Pneumologia pediátrica · Vias aéreas, sono e função pulmonar

Espirometria e provas de função pulmonar na criança — como pedir e interpretar

Idade, indicações, preparo, leitura do laudo pelo LIN e escore z, resposta ao broncodilatador, pico de fluxo, FeNO, broncoprovocação e oscilometria

Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF

Em resumo

A espirometria é pedida a partir de 6 anos (SBP/ASBAI; PCDT 2026; AEP), e o NICE tenta aos 5; pré-escolares cooperativos podem fazê-la em centros especializados, com critérios adaptados (VEF0,75 ou VEF0,5). Peça "espirometria com prova broncodilatadora" para confirmar asma, investigar tosse crônica e acompanhar doenças pulmonares crônicas. Obstrução é VEF1/CVF abaixo do limite inferior da normalidade (LIN), ou seja, escore z < −1,645. Na criança, VEF1 e VEF1/CVF normais não excluem asma. A SBP segue o GINA, e o critério do site para asma é o do GINA 2025: aumento do VEF1 ≥ 12% do valor previsto após o broncodilatador (o PCDT 2026 mede ≥ 12% em relação ao basal). A ERS/ATS 2022 considera positiva a resposta > 10% do previsto (no critério antigo, ≥ 12% e ≥ 200 mL). Distúrbio leve fica com o pediatra (🟢). Moderado, sem resposta ao broncodilatador ou com padrão restritivo vai ao pneumologista pediátrico (🟡). Grave (z < −4 ou VEF1 ≤ 40%) pede avaliação especializada em poucos dias. Desconforto respiratório ou pico de fluxo ≤ 50% leva ao pronto-socorro (🔴).

1.O que é e como se apresenta

As provas de função pulmonar mostram se há limitação ao fluxo aéreo, se é reversível e qual a gravidade. No consultório: espirometria e pico de fluxo expiratório (PFE); nos centros: FeNO, broncoprovocação, oscilometria, pletismografia e DLCO.

Idade:

  • ≥ 5–6 anos: a maioria das crianças faz manobras aceitáveis. O PCDT 2026 pede o exame a partir dos 6 anos, possível em menores; a SBP (SBP/ASBAI 2018) e a AEP (2017) citam 6 anos como idade tradicional.
  • 3–5 anos: em centros especializados, com VEF0,75 e VEF0,5, ≥ 2 curvas aceitáveis e diferença < 100 mL ou 10%. O sucesso em estudos brasileiros variou de 46% a 85% (SBP/ASBAI). A oscilometria, feita em respiração corrente, é a alternativa nessa idade.

Indicações:

  • Asma: diagnóstico (idealmente antes do corticoide inalatório), gravidade e seguimento.
  • Tosse crônica (> 4 semanas), junto com a radiografia de tórax.
  • Doenças pulmonares crônicas: fibrose cística, displasia broncopulmonar, bronquiolite obliterante, discinesia ciliar, doença intersticial.
  • Outras: neuromusculares (pela CVF), escoliose, doença falciforme, dispneia ao exercício.

Contraindicações (SBPT 2024): infecção respiratória transmissível, pneumotórax há menos de 2 semanas, cirurgia torácica, abdominal ou ocular recente, hemoptise, crise.

Padrões:

  • Obstrutivo: VEF1/CVF < LIN. Na criança, o FEF25–75%/CVF reduzido ajuda quando a relação está no limite (SBPT). O FEF25–75% isolado não faz diagnóstico.
  • Sugestivo de restrição: CVF < LIN com relação normal ou alta. A restrição só se confirma com capacidade pulmonar total (CPT) reduzida na pletismografia. O aprisionamento aéreo pode simular restrição; nesse caso, a CVF melhora com o broncodilatador.

2.Classificação de gravidade

A gravidade aqui é a do distúrbio ventilatório. A ERS/ATS 2022 gradua pelo escore z: do VEF1 no obstrutivo, da CVF no restritivo. A SBPT 2024 mantém o % do previsto, com os mesmos parâmetros. O laudo pode trazer um ou outro.

Gravidade Critérios clínicos Conduta
🟢 Leve Exame normal, ou obstrução leve (VEF1 z entre −1,65 e −2,5; ou VEF1 ≥ 60% na SBPT) com resposta ao broncodilatador, em criança estável e com clínica compatível Pediatra conduz: diagnóstico e tratamento da asma (veja Asma na criança — crise e controle), técnica inalatória, plano de ação; repetir 3–6 meses após mudar o tratamento e depois a cada 6 meses (PCDT)
🟡 Moderada Obstrução moderada (z −2,5 a −4; ou VEF1 41–59%); obstrução sem resposta ao broncodilatador; padrão restritivo, inespecífico ou misto; queda do VEF1 entre exames; exame normal com clínica muito sugestiva Pneumologista pediátrico: prioritário (até 4 semanas) na obstrução moderada ou fixa e no padrão restritivo; eletivo (até 3 meses) na dúvida diagnóstica; otimizar o tratamento e reavaliar em 2–4 semanas
🔴 Grave Obstrução grave (z < −4; ou VEF1 ≤ 40%); ou, no dia, desconforto respiratório, SpO2 < 92% ou PFE ≤ 50% do previsto ou do melhor pessoal Com sintomas: pronto-socorro após salbutamol, oxigênio e corticoide. Sem sintomas: contato com o pneumologista no mesmo dia e consulta em até 7 dias

Fatores que elevam o risco, mesmo com exame leve:

  • VEF1 < 60% ou grande resposta ao broncodilatador (GINA).
  • Baixa percepção: poucos sintomas com função ruim.
  • Crise grave ou UTI prévias; FeNO alto apesar do corticoide inalatório.
  • Doença de base (fibrose cística, displasia broncopulmonar, neuromuscular); queda progressiva do VEF1; tabagismo passivo.

3.Diagnóstico no consultório

Como pedir: "espirometria com prova broncodilatadora", informando a pergunta clínica e as medicações em uso.

Preparo:

  • Salbutamol: suspender ≥ 4 h antes, se seguro (GINA; Boston Children's: 6 h).
  • CI-LABA: suspender ≥ 24 h antes se o uso é 2 vezes ao dia, ≥ 36 h se é 1 vez ao dia (GINA). O PCDT 2026 cita 24 h para formoterol e salmeterol e 36–48 h para tiotrópio.
  • Resfriado: remarcar, porque a resposta ao broncodilatador pode faltar na infecção viral (GINA).

Leitura do laudo:

  1. Qualidade: a SBPT gradua de A a D e Z. Os graus C e D se interpretam com cautela; o Z não se interpreta. Abaixo de 10 anos, o tempo expiratório mínimo é 3 s.
  2. Equação de referência: a SBPT 2024 recomenda as equações brasileiras.
    • Jones et al. (2020): 3–12 anos.
    • Mallozi (1995): meninas de 13–19 anos e meninos de 13–24 anos.
    • Pereira et al. (2007): adultos.
    • A ERS/ATS 2022 recomenda a GLI 2012 (3–95 anos); a ATS, desde 2023, a GLI Global, sem raça.
    • A GLI subestima a função de crianças brasileiras, sobretudo negras e pardas (Jones 2020). Seu LIN de VEF1/CVF é mais baixo, o que reduz a sensibilidade para obstrução (SBPT).
    • Confira no laudo qual equação foi usada e mantenha a mesma no seguimento.
  3. VEF1/CVF: abaixo do LIN (escore z < −1,645) indica obstrução. Nunca use os cortes do adulto (0,70; 80% do previsto).
  4. CVF: abaixo do LIN com relação normal sugere restrição ou padrão inespecífico (🟡).
  5. VEF1: gradua a gravidade.
  6. Resposta ao broncodilatador: reavaliar 10–15 min após salbutamol 400 µg.
Referência Resposta positiva
GINA 2025 — adotado pelo site VEF1 ≥ 12% do valor previsto (ou PFE ≥ 15%)
PCDT 2026 VEF1 ≥ 12% do basal (ou PFE ≥ 15%)
ERS/ATS 2022 VEF1 ou CVF > 10% do previsto
SBPT 2024 ≥ 10% do previsto se o basal é normal; ≥ 7% se é alterado
ERS/ATS 2005 e SBPT asma 2012 (antigo) ≥ 12% do basal e ≥ 200 mL
NICE NG245 (5–16 anos) ≥ 12% do basal ou ≥ 10% do previsto
AEP 2017 12% do basal ou 9% do previsto

Os 200 mL raramente são atingidos por crianças pequenas. Em 180 crianças de 5–16 anos, 6–18% mudaram de classificação conforme o critério (Blyth, 2025). Resposta ausente não exclui asma. No pré-escolar, o ponto de corte não está definido (SBP/ASBAI; AEP).

Pico de fluxo: registrar o melhor de 3 sopros, de manhã e à noite, por 1–2 semanas.

  • Variabilidade > 13% sustenta asma na criança (GINA; PCDT). O NICE usa ≥ 20%.
  • No plano de ação, vale o melhor valor pessoal: < 80% indica piora; ≤ 50% indica pronto-socorro.
  • O PFE é menos confiável que a espirometria e não serve para a prova broncodilatadora (SBPT).

FeNO (inflamação tipo 2; a partir de 5–6 anos; pouco disponível no Brasil):

  • ATS 2011, crianças < 12 anos: < 20 ppb baixo; 20–35 intermediário; > 35 ppb alto.
  • NICE: ≥ 35 ppb confirma asma de 5 a 16 anos.
  • NAEPP 2020: usar só como adjunto, quando há dúvida diagnóstica, e nunca isolado para controle ou risco de crise.
  • GINA: FeNO baixo não exclui asma.

Broncoprovocação (centro especializado; clínica de asma com espirometria normal):

  • Exercício, muito usado na criança: 6–8 min em alta intensidade. É positivo com queda do VEF1 > 10% do basal (AEP) ou > 12% do previsto, ou do PFE > 15% (GINA; PCDT).
  • Metacolina: positiva com queda do VEF1 ≥ 20%. Um teste negativo em criança sintomática praticamente afasta asma (SBPT 2012).

Oscilometria: mede resistência (R5) e reactância (X5, AX) sem manobra forçada. A resposta ao broncodilatador é positiva com R5 −40%, X5 +50% ou AX −80% (ERS 2020); a SBP/ASBAI cita queda de R5 de 25–35% em crianças maiores. A interpretação é do especialista.

Diferencial que não pode passar:

  • Obstrução fixa: bronquiolite obliterante, fibrose cística, displasia broncopulmonar, discinesia ciliar, corpo estranho.
  • Alça inspiratória achatada: obstrução laríngea induzida por exercício.
  • Restrição: neuromuscular, escoliose, obesidade, doença intersticial, esforço insuficiente.

4.Tratamento e seguimento

Pediatra:

  • Indica o exame e lê o laudo.
  • Confirma a asma com a clínica somada à resposta ao broncodilatador, à variabilidade do PFE ou à melhora após 4 semanas de corticoide inalatório (VEF1 ≥ 12% do previsto pelo GINA ou do basal pelo PCDT; PFE ≥ 15%).
  • Trata conforme Asma na criança — crise e controle.
  • Repete a espirometria 3–6 meses após mudanças e a cada 6 meses no uso contínuo (PCDT); o GINA pede ao menos a cada 1–2 anos.
  • Se a criança não conseguir fazer o exame aos 5 anos, tenta de novo a cada 6–12 meses (NICE).

Pneumologista pediátrico:

  • Obstrução moderada, grave ou fixa.
  • Padrão restritivo ou misto (pletismografia, DLCO).
  • Dúvida diagnóstica (broncoprovocação, FeNO).
  • Pré-escolar (espirometria adaptada, oscilometria).
  • Doenças pulmonares crônicas e neuromusculares.
Medicamento Dose Intervalo Duração Observação
Salbutamol spray 100 µg (prova broncodilatadora) 400 µg (4 jatos) com espaçador Dose única, 1 jato a cada 30 s Espirometria após 10–15 min SBPT 2024; AEP; o GINA admite 200–400 µg
Salbutamol (pré-exame) — Suspender ≥ 4 h antes — Só se for seguro (GINA 2025; PCDT 2026)
CI-LABA (budesonida-formoterol, fluticasona-salmeterol) — Suspender ≥ 24 h antes (≥ 36 h se de uso 1 vez ao dia) — GINA 2025; PCDT 2026; em asma grave, só com o especialista
Corticoide inalatório isolado Dose habitual Manter — Não suspender (sugestão do site; GINA e PCDT só pedem suspender broncodilatadores)

Não fazer: diagnóstico de asma pelo FEF25–75% isolado; rótulo de "restritivo" sem CPT; FeNO isolado para ajustar tratamento; exclusão de asma por exame normal (repita com sintomas ou peça broncoprovocação).

5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar

Pronto-socorro (🔴) se a criança chegar em crise com:

  • Fala só de palavras, agitação ou sonolência.
  • FR > 30 irpm (6–11 anos), tiragem, tórax silencioso ou cianose.
  • SpO2 < 92% (na crise grave do GINA, < 90%).
  • PFE ≤ 50%.
  • Falta de resposta ao salbutamol na primeira hora.

Como encaminhar:

  1. Salbutamol com espaçador, 4–10 jatos de 100 µg a cada 20 min (6–11 anos; GINA 2025; PCDT 2026), com ipratrópio na crise grave.
  2. Oxigênio se SpO2 < 94%.
  3. Prednisolona oral 1–2 mg/kg (máximo 40 mg) (GINA 2025; PCDT 2026).
  4. Transporte com monitorização (veja Asma na criança — crise e controle).

6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família

  • Antes do exame: "Não use a bombinha de alívio nas 4 horas antes, se a criança estiver bem. Continue o remédio de prevenção. Se estiver resfriada ou com febre, remarque."
  • Pico de fluxo em casa: abaixo de 80% do melhor, siga o plano de ação; abaixo de 50%, salbutamol e pronto-socorro.
  • Pronto-socorro se: falta de ar que não melhora com a bombinha, alívio que dura menos de 2–3 horas, dificuldade para falar, costelas afundando, lábios roxos, sonolência.
  • Retorno: com o laudo em 2–4 semanas.

7.Comparação com as referências

Item SBP Ministério da Saúde AAP NICE AEP Johns Hopkins Harvard Oxford / Cambridge
Idade Tradicional ≥ 6 anos; pré-escolar em centros (SBP/ASBAI 2018) A partir de 6 anos; possível antes Sem diretriz própria; segue NAEPP 2020 A partir de 5 anos; repetir a cada 6–12 meses ≥ 6 anos; 2–6 com critérios adaptados Sem posição específica localizada A partir de 6 anos (Boston Children's) Segue o NICE
Obstrução Adota o GINA VEF1 e VEF1/CVF; sem corte próprio Sem posição específica localizada Não define corte Valores absolutos e escore z Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
Resposta ao BD Adota o GINA (≥ 12% do previsto) ≥ 12% do basal (ou PFE ≥ 15%) Sem posição específica localizada ≥ 12% do basal ou ≥ 10% do previsto 12% do basal ou 9% do previsto Sem posição específica localizada Suspender SABA 6 h antes Segue o NICE
Pico de fluxo Adota o GINA (> 13%) Variabilidade > 13% Sem posição específica localizada ≥ 20%; não monitorar de rotina Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Segue o NICE
FeNO Sem posição própria localizada Não consta dos critérios do PCDT NAEPP: adjunto ≥ 5 anos, nunca isolado Primeiro teste; ≥ 35 ppb Sem posição específica localizada Sem posição específica localizada Disponível no laboratório Segue o NICE
Broncoprovocação Sem posição localizada; oscilometria no pré-escolar Exercício; queda > 12% do previsto Sem posição específica localizada Especialista, se dúvida Exercício: queda > 10% Sem posição específica localizada Exercício no laboratório Segue o NICE

Leitura: Há concordância em que a espirometria com broncodilatador é o exame básico a partir de 5–6 anos, que exame normal não exclui asma e que a broncoprovocação fica com o especialista. Divergências:

  • Critério de resposta ao broncodilatador:
    • GINA: ≥ 12% do previsto; PCDT 2026: ≥ 12% do basal.
    • ERS/ATS 2022: > 10% do previsto.
    • SBPT 2024: 10% do previsto com basal normal, 7% com basal alterado.
    • NICE e AEP: aceitam o % do basal.
    • Critério antigo: ≥ 12% e ≥ 200 mL.
  • Equação de referência: a ERS/ATS usa a GLI; a SBPT prefere as equações brasileiras, porque a GLI subestima a função e reduz a detecção de obstrução.
  • Graduação da gravidade: escore z (ERS/ATS) ou % do previsto (SBPT).
  • Testes iniciais: o NICE começa pelo FeNO e usa 20% de variabilidade do PFE (13% no GINA e PCDT).

A SBP não tem documento próprio sobre espirometria e segue o GINA. O site adota essa posição: resposta ≥ 12% do previsto sustenta asma (o PCDT 2026 mede em relação ao basal). Respostas entre 10% e 12% do previsto, positivas pela ERS/ATS 2022 e pela SBPT 2024, são interpretadas com a clínica. Sobre a leitura do laudo (LIN, equações, graduação), nem a SBP nem o Ministério da Saúde têm posição detalhada. Nesse ponto o site segue a SBPT 2024, norma dos laboratórios brasileiros, com o escore z da ERS/ATS como equivalente.

Pontos práticos
  1. Peça "espirometria com prova broncodilatadora" a partir de 5–6 anos, de preferência antes do corticoide inalatório. Suspenda o salbutamol 4 h antes, se for seguro.
  2. Obstrução é VEF1/CVF abaixo do LIN (escore z < −1,645), nunca pelos cortes do adulto. Confira a equação de referência do laudo.
  3. Resposta ≥ 12% do previsto sustenta asma; entre 10% e 12%, decida com a clínica. Exame normal não exclui asma.
  4. Encaminhe ao pneumologista pediátrico: obstrução moderada, grave ou sem resposta, padrão restritivo e dúvida diagnóstica. Restrição só se confirma com CPT.
  5. O pico de fluxo serve ao plano de ação e à variabilidade (> 13%). O FeNO é adjunto, nunca teste isolado.
  6. Em crise não se faz exame: salbutamol, oxigênio se SpO2 < 94%, corticoide e pronto-socorro se PFE ≤ 50% ou houver sinais de gravidade.

Veja também, nesta Biblioteca: Asma na criança — crise e controle, Tosse persistente e crônica, Sibilância recorrente do lactente e do pré-escolar e Rinite alérgica (Patologias do consultório); Displasia Broncopulmonar (DBP) (Neonatologia); Marcha atópica (Alergia).

8.Fontes

  • SBP e ASBAI. Chong Neto HJ et al. Diretrizes da ASBAI e SBP para sibilância e asma no pré-escolar, 2018. PDF
  • SBP, Departamento de Pneumologia. Documentos científicos, consulta em 2026. sbp.com.br
  • Ministério da Saúde. PCDT da Asma, Portaria Conjunta SAES/SCTIE nº 43, de 24/03/2026. PDF
  • SBPT. Albuquerque ALP et al. Novas recomendações de espirometria — atualização 2024. J Bras Pneumol, 2024. PDF
  • Jones MH et al. Valores de referência de espirometria para crianças brasileiras. J Bras Pneumol, 2020. PDF
  • SBPT. Diretrizes para o manejo da asma, 2012. PDF
  • GINA. Summary Guide for Asthma Management and Prevention, 2025. PDF
  • NICE, BTS e SIGN. Asthma — diagnosis, monitoring and chronic asthma management (NG245), 2024. nice.org.uk
  • NHLBI. 2020 Focused Updates to the Asthma Management Guidelines (NAEPP) — resumo. PDF
  • AEP e SENP. Sardón Prado O et al. Evaluación básica de la función pulmonar en el niño colaborador, 2017. PDF
  • ERS e ATS. Stanojevic S et al. Technical standard on interpretive strategies for routine lung function tests, 2022. thoracic.org
  • Chhabra SK. Z-scores and LLN in PFT reports. Lung India, 2025. PMC
  • Blyth et al. New ERS/ATS bronchodilator reversibility interpretation in children. Pediatric Investigation, 2025. PMC
  • Forno E et al. Race-neutral reference equations in children. JAMA Pediatr, 2024. PMC
  • ATS. Dweik RA et al. Interpretation of exhaled nitric oxide levels (FENO), 2011. PDF
  • ERS. King GG et al. Technical standards for respiratory oscillometry, 2020. PDF
  • Boston Children's Hospital (Harvard). Pulmonary Function Tests; Allergy and Asthma Program. PFTs; programa