Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
Na criança, a parada cardíaca costuma ser o fim de uma insuficiência respiratória ou de um choque que vinham se anunciando; por isso a SBP pôs a prevenção como primeiro elo da cadeia de sobrevivência e recomenda, no hospital, sistemas de identificação de risco ligados a um time de resposta rápida (TRR) (SBP, Programa de Reanimação Pediátrica, 2019). Sinais precoces: taquicardia e taquipneia sem explicação, esforço respiratório crescente, SpO2 em queda ou mais oxigênio para a mesma saturação, tempo de enchimento capilar (TEC) > 2 s, extremidades frias, mudança de comportamento e diurese reduzida; bradicardia, bradipneia e hipotensão são tardias. Escores de alerta (PEWS) mostram a tendência, mas não substituem o julgamento clínico, e a preocupação da família ou da enfermagem é gatilho por si só. No consultório não se usa PEWS: valem o triângulo de avaliação, os sinais vitais por idade e a oximetria. Sinais precoces sem gravidade (🟡): reavaliação próxima ou observação em serviço. Qualquer sinal de gravidade (🔴): estabilizar, oxigênio para SpO2 94–98%, SAMU 192 e contato direto com o serviço, passando o caso pelo SBAR. Casa só para a criança estável, com sinais de alerta por escrito.
1.O que é e como se apresenta
Deterioração clínica é a piora fisiológica aguda que, sem reconhecimento, evolui para insuficiência respiratória, choque, coma ou parada. A criança compensa por horas (taquicardia, taquipneia, vasoconstrição) e descompensa de forma abrupta; muitos eventos graves em enfermaria são precedidos de sinais vitais alterados que não foram escalados (ILCOR; EPOCH, JAMA 2018).
Sinais precoces — compare com a tabela de sinais vitais da idade ("Classificação de risco em pediatria"; PALS do site):
- Respiração: taquipneia, batimento de asa do nariz, retrações, SpO2 em queda ou oxigênio crescente.
- Circulação: taquicardia persistente com febre e dor controladas, TEC > 2 s (AIDPI 2017), extremidades frias, pele moteada, pulsos finos, oligúria.
- Comportamento: irritabilidade, choro fraco, sonolência, recusa alimentar; no AVDN, passar de A para V já é alerta (PEWS nacional do NHS England, 2023).
- Preocupação de quem conhece a criança: pais que dizem "ela está diferente", enfermagem que acha que "algo não está certo" mesmo com escore baixo (NICE NG254, 2025; NHS England, 2023).
Sinais tardios (pré-parada): bradipneia, respiração irregular ou apneia, esforço que diminui sem melhora (cansaço), bradicardia, hipotensão, cianose, AVDN em D ou N. A hipotensão é tardia: quando aparece, o choque já é descompensado.
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Triângulo de avaliação normal; sinais vitais na faixa da idade (ou explicados por febre e dor, normalizando após o controle); SpO2 ≥ 95% em ar ambiente; TEC ≤ 2 s; comportamento habitual; família tranquila e com acesso ao serviço | Tratar a causa em casa; sinais de alerta por escrito e retorno programado |
| 🟡 Moderada | Sinais precoces sem sinal de gravidade: taquicardia ou taquipneia que persistem com a febre controlada; SpO2 92–94%; TEC 2–3 s; diurese reduzida; criança menos ativa; pais ou enfermagem muito preocupados; na enfermaria, escore de alerta acima do limiar do serviço | Reavaliação próxima (24–48 h) ou observação em serviço com sinais vitais seriados; na enfermaria, avaliação médica e plano escrito; sem melhora ou piora → 🔴 |
| 🔴 Grave | Desconforto respiratório grave, gemência, cansaço, bradipneia ou apneia; SpO2 < 92% ou oxigênio crescente; TEC > 2 s com taquicardia, extremidades frias, hipotensão; AVDN em V, D ou N ou Glasgow ≤ 14; convulsão ≥ 5 min; suspeita de sepse; púrpura com febre; escore no nível de emergência ou piora rápida | Consultório/UBS: estabilizar, oxigênio para SpO2 94–98%, SAMU 192 e contato direto com o serviço. Hospital: acionar o TRR ou a UTI pediátrica |
Fatores de risco que elevam a gravidade
- Lactente pequeno (sobretudo < 3 meses), prematuro egresso; deficiência neurológica, cardiopatia, doença pulmonar crônica, traqueostomia.
- Imunossupressão e neutropenia (NHS England, 2023; NICE NG254).
- Alto fluxo ou ventilação não invasiva; pós-operatório; alta recente da UTI.
- Consulta repetida pelo mesmo problema; dificuldade de acesso.
3.Diagnóstico no consultório
O reconhecimento é clínico e seriado: vale a tendência, não a medida isolada.
- Triângulo de avaliação pediátrica da porta.
- ABCDE com FR em 1 minuto, FC, TEC, PA quando possível, temperatura, SpO2 e glicemia capilar se houver alteração de consciência ou aparência toxemiada.
- AVDN e, se V ou pior, Glasgow pediátrico ("Criança inconsciente ou rebaixada").
- Pergunta aos pais: "o que mudou desde a última vez?" (gatilho no PEWS nacional inglês).
- Sinais gerais de perigo da AIDPI (MS, 2017) e, na criança febril < 5 anos, o semáforo do NICE.
Exames não fazem o diagnóstico e não atrasam o encaminhamento; no serviço, gasometria, lactato e o que a causa pedir.
Não pode passar: sepse (Phoenix no hospital; no consultório, a clínica — "Sepse e choque séptico na criança"), insuficiência respiratória iminente, cetoacidose (Kussmaul tomado por "pneumonia"), hipertensão intracraniana, intoxicação, miocardite, abdome cirúrgico, lesão não acidental.
Escores de alerta pediátricos (PEWS)
Ferramentas de "rastrear e disparar" para crianças internadas: pontuam sinais vitais e achados clínicos e ligam cada faixa a uma resposta obrigatória (reavaliação, quem chamar, em quanto tempo).
| Escore | Componentes | Uso e evidência |
|---|---|---|
| Brighton PEWS (2005) | Comportamento, cardiovascular e respiratório (0–3 cada) + 2 pontos por nebulização nos últimos 15 min ou vômitos persistentes no pós-operatório; 0–13; alerta a partir de 3 | Adaptado no Brasil (BPEWS-Br, Rev Bras Enferm 2016); base de muitos protocolos brasileiros |
| Bedside PEWS | 7 itens (FC, PA, TEC, FR, esforço, SpO2, oxigênio); 0–26 | EPOCH (21 hospitais, 144.539 altas): sem redução da mortalidade; menos eventos de deterioração significativa (0,50 vs. 0,84/1.000 pacientes-dia) |
| PEWS nacional do NHS England (nov. 2023) | Cartas por idade (0–11 meses, 1–4, 5–12, ≥ 13 anos); sinais vitais, oxigênio, AVPU + preocupação da família, intuição da enfermagem e preocupação específica (sepse, neurológica, fator de risco) | Faixas 1–4, 5–8, 9–12 e ≥ 13 → baixo, médio, alto, emergência; escalona pelo critério mais alto, mesmo com escore baixo; comunicação pelo ISBAR |
| CHEWS (Boston Children's) | Escore institucional | Mais sensível e mais antecipado que o Brighton (3,8 h vs. 0,6 h antes da deterioração crítica; 2017) |
Limitações:
- Nenhum escore reduziu mortalidade; o ILCOR sugere usá-los em crianças hospitalizadas com recomendação fraca, evidência de baixa certeza.
- Escore sem resposta não funciona: o benefício vem do sistema (quem é chamado, em quanto tempo, com autoridade para escalar).
- Em hospital com TRR, o PEWS das 4 h anteriores ao acionamento não previu a ida para a UTI (AUROC 0,50–0,61; Hosp Pediatr 2024): a equipe já acionava pela clínica.
- Fora do hospital: em 6.703 crianças < 5 anos na clínica geral inglesa, o PEWS nacional teve sensibilidade de 81% e especificidade de 32,5% para internação, com risco de encaminhamentos excessivos (BJGP 2025). Por isso o site não recomenda PEWS formal no consultório.
4.Tratamento e seguimento
O que o pediatra faz: (1) reconhecer e nomear a piora e chamar ajuda cedo; (2) estabilizar pelo ABCDE sem esperar diagnóstico; (3) reavaliar após cada intervenção, registrando sinais vitais com horário; (4) escalar pelo fluxo do serviço (TRR, plantonista sênior, UTI pediátrica, SAMU 192), com SBAR.
Da UTI pediátrica: suporte ventilatório, drogas vasoativas, monitorização invasiva e terapia renal; admissão e alta são decisão do intensivista (CFM nº 2.156/2016).
Estabilização inicial (detalhes nos documentos de cada condição):
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Oxigênio | Para SpO2 94–98% | Contínuo | Até a transferência | Evitar hiperóxia; exceto RN e cardiopatia cianótica (padrão do site, 01/10/2026) |
| Cristaloide (Ringer lactato ou SF 0,9%) | 10–20 mL/kg em 5–10 min | Repetir após reavaliação | Parar se sobrecarga; sem UTI e sem hipotensão, sem bolus | SSC 2026; "Sepse e choque séptico" |
| Glicose IV (hipoglicemia) | 0,5–1 g/kg (a partir de 1 mês) | Conforme glicemia | — | Padrão do site; RN: SG 10% 2 mL/kg |
| Adrenalina IM 1 mg/mL (anafilaxia) | 0,01 mg/kg, máx. 0,3 mg (criança) e 0,5 mg (adolescente) | Repetir em 5–15 min | — | Padrão do site |
| Ceftriaxona (suspeita meningocócica) | 100 mg/kg IV ou IM, máx. 4 g | Dose única antes da remoção | Manutenção pelo serviço | Padrão do site (30/09/2026); MS |
Não fazer: atrasar a remoção por exames; "esperar o escore subir"; desconsiderar a família que insiste que a criança está diferente; liberar após melhora transitória com nebulização ou antitérmico sem reavaliar.
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
Do consultório ao pronto-socorro (SAMU 192 se instável): qualquer critério 🔴; criança 🟡 que não melhora ou piora; família sem condição de observar em casa.
Da enfermaria ou do PS, discutir UTI pediátrica se houver: SpO2 < 92% apesar de oxigênio, alto fluxo ou ventilação não invasiva conforme o protocolo local, hipercapnia com acidose, apneias, via aérea instável; choque que não responde a 40–60 mL/kg ou exige droga vasoativa, arritmia instável, lactato em ascensão; Glasgow ≤ 8 ou queda de 2 pontos, sinais de herniação, estado de mal refratário; cetoacidose grave, distúrbio eletrolítico ou intoxicação graves; necessidade de monitorização contínua pelo alto risco de intervenção imediata.
Normas brasileiras: a Resolução CFM nº 2.156/2016 define prioridades — 1: suporte à vida, alta chance de recuperação, sem limitação terapêutica; 2: monitorização intensiva pelo alto risco de intervenção imediata, sem limitação; 3 e 4: as mesmas com baixa chance de recuperação ou limitação terapêutica; 5: terminalidade (em geral cuidados paliativos). Prioridades 2 e 4 vão de preferência à unidade de cuidados intermediários. A Portaria GM/MS nº 2.862/2023 define a UTI para pacientes críticos, graves ou de alto risco e a UCI pediátrica para risco moderado, em linha de cuidado progressivo. A SCCM/AAP (2019) pede critérios escritos de admissão conforme o nível de cada UTI e transferência para centro maior quando a necessidade excede a capacidade.
Como encaminhar
- Estabilizar sem atrasar: ABCDE, oxigênio para SpO2 94–98%, acesso venoso ou intraósseo, glicemia, primeira dose do que for indicado.
- SAMU 192 ou regulação e contato direto com o serviço receptor (Portaria nº 2.048/2002; CFM nº 1.672/2003).
- SBAR ("Estabilização e transporte"):
- S: nome, idade, peso, o problema ("estou preocupado porque…").
- B: doença atual e de base, alergias, medicamentos.
- A: sinais vitais seriados, SpO2 e oxigênio em uso, glicemia, o que foi feito e a resposta; "acho que é choque" ou "não sei o que é, mas está piorando".
- R: o que se pede — avaliação imediata, vaga em UTI pediátrica, suporte avançado.
- Relatório assinado com CRM, com horários de sinais vitais e medicamentos; a responsabilidade é de quem transfere até a criança ser recebida (CFM nº 1.672/2003).
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Vocês conhecem seu filho melhor do que ninguém: se acharem que ele está diferente, voltem ou liguem, mesmo que tenhamos dito que estava bem."
- Pronto-socorro imediatamente se houver: respiração rápida ou com esforço, gemido, pausas na respiração; lábios roxos ou pele acinzentada ou manchada; mãos e pés frios com a febre controlada; sonolência excessiva ou dificuldade para acordar; convulsão; manchas roxas que não somem ao apertar; recusa de líquidos, vômitos de tudo ou fralda seca por muitas horas.
- "Se estiver muito mole ou respirando mal, liguem 192."
- No hospital: "Se acharem que ele piorou, peçam avaliação: a preocupação de vocês faz parte da avaliação."
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Reconhecimento precoce | Prevenção é o 1º elo da cadeia (Programa de Reanimação, 2019) | Sinais gerais de perigo (AIDPI, 2017) | TAP (curso PEPP da AAP) | Estratificação por sinais de risco (NG254, nov. 2025) | TEP e ABCDE (SEUP, 4ª ed., 2024) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Escore de alerta | Sistemas de classificação de risco, sem escore definido (2019) | Sem escore nacional; Portaria nº 2.862/2023 não trata | Sem posição específica localizada | Considerar escore em qualquer cenário (NG254, 1.1.8) | Sem posição específica localizada | Hopkins PEWS institucional (2018) | CHEWS (Boston Children's, 2017) | Segue o NICE e o PEWS nacional do NHS England (2023) |
| Preocupação da família | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Valorizar a preocupação (NG254, 1.1.3) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Gatilho próprio no PEWS nacional (2023) |
| Time de resposta rápida | TRR ou equipe médica de emergência (2019) | Sem posição específica localizada | Equipe da UTI participa do TRR (SCCM/AAP 2019) | Encaminhar ao especialista em cuidados críticos (NG254) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Revisão rápida e equipe de outreach (PEWS nacional) |
| Admissão em UTI | Sem posição específica localizada | Cuidado progressivo UTI/UCI (Portaria nº 2.862/2023); CFM nº 2.156/2016 | Critérios por nível de UTI (SCCM/AAP 2019) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
Leitura: as referências convergem em que a piora da criança é reconhecida pela clínica seriada (TAP, ABCDE, sinais vitais por idade) e em que reconhecer só protege se houver resposta organizada. A SBP (2019) recomenda sistemas de classificação de risco e TRR no hospital, com base no ILCOR, sem adotar escore específico; o MS também não define escore. A divergência principal é de padronização: a Inglaterra adotou em 2023 um PEWS nacional único, com gatilhos de família e de intuição da enfermagem, e o NICE (NG254, 2025) sugere considerar escore em qualquer cenário, inclusive na atenção primária; Hopkins e Boston Children's usam escores institucionais, e a SCCM/AAP (2019) deixa a cada hospital os critérios de admissão. Como SBP e MS não escolhem escore, o site segue o ILCOR: escore de alerta para crianças internadas, escolhido pelo hospital (o BPEWS-Br é o adaptado no Brasil) e ligado a resposta definida; no consultório, avaliação clínica estruturada sem escore formal; preocupação da família e da enfermagem como gatilho, como no PEWS nacional inglês; admissão pelas normas brasileiras (CFM nº 2.156/2016; Portaria GM/MS nº 2.862/2023). Posição adotada pelo site: a da SBP, com esses complementos.
- Taquicardia e taquipneia sem explicação, TEC > 2 s, oxigênio crescente e mudança de comportamento são sinais precoces; bradicardia, bradipneia e hipotensão já são pré-parada.
- Leve a sério quem diz "ela está diferente": a preocupação da família ou da enfermagem é motivo para reavaliar e escalar, mesmo com escore baixo.
- O PEWS é para crianças internadas e só funciona ligado a uma resposta definida; no consultório, use o triângulo de avaliação, os sinais vitais por idade e a oximetria.
- Na dúvida, chame cedo (TRR, UTI pediátrica, SAMU 192) e passe o caso pelo SBAR, dizendo o que está pedindo.
- Estabilize sem atrasar a remoção: oxigênio para SpO2 94–98%, acesso, glicemia, bolus de 10–20 mL/kg com reavaliação no choque.
- Suspeita de sepse é sempre 🔴; o escore de Phoenix confirma no hospital, mas não serve para triagem.
Veja também, nesta Biblioteca: Sepse e choque séptico na criança, O que fazer ao receber uma criança com desconforto respiratório, O que fazer ao receber uma criança inconsciente ou com rebaixamento do nível de consciência e Estabilização e transporte da criança grave do consultório ou da UBS ao hospital (Urgências e emergências); PALS — Suporte Avançado de Vida em Pediatria; Classificação de risco em pediatria (Patologias do consultório).
8.Fontes
- SBP, Programa de Reanimação Pediátrica. Suporte Básico de Vida e a Cadeia de Sobrevivência da Criança Vítima de Parada Cardíaca, 2019. PDF
- Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 2.862, de 29/12/2023 (UTI e UCI). bvsms.saude.gov.br
- Conselho Federal de Medicina. Resolução nº 2.156/2016 — admissão e alta em UTI. PDF
- Miranda JOF et al. Tradução e adaptação de um escore pediátrico de alerta precoce. Rev Bras Enferm, 2016;69(5):888-96. PDF
- NHS England. National PEWS Observation and Escalation Chart, 1–4 anos, 2023. PDF
- NICE. Suspected sepsis in under 16s (NG254), 19/11/2025. PDF
- ILCOR. Pediatric Early Warning Systems — CoSTR. costr.ilcor.org
- Parshuram CS et al. EPOCH randomized clinical trial. JAMA, 2018. jamanetwork.com
- Frankel LR et al. Criteria for Critical Care of Infants and Children: PICU Admission, Discharge, and Triage (SCCM/AAP). Pediatr Crit Care Med, 2019;20(9):847-87. PDF
- McLellan MC et al. Validation of the Children's Hospital Early Warning System (Boston Children's). J Pediatr Nurs, 2017;32:52-8. PubMed
- Canares T et al. Validation of the Hopkins Pediatric Early Warning Score, 2018. hvpaa.org
- Lee J et al. PEWS Before Rapid Response Poorly Predict ICU Transfers. Hosp Pediatr, 2024;14(11):945-51. publications.aap.org
- Clark A et al. National PEWS and LqSOFA in general practice. Br J Gen Pract, 2025;75:e98-e104. PMC
- SEUP (AEP). Aproximación y estabilización inicial del niño enfermo. Triángulo de evaluación pediátrica. ABCDE, 4ª ed., 2024. PDF