Pneumologia pediátrica · Vias aéreas, sono e função pulmonar

Ronco e apneia obstrutiva do sono na criança

Triagem do ronco, sintomas, complicações, polissonografia e alternativas, adenotonsilectomia e risco pós-operatório, tratamento clínico da forma leve, obesidade e CPAP, segundo SBP e AAP 2012

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

Cerca de 10% das crianças roncam, mas só uma parte tem apneia obstrutiva do sono (AOS) — cerca de 1 em cada 30 crianças (SBP), com pico dos 2 aos 8 anos, pela hipertrofia adenotonsilar. A SBP adota a AAP (2012): perguntar sobre ronco em toda consulta de puericultura; ronco habitual (≥ 3 noites por semana) com pausas, esforço, sono agitado, enurese, desatenção, hiperatividade ou baixo ganho de peso pede polissonografia ou encaminhamento ao otorrinolaringologista ou ao especialista em sono. Sem polissonografia, vídeo caseiro, oximetria noturna e questionários ajudam, mas não excluem a doença. IAH 1–5/h é leve, 5–10/h moderada e > 10/h grave. Adenotonsilectomia é a primeira linha na hipertrofia; na forma leve, corticoide intranasal (alternativa, montelucaste); na obesidade, perda de peso; CPAP para a AOS residual. Quase tudo é ambulatorial (🟢/🟡). Vão ao pronto-socorro o desconforto respiratório também acordado, SpO2 < 92% em vigília, sinais de cor pulmonale, obstrução aguda por amigdalite ou abscesso e o sangramento após tonsilectomia (🔴).

1.O que é e como se apresenta

É um espectro: do ronco primário (sem apneias, dessaturação ou despertares) à AOS, com obstrução parcial prolongada ou completa intermitente da via aérea superior, que fragmenta o sono e causa hipoxemia e hipercapnia intermitentes. Na criança, a hiperatividade é mais comum que a sonolência.

Causas e fatores associados: hipertrofia adenotonsilar (a principal; adenoides no auge aos 4–5 anos); rinite alérgica e asma; obesidade (a cirurgia resolve menos); síndrome de Down, Prader-Willi, mucopolissacaridoses; anomalias craniofaciais (Pierre Robin, Crouzon, Apert, fenda palatina, retrognatia); doenças neuromusculares e paralisia cerebral; prematuridade, doença falciforme, história familiar, tabagismo passivo.

Sintomas noturnos: ronco alto e frequente, pausas observadas, engasgos, esforço respiratório, respiração oral, sono agitado, pescoço hiperestendido, sudorese, enurese secundária, terror noturno e sonambulismo.

Sintomas diurnos: respiração oral, fácies adenoideana, voz anasalada, cefaleia matinal, desatenção, hiperatividade e irritabilidade (quadro TDAH-símile), queda do rendimento escolar, sonolência (adolescente e obeso).

Complicações:

  • Comportamento: desatenção, hiperatividade, labilidade — toda suspeita de TDAH exige perguntar sobre ronco.
  • Crescimento: baixo ganho de peso e estatura, reversível com o tratamento.
  • Cardiovasculares: hipertensão arterial e, nos casos graves e prolongados, hipertensão pulmonar e cor pulmonale.
  • Metabólicas (resistência à insulina, esteatose no obeso) e craniofaciais (palato ogival, má oclusão).

2.Classificação de gravidade

Polissonografia pediátrica (índice de apneia-hipopneia obstrutiva, IAH, eventos por hora de sono):

IAH Interpretação
< 1/h Normal (ronco primário, se houver ronco)
1–5/h AOS leve
5–10/h AOS moderada
> 10/h AOS grave

A partir dos 13 anos podem ser usados os critérios do adulto (IAH ≥ 5/h). Nadir de SpO2 < 80% e hipercapnia também marcam gravidade.

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Ronco ocasional (resfriados) ou habitual sem pausas, esforço ou repercussão; ronco primário ou IAH 1–5/h sem comorbidade Tratar a rinite, peso saudável, higiene do sono; retorno em 6–12 semanas se em tratamento clínico
🟡 Moderada Ronco habitual (≥ 3 noites/semana) com pausas, esforço respiratório, sono agitado, enurese secundária, desatenção, hiperatividade ou baixo ganho ponderal; amígdalas grau III–IV; IAH ≥ 5/h; grupo de risco Polissonografia ou otorrinolaringologista/especialista em sono (AAP 2012); prioritário se < 3 anos, IAH ≥ 10/h, oximetria alterada, grupo de risco, déficit de crescimento ou PA elevada. Prazos sugeridos pelo site (sem prazo nas diretrizes): eletivo em até 1–3 meses; prioritário em 2–4 semanas
🔴 Grave Desconforto respiratório também acordado, estridor, SpO2 < 92% em vigília; sinais de cor pulmonale (edema, hepatomegalia, B2 hiperfonética, cianose); sonolência com hipercapnia; lactente com pausas longas e cianose; amigdalite ou abscesso com obstrução aguda; sangramento após tonsilectomia Pronto-socorro/hospital (ver "Quando encaminhar")

Fatores de risco que elevam a gravidade

  • Idade < 3 anos; obesidade; síndrome de Down; anomalias craniofaciais; doenças neuromusculares e paralisia cerebral; mucopolissacaridoses; doença falciforme.
  • IAH > 10/h, nadir de SpO2 < 80%, hipercapnia; hipertensão pulmonar; déficit de crescimento; infecção respiratória atual (risco perioperatório).

3.Diagnóstico no consultório

Triagem (AAP 2012, adotada pela SBP): em toda consulta de rotina, perguntar "a criança ronca?". Se sim, ou se houver sinais de AOS:

  • História: frequência do ronco, pausas, esforço, sono agitado, enurese, comportamento, escola, rinite, ganho de peso. Peça um vídeo de 1–2 minutos da criança dormindo, na pior fase da noite.
  • Exame: amígdalas (grau I ≤ 25%, II 25–50%, III 50–75%, IV > 75% da orofaringe), respiração oral, rinite, palato, retrognatia; peso, estatura e IMC em escore-z; pressão arterial; B2 e fígado. O tamanho das amígdalas não prevê a gravidade.

Polissonografia de noite inteira — padrão-ouro (AAP 2012; AEP; ERS 2016). Indicações mais fortes antes da cirurgia (AAO-HNS 2019): < 2 anos, obesidade, Down, anomalia craniofacial, doença neuromuscular, doença falciforme, mucopolissacaridose, dúvida na indicação ou exame que não combina com a queixa. Na síndrome de Down, a AAP (2022) pede polissonografia para todas as crianças entre 3 e 4 anos, porque o relato dos pais correlaciona-se mal com o exame.

Quando não há polissonografia (oferta abaixo da demanda em boa parte do Brasil):

  • Vídeo ou áudio noturno gravado pela família.
  • Oximetria noturna (escore de McGill, Nixon 2004): positiva (agrupamentos de dessaturações abaixo de 90%, 85% e 80%, categorias 2–4) tem valor preditivo positivo alto e prioriza a cirurgia; normal não exclui AOS.
  • Poligrafia respiratória domiciliar validada (AEP).
  • PSQ de Chervin (2–18 anos; escore > 0,33 sugere AOS — AEP): triagem, não diagnóstico.
  • Na prática, a criança saudável com hipertrofia e quadro típico costuma ser operada com diagnóstico clínico do pediatra e do otorrino (nasofibroscopia ou radiografia de cavum).

Outros exames: ecocardiograma na AOS grave ou com sinais de hipertensão pulmonar; gasometria se suspeita de hipoventilação.

Diagnóstico diferencial que não pode passar: obstrução aguda (mononucleose, abscesso periamigdaliano ou retrofaríngeo); laringomalácia no lactente; hipoventilação da obesidade ou neuromuscular; apneia central (Chiari, prematuridade); TDAH primário, privação de sono por telas, pernas inquietas; epilepsia noturna.

4.Tratamento e seguimento

Pediatra: triagem, rinite, peso, higiene do sono, encaminhamento com a prioridade certa, seguimento. Especialista: cirurgia (otorrino), polissonografia e CPAP (medicina do sono, pneumologia pediátrica), ortodontia.

Adenotonsilectomia — primeira linha na AOS com hipertrofia adenotonsilar, sem contraindicação (AAP 2012; SBP; AEP; AAO-HNS 2019). Resolve 70–85% das crianças sem comorbidade; menos na obesidade, no Down e nos casos graves. No ensaio CHAT (2013), parte das crianças com AOS leve a moderada em espera vigilante normalizou em 7 meses — base para tratar clinicamente casos leves selecionados.

Risco pós-operatório — internar com monitorização: < 3 anos ou AOS grave (IAH ≥ 10/h, nadir de SpO2 < 80% ou ambos) (AAO-HNS 2019, KAS 12); a AAP (2012) acrescenta complicação cardíaca, déficit de crescimento, obesidade, anomalias craniofaciais, doenças neuromusculares e infecção respiratória atual; a AEP, paralisia cerebral e cor pulmonale. Síndrome de Down entra pela obstrução multinível (sugestão do site). A AOS pode persistir ou recidivar: reavaliar todos e repetir polissonografia nos de alto risco ou com sintomas.

Tratamento clínico — AOS leve (IAH < 5/h), residual após cirurgia ou na espera pela cirurgia:

Medicamento Dose Intervalo Duração Observação
Furoato de mometasona spray nasal (50 mcg/jato) 2–11 anos: 1 jato/narina; ≥ 12 anos: 2 jatos/narina 1 vez ao dia 6–12 semanas, depois reavaliar Dose e idade (≥ 2 anos): bula; indicação na AOS leve: AAP 2012
Furoato de fluticasona spray nasal (27,5 mcg/jato) 2–11 anos: 1 jato/narina; ≥ 12 anos: 2 jatos/narina 1 vez ao dia Idem Dose e idade (≥ 2 anos): bula; AAP 2012
Montelucaste 2–5 anos: 4 mg; 6–14 anos: 5 mg; ≥ 15 anos: 10 mg 1 vez ao dia, à noite 12–16 semanas, com reavaliação Doses: bula (Singulair). Alternativa ao corticoide nasal (AEP; ERS 2016); reduziu o IAH em 16 semanas (Kheirandish-Gozal 2016). Tarja da FDA (2020): agitação, pesadelos, depressão, ideação suicida

Menor efeito em obesos e maiores de 6 anos (AEP). Sem melhora em 6–12 semanas: encaminhar.

Outras medidas: perda de peso na obesidade (AAP 2012); lavagem nasal com soro, controle ambiental, casa sem tabaco; higiene do sono e telas desligadas 1–2 h antes de dormir. CPAP (ou BiPAP) para AOS persistente após a cirurgia, sem hipertrofia adenotonsilar ou com contraindicação cirúrgica (AAP 2012), com titulação e acompanhamento da adesão pelo especialista. Ortodontia (expansão maxilar) e terapia miofuncional em casos selecionados. Após a cirurgia, analgesia com paracetamol e ibuprofeno nas doses padrão do site (AAO-HNS 2019).

Não usar:

  • Codeína e tramadol após tonsilectomia ou adenoidectomia — depressão respiratória fatal em metabolizadores ultrarrápidos. Contraindicados abaixo de 18 anos nessa indicação (FDA 2013 e 2017; codeína também na bula brasileira aprovada pela Anvisa) e, para dor, abaixo de 12 anos; AAO-HNS 2019: nenhum produto com codeína após a cirurgia.
  • Anti-histamínicos de primeira geração e sedativos — pioram a obstrução e o sono.
  • Descongestionantes orais, vasoconstritor nasal contínuo; melatonina não trata a AOS.

Seguimento: ronco em toda consulta; PA, peso e estatura; retorno 6–8 semanas após a cirurgia; polissonografia de controle nos de alto risco.

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

Pronto-socorro (🔴):

  • Desconforto respiratório também acordado, estridor, tiragem, sialorreia por não conseguir engolir; SpO2 < 92% em vigília.
  • Cor pulmonale (edema, hepatomegalia, cianose, B2 hiperfonética) ou sonolência intensa (hipercapnia).
  • Lactente com pausas > 20 segundos, cianose ou hipotonia.
  • Obstrução aguda: amigdalite com hipertrofia grave, mononucleose, abscesso periamigdaliano ou retrofaríngeo (trismo, voz abafada, torcicolo).
  • Sangramento após tonsilectomia (nas primeiras 24 h ou, em geral, entre o 5º e o 10º dia) e desidratação por recusa de líquidos.

Internação eletiva após a adenotonsilectomia: os grupos de risco acima.

Como encaminhar: criança sentada ou na posição que escolher, sem examinar a orofaringe à força; oxigênio para manter SpO2 ≥ 94%; aspirar secreções com cuidado; não sedar. No sangramento: sentada, inclinada para a frente, cuspir o sangue, jejum, SAMU (192) se volumoso, avisar de preferência o serviço da cirurgia. Relatório com cirurgia, exames do sono, comorbidades e medicamentos.

Ambulatorial: otorrino (ronco com sinais de AOS); pneumologia pediátrica ou medicina do sono (grupos de risco, AOS residual, CPAP, hipoventilação); cardiologia (hipertensão pulmonar); programa de obesidade.

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • "Ronco frequente não é normal. Conte ao pediatra se seu filho ronca 3 ou mais noites por semana, para de respirar dormindo ou dorme agitado — e traga um vídeo de 1 a 2 minutos do sono."
  • "Desatenção, agitação, xixi na cama que voltou e pouco ganho de peso podem vir do sono ruim."
  • "O spray nasal é diário e leva dias para funcionar. Com o montelucaste, observe humor, pesadelos ou agitação e avise o pediatra."
  • "Depois da cirurgia, ofereça líquidos gelados com frequência e use só o analgésico receitado. Nunca dê remédios com codeína."
  • Pronto-socorro se houver: dificuldade para respirar também acordado, lábios roxos, sonolência difícil de despertar, inchaço; após a cirurgia, qualquer sangramento pela boca ou nariz, vômito com sangue, recusa total de líquidos ou pouco xixi.
  • Retorno: 6–12 semanas no tratamento clínico; 6–8 semanas após a cirurgia; antes, se piorar.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Triagem Perguntar sobre ronco frequente (adota AAP) Sem protocolo nacional específico localizado Perguntar sobre ronco em toda consulta (2012) NG202 só ≥ 16 anos; sem diretriz pediátrica Suspeita clínica; PSQ de Chervin > 0,33 Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Diagnóstico Polissonografia; clínico com otorrino na prática — Polissonografia ou especialista; vídeo/oximetria se indisponível — Polissonografia ou poligrafia validada — Polissonografia no centro de sono Cambridge: oximetria e poligrafia domiciliares
Gravidade Não fixa cortes em documento localizado — Não gradua o IAH na diretriz — Tratar se IAH ≥ 5; 1–5 conforme morbidade — — —
Tratamento Adenotonsilectomia; tratar rinite; CPAP — Adenotonsilectomia 1ª linha; corticoide nasal na leve; peso; CPAP — Adenotonsilectomia; corticoide nasal e/ou montelucaste 6–12 semanas na leve — Cirurgia, CPAP, corticoide nasal, peso, ortodontia Segue o NICE
Risco pós-operatório Grupos de risco da AAP — Internar alto risco (< 3 anos, grave, obesidade, craniofacial, neuromuscular); AAO-HNS: < 3 anos ou IAH ≥ 10 — < 3 anos, craniofacial, obesidade, PC, cor pulmonale, grave — — —

Leitura: as referências convergem na triagem do ronco, na polissonografia como padrão-ouro, na adenotonsilectomia como primeira linha na hipertrofia adenotonsilar, no CPAP para a AOS residual e na internação pós-operatória dos grupos de risco. Divergem no tratamento clínico da forma leve — a AAP (2012) admite só o corticoide intranasal, enquanto a AEP e a ERS (2016) aceitam corticoide nasal e/ou montelucaste por 6–12 semanas — e na gradação do IAH, que a AAP não fixa e a AEP usa como limiar de tratamento (≥ 5/h). O NICE não tem diretriz pediátrica (NG202 vale a partir de 16 anos), e no Reino Unido o critério local de cirurgia não aceita ronco isolado. O Ministério da Saúde não tem protocolo nacional específico localizado. O site adota a posição da SBP, que segue a AAP, com o montelucaste apenas como alternativa ao corticoide nasal na forma leve.

Pontos práticos
  1. Pergunte "seu filho ronca?" em toda consulta; ronco em 3 ou mais noites por semana com pausas, esforço, sono agitado, enurese ou desatenção pede investigação.
  2. Tamanho das amígdalas não mede gravidade; peça vídeo caseiro e, se possível, polissonografia (IAH 1–5 leve, 5–10 moderada, > 10 grave).
  3. Oximetria noturna positiva prioriza a cirurgia; negativa não exclui AOS.
  4. Adenotonsilectomia é a primeira linha; < 3 anos, IAH grave, Down, obesidade, craniofacial e neuromuscular operam com internação e monitorização.
  5. Forma leve ou residual: corticoide intranasal por 6–12 semanas (montelucaste como alternativa, com alerta neuropsiquiátrico); obesidade tratada sempre; CPAP se persistir.
  6. Sangramento após tonsilectomia, desconforto acordado, SpO2 < 92% ou sinais de cor pulmonale: pronto-socorro. Nunca codeína após a cirurgia.

Veja também, nesta Biblioteca: Distúrbios do sono na infância, Rinite alérgica, Obesidade e risco cardiometabólico, TDAH e Enurese noturna (Patologias do consultório); Distúrbios de movimento relacionados ao sono (Temas atualizados pela SBP 2026); Apneia da prematuridade e cafeína (Temas em Neonatologia).

8.Fontes

  • SBP, DC de Medicina do Sono. A apneia do sono na população pediátrica (Pediatria para Famílias), 2024. sbp.com.br
  • SBP, DC de Otorrinolaringologia. Apneia do sono (Pediatria para Famílias), 2023. sbp.com.br
  • SBP, Departamento de Alergia e Imunologia. Respirador oral (sem data). PDF
  • Fagondes SC, Moreira GA. Apneia obstrutiva do sono em crianças. J Bras Pneumol, 2010. scielo.br
  • AAP. Marcus CL et al. Diagnosis and Management of Childhood OSAS, 2012 (resumo). guidelinecentral.com
  • AAO-HNS. Mitchell RB et al. Tonsillectomy in Children (Update), 2019 (resumo AAFP). aafp.org
  • AAP. Bull MJ et al. Health Supervision for Children and Adolescents With Down Syndrome. Pediatrics, 2022.
  • NICE. OSAHS and obesity hypoventilation syndrome in over 16s (NG202), 2021. nice.org.uk
  • NHS Norfolk and Suffolk. Tonsillectomy for SDB and OSA in children < 16 years (critério local). nwknowledgenow.nhs.uk
  • Cambridge University Hospitals. Children's Sleep Service. cuh.nhs.uk
  • AEP/SENP. Villa Asensi JR et al. Guía de diagnóstico y tratamiento del SAHS en el niño. An Pediatr, 2006. analesdepediatria.org
  • Alonso Álvarez ML, Mínguez Verdejo R. Síndrome de apnea-hipoapnea del sueño en la infancia. Pediatr Integral, 2018. pediatriaintegral.es
  • Boston Children's Hospital (Harvard). Obstructive Sleep Apnea (OSA). childrenshospital.org
  • Recomendações da Emilia-Romagna (Itália) para AOS pediátrica, 2022. pmc.ncbi.nlm.nih.gov
  • ERS. Kaditis AG et al. Obstructive sleep disordered breathing in 2- to 18-year-old children. Eur Respir J, 2016.
  • Nixon GM et al. Planning adenotonsillectomy in children with OSA — the role of overnight oximetry. Pediatrics, 2004.
  • Kheirandish-Gozal L et al. Montelukast for Children with OSA (ensaio randomizado). Ann Am Thorac Soc, 2016.
  • Marcus CL et al. A randomized trial of adenotonsillectomy for childhood sleep apnea (CHAT). N Engl J Med, 2013.
  • Organon. Singulair (montelucaste de sódio) — bula para o profissional de saúde, 2023.
  • AAO-HNSF. Tonsillectomy in Children (Update) — fact sheet, KAS 12, 2019. entnet.org
  • FDA. Drug Safety Communication — restrição de codeína e tramadol em crianças, 20/04/2017.
  • Paracetamol + fosfato de codeína (Codex) — bula aprovada pela Anvisa, 2019. PDF