Patologias do consultório · Neurologia e comportamento

Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)

Diagnóstico clínico com múltiplos informantes, diferenciais que não podem passar, tratamento comportamental e medicamentoso por idade, avaliação cardiovascular e quando encaminhar

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), tratamento em casa e critérios para encaminhar ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais. 📄 Baixar em PDF

Em resumo

O TDAH é o transtorno do neurodesenvolvimento mais frequente da idade escolar (7,6% dos 6 aos 17 anos no Brasil, segundo o PCDT do Ministério da Saúde de 2022). O diagnóstico é clínico: pelo menos 6 sintomas de desatenção e/ou de hiperatividade-impulsividade (5 a partir de 17 anos), por 6 meses ou mais, com início antes dos 12 anos, presentes em dois ou mais ambientes e com prejuízo funcional (DSM-5-TR). Escalas como o SNAP-IV, respondidas por pais e professores, apoiam, mas não fazem o diagnóstico sozinhas. Antes de rotular, afaste privação e distúrbios do sono (inclusive apneia e pernas inquietas), déficit auditivo ou visual, transtornos de aprendizagem, ansiedade, depressão e problemas de contexto. Aos 4–5 anos, o tratamento de primeira linha é o treinamento comportamental dos pais; a partir de 6 anos, medicação aprovada (metilfenidato; lisdexanfetamina como alternativa) associada a intervenção comportamental e apoio escolar (AAP 2019, NICE NG87). Antes do estimulante, faça história cardiovascular pessoal e familiar e meça PA e FC; ECG só se houver fator de risco. O TDAH é tratado no consultório (🟢/🟡); o 🔴 fica para comorbidades graves (risco de suicídio, psicose) e eventos adversos cardiovasculares ou intoxicação por estimulante.

1.O que é e como se apresenta

  • Definição: transtorno do neurodesenvolvimento com padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfere no funcionamento e no desenvolvimento. Três apresentações: predominantemente desatenta, predominantemente hiperativa-impulsiva e combinada.
  • Etiologia: forte componente genético, somado a prematuridade, baixo peso ao nascer e exposição pré-natal ao álcool e ao tabaco.
  • Faixa etária: a AAP orienta avaliar a partir de 4 anos; o diagnóstico antes disso é pouco confiável. A queixa surge em geral com as exigências escolares (6–8 anos). Na adolescência, a hiperatividade motora diminui e predominam desatenção, desorganização e impulsividade (acidentes, uso de substâncias, sexo sem proteção).
  • Quadro clínico: não termina tarefas, perde objetos, parece não ouvir, esquece compromissos, erros por descuido; agitação, não para sentado, fala demais, interrompe, não espera a vez. Meninas tendem à forma desatenta e são subdiagnosticadas.
  • Comorbidades: presentes em até 70% (SBP 2025): transtorno opositor desafiador, ansiedade, depressão, transtornos de aprendizagem e de linguagem, transtorno do espectro autista, tiques, distúrbios do sono.

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Poucos sintomas além do mínimo exigido; prejuízo discreto (escola ou convívio), sem comorbidade relevante; ou pré-escolar (4–5 anos) com sintomas iniciais Psicoeducação, treinamento comportamental dos pais, adaptações escolares; reavaliar em 1–3 meses; medicação a partir de 6 anos se o prejuízo persistir
🟡 Moderada Muitos sintomas, prejuízo evidente em dois ou mais ambientes (repetência, exclusão social, conflitos familiares, acidentes); comorbidade leve a moderada; pré-escolar sem resposta à terapia comportamental A partir de 6 anos: medicação + intervenção comportamental e escolar; consultas a cada 2–4 semanas na titulação; encaminhar se comorbidade complexa ou pré-escolar com indicação de medicação
🔴 Grave Ideação suicida, autolesão grave, sintomas psicóticos ou maníacos; agressividade com risco a si ou a terceiros; ingestão excessiva de estimulante; dor torácica, síncope ao esforço, palpitações com instabilidade ou crise hipertensiva em uso de estimulante Encaminhar ao pronto-socorro (psiquiátrico ou clínico, conforme o caso); suspender o estimulante até avaliação

O "grave" do DSM-5-TR (muitos sintomas e prejuízo acentuado) corresponde à faixa 🟡 do semáforo: pede tratamento ativo, mas é conduzido no ambulatório. O 🔴 é reservado às urgências.

Fatores que agravam o prognóstico ou exigem cuidado adicional: comorbidade psiquiátrica (depressão, bipolaridade, transtorno de conduta, uso de substâncias); deficiência intelectual, epilepsia, TEA; cardiopatia ou morte súbita na família antes dos 40 anos; negligência, violência ou pais com TDAH não tratado; adolescente que dirige.

3.Diagnóstico no consultório

Critérios (DSM-5-TR):

  • Desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade: ≥ 6 de 9 sintomas em cada domínio (≥ 5 a partir de 17 anos), por ≥ 6 meses, inconsistentes com o nível de desenvolvimento.
  • Vários sintomas presentes antes dos 12 anos.
  • Vários sintomas presentes em dois ou mais ambientes (casa, escola, atividades).
  • Evidência clara de prejuízo social, acadêmico ou ocupacional.
  • Sintomas não explicados melhor por outro transtorno.

Múltiplos informantes. A AAP (2019) exige documentação de sintomas e prejuízo em mais de um ambiente, com informações de pais, professores e outros observadores. O SNAP-IV (18 itens do critério A, versão validada no Brasil por Mattos et al., 2006) deve ser respondido por pelo menos 3 observadores; 6 ou mais itens marcados como "bastante" ou "demais" em um domínio (itens 1–9 desatenção; 10–18 hiperatividade-impulsividade) sugerem mais sintomas que o esperado. O relatório escolar escrito é indispensável. O PCDT do Ministério da Saúde admite o SNAP-IV aplicado pela escola.

Anamnese e exame: gestação e parto, desenvolvimento, história escolar, rotina de sono e telas, cafeína, uso de medicamentos, história familiar (TDAH, transtornos do humor, morte súbita). Exame físico com PA, FC, peso, estatura e IMC, dismorfias, sinais neurológicos, tiques, acuidade visual e audição.

Exames: não há exame diagnóstico. Pedir conforme a clínica: audiometria, avaliação oftalmológica, TSH/T4 livre (o protocolo do Espírito Santo os pede antes do metilfenidato), ferritina se pernas inquietas, polissonografia se ronco habitual com pausas, EEG só na suspeita de ausências.

Diagnóstico diferencial que não pode passar

  • Sono: privação crônica (telas à noite), apneia obstrutiva, síndrome das pernas inquietas (25% das crianças com TDAH têm SPI, segundo o DC SBP nº 61/2026). Veja também, nesta Biblioteca: Distúrbios do sono na infância.
  • Déficit auditivo ou visual.
  • Transtornos de aprendizagem (dislexia, discalculia) e de linguagem; deficiência intelectual.
  • Ansiedade e depressão (desatenção por preocupação ou por anedonia); transtorno bipolar.
  • Transtorno do espectro autista (pode coexistir).
  • Crises de ausência (episódios breves, várias vezes ao dia, provocados por hiperventilação).
  • Tireoidopatia, anemia ferropriva, medicamentos (anti-histamínicos sedativos, anticonvulsivantes, corticoides).
  • Contexto: violência, abuso, negligência, luto, bullying.

4.Tratamento em casa

Medidas para todos: psicoeducação da família e da criança; rotina previsível; tarefas divididas em etapas curtas; reforço positivo; sono adequado para a idade; telas conforme a SBP (< 2 anos nenhuma; 2–5 anos até 1 h/dia; 6–10 anos 1–2 h/dia; 11–18 anos 2–3 h/dia, nunca à noite; sem telas nas refeições e 1–2 h antes de dormir); atividade física diária; plano escolar (lugar próximo ao professor, tempo extra, instruções curtas).

Por idade

  • 4–5 anos: treinamento comportamental dos pais e/ou intervenção comportamental em sala de aula como primeira linha (AAP; NICE: programa de treinamento de pais em grupo; AEP). Metilfenidato só se não houver melhora significativa e o prejuízo for moderado a grave (AAP); o NICE exige segunda opinião de serviço especializado para medicar abaixo de 5 anos. As bulas brasileiras não recomendam metilfenidato nem lisdexanfetamina antes de 6 anos — nessa faixa, a decisão é do especialista.
  • 6–11 anos: medicação aprovada associada a treinamento de pais e/ou intervenção em sala de aula, de preferência ambos, mais apoio educacional (AAP). NICE: metilfenidato como primeira escolha farmacológica a partir de 5 anos.
  • 12–18 anos: medicação com o assentimento do adolescente, com intervenção comportamental e apoio escolar.
Medicamento Dose Intervalo Duração Observação
Metilfenidato liberação imediata (Ritalina® 10 mg) Início 5 mg 1–2x/dia (cerca de 0,3 mg/kg/dose); o protocolo do ES inicia com 10 mg/dia; aumentos semanais conforme resposta Café da manhã e almoço (efeito de 3–4 h); 3ª dose à tarde se necessário, longe da hora de dormir Contínuo, com reavaliação periódica ≥ 6 anos (bula); máximo 60 mg/dia (bula)
Metilfenidato liberação modificada — cápsulas (Ritalina LA® 10, 20, 30, 40 mg) Início 20 mg/dia; aumentos semanais de 10 mg (protocolo ES) 1x/dia pela manhã (efeito de 6–8 h) Contínuo Máximo 60 mg/dia
Metilfenidato OROS (Concerta® 18, 36, 54 mg) Início 18 mg/dia; aumentos de 18 mg a cada semana (protocolo ES) 1x/dia pela manhã (efeito de 10–12 h) Contínuo Máximo 54 mg/dia de 6 a 12 anos (protocolo ES); engolir inteiro
Lisdexanfetamina (Venvanse® 30, 50, 70 mg) 30 mg/dia; ajustes semanais conforme bula 1x/dia pela manhã Contínuo ≥ 6 anos; máximo 70 mg/dia (bula); SBP: peso > 20 kg; 2ª linha no NICE após 6 semanas de metilfenidato sem benefício
Atomoxetina (não estimulante) ≈ 0,5 mg/kg/dia; após ≥ 3 dias, ≈ 1,2 mg/kg/dia (SBP 2025) 1x/dia Efeito pleno em semanas Opção se estimulante contraindicado, ineficaz ou não tolerado; em geral prescrita pelo especialista; não comercializada no Brasil (importação)
  • Titulação: a AAP recomenda titular até o máximo benefício com efeitos adversos toleráveis; reavaliar com nova escala de pais e professores a cada ajuste.
  • Efeitos adversos comuns: perda de apetite, dor abdominal, cefaleia, insônia, irritabilidade no fim do efeito; aumento discreto de FC e PA; tiques podem surgir ou piorar. Oferecer o medicamento após o café da manhã e reforçar o lanche da tarde e o jantar.
  • Contraindicações (bula): cardiopatia sintomática, hipertensão moderada a grave, hipertireoidismo, glaucoma, feocromocitoma, uso de IMAO nos últimos 14 dias, abuso de substâncias; tiques motores/síndrome de Tourette e ansiedade ou agitação acentuadas (bula do metilfenidato — avaliar com o especialista).
  • Avaliação cardiovascular antes do estimulante: história de sintomas cardíacos (síncope, dor torácica ou palpitações ao esforço), história familiar de morte súbita, síndrome de Wolff-Parkinson-White, cardiomiopatia hipertrófica e QT longo (AAP); PA e FC basais com manguito adequado (NICE). ECG não é rotina: pedir, com ou sem cardiologista, se houver cardiopatia congênita, morte súbita cardíaca na família antes de 40 anos, sintomas ao esforço, sopro patológico ou PA elevada (NICE, AAP).
  • Monitorização (NICE): estatura a cada 6 meses; peso a cada 3 meses até 10 anos e a cada 6 meses depois; FC e PA antes de cada ajuste de dose e a cada 6 meses. A AEP revê 1–2 meses após o início e depois a cada 6 meses.
  • SUS: o metilfenidato e a lisdexanfetamina não foram incorporados (Conitec; PCDT, Portaria Conjunta nº 14/2022); o PCDT prevê intervenções não farmacológicas (terapia cognitivo-comportamental, psicoeducação, apoio escolar) na rede, incluindo os CAPS. Alguns estados têm protocolos próprios de dispensação (por exemplo, o Espírito Santo).
  • Não usar: dietas restritivas sem indicação, suplementos "para foco", neurofeedback ou anti-histamínicos sedativos para "acalmar"; não iniciar estimulante sem avaliar sono, audição, visão e contexto.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

  • Ideação suicida com plano, tentativa ou autolesão grave (ver Ansiedade e depressão na infância e adolescência).
  • Sintomas psicóticos, maníacos ou agitação com risco a si ou a terceiros.
  • Ingestão excessiva de estimulante: agitação, taquicardia, hipertensão, hipertermia, tremores, convulsão, alucinações.
  • Dor torácica, síncope ou palpitações com mal-estar em uso de estimulante; PA muito elevada.

Como encaminhar

  1. Suspender o estimulante e levar a embalagem (hora e quantidade ingerida, se intoxicação).
  2. Na agitação ou risco de suicídio: não deixar o paciente sozinho; retirar meios de lesão; acionar o SAMU (192) se houver risco imediato.
  3. Na intoxicação com convulsão ou rebaixamento: posição lateral de segurança, oxigênio, SAMU (192); o Centro de Informação e Assistência Toxicológica da região pode orientar.
  4. Contatar o serviço de destino e enviar relatório com diagnóstico, medicamentos, doses e últimas medidas de PA e FC.

Encaminhamento ambulatorial (neuropediatria, psiquiatria da infância e adolescência, psicologia): dúvida diagnóstica; pré-escolar com indicação de medicação; comorbidade complexa (TEA, deficiência intelectual, epilepsia, transtorno bipolar, transtorno de conduta, uso de substâncias); falha de dois fármacos ou efeitos adversos que impedem o tratamento; necessidade de avaliação neuropsicológica ou psicopedagógica. A AEP mantém os casos leves na atenção primária e encaminha os moderados a graves ou com comorbidade.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "TDAH não é falta de educação nem preguiça. É uma condição do desenvolvimento, e há tratamento eficaz."
  • "Rotina, sono adequado e combinados claros ajudam tanto quanto o remédio. Elogie o que deu certo."
  • "O remédio não é calmante nem causa dependência quando usado como prescrito. Dê pela manhã, depois do café, e não mude a dose por conta própria."
  • "Guarde o medicamento fora do alcance de irmãos e colegas; não compartilhe."
  • Retorno em 2–4 semanas a cada ajuste de dose, com nova escala da escola; depois, a cada 3–6 meses.
  • Voltar antes se: perda de peso, insônia persistente, tristeza ou irritabilidade intensas, tiques novos.
  • Ir ao pronto-socorro se: dor no peito, desmaio, coração disparado com mal-estar; falar em se matar; tomar muitos comprimidos de uma vez.

7.Comparação com as referências

Item SBP / MS AAP NICE Oxford / Cambridge AEP
Diagnóstico DSM-5-TR; SNAP-IV; relato escolar (SBP 2025; PCDT 2022) DSM-5; informações de pais, professores e outros; 4–18 anos Clínico por especialista treinado Segue o NICE DSM-5; escalas (SNAP-IV, Conners, EDAH)
Pré-escolar Intervenção não farmacológica (PCDT) Terapia comportamental 1ª linha aos 4–5 anos; metilfenidato se falhar Treinamento de pais; medicação só com segunda opinião especializada Segue o NICE Psicoeducação e terapia comportamental < 6 anos
≥ 6 anos SBP: metilfenidato, lisdexanfetamina, atomoxetina; SUS sem estimulante Medicação aprovada + comportamental/escolar Metilfenidato 1ª linha (≥ 5 anos); lisdexanfetamina 2ª Segue o NICE Farmacoterapia a partir de 6 anos
Triagem cardiovascular Não detalhada no DC SBP 2025 História pessoal e familiar; ECG se fatores de risco História, PA, FC; ECG só se fatores de risco Segue o NICE Não especificada
Quem prescreve Pediatra, neurologista ou psiquiatra (protocolo ES) Pediatra da atenção primária Especialista inicia; manutenção compartilhada Segue o NICE Pediatra (leves); especialista (moderados a graves)
Monitorização PA e FC a cada consulta (protocolo ES) Titular até benefício máximo Estatura 6/6 meses; peso 3/3 meses (≤ 10 anos); PA e FC Segue o NICE 1–2 meses, depois 6/6 meses

Leitura: há convergência sobre o diagnóstico clínico pelos critérios do DSM-5, com informantes de mais de um ambiente, sobre a terapia comportamental como primeira linha no pré-escolar e sobre o metilfenidato como estimulante de primeira escolha a partir da idade escolar, associado a medidas comportamentais e escolares. As divergências estão em quem inicia a medicação (o pediatra da atenção primária na AAP; o especialista no NICE, com cuidado compartilhado depois), na idade mínima para medicar (5 anos no NICE, 6 anos nas bulas brasileiras e na AEP, 4–5 anos em casos selecionados na AAP) e no acesso: o SUS não fornece estimulantes, e o PCDT baseia o cuidado em intervenções não farmacológicas. Todas dispensam o ECG de rotina.

Pontos práticos
  1. Sem sintomas em dois ambientes e prejuízo funcional documentados não há diagnóstico de TDAH; peça o SNAP-IV a pais e professores.
  2. Antes de rotular, avalie sono (ronco, pernas inquietas, telas), audição, visão, aprendizagem, humor e contexto familiar.
  3. Aos 4–5 anos, comece pelo treinamento comportamental dos pais; medicação no pré-escolar é decisão especializada.
  4. A partir de 6 anos, metilfenidato em dose baixa (5 mg 1–2x/dia), titulado semanalmente até o máximo de 60 mg/dia, sempre com medidas comportamentais e escolares.
  5. História cardiovascular pessoal e familiar, PA e FC antes do estimulante; ECG só se houver fator de risco.
  6. Monitore peso, estatura, PA e FC; reavalie a necessidade do tratamento periodicamente.

Veja também, nesta Biblioteca: Consulta de puericultura — 8 anos; Distúrbios de movimento relacionados ao sono (SBP 2026); Uso de cafeína por crianças e adolescentes (SBP 2026); Tela, Educação e Responsabilidade.

8.Fontes

  • Sociedade Brasileira de Pediatria, DC de Medicina do Adolescente e GT Saúde Mental. Documento Científico nº 203 — TDAH na adolescência, 2025. PDF
  • Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do TDAH (Portaria Conjunta nº 14), 2022. gov.br
  • Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo. Protocolo estadual de metilfenidato para TDAH (Portaria 099-R), 2025. PDF
  • Escala SNAP-IV (versão brasileira). PDF
  • Bula de Ritalina® (metilfenidato). Panvel; bula de Venvanse® (lisdexanfetamina). Consulta Remédios
  • American Academy of Pediatrics. Clinical Practice Guideline for the Diagnosis, Evaluation, and Treatment of ADHD in Children and Adolescents (Wolraich et al.), 2019. PMC
  • NICE. NG87 — Attention deficit hyperactivity disorder: diagnosis and management, 2018, atualizada em 2019. NCBI Bookshelf
  • EMA. Informação do medicamento — metilfenidato de liberação modificada (Tuzulby). PDF
  • AEP. Protocolos de Neurología Pediátrica — Trastorno por déficit de atención e hiperactividad (Escofet Soteras et al.), 2022. PDF