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Doença metabólica óssea da prematuridade, vitamina D e profilaxia com vitamina K
Atualizações: NICE — NG235 Intrapartum care, reintrodução das recomendações de prevenção do sangramento por deficiência de vitamina K (jun/2026); Johns Hopkins All Children's — Vitamin D Deficiency and Metabolic Bone Disease in NICU (out/2025); Chover Martínez et al. — carta em An Pediatr 2025;102(5) sobre a variabilidade no manejo da doença metabólica óssea na Espanha (2025). Há consenso universal de que todo recém-nascido deve receber vitamina K por via intramuscular logo após o nascimento, e o NICE reintroduziu em junho/2026 as recomendações sobre prevenção do sangramento por deficiência de vitamina K. As divergências estão na dose para o prematuro de muito baixo peso, na aceitação do esquema oral quando a família recusa a injeção e, na doença metabólica óssea, no ponto de corte do fósforo e na dose profilática de vitamina D (200–400 UI/dia na linha norte-americana versus 400–700 UI/kg/dia, até 1000 UI/dia, na ESPGHAN 2022). Para a doença metabólica óssea, a posição brasileira é o capítulo 20 do Manual de seguimento do RN de alto risco da SBP (2ª ed., 2024), que segue o algoritmo da AAP (triagem com 4 semanas, fosfatase alcalina acima de 800 UI/L persistente ou 1000 UI/L ou mais, fósforo abaixo de 4 mg/dL, vitamina D 400 UI/dia e 800 UI/dia na DMO); para a vitamina K, a referência nacional é a Linha de Cuidado do Ministério da Saúde, que prevê apenas 1 mg IM para todos.