Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), tratamento em casa e critérios para encaminhar ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais. 📄 Baixar em PDF
Queixas de sono são frequentes e, na maioria, comportamentais: dificuldade para adormecer sozinho, despertares com necessidade do adulto, resistência na hora de deitar. O primeiro passo é comparar o sono com o esperado para a idade (SBP 2021: 12–16 h de 4 a 12 meses; 11–14 h de 1 a 2 anos; 10–13 h de 3 a 5 anos; 9–12 h de 6 a 12 anos; 8–10 h de 13 a 18 anos) e corrigir a higiene do sono: horários regulares, ritual curto (até 30 minutos), adormecer na própria cama e nenhuma tela 1–2 h antes de dormir. No lactente, orientar sempre o sono seguro: de barriga para cima, superfície firme, quarto compartilhado sem compartilhar a cama. Terror noturno e sonambulismo são benignos e pedem proteção, não intervenção. Ronco habitual (≥ 3 noites por semana) com pausas, respiração difícil, sono agitado ou prejuízo diurno sugere apneia obstrutiva: polissonografia ou encaminhamento ao especialista, e adenotonsilectomia como primeira linha quando há hipertrofia (AAP 2012). Na síndrome das pernas inquietas, dosar ferritina e tratar se < 50 ng/mL. A melatonina não é primeira linha e não deve ser usada sem orientação médica. Quase tudo é ambulatorial (🟢/🟡); vão ao pronto-socorro pausas respiratórias com cianose, desconforto respiratório acordado e eventos noturnos sugestivos de crise epiléptica prolongada (🔴).
1.O que é e como se apresenta
Duração do sono recomendada (SBP 2021, em 24 h, incluindo cochilos)
| Idade | Sono em 24 h |
|---|---|
| 4–12 meses | 12–16 h |
| 1–2 anos | 11–14 h |
| 3–5 anos | 10–13 h |
| 6–12 anos | 9–12 h |
| 13–18 anos | 8–10 h |
Nos primeiros meses, o sono é fragmentado, sem ritmo dia-noite definido; a SBP não fixa faixa de duração antes dos 4 meses. Na adolescência, há atraso fisiológico do horário de adormecer, que se soma a telas e escola cedo e leva à privação crônica.
Principais quadros
- Insônia comportamental da infância: associação inadequada para adormecer (só dorme mamando, no colo ou com o adulto, e precisa disso a cada despertar) e falta de limites na hora de deitar. Pico de 6 meses a 5 anos.
- Parasomnias do sono NREM (primeiro terço da noite): despertar confusional, terror noturno, sonambulismo. Pico entre 3 e 8 anos; história familiar frequente; desencadeadas por privação de sono, febre, estresse e apneia.
- Pesadelos (sono REM, segunda metade da noite).
- Apneia obstrutiva do sono (AOS): cerca de 1 em cada 30 crianças (SBP); pico dos 2 aos 8 anos, pela hipertrofia adenotonsilar; mais frequente na obesidade, síndrome de Down, anomalias craniofaciais e doenças neuromusculares.
- Síndrome das pernas inquietas (SPI) e movimentos periódicos dos membros: urgência de mover as pernas ao anoitecer, com alívio ao movimento; associada à deficiência de ferro no sistema nervoso central e ao TDAH.
- Transtorno do ritmo circadiano (atraso de fase) do adolescente.
- Movimentos rítmicos, bruxismo e mioclonia benigna do sono do lactente: em geral benignos.
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Insônia comportamental, resistência para deitar, pesadelos ocasionais, terror noturno ou sonambulismo esporádicos, ronco sem pausas nem repercussão, sem prejuízo diurno | Higiene do sono, técnicas comportamentais, proteção do ambiente; retorno em 4–8 semanas |
| 🟡 Moderada | Ronco habitual (≥ 3 noites por semana) com pausas, esforço respiratório, sono agitado, enurese secundária, desatenção, sonolência ou baixo ganho de peso; parasomnias frequentes ou com risco de lesão; suspeita de SPI; insônia refratária com prejuízo escolar ou familiar | Investigação ambulatorial (polissonografia, ferritina), encaminhamento à otorrinolaringologia ou à medicina do sono; reavaliação em 2–4 semanas |
| 🔴 Grave | Pausas respiratórias longas com cianose ou hipotonia no lactente; desconforto respiratório também acordado; sinais de insuficiência cardíaca direita ou hipertensão pulmonar; eventos noturnos estereotipados com liberação esfincteriana, mordedura de língua ou crise prolongada; parada respiratória ou bebê "mole" e sem resposta | Encaminhar ao pronto-socorro/hospital: posicionar, oxigênio se disponível, SAMU (192) |
Fatores de risco que elevam a gravidade
- AOS: idade < 3 anos, obesidade, prematuridade, síndrome de Down, anomalias craniofaciais, doenças neuromusculares (AAP 2012).
- Lactente: prematuridade, tabaco, posição prona, superfície macia, cama compartilhada (morte súbita).
- TDAH, TEA e deficiência intelectual (insônia mais persistente); depressão e ansiedade no adolescente (perguntar sobre ideação suicida).
3.Diagnóstico no consultório
- Anamnese do sono: horários (semana e fim de semana), onde e como adormece, despertares, ronco, pausas, respiração oral, hiperextensão do pescoço, enurese, sonolência diurna, escola, telas, cafeína (cola, chá, chimarrão, energéticos), medicamentos.
- Diário de sono por 1–2 semanas; vídeo caseiro dos eventos noturnos ajuda muito.
- Exame: amígdalas, fácies adenoideana, rinite, obesidade ou baixo ganho ponderal, PA.
Terror noturno × pesadelo
| Característica | Terror noturno | Pesadelo |
|---|---|---|
| Fase e horário | NREM profundo, primeiro terço da noite | REM, segunda metade da noite |
| Comportamento | Grito súbito, olhos abertos, taquicardia, sudorese; não reconhece os pais; consolo não funciona | Acorda assustado, reconhece os pais e busca conforto |
| Lembrança | Nenhuma (amnésia) | Relata o sonho |
| Volta a dormir | Rapidamente | Com dificuldade |
| Conduta | Não acordar; proteger; regularizar o sono; tratar apneia se houver | Acolher; evitar conteúdo assustador; investigar estresse, trauma ou ansiedade se frequentes |
Apneia obstrutiva (AAP 2012)
- Perguntar sobre ronco em todas as consultas de puericultura.
- Se a criança ronca regularmente (a AAP fala em ronco "regular"; na prática, ≥ 3 noites por semana) ou tem sinais de AOS (pausas, engasgos, respiração difícil, sono agitado, problemas de aprendizagem ou de comportamento, sonolência), pedir polissonografia ou encaminhar ao especialista em sono.
- Sem polissonografia disponível, testes alternativos (vídeo noturno, oximetria noturna) podem ser usados, com menor sensibilidade.
- No Brasil, em geral, encaminha-se ao otorrinolaringologista, que avalia adenoides e amígdalas e indica a polissonografia.
SPI e sono agitado: diagnóstico clínico, com a criança descrevendo o desconforto com as próprias palavras. Pedir ferritina, ferro sérico, saturação de transferrina e PCR (a ferritina sobe na inflamação). Polissonografia se houver suspeita de movimentos periódicos dos membros ou apneia associada (DC SBP nº 61/2026).
Diagnóstico diferencial que não pode passar
- Crises epilépticas noturnas (epilepsia do lobo frontal: eventos breves, estereotipados, várias vezes na noite, em qualquer horário) × parasomnias.
- Dor, refluxo, prurido (dermatite atópica), asma noturna como causa de despertares.
- Depressão, ansiedade e uso de substâncias no adolescente.
- Maus-tratos ou abuso em mudança súbita do padrão de sono com medo de dormir.
- Narcolepsia na sonolência excessiva com cataplexia.
4.Tratamento em casa
Higiene do sono (SBP 2021; AEP 2022)
- Horários regulares para deitar e acordar, também no fim de semana.
- Ritual breve e prazeroso (até 30 minutos): banho, escovação, história, luz baixa.
- Colocar o bebê no berço sonolento, mas acordado, para que aprenda a adormecer sozinho.
- Quarto escuro, silencioso e com temperatura agradável; cama só para dormir.
- Telas (SBP 2024): < 2 anos nenhuma exposição; 2–5 anos até 1 h/dia com supervisão; 6–10 anos 1–2 h/dia; 11–18 anos 2–3 h/dia, nunca à noite ou "virando a noite"; sem telas nas refeições e 1–2 h antes de dormir; aparelhos fora do quarto à noite.
- Evitar cafeína (refrigerantes de cola, chá mate e preto, chimarrão, energéticos) e refeições pesadas perto da hora de dormir; atividade física diária, longe da noite.
Sono seguro do lactente (AAP e SBP; documento da Biblioteca)
- Sempre de barriga para cima, no sono noturno e nas sonecas, até 12 meses.
- Superfície firme e plana, berço próprio, sem travesseiros, almofadas, protetores, pelúcias ou edredons.
- Quarto compartilhado, cama não: berço no quarto dos pais pelo menos nos primeiros 6 meses.
- Evitar superaquecimento; ambiente livre de tabaco, álcool e drogas.
- Chupeta na hora de dormir depois que o aleitamento estiver estabelecido; manter o aleitamento materno.
Insônia comportamental: extinção gradual (esperar intervalos progressivamente maiores antes de ir ao quarto, com consolo breve e sem retirar do berço), afastamento gradual do adulto (a cadeira vai se afastando da cama a cada poucas noites), reforço positivo nos maiores. Consistência entre os cuidadores é o que define o sucesso; resultados em 1–3 semanas.
Parasomnias NREM: não tentar acordar a criança; proteger o ambiente (portas e janelas trancadas, sem beliches, portão na escada); evitar privação de sono. Se o horário dos episódios for previsível, despertares programados 15–30 minutos antes, por 2–4 semanas, podem interromper o ciclo.
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação |
|---|---|---|---|---|
| Sulfato ferroso (SPI ou sono agitado com ferritina < 50 ng/mL) | 3 mg/kg/dia de ferro elementar (até 6 mg/kg/dia; teto ~130 mg/dia) | 1x/dia, longe das refeições, com vitamina C | 3 meses; repetir ferritina; manter até ≥ 50 ng/mL | DC SBP nº 61/2026, AASM 2025, IRLSSG; ferro EV no serviço de referência se o oral falhar |
| Corticoide intranasal (AOS leve, IAH < 5/h, ou residual) | Conforme bula e idade | 1x/dia | Semanas, com reavaliação | AAP 2012; útil também se houver rinite alérgica |
| Melatonina (somente com indicação médica, após medidas comportamentais) | AAP: iniciar com 0,5–1 mg; raramente > 3–6 mg | 30–90 min antes de deitar | Curto prazo, com reavaliação | Não é primeira linha; papel maior no atraso de fase e em TDAH/TEA; a Anvisa não autoriza suplementos de melatonina para crianças e adolescentes |
- Melatonina — cautela. A SBP (Departamento de Medicina do Sono, 2020) alerta que não deve ser usada de forma indiscriminada e sem orientação médica; a SPSP (2022) lembra que é medicamento e deve ficar fora do alcance das crianças — nos EUA, as intoxicações pediátricas por melatonina aumentaram 530% entre 2012 e 2021. A AAP afirma que "não é remédio para dormir" e que bons hábitos de sono são o melhor tratamento. A AEP admite a melatonina na insônia de início e no atraso de fase a partir de 6 meses (1–3 mg em lactentes e pré-escolares; 2,5–5 mg nos maiores), após medidas de higiene.
- Não usar: anti-histamínicos sedativos (hidroxizina, dexclorfeniramina, prometazina) para "fazer dormir" — pioram a SPI e a qualidade do sono; exceção apenas por problema social, como prurido noturno que impede o sono da família, por curto período e fora da faixa de contraindicação; benzodiazepínicos; chás e fitoterápicos sem evidência; agonistas dopaminérgicos na SPI.
- AOS: adenotonsilectomia é o tratamento de primeira linha quando há hipertrofia adenotonsilar e não há contraindicação; perda de peso na obesidade; CPAP se a AOS persistir após a cirurgia ou se a cirurgia não for indicada (AAP 2012).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- Lactente com pausa respiratória de mais de 20 segundos, cianose, hipotonia ("bebê mole") ou sem resposta a estímulos (documento da Biblioteca sobre morte súbita do lactente).
- Desconforto respiratório também acordado, estridor, dessaturação, sonolência excessiva com hipercapnia ou sinais de insuficiência cardíaca direita em criança com AOS.
- Amigdalite ou abscesso com obstrução aguda da via aérea.
- Evento noturno com crise convulsiva prolongada ou pós-ictal arrastado.
- Adolescente com insônia e ideação suicida com plano.
A AAP recomenda que crianças de alto risco (menores de 3 anos, AOS grave, complicações cardíacas, déficit de crescimento, obesidade, anomalias craniofaciais, doenças neuromusculares, infecção respiratória atual) sejam monitorizadas internadas após a adenotonsilectomia.
Como encaminhar
- Posicionar a criança (lactente em decúbito lateral após o evento; criança maior sentada, se tiver desconforto respiratório).
- Oxigênio, se disponível; aspirar secreções.
- Na crise convulsiva, posição lateral de segurança e conduta conforme o protocolo de crise.
- Acionar o SAMU (192) nos casos 🔴; contatar o serviço de destino.
- Relatório com descrição do evento (idealmente vídeo), comorbidades e medicamentos.
Encaminhamento ambulatorial: otorrinolaringologia (ronco habitual com hipertrofia adenotonsilar); medicina do sono ou neuropediatria (parasomnias atípicas ou perigosas, suspeita de epilepsia noturna, narcolepsia, SPI sem resposta ao ferro, insônia refratária às medidas comportamentais); saúde mental (insônia com ansiedade, depressão ou trauma).
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Rotina é o melhor remédio: mesmo horário todos os dias, ritual curto e nada de telas 1 a 2 horas antes de dormir."
- "Coloque o bebê no berço sonolento, mas acordado. Todos os cuidadores precisam agir do mesmo jeito."
- "No terror noturno, não acorde a criança: fique por perto e proteja para que não se machuque. De manhã ela não lembra de nada."
- "Melatonina não é remédio para dormir e não deve ser comprada por conta própria."
- "Bebê dorme sempre de barriga para cima, no berço dele, no quarto dos pais, sem travesseiros nem bichinhos."
- Retorno em 4–8 semanas com o diário de sono; antes, se ronco com pausas, sonolência de dia, queda no rendimento escolar ou xixi na cama que voltou.
- Ir ao pronto-socorro se: bebê com pausa na respiração de mais de 20 segundos, lábios roxos, muito mole ou sem reagir; dificuldade para respirar também acordado; convulsão.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP / MS | AAP | NICE | Oxford / Cambridge | AEP |
|---|---|---|---|---|---|
| Duração do sono | 12–16 h (4–12 m) a 8–10 h (13–18 anos), SBP 2021 | Mesmas faixas (endossa a AASM) | Sem diretriz pediátrica específica | Segue o NICE | Tabela própria (16 h no RN a 8–9 h aos 14 anos) |
| Higiene e telas | Ritual até 30 min; sem telas 1–2 h antes (SBP 2024) | Rotina; sem telas pelo menos 1 h antes | — | Segue o NICE | Ritual de 20–30 min; sem telas 1–2 h antes |
| Ronco / AOS | Perguntar sobre ronco frequente; investigar | Rastrear ronco; polissonografia; adenotonsilectomia 1ª linha | Diretriz de AOS apenas para ≥ 16 anos | Segue o NICE | Polissonografia na suspeita; adenotonsilectomia de escolha |
| Melatonina | Não usar sem orientação médica (SBP 2020); Anvisa proíbe suplemento infantil | Não é remédio para dormir; 0,5–1 mg se indicada | — | Segue o NICE | Insônia de início e atraso de fase (≥ 6 meses), 1–5 mg |
| SPI | Ferritina ≥ 50 ng/mL; ferro oral 3–6 mg/kg/dia por 3 meses (DC nº 61/2026) | AASM 2025: sulfato ferroso se ferritina < 50 | CKS: encaminhar crianças | Segue o NICE | Ferro se ferritina < 50–75; 3 mg/kg/dia |
| Sono seguro | Barriga para cima; quarto sim, cama não | Mesmas recomendações | Mesmas recomendações | Segue o NICE | Mesmas recomendações |
Leitura: há convergência sobre a origem comportamental da maioria das queixas, a primazia da higiene do sono e das técnicas comportamentais, o rastreio do ronco e a adenotonsilectomia como primeira linha na AOS com hipertrofia adenotonsilar, e o ferro na SPI. As divergências estão na melatonina — a AEP a admite desde os 6 meses na insônia de início, a AAP a trata como exceção de curto prazo e, no Brasil, a Anvisa não autoriza suplementos para crianças e adolescentes — e no acesso à polissonografia, que a AAP coloca como padrão diagnóstico e que no Brasil costuma ser indicada pelo otorrinolaringologista. O NICE não tem diretriz pediátrica de sono; a de AOS aplica-se a partir de 16 anos.
- Compare o sono com a faixa da SBP para a idade e peça um diário de sono antes de qualquer remédio.
- Higiene do sono e extinção gradual resolvem a maior parte da insônia comportamental; consistência entre cuidadores é essencial.
- Terror noturno: não acordar, proteger, regularizar o sono; pesadelos frequentes pedem investigar ansiedade ou trauma.
- Ronco habitual com pausas, respiração difícil ou prejuízo diurno: polissonografia ou otorrinolaringologia; adenotonsilectomia é a primeira linha.
- Pernas inquietas e sono agitado: ferritina com PCR; ferro oral se ferritina < 50 ng/mL.
- Melatonina e anti-histamínicos sedativos não são primeira linha; sono seguro do lactente em toda consulta do primeiro ano.
Veja também, nesta Biblioteca: Prevenção da Morte Súbita do Lactente; Distúrbios de movimento relacionados ao sono (SBP 2026); Uso de cafeína por crianças e adolescentes (SBP 2026); Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH); Enurese noturna.
8.Fontes
- Sociedade Brasileira de Pediatria, DC de Medicina do Sono. Higiene do sono — atualização 2021. PDF
- Sociedade Brasileira de Pediatria, DC de Medicina do Sono. A apneia do sono na população pediátrica (Pediatria para Famílias), 2024. sbp.com.br
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Pesquisa aponta alta no uso de melatonina para crianças dormirem, 2020. sbp.com.br
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Distúrbios de movimento relacionados ao sono em Pediatria, DC nº 61, 2026 (análise na Biblioteca).
- Sociedade de Pediatria de São Paulo. Uso de melatonina em crianças, 2022. spsp.org.br
- Anvisa. Anvisa proíbe o suplemento alimentar Soninho Perfeito Melatonina Kids, 2023. gov.br
- American Academy of Pediatrics. Diagnosis and Management of Childhood Obstructive Sleep Apnea Syndrome (Marcus et al.), 2012 — resumo AAFP. aafp.org; AASM. aasm.org
- American Academy of Pediatrics (HealthyChildren.org). Melatonin and children's sleep, 2026. healthychildren.org
- AEP. Protocolos de Neurología Pediátrica — Trastornos de sueño en niños (Carmona Belda et al.), 2022. PDF