda progressiva IRDA2 no especializado; IRDA1 na atenção primária Tabela por fator de risco Audiologia após meningite Vigiar perda tardia — — Segue o NICE
Implante coclear Não postergar Severa a profunda bilateral, sem benefício do AASI — ≥ 80 dB bilateral; simultâneo na criança Novas indicações (unilateral) — Severa a profunda bilateral Segue o NICE

Leitura: há concordância na triagem universal, nas metas 1-3-6, na pesquisa do CMV na falha, na vigilância da perda progressiva e na avaliação auditiva após meningite. A divergência é de técnica e de seguimento: o MS 2025 separa IRDA1 (EOA, atenção primária) de IRDA2 (EOA + PEATE-A, serviço especializado), o JCIH reserva o PEATE-A à UTI neonatal > 5 dias e monitora todos os fatores em tabela própria, e a CODEPEH aceita qualquer técnica. No reteste, a SBP (2017) descreve o protocolo da época, aos 30 dias; o MS 2025, com participação da SBP, antecipou para o 15º dia por causa do CMV. O NICE não tem diretriz de triagem. Na perda súbita, SBP e MS não têm posição: o site segue o NHS Lothian (2025), único protocolo pediátrico localizado. Posição do site: SBP (CMV na 1ª falha, vigilância contínua) e, onde a SBP não detalha, MS 2025 (técnica por grupo, reteste até o 15º dia, implante no SUS).

Pontos práticos
  1. Confira na Caderneta a TAN e os indicadores de risco; falha não é diagnóstico, mas o reteste e o diagnóstico não podem ser perdidos.
  2. Na falha da TAN, PCR para CMV em urina ou saliva antes de 3 semanas de vida.
  3. TAN normal não exclui perda: atraso de fala, preocupação dos pais, meningite, CMV e ototóxicos pedem avaliação audiológica.
  4. Aos 18 meses, menos de 5 palavras: encaminhar, com avaliação auditiva.
  5. Perda súbita: otorrinolaringologista com urgência, sem esperar audiometria ambulatorial.
  6. Surdez profunda após meningite: implante com urgência; apresente Libras e tecnologias auditivas como opções da família.

Veja também, nesta Biblioteca: Otite média aguda (e otite externa) e Atraso de fala e do desenvolvimento (Patologias do consultório); Infecções Congênitas (TORCH e Sífilis), Meningite Neonatal e Citomegalovírus congênito e herpes simples neonatal (Neonatologia); Meningites bacterianas e virais na criança (após o período neonatal) (Infectologia); Consulta de puericultura — recém-nascido (1ª semana) (Puericultura).

8.Fontes

  • SBP, Departamento Científico de Otorrinolaringologia. Triagem Auditiva Neonatal. Documento Científico nº 1, 2017. PDF
  • SBP. SBP participa de lançamento do Guia Nacional de Triagem Auditiva Neonatal, 2025. sbp.com.br
  • Ministério da Saúde. Guia para Realização da Triagem Auditiva Neonatal (TAN) e Seguimento Assistencial, 2025. PDF
  • Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 2.776, 2014. bvsms
  • SES-RS. Protocolo de implante coclear e prótese ancorada no osso, 2020. PDF
  • Joint Committee on Infant Hearing. Year 2019 Position Statement, 2019. PDF
  • AAP. Hearing assessment in infants, children and adolescents (relatório clínico, 2023) — resumo. healthychildren.org
  • NICE. Cochlear implants for children and adults with severe to profound deafness (TA566), 2019. nice.org.uk
  • NICE. Meningitis (bacterial) and meningococcal disease (NG240), 2024. nice.org.uk
  • Núñez Batalla F et al. Recomendaciones CODEPEH 2019. Rev Esp Discapacidad, 2020. PDF
  • Boston Children's Hospital. Sensorineural hearing loss. childrenshospital.org
  • NHS Lothian RefHelp. Sudden Hearing Loss (Sensorineural) Paeds, 2025. nhslothian.scot
  • OMS. Safe listening; padrão OMS-UIT de escuta segura. who.int; PDF