Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), conduta ambulatorial e critérios para encaminhar ao especialista, ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais (convergências e divergências). 📄 Baixar em PDF
Emergências no consultório são raras: desconforto respiratório, convulsão e reação alérgica são as mais comuns (AAP 2026). O preparo exige local definido, maleta conferida, doses por peso e equipe treinada (MS, Portaria nº 2.048/2002; AAP 2026). Diante da criança grave: ABCDE, oxigênio para SpO2 94–98%, acesso venoso (2 tentativas em até 90 s) ou intraósseo, glicemia capilar e, no choque, bolus de 10–20 mL/kg com reavaliação após cada um — sem atrasar a remoção. Acione o SAMU 192 cedo, passe o caso pelo SBAR e envie relatório assinado com CRM, com os horários dos medicamentos. Criança instável não vai em carro particular. A responsabilidade é do médico que transfere até a criança ser recebida pela equipe de suporte avançado ou pelo médico de destino (CFM nº 1.672/2003). Só a criança estável com sinal de alerta vai com os pais em carro próprio, direto ao serviço.
1.O que é e como se apresenta
Estabilizar é tratar, na ordem do ABCDE, o que ameaça a vida nos primeiros minutos; transportar é levar a criança com a equipe e a monitorização que a gravidade exige. O Ministério da Saúde atribui à UBS o acolhimento, a avaliação e a estabilização inicial até a transferência, com espaço abastecido e equipe que saiba onde está cada item (Portaria GM/MS nº 2.048/2002, Cap. III). A AAP (2026) pede ao consultório avaliação de prontidão revista anualmente, protocolos escritos (inclusive de transporte), suporte básico de vida para toda a equipe e simulações.
Maleta e consultório (Portaria nº 2.048/2002; AAP 2026; "Classificação de risco em pediatria"):
- Via aérea: oxigênio com fluxômetro, cateter nasal e máscara com reservatório; oxímetro com sensores de lactente e criança; bolsa-válvula-máscara pediátrica e de adulto, máscaras de vários tamanhos; cânulas orofaríngeas; aspirador com sondas.
- Circulação: cateteres 18 a 24, equipos, SF 0,9% e Ringer lactato, agulha intraóssea se a equipe é treinada (PALS do site; SAMU 192 APed 46), glicosímetro.
- Medicamentos: adrenalina 1 mg/mL, salbutamol spray com espaçador, corticoide oral, glicose a 25% e a 10%, midazolam ou diazepam, ceftriaxona e naloxona (essencial na AAP 2026).
- Organização: doses por peso afixadas, telefones (SAMU 192, pronto-socorro de referência, Disque-Intoxicação 0800-722-6001), checagem de validade, modelo de relatório de transferência.
No consultório sem procedimentos, a exigência legal de material de reanimação é limitada (CFM nº 2.056/2013, anexo do grupo 1 revisto pela nº 2.153/2016): a lista é boa prática.
Peso. O informado pela família ou pela caderneta; sem ele, fita de Broselow ou, de 1 a 10 anos, (idade + 4) × 2 kg (PALS do site; SEUP 2024). Material por faixa (MS, SAMU 192 APed1, 2016, adaptado do PALS e da fita de Broselow):
| Faixa (peso) | Bolsa-válvula-máscara | Cânula traqueal (mm) | Lâmina | Cateter venoso |
|---|---|---|---|---|
| RN (3–5 kg) | Neonatal | Pelo peso e idade gestacional | 0–1 reta | 22–24 |
| < 1 ano (6–9 kg) | Infantil | 3,5 sem cuff | 1 reta | 22–24 |
| 1–2 anos (10–11 kg) | Infantil | 4,0 sem cuff | 1 reta | 20–24 |
| 3–4 anos (12–14 kg) | Infantil | 4,5 sem cuff | 2 reta | 18–22 |
| 5–6 anos (15–18 kg) | Infantil | 5,0 sem cuff | 2 reta | 18–22 |
| 7–8 anos (19–23 kg) | Infantil | 5,5 sem cuff | 2 reta ou curva | 18–20 |
| 9–10 anos (24–29 kg) | Infantil | 6,0 com cuff | 2 reta ou curva | 18–20 |
| > 10 anos (30–36 kg) | Adulto | 6,5 com cuff | 3 reta ou curva | 16–20 |
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Sinal de alerta que pede avaliação no serviço, mas criança estável: alerta, via aérea pérvia, SpO2 ≥ 95% em ar ambiente, sinais vitais adequados, TEC ≤ 2 s, sem convulsão e sem sedativo recente | Pode ir com os pais em carro próprio, direto ao serviço, com relatório e contato prévio |
| 🟡 Moderada | Estável após intervenção (salbutamol, adrenalina IM, glicose, benzodiazepínico com crise cessada) ou com potencial de piora: SpO2 92–94%, taquipneia ou taquicardia persistentes, desidratação moderada | Transporte com equipe: SAMU 192 e médico regulador, que define o recurso; reavaliar até a remoção |
| 🔴 Grave | Instável: obstrução de via aérea, apneia, SpO2 < 92% com oxigênio, exaustão; choque (TEC > 2 s, pulsos finos, extremidades frias, hipotensão); V, D ou N no AVDN; convulsão ≥ 5 min; anafilaxia; púrpura febril; trauma grave | ABCDE e SAMU 192 (suporte avançado, com médico); nunca carro particular |
Fatores que elevam a gravidade do transporte
- Idade < 3 meses, prematuridade, cardiopatia, doença crônica complexa, traqueostomia, derivação ou cateter central.
- Oxigênio, via aérea instável, benzodiazepínico, opioide ou sedativo administrado; trajeto longo.
- Piora entre as reavaliações.
3.Diagnóstico no consultório
- Triângulo de Avaliação Pediátrica (aparência, trabalho respiratório, circulação cutânea, em < 30 s) e ABCDE com FC, FR, SpO2, PA, TEC, pulsos, AVDN ou Glasgow, pupilas, glicemia capilar e temperatura (PALS do site; SEUP 2024).
- Reavaliar após cada intervenção: a tendência decide o transporte.
- Exames não atrasam a remoção (hemocultura só se não atrasar o antibiótico).
Não pode passar: obstrução de via aérea, anafilaxia, hipoglicemia, choque compensado (a hipotensão é tardia), púrpura febril, estado de mal, intoxicação, trauma não acidental.
4.Tratamento e seguimento
Estabilização (PALS do site; MS, SAMU 192 APed2; SEUP 2024):
- Acionar o SAMU 192 ao reconhecer o 🔴, não ao fim da estabilização: um liga, os outros tratam.
- A: posição de conforto (no colo dos pais no desconforto respiratório), abertura manual, aspiração, cânula orofaríngea no inconsciente; corpo estranho: "Afogamento e obstrução de via aérea por corpo estranho".
- B: oxigênio para SpO2 94–98%; bolsa-válvula-máscara na apneia, bradipneia ou exaustão, com volume que só eleve o tórax, sem hiperventilar (MS, APed2).
- C: acesso periférico em até 2 tentativas em 90 s; falhou no instável, intraósseo. No choque, bolus de 10–20 mL/kg de cristaloide, reavaliando após cada um e parando se houver sobrecarga (hepatomegalia, estertores); 10 mL/kg na cardiopatia e no RN; sem UTI e sem hipotensão, sem bolus ("Sepse e choque séptico na criança"; SSC 2026); cetoacidose e trauma seguem seus documentos.
- D: AVDN, pupilas, glicemia capilar; crise ≥ 5 min = estado de mal (definição operacional da ILAE 2015: após 5 min a crise raramente cede sozinha — Shinnar 2001; risco de lesão neuronal a partir de 30 min): Protocolo de Estado de Mal Convulsivo.
- E: pele (petéquias, lesões), manter aquecida, analgesia antes de mover, sem sedar para transportar.
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação e referência |
|---|---|---|---|---|
| Oxigênio | SpO2 94–98% | Contínuo | Até a entrega | Padrão do site; prever o consumo com folga para atrasos (MS, SAMU 192 AT31) |
| Adrenalina IM 1 mg/mL (anafilaxia) | 0,01 mg/kg; máx. 0,3 mg (criança), 0,5 mg (adolescente) | Repetir em 5–15 min | Conforme resposta | Vasto lateral; Protocolo de Anafilaxia do site |
| Cristaloide (SF 0,9% ou Ringer lactato) | 10–20 mL/kg em 5–10 min | Após reavaliação | Até 40–60 mL/kg na 1ª hora, com UTI | Sepse e choque séptico na criança; PALS do site |
| Glicose IV (a partir de 1 mês), se < 60 mg/dL | 0,5–1 g/kg = SG 25% 2–4 mL/kg ou SG 10% 5–10 mL/kg | Glicemia em 10–15 min | Depois SG 10% contínuo | Padrão do site (MS, SAMU 192); RN: SG 10% 2 mL/kg |
| Midazolam (crise ≥ 5 min) | IN 0,2; bucal 0,3; IM 0,2 mg/kg (máx. 10 mg) | Conforme protocolo | Até cessar | Estado de Mal Convulsivo do site; diazepam retal 0,5 mg/kg (máx. 10 mg) |
| Ceftriaxona (púrpura febril) | 1ª dose 100 mg/kg IV ou IM (máx. 4 g) | Conforme o serviço | Conforme o serviço | Se não atrasar a remoção; padrão do site |
| Naloxona (opioide) | 0,1 mg/kg/dose (máx. 2 mg) IV, IM ou SC | A cada 3 min, se necessário | Até reverter | SBP 2024; SBTox/CIATox 2025; ventilar primeiro |
O que não fazer: atrasar o SAMU; insistir no acesso venoso além de 90 s; repetir bolus sem reavaliar; dar algo pela boca à criança sonolenta; enviar sem relatório ou sem contato com o destino.
Quem faz o quê. O pediatra estabiliza e transfere; o médico regulador define recurso e destino (a "vaga zero" é prerrogativa dele — CFM nº 2.110/2014, art. 14). Depois, o pediatra repõe a maleta e revê o atendimento com a equipe (AAP 2026).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
SAMU 192 (suporte avançado): todo 🔴 e o 🟡 que depende de oxigênio, recebeu benzodiazepínico, opioide ou adrenalina, ou piora. Paciente grave viaja com médico, profissional de enfermagem e motorista em ambulância de suporte avançado; se for tecnicamente impossível, pesa-se o risco do transporte contra o de ficar, com a regulação (CFM nº 1.672/2003). O SAMU não é acionado para remoção de baixa ou média complexidade (CFM nº 2.110/2014, art. 5º); na rede privada, a remoção cabe à instituição ou à operadora (art. 7º).
Não transportar sem equipe capacitada: via aérea instável, SpO2 < 92% com oxigênio, choque, convulsão em curso, Glasgow ≤ 8, criança sedada. Hipotensão persistente não viaja antes de estabilizar (NICE NG232, 2023).
Carro próprio: aceitável só no 🟢 — criança estável e consciente, sem oxigênio, trajeto curto, dois adultos (um dirige, outro observa), cadeirinha ou assento adequado (Contran nº 819/2021, padrão do site), direto ao serviço. Perigoso na criança instável, em crise ou recém-medicada, na anafilaxia, no desconforto respiratório importante e no rebaixamento ("Classificação de risco em pediatria").
Como encaminhar
- Regulação: SAMU 192 ou central privada; contato prévio com o serviço receptor, que deve concordar (Portaria nº 2.048/2002; CFM nº 1.672/2003).
- SBAR — evidência moderada de mais segurança, sobretudo ao telefone (Müller, BMJ Open 2018):
- S (situação): nome, idade, peso, problema principal.
- B (histórico): início, doença de base, alergias, medicamentos, vacinas.
- A (avaliação): sinais vitais e SpO2 seriados, glicemia, o que foi feito e a resposta.
- R (recomendação): o que se pede (suporte avançado, UTI pediátrica, centro de trauma).
- Documentos: relatório legível e assinado, com CRM, que integra o prontuário de destino e é assinado pelo médico receptor (CFM nº 1.672/2003; nº 2.110/2014, art. 18): hipótese, sinais vitais com horário, cada medicamento com dose, via e horário, bolus, glicemias, oxigênio, exames, alergias, telefone do pediatra; caderneta e exames prévios; na intoxicação, a embalagem.
- Consentimento escrito do responsável; dispensável no risco de morte sem responsável localizável, com registro (CFM nº 1.672/2003).
- Antes de entregar: reavaliar ABCDE, fixar acesso, conferir oxigênio e glicemia, registrar no prontuário.
- Quem acompanha: a equipe do SAMU e, quando possível e seguro, um responsável (AAP 2020). A criança vai fixada na maca com sistema de retenção pediátrico (SECIP-AEP 2021), não no colo.
- Responsabilidade: do médico que transfere até a criança ser recebida pelo médico da ambulância de suporte avançado ou, no suporte básico, pelo médico de destino; isso não encerra a responsabilidade pela indicação (Portaria nº 2.048/2002; CFM nº 1.672/2003). Suspeita de maus-tratos: notificação obrigatória (compulsória).
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "Já tratamos o urgente e avisamos o hospital; ele precisa ser avaliado lá agora."
- De carro próprio (🟢): "Vá direto ao pronto-socorro indicado, com outro adulto cuidando dele e ele na cadeirinha; leve este relatório."
- Pare e ligue 192 se, no caminho, ele: ficar roxo ou muito pálido, respirar com muito esforço ou parar de respirar, não acordar, convulsionar, vomitar sem parar ou tiver manchas roxas.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP | Ministério da Saúde | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Preparo do consultório | Sem documento localizado (serviços de emergência, 2021) | Espaço, material e medicamentos na UBS (Portaria nº 2.048/2002) | Avaliação anual, BLS, simulações, naloxona (2026) | Sem diretriz localizada | Tarjetas de doses por peso (SEUP 2024) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Peso e material | Sem posição localizada | Tabela por peso, Broselow (SAMU APed1, 2016) | Doses por peso (2026) | Sem posição localizada | Broselow; 2 × (idade + 4) (SEUP 2024) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Estabilizar antes | No RN (Transporte do RN, 3ª ed., 2024) | Avaliação respiratória e hemodinâmica obrigatória (2002) | Protocolos de transporte (2026) | Hipotensão persistente não viaja (NG232, 2023) | ABCDE; SatO2 94–98%; até 60 mL/kg/h (SEUP 2024) | Sem posição específica localizada | Estabilização interina orientada por telefone (Boston Children's) | Consultor orienta por telefone (SORT, Oxford, 2024) |
| Quem transporta | Equipe treinada no RN (2024) | Regulação; grave com médico em suporte avançado (CFM 2003) | Transporte seguro no EMS (2020) | Equipe experiente em criança crítica (NG232) | Retenção na maca (SECIP 2021) | Sem posição específica localizada | Equipe de transporte do hospital | Equipe de resgate; tempo-crítico pela origem (SORT); PaNDR (Cambridge) |
| Comunicação e documentos | Comunicação e registro no RN (2024) | Relatório com CRM; contato prévio; consentimento | Modelos padronizados, alça fechada (2026) | Comunicação no trajeto (NG232) | Sem posição localizada | Sem posição específica localizada | Ligação única (Boston Children's) | Formulário STOPP (SORT 2024) |
| Família | Sem posição localizada | Sem posição localizada | Acompanhar quando seguro (2020) | Acesso à criança (NG232) | Pais na estabilização (SEUP 2024) | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Pais incentivados (PaNDR) |
Leitura: há concordância em estabilizar onde a criança está (TEP e ABCDE, com reavaliação), em transportar o grave com equipe treinada, em comunicar antes, documentar e envolver a família. As divergências: no Brasil a transferência passa pela regulação médica (Portaria nº 2.048/2002; CFM nº 2.110/2014), com responsabilidade do médico que transfere até a recepção e consentimento escrito (CFM nº 1.672/2003), enquanto no NHS (NICE NG232, 2023; SORT 2024; PaNDR) uma equipe pediátrica de resgate vai ao hospital de origem, que só transporta por conta própria no caso tempo-crítico; a meta de SpO2 (site e SEUP 94–98%; PALS 94–99%); o volume dos bolus (site 10–20 mL/kg com reavaliação; SEUP até 60 mL/kg/h); os tubos sem cuff abaixo de 9 anos na tabela do SAMU (2016), hoje preteridos pela cânula com balonete (PALS 2025; SEUP 2024). A SBP não tem documento sobre o preparo do consultório nem sobre o transporte pediátrico (só o do RN, 2024, adotado no período neonatal); por isso o site segue o Ministério da Saúde (Portaria nº 2.048/2002, Protocolos SAMU 192) e as resoluções do CFM no transporte e na responsabilidade, a AAP 2026 na organização do consultório e as doses e padrões do site (SpO2 94–98%, bolus de 10–20 mL/kg, glicose 0,5–1 g/kg, ceftriaxona 100 mg/kg, PALS do site).
- Prepare o consultório antes da emergência: local definido, maleta conferida, doses por peso e simulações.
- Acione o SAMU 192 ao reconhecer a criança instável, não ao terminar a estabilização.
- ABCDE: oxigênio para SpO2 94–98%, acesso venoso em até 90 s ou intraósseo, glicemia capilar, bolus de 10–20 mL/kg com reavaliação no choque.
- Passe o caso pelo SBAR e envie relatório assinado com CRM, com cada medicamento, dose e horário.
- Criança instável não vai em carro particular; carro próprio só para a estável, com dois adultos e retenção adequada.
- A responsabilidade é sua até a criança ser recebida pela equipe de suporte avançado ou pelo médico de destino: registre tudo.
Veja também, nesta área: O que fazer ao receber uma criança com desconforto respiratório, O que fazer ao receber uma criança inconsciente ou rebaixada, PALS, Sepse e choque séptico na criança, Trauma pediátrico, Principais Causas de Urgência em Pediatria, Protocolo de Anafilaxia e Protocolo de Estado de Mal Convulsivo; em Patologias do consultório, Classificação de risco em pediatria.
8.Fontes
- AAP. Preparation for Pediatric Emergencies in the Office: Policy Statement e Technical Report. Pediatrics, 2026. PubMed; relatório técnico
- AAP e outras. Pediatric Readiness in Emergency Medical Services Systems. Pediatrics, 2020. PDF
- Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 2.048/2002 — Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência. BVS
- Ministério da Saúde. Protocolos de Suporte Avançado de Vida — SAMU 192 (APed1, APed2, AT31), 2014–2016. PDF
- CFM. Resolução nº 1.672/2003 — transporte inter-hospitalar. PDF
- CFM. Resolução nº 2.110/2014 — serviços pré-hospitalares móveis. PDF
- CFM. Resolução nº 2.056/2013 — manual de vistoria. PDF
- SBP, Programa de Reanimação Neonatal. Transporte do Recém-Nascido de Alto Risco, 3ª ed., 2024. sbp.com.br
- SBP, DC de Emergência. Recomendações para os Serviços de Emergências Pediátricas, 2021. sbp.com.br
- SEUP-AEP. Aproximación y estabilización inicial del niño enfermo o accidentado, 4ª ed., 2024. PDF
- SECIP (AEP). Sistemas de retención en transporte pediátrico y neonatal, 2021. PDF
- NICE. Head injury: assessment and early management (NG232), 2023. PDF
- Oxford University Hospitals e University Hospital Southampton. SOP for the retrieval of critically ill children by SORT, v2.0, 2024. PDF
- PaNDR (Cambridge). Paediatric transfer. pandreastofengland.co.uk
- Boston Children's Hospital (Harvard). How to transfer or transport a patient. childrenshospital.org
- Müller et al. Impact of the communication and patient hand-off tool SBAR on patient safety. BMJ Open, 2018. Proqualis