Patologias do consultório · Febre e infecções

Linfonodomegalias e linfadenites na criança

Linfonodo reacional × adenite bacteriana, doença da arranhadura do gato, micobactérias, sinais de alerta para câncer, quando pedir ultrassom, biópsia ou encaminhar, e Kawasaki como diagnóstico diferencial

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), tratamento em casa e critérios para encaminhar ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais. 📄 Baixar em PDF

Em resumo

Linfonodos palpáveis são comuns na infância e, na grande maioria, reacionais a infecções virais de vias aéreas. São considerados aumentados quando > 1 cm (cervical e axilar), > 1,5 cm (inguinal) ou > 0,5 cm (epitroclear); supraclavicular palpável é sempre anormal (SBP 2019). Linfonodo reacional pequeno, móvel, elástico e indolor pode ser observado por 2–4 semanas. A adenite bacteriana aguda (unilateral, dolorosa, com hiperemia) é causada principalmente por Staphylococcus aureus e Streptococcus pyogenes e é tratada com cefalosporina de 1ª geração ou amoxicilina-clavulanato por 10–14 dias, com reavaliação em 48–72 h. Sinais de alerta para câncer: localização supraclavicular, > 2–3 cm, consistência dura, aderido a planos profundos, crescimento progressivo, persistência > 4–6 semanas, sintomas sistêmicos (febre prolongada, sudorese noturna, perda de peso), hepatoesplenomegalia, palidez, petéquias ou alteração do hemograma — encaminhar com urgência ao onco-hematologista e não usar corticoide antes do diagnóstico. Toxemia, lactente < 3 meses, abscesso, falha do antibiótico, sinais de infecção cervical profunda, desconforto respiratório ou suspeita de Kawasaki exigem pronto-socorro (🔴).

1.O que é e como se apresenta

  • Linfonodomegalia: aumento de tamanho ou alteração de consistência do linfonodo; adenite: com sinais inflamatórios.
  • Limites de normalidade (SBP 2019; AAFP 2016):
Região Considerar aumentado
Cervical e axilar > 1 cm
Inguinal > 1,5 cm
Epitroclear e poplíteo > 0,5 cm (poplíteo palpável é anormal para a AAFP)
Supraclavicular Qualquer tamanho
Recém-nascido (cervical) > 0,5 cm (AEP)
  • Classificação pela duração (SBP 2019): aguda < 2 semanas; subaguda 2–6 semanas; crônica > 6 semanas.
  • Localizada × generalizada: generalizada = duas ou mais cadeias não contíguas; sugere doença sistêmica (viroses como EBV e CMV, HIV, doenças autoimunes, leucemia, linfoma).
  • Principais causas por quadro:
    • reacional: viroses de vias aéreas, faringites, lesões de pele e couro cabeludo;
    • adenite bacteriana aguda: principalmente S. aureus e S. pyogenes; causa dentária sugere anaeróbios (AEP 2023);
    • doença da arranhadura do gato (Bartonella henselae): pápula no local da inoculação e, 1–3 semanas depois, linfonodo axilar, cervical ou epitroclear doloroso, que pode supurar; regride espontaneamente em 1–3 meses (AEP; Guía ABE);
    • micobactéria não tuberculosa: 1–5 anos, linfonodo submandibular ou cervical unilateral, pouco doloroso, pele violácea e fina, sem sintomas sistêmicos, com tendência à fistulização;
    • tuberculose ganglionar: contato com tuberculose, sintomas sistêmicos;
    • mononucleose: cervical posterior bilateral com faringite e esplenomegalia (veja também, nesta Biblioteca: Mononucleose infecciosa);
    • malignidade: linfoma de Hodgkin (adolescente, cervical baixo e supraclavicular, massa mediastinal), linfoma não Hodgkin, leucemia, neuroblastoma, rabdomiossarcoma.

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Linfonodos < 2 cm, móveis, elásticos, pouco ou não dolorosos, em cadeias habituais, com infecção de vias aéreas ou lesão de pele na área de drenagem; bom estado geral; sem sinais de alerta Tranquilizar; tratar a causa; medir e registrar; reavaliar em 2–4 semanas
🟡 Moderada Adenite bacteriana aguda em criança > 3 meses, em bom estado, sem flutuação e aceitando via oral; doença da arranhadura do gato; suspeita de micobactéria não tuberculosa; linfonodo que persiste > 4 semanas ou cresce sem sinais de alerta maiores Antibiótico oral e reavaliação em 48–72 h (adenite); ultrassom; exames iniciais; encaminhamento eletivo ao cirurgião pediátrico ou infectologista conforme o caso
🔴 Grave Infeccioso: toxemia, lactente < 3 meses, febre alta em lactente, flutuação ou abscesso, falha após 48–72 h de antibiótico adequado, intolerância oral, torcicolo, trismo, disfagia, sialorreia, estridor (infecção cervical profunda), celulite extensa. Kawasaki: febre ≥ 5 dias com linfonodo ≥ 1,5 cm e outros critérios. Malignidade com risco imediato: dispneia, ortopneia, tosse ou edema facial e cervical (massa mediastinal, síndrome da veia cava superior), hepatoesplenomegalia com citopenias, sangramentos Pronto-socorro/hospital (antibiótico parenteral, imagem, drenagem, IGIV no Kawasaki, avaliação onco-hematológica imediata)

Sinais de alerta para câncer sem instabilidade clínica (supraclavicular, > 2–3 cm, duro, fixo, progressivo, sintomas B) exigem encaminhamento urgente ao onco-hematologista: o NICE NG12 recomenda considerar encaminhamento muito urgente (consulta em até 48 h) para avaliação especializada de linfoma em crianças e jovens com linfonodomegalia inexplicada.

Fatores de risco que elevam a gravidade

  • Idade < 3 meses; imunodeficiência.
  • Sintomas constitucionais: febre prolongada, sudorese noturna, perda de peso > 10% (AEP 2023; AAFP 2016).
  • Contato com tuberculose; exposição a gatos (especialmente filhotes).
  • Uso prévio de corticoide (pode mascarar leucemia e linfoma).

3.Diagnóstico no consultório

  • Anamnese: evolução, febre, infecções, pele, dentes, contato com gato ou tuberculose, sudorese noturna, perda de peso, prurido, dor óssea.
  • Exame: medir o linfonodo em cm, consistência, mobilidade, dor, flutuação, pele; examinar todas as cadeias, fígado, baço, pele (petéquias, palidez), orofaringe e área de drenagem; procurar a pápula de inoculação.
  • Linfonodo com características benignas: sem exames; observar 2–4 semanas (SBP 2019; AAFP 2016).
  • Ultrassonografia: imagem inicial preferida em crianças (AAFP 2016); na adenite para afastar abscesso (AEP: sempre que disponível), na dúvida diagnóstica e no linfonodo persistente ou crescente (SBP 2019).
  • Exames iniciais quando o linfonodo persiste, cresce ou há sinais de alerta (SBP 2019): hemograma com análise do esfregaço, LDH, ácido úrico, radiografia de tórax (massa mediastinal ou hilar) e ultrassonografia. Conforme a suspeita: sorologias (EBV, CMV, toxoplasmose, Bartonella, HIV), PPD ou IGRA, VHS e PCR, transaminases.
  • Sorologia para Bartonella (AAFP 2011): título < 1:64 sem infecção atual; 1:64 a 1:256 possível infecção (repetir em 10–14 dias); > 1:256 sugere infecção ativa ou recente.
  • Biópsia excisional — indicações (SBP 2019; AEP 2023):
    • linfonodo supraclavicular ou cervical baixo;
    • sintomas sistêmicos, radiografia de tórax alterada ou hepatoesplenomegalia;
    • linfonodo duro, aderido a planos profundos, > 2,5–3 cm sem sinais infecciosos, ou crescimento rápido e coalescência;
    • aumento em 2 semanas ou ausência de regressão em 4–6 semanas, apesar da investigação;
    • suspeita de micobactéria (a exérese é diagnóstica e terapêutica).
  • Técnica: preferir a biópsia excisional do maior e mais anormal linfonodo; a punção aspirativa pode ser inconclusiva e, na micobacteriose, favorece fístula.
  • Diagnóstico diferencial que não pode passar:
    • doença de Kawasaki: febre ≥ 5 dias com 4 dos 5 critérios principais — alterações de lábios e mucosa oral, conjuntivite bilateral sem exsudato, exantema, alterações de extremidades, linfonodo cervical ≥ 1,5 cm, geralmente unilateral (AHA 2017). A forma "linfonodo primeiro" imita adenite bacteriana; no ultrassom, o Kawasaki costuma mostrar múltiplos linfonodos aumentados e, com frequência, edema retrofaríngeo, e a adenite bacteriana, um linfonodo único hipoecoico (AHA 2017). Pensar em Kawasaki na "adenite" que não responde ao antibiótico em 48–72 h com febre alta persistente;
    • massas não linfonodais: cisto tireoglosso, cisto branquial, higroma, parotidite;
    • abscesso retrofaríngeo ou parafaríngeo.

4.Tratamento em casa

Linfonodo reacional: não usar antibiótico; tratar a causa; orientar a família; reavaliar.

Adenite bacteriana aguda (criança > 3 meses, bom estado, sem flutuação):

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação
Cefalexina 25–50 mg/kg/dia 6/6 h ou 8/8 h 10–14 dias Guía ABE 2023; máximo conforme bula
Cefadroxila 30 mg/kg/dia 12/12 h 10–14 dias Primeira escolha da AEP 2023 e da Guía ABE
Amoxicilina-clavulanato 40–50 mg/kg/dia de amoxicilina 8/8 h (formulação 4:1) ou 12/12 h (formulação 7:1) 10–14 dias AEP: 40 mg/kg/dia em 3 doses. Preferir se houver foco dentário ou mordedura
Clindamicina 20–30 mg/kg/dia 8/8 h (ou 6/6 h) 10–14 dias Alergia a betalactâmico ou suspeita de S. aureus resistente à meticilina (AEP; Guía ABE)
Azitromicina (arranhadura do gato) 10 mg/kg no 1º dia (máx. 500 mg) e 5 mg/kg/dia do 2º ao 5º dia (máx. 250 mg) 1x/dia 5 dias Esquema da AAFP e StatPearls (≥ 45,5 kg: 500 mg e depois 250 mg). A AEP usa 10 mg/kg/dia por 5 dias. Indicada se linfonodo volumoso e doloroso, doença sistêmica ou imunodepressão
Paracetamol ou ibuprofeno 10–15 mg/kg/dose; 5–10 mg/kg/dose 4–6 h (máx. 5 doses/dia); 6–8 h, conforme bula Enquanto houver dor Analgesia; paracetamol máx. 75 mg/kg/dia, nunca > 4 g/dia

Paracetamol. Atenção ao efeito cumulativo: o uso repetido por 48–72 h, especialmente em doses no limite máximo, em criança desidratada, desnutrida, com jejum prolongado ou somando mais de um produto com paracetamol, aumenta o risco de hepatotoxicidade — não ultrapassar a dose diária, não usar por mais de 48–72 h sem reavaliação médica e conferir outros medicamentos que contenham paracetamol.

  • Dose de amoxicilina-clavulanato na adenite: aqui os agentes são S. aureus e S. pyogenes, não o pneumococo; por isso a dose padrão (40–50 mg/kg/dia de amoxicilina) é adequada. A regra de 90 mg/kg/dia vale para infecções em que o pneumococo é o principal agente (otite, sinusite, pneumonia).
  • Reavaliação em 48–72 h: espera-se menos dor, hiperemia e febre (o tamanho regride devagar). Sem melhora: ultrassom e rever o diagnóstico (Kawasaki, micobactéria, Bartonella).
  • Doença da arranhadura do gato: em geral autolimitada (1–3 meses); antibiótico não é obrigatório nos leves (AAFP 2011; StatPearls).
  • Micobactéria não tuberculosa: encaminhar ao cirurgião pediátrico; o tratamento de escolha é a exérese completa precoce, antes da fistulização; evitar incisão e drenagem ou exérese parcial (maior risco de fístula e recidiva). Tratamento clínico com macrolídeo associado, por 3–6 meses, é alternativa em casos selecionados (AEP 2023).
  • Tuberculose ganglionar: notificação obrigatória (compulsória); encaminhar para confirmação e tratamento conforme o Ministério da Saúde.
  • Não usar:
    • corticoide sem diagnóstico definido — pode mascarar leucemia e linfoma e atrasar o diagnóstico (SBP 2019; AAFP 2016);
    • antibióticos sucessivos em linfonodo indolor e persistente sem investigação;
    • incisão e drenagem no consultório de linfonodo com suspeita de micobactéria.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

Critérios de internação na adenite (AEP 2023): falta de melhora após 48–72 h de tratamento correto, lactente < 3 meses, febre alta em lactente, mau estado geral, linfonodos volumosos ou flutuantes, intolerância oral e contexto social desfavorável. Acrescentam-se:

  • sinais de infecção cervical profunda: torcicolo ou limitação da extensão cervical, trismo, disfagia, sialorreia, estridor, abaulamento da parede posterior da faringe;
  • celulite extensa ou progressão rápida;
  • suspeita de doença de Kawasaki (febre ≥ 5 dias com critérios, ou forma incompleta em lactente);
  • dispneia, ortopneia, tosse persistente, edema de face e pescoço ou turgência jugular (massa mediastinal);
  • palidez intensa, petéquias, sangramentos, hepatoesplenomegalia ou hemograma com blastos ou citopenias (suspeita de leucemia).

Como encaminhar

  1. Adenite complicada: analgesia; não puncionar no consultório; jejum se houver chance de drenagem.
  2. Sinais de via aérea: manter a criança sentada, na posição que ela preferir; oxigênio sem agitar a criança; acionar o SAMU (192).
  3. Suspeita de massa mediastinal: não deitar a criança (decúbito dorsal pode precipitar obstrução de via aérea e colapso); manter sentada, oxigênio, transporte com SAMU; avisar o serviço, pois sedação e anestesia são de alto risco.
  4. Suspeita de leucemia ou linfoma sem instabilidade: contato direto com centro de onco-hematologia pediátrica para consulta em até 48 h; enviar hemograma, LDH, ácido úrico e radiografia de tórax; não iniciar corticoide.
  5. Suspeita de Kawasaki: encaminhar para hospital com ecocardiografia e imunoglobulina intravenosa (IGIV 2 g/kg, idealmente nos primeiros 10 dias de doença — AHA 2017).

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "Ínguas pequenas são comuns em crianças e costumam aparecer com resfriados e dor de garganta; podem levar semanas para diminuir."
  • "Vamos medir e reavaliar em 2 a 4 semanas. Se crescer rapidamente, ficar duro e sem dor, ou não diminuir, volte antes."
  • Adenite em tratamento: "Espere melhora da dor e da vermelhidão em 2 a 3 dias; se não melhorar, volte."
  • Procure o pronto-socorro se: febre alta que não cede, criança muito abatida; gânglio que amolece, fica muito vermelho ou cresce rápido; dificuldade para abrir a boca, engolir ou mexer o pescoço; respiração ruidosa ou falta de ar, principalmente ao deitar; inchaço do rosto; manchas roxas, sangramentos ou palidez; febre há 5 dias ou mais com olhos vermelhos, lábios rachados, manchas no corpo ou inchaço de mãos e pés.
  • Relatar no retorno: suor noturno, perda de peso, cansaço, dor nos ossos ou gânglio acima da clavícula.

7.Comparação com as referências

Item SBP / MS AAP NICE Oxford / Cambridge AEP
Limites de tamanho > 1 cm cervical/axilar; > 1,5 cm inguinal; > 0,5 cm epitroclear; supraclavicular sempre anormal > 1 cm; supraclavicular, poplíteo e ilíaco palpáveis anormais; epitroclear > 0,5 cm (AAFP 2016) — Segue o NICE > 1 cm (> 0,5 cm no recém-nascido)
Observação Mínimo 2 semanas; 4 semanas como ponto de corte para biópsia 4 semanas se localizada e sem fatores de risco (AAFP 2016) Linfonodomegalia inexplicada: considerar encaminhamento muito urgente (48 h) Segue o NICE Biópsia se cresce em 2 semanas ou não regride em 4–6 semanas
Adenite bacteriana — Antibiótico empírico para S. aureus e estreptococo (AAFP 2016) — Segue o NICE Cefadroxila 30 mg/kg/dia ou amoxicilina-clavulanato 40 mg/kg/dia, 10–14 dias
Arranhadura do gato — Azitromicina 10 mg/kg no 1º dia e 5 mg/kg do 2º ao 5º (AAFP 2011) — Segue o NICE Azitromicina 10 mg/kg/dia por 5 dias, se sintomas sistêmicos ou imunodepressão
Exames e biópsia Hemograma, LDH, ácido úrico, radiografia de tórax, ultrassom; biópsia excisional Ultrassom inicial; biópsia do linfonodo mais suspeito — Segue o NICE Ultrassom sempre que disponível
Corticoide Não usar antes do diagnóstico Não usar sem diagnóstico — Segue o NICE —

Leitura: há convergência quanto aos limites de tamanho, à observação inicial de 2–4 semanas nos linfonodos com características benignas, aos sinais de alerta para malignidade (supraclavicular, duro, fixo, > 2–3 cm, sintomas sistêmicos, persistência > 4–6 semanas) e à proibição de corticoide antes do diagnóstico. O NICE é o mais agressivo no encaminhamento (até 48 h). Na adenite bacteriana, a AEP prefere cefadroxila e usa amoxicilina-clavulanato em dose padrão, adequada porque o pneumococo não é o agente principal. Na doença da arranhadura do gato, a dose de azitromicina difere (esquema de 10 + 5 mg/kg nas fontes americanas; 10 mg/kg/dia por 5 dias na AEP).

Pontos práticos
  1. Meça e registre o linfonodo em centímetros; examine todas as cadeias, o fígado e o baço.
  2. Linfonodo supraclavicular palpável é anormal em qualquer tamanho.
  3. Adenite bacteriana: cefalosporina de 1ª geração ou amoxicilina-clavulanato (40–50 mg/kg/dia) por 10–14 dias, com reavaliação em 48–72 h.
  4. "Adenite" com febre alta que não responde ao antibiótico: pensar em Kawasaki e abscesso.
  5. Linfonodo violáceo e pouco doloroso em pré-escolar: micobactéria — encaminhar ao cirurgião, sem incisão e drenagem.
  6. Nunca prescrever corticoide em linfonodomegalia sem diagnóstico; sinais de alerta pedem hemograma, LDH, radiografia de tórax e onco-hematologista em até 48 h.

8.Fontes

  • Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento Científico de Oncologia. Linfonodomegalia periférica na criança e no adolescente: quando pensar em câncer, 2019. PDF
  • Gaddey HL, Riegel AM. Unexplained Lymphadenopathy: Evaluation and Differential Diagnosis. American Family Physician, 2016. aafp.org
  • Cat-scratch Disease. American Family Physician, 2011. aafp.org
  • Cat Scratch Disease. StatPearls (NCBI Bookshelf). ncbi.nlm.nih.gov
  • McCrindle BW et al. Diagnosis, Treatment, and Long-Term Management of Kawasaki Disease: A Scientific Statement for Health Professionals from the American Heart Association. Circulation, 2017. ahajournals.org
  • NICE. NG12 — Suspected cancer: recognition and referral. nice.org.uk (recomendações pediátricas consultadas via Primary Care Notebook)
  • AEP / SEIP. Protocolos de Infectología — Adenitis cervical superficial y abscesos cervicales profundos (Del Rosal Rabes T, Fernández Cooke E, Muñoz Ramos A), 2023. PDF
  • Martínez Chamorro MJ, Lupiani Castellanos P. Adenitis/Adenopatías cervicales. Guía ABE, 2023. PDF