Patologias do consultório · Ortopedia

Variações normais dos membros inferiores

Geno varo e valgo, pés para dentro, pé plano flexível e marcha na ponta dos pés — o que é normal para a idade e quais são os sinais de alerta

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), tratamento em casa e critérios para encaminhar ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais. 📄 Baixar em PDF

Em resumo

Pernas "tortas", pés "para dentro" e pé "chato" estão entre as queixas mais comuns da puericultura e, na grande maioria, são variações fisiológicas do desenvolvimento. O geno varo é normal até cerca de 2 anos (com pico por volta de 18 meses); o geno valgo aparece depois, com máximo por volta de 3–4 anos, e se corrige até 7–8 anos. A marcha com os pés para dentro decorre de metatarso aduto (lactente), torção tibial interna (1–4 anos) ou anteversão femoral (escolar), com resolução espontânea na maioria. O pé plano flexível — o arco reaparece na ponta dos pés — é normal até a idade escolar. A marcha na ponta dos pés idiopática é frequente no início da marcha. Botas, sapatos ortopédicos e palmilhas não corrigem essas variações (AAFP, POSNA, Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica). Tudo isso é conduzido em casa, com orientação e reavaliação nas consultas de rotina (🟢). Encaminhar (🟡) quando houver assimetria, dor, rigidez, progressão, persistência além da idade esperada, baixa estatura ou suspeita de raquitismo, e alterações neurológicas; com prioridade no varo progressivo em criança obesa ou que andou cedo (suspeita de doença de Blount) e no metatarso aduto rígido. Não há 🔴 próprio deste tema: dor aguda, febre ou recusa de andar seguem o documento sobre a criança que manca.

1.O que é e como se apresenta

Alinhamento angular do joelho (plano frontal)

  • Evolução normal (AAFP 2017; Pediatría Integral 2024): recém-nascido com geno varo de 10–15°, que atinge o máximo por volta de 18 meses e se neutraliza por volta de 2 anos; segue-se geno valgo, máximo por volta de 3–4 anos, que se reduz até 7–8 anos para o valgo leve do adulto (5–7°).
  • Geno varo fisiológico: bilateral, simétrico, em criança de estatura normal, que melhora nas reavaliações. A POSNA considera que a maioria se corrige antes dos 3 anos e recomenda avaliar o varo que persiste após 2 anos e meio.
  • Geno valgo fisiológico: bilateral e simétrico, entre 3 e 7 anos; a POSNA observa que pode levar até o ensino fundamental para corrigir.
  • Medidas úteis (Pediatría Integral 2024): no varo, distância intercondilar (maléolos mediais encostados) — preocupar se ≥ 6 cm; no valgo, distância intermaleolar (côndilos femorais encostados) — preocupar se > 8 cm acima de 8 anos. Registrar em centímetros ou fotografar a cada consulta.

Alterações rotacionais (marcha com os pés para dentro) (AAFP 2017)

Causa Idade típica Como reconhecer Evolução
Metatarso aduto Desde o nascimento, lactente Antepé desviado para dentro, borda lateral do pé em "feijão"; flexível quando corrige passivamente Resolve na maioria até 1 ano (AAFP 2017): 80% no 1º ano no artigo de alterações torsionais e 85–90% no de alterações do pé (Pediatría Integral, SEPEAP, 2024)
Torção tibial interna 1–4 anos (início da marcha) Ângulo coxa-pé em rotação interna (criança em decúbito ventral, joelho a 90°); patelas para frente, pés para dentro Resolve em geral até 5 anos
Anteversão femoral aumentada 3–8 anos (pico 4–7) Patelas "que se olham" na marcha, senta em "W", rotação interna do quadril maior que a externa Resolve em mais de 80% até 8 anos (AAFP)
  • Marcha com os pés para fora (menos comum): retroversão femoral do lactente que começa a andar (melhora no primeiro ano de marcha) e torção tibial externa, que pode piorar com o crescimento (AAFP).

Pé plano flexível

  • O arco longitudinal medial se forma ao longo da infância: a maioria nasce com pé plano e o arco surge até cerca de 10 anos; 80–90% "superam" o pé plano (POSNA). A Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica (SBOP) descreve a formação do arco a partir dos 2 anos, podendo continuar até os 6 anos ou mais.
  • Flexível quando o arco reaparece ao ficar na ponta dos pés ou ao estender o hálux (teste de Jack), com o calcanhar passando de valgo a varo na ponta dos pés; é assintomático e não limita atividades.
  • Rígido quando o arco não se forma na ponta dos pés e a mobilidade subtalar é limitada: sugere coalizão tarsal (adolescente com entorses de repetição e dor), tálus vertical congênito ou doença neuromuscular.

Marcha na ponta dos pés

  • Idiopática (habitual): bilateral, surge com o início da marcha, a criança consegue apoiar o calcanhar quando solicitada, exame neurológico normal; cerca de 80% param até os 10 anos sem tratamento (POSNA).
  • Investigar se unilateral, persistente após 3 anos (a POSNA sugere atenção especial após cerca de 5 anos), com encurtamento do tendão calcâneo (não chega a 90° de dorsiflexão), alteração de tônus, força ou reflexos, atraso motor, perda de marcos, quedas frequentes, sinal de Gowers, ou com sinais de transtorno do espectro autista.

Displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ): o exame do quadril (Ortolani e Barlow no recém-nascido; limitação da abdução, assimetria de pregas e sinal de Galeazzi no lactente) deve ser repetido em todas as consultas até a criança andar. DDQ não diagnosticada pode aparecer como marcha de Trendelenburg ou claudicação indolor. Veja o documento de Neonatologia sobre DDQ.

2.Classificação de gravidade

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Variação bilateral e simétrica compatível com a idade; estatura normal; sem dor; sem rigidez; exame neurológico e do quadril normais; melhora ou estabilidade nas reavaliações; pé plano que corrige na ponta dos pés; marcha na ponta dos pés com calcanhar que apoia quando solicitado Tranquilizar a família; não prescrever bota, sapato ortopédico ou palmilha; medir e registrar a cada consulta de puericultura; manter a profilaxia de vitamina D
🟡 Moderada Assimetria ou acometimento unilateral; geno varo após 2–3 anos ou progressivo; intercondilar ≥ 6 cm ou intermaleolar > 8 cm após 8 anos; baixa estatura ou queda de canal; sinais de raquitismo (alargamento de punhos, rosário costal, atraso de dentição ou da marcha); obesidade com varo progressivo (doença de Blount); pé plano rígido ou doloroso, calosidades, entorses de repetição; metatarso aduto rígido ou persistente após 6 meses (AAP; SBP e MS não fixam idade; a AAFP 2017 e a Pediatría Integral 2024 esperam a resolução até 1 ano); rotação que persiste além de 8 anos ou causa quedas frequentes; marcha na ponta dos pés unilateral, persistente ou com tendão encurtado; limitação da abdução do quadril Exames dirigidos (ver Diagnóstico); encaminhar ao ortopedista pediátrico — com prioridade no varo progressivo da criança obesa ou que andou cedo (suspeita de doença de Blount) e no metatarso aduto rígido; ao neuropediatra se houver sinais neurológicos; ao endocrinologista se raquitismo ou baixa estatura desproporcionada
🔴 Grave Não é próprio deste tema. Dor aguda, febre, recusa de apoio ou edema articular indicam outra doença Conduzir conforme "A criança que manca (claudicação aguda)" e "Dor em membros (dor de crescimento e sinais de alerta)", nesta Biblioteca

Fatores que elevam a preocupação

  • Baixa estatura ou desproporção corporal (displasias esqueléticas).
  • Risco de raquitismo: prematuridade com doença metabólica óssea, pouca exposição solar, falta de suplementação de vitamina D, dieta pobre em cálcio, hepatopatia, nefropatia, anticonvulsivantes; história familiar de raquitismo hipofosfatêmico.
  • Obesidade e marcha precoce (doença de Blount).
  • Prematuridade e atraso motor (paralisia cerebral, distrofias).

3.Diagnóstico no consultório

É clínico. Com a criança despida até a fralda ou roupa íntima:

  • Observar a marcha de frente e de costas: posição das patelas e dos pés (ângulo de progressão), apoio do calcanhar.
  • Estatura no gráfico da OMS e proporções corporais; comparar com medidas anteriores.
  • Alinhamento em pé: medir as distâncias intercondilar ou intermaleolar.
  • Perfil rotacional (em decúbito ventral, joelhos a 90°): rotação interna e externa do quadril e ângulo coxa-pé.
  • Pés e quadris: borda lateral do pé, arco na ponta dos pés, dorsiflexão do tornozelo; abdução do quadril e sinal de Galeazzi.
  • Exame neurológico: tônus, força, reflexos, sinal de Gowers, marcos do desenvolvimento.
  • Sinais de raquitismo: punhos alargados, rosário costal, craniotabes, atraso dentário.

Quando pedir exames

  • Suspeita de raquitismo: cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, 25-hidroxivitamina D, PTH, creatinina; radiografia de punho ou joelhos (alargamento e escavação da metáfise). Fósforo baixo com vitamina D normal sugere raquitismo hipofosfatêmico (encaminhar ao endocrinologista).
  • Geno varo assimétrico, persistente após 2–3 anos ou em criança obesa: radiografia panorâmica dos membros inferiores em pé (doença de Blount, displasias).
  • Pé plano rígido ou doloroso: radiografia dos pés com carga; tomografia ou ressonância ficam com o ortopedista (coalizão tarsal).
  • Marcha na ponta dos pés com sinais neurológicos: CPK no menino com fraqueza proximal ou sinal de Gowers (Duchenne); avaliação neurológica.
  • Variações fisiológicas: nenhum exame; radiografia "para ver os ossos" não está indicada.

Diagnóstico diferencial que não pode passar

  • Raquitismo nutricional ou hipofosfatêmico.
  • Doença de Blount (tíbia vara) e displasias esqueléticas.
  • Pé torto congênito (rígido, não redutível — tratamento de Ponseti precoce) e tálus vertical congênito.
  • Paralisia cerebral leve, distrofia muscular, neuropatias hereditárias.
  • DDQ não diagnosticada.
  • Sequela de fratura ou infecção da placa de crescimento.

4.Tratamento em casa

A base é orientação e reavaliação. Não há medicamento para as variações fisiológicas; o único item de rotina é a profilaxia de vitamina D recomendada a todas as crianças.

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação
Vitamina D (colecalciferol) — profilaxia 400 UI/dia no 1º ano; 600 UI/dia de 1 a 18 anos 1x/dia Conforme a faixa etária (SBP 2024) Não trata raquitismo estabelecido: o tratamento é conduzido após confirmação laboratorial, com cálcio, conforme o especialista
Paracetamol 10–15 mg/kg/dose 4–6 h (máx. 5 doses/dia) Apenas se houver dor SBP, Manejo da febre aguda, 2021; máx. 75 mg/kg/dia, nunca > 4 g/dia; dor não é esperada nas variações fisiológicas — investigar
Ibuprofeno 5–10 mg/kg/dose 6–8 h Apenas se houver dor SBP 2021; a partir de 6 meses; evitar em desidratação, suspeita de dengue e varicela

Paracetamol. Atenção ao efeito cumulativo: o uso repetido por 48–72 h, especialmente em doses no limite máximo, em criança desidratada, desnutrida, com jejum prolongado ou somando mais de um produto com paracetamol, aumenta o risco de hepatotoxicidade — não ultrapassar a dose diária, não usar por mais de 48–72 h sem reavaliação médica e conferir outros medicamentos que contenham paracetamol.

  • Não prescrever botas, sapatos ortopédicos, palmilhas, cunhas, barras de rotação ou órteses noturnas para geno varo e valgo fisiológicos, alterações rotacionais e pé plano flexível assintomático: não alteram a evolução (AAFP, POSNA, Pediatría Integral) e botas rígidas podem causar atrofia muscular e sofrimento psicológico (SBOP).
  • Calçado: confortável, flexível, do tamanho certo; andar descalço em superfícies seguras é permitido e estimulado. Na dor do arco, palmilha macia de apoio é preferível às rígidas, que podem aumentar a dor (POSNA).
  • Metatarso aduto flexível: alongamentos e manipulações ensinados aos pais (documento de Neonatologia desta Biblioteca); o rígido vai ao ortopedista (gessos seriados ou calçado corretivo antes da marcha).
  • Marcha na ponta dos pés idiopática: alongamento do tríceps sural; se persistir com encurtamento, o ortopedista pode indicar órteses, gessos seriados ou cirurgia (POSNA).
  • Obesidade: controle do peso ajuda na prevenção da doença de Blount e da dor no pé plano.
  • Raquitismo: investigar e tratar com o especialista; na prevenção, manter vitamina D e alimentação com cálcio adequada.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

Variações fisiológicas não exigem pronto-socorro. Procurar o serviço de urgência apenas se surgir:

  • Dor aguda, febre (axilar ≥ 37,5 °C), edema ou calor articular, recusa de apoio ou claudicação súbita (ver "A criança que manca (claudicação aguda)").
  • Deformidade aguda após trauma.
  • Raquitismo grave com hipocalcemia sintomática (tremores, espasmos, convulsão, estridor) — pronto-socorro.

Como encaminhar

  • Urgência: analgesia, tala provisória se trauma, contato com o serviço; na convulsão por hipocalcemia, posição lateral de segurança e SAMU (192).
  • Eletivo ou com prioridade (🟡): relatório ao ortopedista pediátrico com idade, curva de estatura, medidas intercondilar ou intermaleolar seriadas, perfil rotacional, fotografias e exames já realizados.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "Pernas arqueadas até os 2 anos e em 'X' entre 3 e 7 anos fazem parte do crescimento e se corrigem sozinhas."
  • "Pé chato que forma a curvinha quando a criança fica na ponta dos pés é normal. Botas e palmilhas não fazem o arco aparecer."
  • "Andar com os pés para dentro costuma melhorar até os 8 anos, sem tratamento."
  • "Traga a criança antes da consulta de rotina se: uma perna ficar diferente da outra, a curvatura aumentar, aparecer dor, mancar, cair com frequência, não conseguir apoiar o calcanhar, ou se ela parar de crescer."
  • Reavaliação: nas consultas de puericultura do calendário da SBP, com medidas registradas.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Versão consultada Sem documento específico; SBOP, Pé chato, 2016 (apoio) Sem posição específica localizada HealthyChildren: Bowlegs (12/2025); Pigeon toes (01/2022) Sem diretriz específica Sem protocolo próprio; Pediatría Integral (SEPEAP), 2024 (apoio) Sem posição específica localizada Boston Children's: Knock knees and bowlegs Segue o NICE
Geno varo e valgo — — Varo até cerca de 2 anos, valgo até cerca de 6; retas até 9–10 — Intercondilar ≥ 6 cm; intermaleolar > 8 cm após 8 anos — Varo até 24 meses; valgo até 4–5 anos; 99% corrigem até 7 Segue o NICE
Pés para dentro — — Maioria corrige sozinha; metatarso rígido ou após 6 meses: ortopedista — Anteversão: 90% resolvem até 9 anos; órtese sem evidência — — Segue o NICE
Pé plano flexível SBOP: arco dos 2 aos 6 anos ou mais; sem botas e palmilhas — — — Palmilhas não indicadas no assintomático — — Segue o NICE
Órteses e calçados SBOP: não usar — Não usar; gesso precoce só no metatarso aduto grave — Sem evidência — Sem órtese, sapato especial ou exercícios Segue o NICE
Encaminhar SBOP: dor, deformidade progressiva, rigidez — Curva extrema, unilateral, varo que piora após 2 anos, valgo após 7, baixa estatura — Assimetria, progressão, baixa estatura, dor, rigidez — Valgo antes de 2 ou após 7 anos, assimetria, dor, baixa estatura Segue o NICE

Leitura: as referências convergem: a maioria das alterações de alinhamento e de rotação e o pé plano flexível são fisiológicos, de diagnóstico clínico, e calçados ortopédicos e palmilhas não alteram a evolução. Os sinais de encaminhamento são os mesmos (assimetria, dor, rigidez, progressão, persistência além da idade, baixa estatura, sinais neurológicos). As diferenças estão nos limites (centímetros na Pediatría Integral, da SEPEAP; ± 2 desvios-padrão na AAFP) e no prazo de observação do varo (2 anos na AAP e na AAFP; 2,5 anos na POSNA) e do metatarso aduto (a AAP encaminha o que persiste após 6 meses, prazo seguido pelo site, pois SBP e MS não fixam idade; AAFP e Pediatría Integral esperam a resolução até 1 ano). A AAP se manifesta pelo HealthyChildren; os dados clínicos norte-americanos vêm da AAFP (American Academy of Family Physicians, que não é a AAP) e da POSNA, citadas como apoio. Posição do site: SBP e Ministério da Saúde não têm documento específico; o site segue a AAP, com os limiares da Pediatría Integral e a orientação da SBOP contra botas e palmilhas, e encaminha com prioridade a suspeita de doença de Blount e o metatarso aduto rígido, como em "Alinhamento dos membros inferiores" (Ortopedia).

Pontos práticos
  1. Meça e registre: distância intercondilar ou intermaleolar e estatura em toda consulta; a tendência vale mais que a medida isolada.
  2. Simetria e estatura normal falam a favor do fisiológico; assimetria, dor ou baixa estatura, contra.
  3. Varo após 2–3 anos, em criança obesa ou com queda de canal: pense em Blount e em raquitismo.
  4. Não prescreva bota, palmilha ou sapato ortopédico para variação fisiológica.
  5. Pé plano que não forma arco na ponta dos pés ou que dói é rígido: radiografia e ortopedista.
  6. Marcha na ponta dos pés unilateral, persistente ou com sinais neurológicos pede exame neurológico completo (e CPK no menino com Gowers).

Veja também, nesta Biblioteca: Displasia do Desenvolvimento do Quadril (DDQ) e Deformidades Posicionais e Estruturais do RN (Neonatologia); A criança que manca (claudicação aguda) e Dor em membros (dor de crescimento e sinais de alerta) (Patologias do consultório); Cálcio, vitamina D e raquitismo (Endocrinologia).

8.Fontes

  • Rerucha CM, Dickison C, Baird DC. Lower extremity abnormalities in children. American Family Physician (AAFP — American Academy of Family Physicians), 2017. aafp.org
  • American Academy of Pediatrics (HealthyChildren.org). Bowlegs and Knock-Knees, atualizado em 12/2025. healthychildren.org
  • American Academy of Pediatrics (HealthyChildren.org). Pigeon Toes (Intoeing), atualizado em 01/2022. healthychildren.org
  • Pediatric Orthopaedic Society of North America (OrthoKids). Bowed legs and knock knees. orthokids.org
  • Pediatric Orthopaedic Society of North America (OrthoKids). Flexible flat feet. orthokids.org
  • Pediatric Orthopaedic Society of North America (OrthoKids). Toe walking. orthokids.org
  • Boston Children's Hospital (Harvard). Knock knees and bowlegs. childrenshospital.org
  • Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica. Orientação — Pé chato, 2016. sbop.org.br
  • Manzarbeitia Arroba P, Garlito Díaz H, Galán Olleros M, Cabello Blanco J. Alteraciones angulares y torsionales de los miembros inferiores. Pediatría Integral, 2024. pediatriaintegral.es
  • Garlito Díaz H, Galán Olleros M, Manzarbeitia Arroba P, Cabello Blanco J. Pie plano y otras alteraciones del pie. Pediatría Integral (SEPEAP), 2024. pediatriaintegral.es
  • Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamentos de Pediatria Ambulatorial e Infectologia. Manejo da febre aguda, 2021 — paracetamol 10–15 mg/kg/dose (máx. 75 mg/kg/dia); ibuprofeno 5–10 mg/kg/dose. PDF